Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos

⁠Presente

Ora pois, por que sofrer agora se pode sofrer depois?

Inserida por julianogirotto

⁠(lin) Dona

Ela tem o mundo todo. Mas só quer o seu espaço. Onde anda conquista. É a dona do pedaço.

Inserida por julianogirotto

Elétrica⁠

Às vezes ela só quer a tensão.

Inserida por julianogirotto

SABE

Sabe quem tem sorte?
Aquele que te ama
Aquele que tu abraça
Aquele que diz no seu ouvido: Eu te amo.

Sabe, eu? Rimo tudo
É meu dever rimar o seu amor
E te dizer: Sabe quem tem sorte?
Sorte tem quem
É quem te acorda
E te dá bom dia.

Sabe quem tem sorte
A vida
Por te fazer tão lindo
Tão vivo
Tão belo.

Inserida por davi_lucca

RILEX
Está tão calmo
Está tão tranquilo
Está tão sei lá

As coisas...
A vida...
O tempo...

As coisas estão calmas
Mas não como queriam,
Os seres de bom coração
Que agradam o seu deus em vão.
Sei lá...
Sei não...
Só o tempo dirá
Os pensamentos que viram,
Nesse mundo vão.

Inserida por Fernandogullar123

⁠Homens poetas sarados são incríveis. Homens aventureiros galanteadores são inesquecíveis. Homens românticos são imbatíveis.
Meu coração é do tamanho do universo.
NUNCA DESISTIR - AMOR PRÓPRIO
A vida é isto, reflexão, compaixão, perdão, oportunidade, aconchego, família, amor e... Um caminho livre para seguir e ser poético e feliz.

Inserida por richard_felix

⁠Exatamente!
Nem sempre exata
Nem sempre mente...

Inserida por NossasPalavras

⁠HAICAI

Manhã mais fria
do que quente
na praça remelento chora
querendo sorvete.

Inserida por PaduaDias

⁠Com a cabeça cheia de poemas
vamos rimando nas marés da vida.

Inserida por PaduaDias

⁠Enquanto organizo cômodos
desfaço incômodos.

Inserida por PaduaDias

⁠Entre pensamentos tantos
alguns encantos.

Inserida por PaduaDias

⁠Hoje a dor é só minha.
O silêncio já não me cura.
O barulho na mente me ensurdece.
Hoje pareço calmaria, mas sou o caos dentro de mim.

Inserida por naldo_silva_1

---💜---
⁠toda forma de amor
vale a pena,
quando amamos
robamos a cena

somos livres
para amar,
qualquer bicho,objeto
ou ser que encontrar

já que o amor
com todo seu calor
acolhe tudo
com clamor
nem q seja
uma flor
---💜---

Inserida por kauss

⁠suor, lágrimas ou o mar
melhores formas de desabafar
o único jeito de se cuidar
quando você não cabe a nenhum lugar
você é a única pessoa a ser e estar
neste mesmo vão
nestas águas nem sujas
nem linpas
tão incerta quanto nossas vidas
que um dia voce apelidou de
" águas da ida ".

Inserida por Marianne111

Notícia

A nuvens trouxeram-me notícias
do céu...
As aves disseram-me como iam
as montanhas...
Coisas estranhas
começaram a dar-se então
com minha alma...

Oswaldo de Camargo
Um homem tenta ser anjo. São Paulo: Supertipo, 1959.
Inserida por pensador

Rumo

Às vezes ergo os olhos, interrogo
o seco céu sem urubu, sem nódoa
de nuvem: Deus,
que queres?
Que eu me atropele
com minha própria sombra, que embranqueça
meu dorso e voe?

Oswaldo de Camargo
O estranho. São Paulo: Roswitha Kempf Editores, 1984.
Inserida por pensador

Se me puderes ouvir

O poder ainda puro das tuas mãos
é mesmo agora o que mais me comove
descobrem devagar um destino que passa
e não passa por aqui
à mesa do café trocamos palavras
que trazem harmonias
tantas vezes negadas:
aquilo que nem ao vento sequer
segredamos
mas se hoje me puderes ouvir
recomeça, medita numa viagem longa
ou num amor
talvez o mais belo

José Tolentino Mendonça
A Noite Abre Meus Olhos. Lisboa: Assírio & Alvim, 2006.
Inserida por pensador

Da verdade do amor

Da verdade do amor se meditam
relatos de viagens confissões
e sempre excede a vida
esse segredo que tanto desdém
guarda de ser dito
pouco importa em quantas derrotas
te lançou
as dores os naufrágios escondidos
com eles aprendeste a navegação
dos oceanos gelados
não se deve explicar demasiado cedo
atrás das coisas
o seu brilho cresce
sem rumor

José Tolentino Mendonça
Baldios. Lisboa: Assírio & Alvim, 2010.
Inserida por pensador

O silêncio só raramente é vazio
diz alguma coisa
diz o que não é

José Tolentino Mendonça
A Papoila e o Monge. Lisboa: Assírio & Alvim, 2013.
Inserida por pensador

Tudo é efémero:
ontem escutava a tua voz
hoje só o vento

José Tolentino Mendonça
A Papoila e o Monge. Lisboa: Assírio & Alvim, 2013.
Inserida por pensador