Versos de Declarações de Amor

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Frutifica com esperança e amor estes sonhos que nasceram no teu coração.
Pra que você possa colher: Felicidade.

____________FranXimenes
10*08*2013

Não há pior miséria que:
A falta de partilha de pão, e a falta de partilha do amor.
____________FranXimenes
08*08*2013

TEMPOS DE CAOS


Um dia haverá tempo para o perdão,
para a reconciliação e para o amor.
Tempo para nos reencontrarmos um dia.
E, quando esse dia chegar, espero que estejamos preenchidos por um imenso vazio, aliviados do peso que carregávamos
e que agora já não faz mais parte de nós.

Depois da queda do nosso amor
Tudo veio ao chão de repente.
As muralhas não aguentaram
O impacto devastador do que a gente fingia ser.
O que era promessa virou ruína,
Palavras ocas soterradas no silêncio.
Nós não suportamos o caos lastimável
De insistir onde já não havia verdade.
Depois da queda não adianta lamentar.
Juntar os cacos não refaz o que morreu.
Colar pedaços não devolve o inteiro,
O que quebrou por dentro não revive com adeus.
Não há ponte, não há volta,
Não há fé que sustente o fim.
O amor caiu — e ficou no chão,
Sem sinal de recomeço em mim.
Tentamos chamar de fase, de erro,
Mas era o fim pedindo coragem.
Às vezes partir não é desistir,
É só respeitar a própria dignidade.
Hoje não espero nada do que fomos,
Nem do que você promete ser.
Depois da queda do nosso amor,
O resto é aprender a não mais sofrer.

"Arma Letal do Eu Interior"

O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.

É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.

Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!

Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.


Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.


E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.


Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.

Atende a lição da vida, presta atenção:
Se amor, carinho, respeito e igualdade
Não bastam pra quem dorme ao teu lado,
Então não é amor — é vaidade.
Não implora presença,
Nem mendiga afeto frio.
Quem te ama não negocia
O básico do sentir.
A vida é curta demais pra esperar migalha,
Pra viver calado num coração vazio.
Se não existe reciprocidade,
Não existe nós — só desvio.
Antes de virar ausência em casa cheia,
Antes de morrer aos poucos por alguém,
Tenha coragem, bata o pé,
E escolha você também.
A festa é desse egoísmo, mulher,
Vá viver a tua vida.
Mesmo que seja só,
Seja feliz contigo.
Não carrega quem não te carrega,
Não insiste onde não há abrigo.
Amor não prende, não pesa,
Amor soma — não castigo.
Amar é encontro, não disputa.
É paz, não ferida aberta.
Se não é pra ser inteiro,
Que seja livre — e de porta aberta.

Tu tremes o meu peito
Esse amor enlouquece o pensamento
E atormenta a alma,
De dia
E de noite.
Tu tremes o meu peito
Quando meu pensamento te procura na madrugada,
E fazes que eu perca a sensatez,
Desequilíbrio doce
Que afoga a minha razão.

⁠Menina bonita, confusa, não sabe o que quer.... Tenho medo de amar...
O amor é uma assombração, medo de se perder... que vontade de correr....
Me dá, me entregar? Porquê? Para quem?
Isso me assusta e me dá insegurança, medo...
Não vou me entregar, me dar...
Vou lutar contra mim mesmo, porque não aprendi amar....

Maldito é o amor....
Quimera....

Por amor:
Se mata.
Se morre.
Se afasta.
Se isolamos
Se sofre.
Se enlouquece.
Qual a origem e a função dessa gosma chamada amor?

Que a Razão em mim seja clara, mas nunca fria.
Que o Amor em mim seja ardente, mas nunca cego.

A questão é:
o amor dá vida à ilusão ou a ilusão mata o amor?

Dor que deixa saudade?
Só se for dor de amor.

O sal grosso está para o sapo,
assim como, a traição está para o amor.

Quase amor


Algo em mim não está certo,
Um vazio onde havia amor,
Silêncio onde havia riso,
Uma sombra cobrindo o sol.


Te amei como um tesouro raro,
Mas recebi apenas migalhas,
Ou será que fui precipitado,
Em esperar mais dessa batalha.


Você me pede um tempo, um respiro,
Promete amar-me como mereço,
Mas perdi para sua própria guerra,
Estranho agora quem conheço.


O amor já não está à vista,
Você deixou-o escapar, perdido,
Hoje, desisto desta luta,
Esta é, então, a nossa despedida.

Ali, bem ali, dentro de si,
o amor.

Amar não é se apagar.
Há troca.
Há caminho de ida e volta.
Há o que transborda.

Amor que não troca, cobra.
Amor que troca, cresce.

Quando o Amor bater na sua porta




"Se num dia frio o amor bater na minha porta, estarei preparado para receber e viver sem medo de ser feliz. Com um sorriso no rosto e o coração aquecido, abrirei a porta para os momentos simples e inesquecíveis. Que cada abraço seja um cobertor e que cada palavra sussurrada seja a chama que mantém aceso o fogo da paixão. A felicidade é feita de pequenos gestos, e estou pronto para vivê-la intensamente.

No limite da honestidade e da sinceridade:


a autenticidade,


o profundo,


e o amor,


transcendem.