Poemas de reflexão curtos que dizem muito em poucos versos
Se tiver de chorar, chore!
Se tiver de sorrir, sorria!
Se tiver de amar, ame!
As máquinas criadas pelos homens não tem sentimentos, mas nosso coração Criado por Deus tem todos.
Seja sempre um ser humano e não uma máquina!
Um dia o coração conheceu o amor.
E o amor conheceu a paixão.
E a paixão foi viver junto com o amor dentro do coração.
E agora as estrelas do amor e da paixão iluminam o céu do coração!
Quando o teu coração encontrar o amor da sua vida, o Sol da Paixão brilhará acima de todas as nuvens que cobrem o Mundo!
Se afaste de pessoas que tem no coração o vírus da indiferença,
sendo seu principal sintoma a falta de amor por si mesmo!
O fato de eu ser totalmente fora da curva me levou a caminhos que ninguém pensou em trilhar.
Indubitavelmente, pensar fora da caixa não limita minha mente.
Quando se passa em frente a um espelho e vê teus olhos vermelhos de tanto chorar, olheiras gigantescas de tanto noites virar, teus olhos sem vida alguma já sem amor algum pra dar.
É ai que não se reconhece mais aquela criança feliz e animada que já foste um dia, agora só uma casca tentando conquistar mais um dia.
Reclamar e dar risadas.
É tudo que um neném sabe fazer.
Parece um adolescente usando a internet.
A mulher falando com o marido,
Um idoso no mercado,
Você agora há pouco,
Eu puxando um assunto.
Se você for uma pessoa muito reflexiva, observe.
Se você for uma pessoa muito observadora, reflita.
Se você pratica muito, estude.
Se você estuda muito, pratique.
A inspiração não tem limites.
Algo de mim
Quisera eu...
Ser mar, ser jardim, mundo afora ou em mim.
Tenho em mim tão pouco.
Se parto, em vão; se fico, a sós.
Quisera eu...
Ser assim, ao menos em mim:
mar... jardim...
Pois se fico, em vão; se parto, a sós.
Identidade
O homem, por mais que se erga sobre inúmeras sobreposições, não se afasta de si mesmo, pois é projeção de sua própria essência. Com respeito às sobreposições, não são estas desvios de quem ele realmente é, mas sim manifestações da mesma identidade, como reflexos de uma virtude essencial que se desdobra de diferentes formas sem perder-se.
Em terras d'alma,
onde a saudade impera,
Nos meus sonhos, idos
alma tua, me revela.
És sol, em dias sem a
luz do luar,
Fulgor que me guia,
no ermo da noite,
Estrela que a senda
desvia.
Já procurei muitas coisas
Coisas essas que nunca encontrei
Por que não me dei conta
Que eu já tinha todas.
E por falta de atenção
Fui perdendo uma por uma
Até me dar conta
Que eu tinha tudo
E hoje procuro sobreviver sem nada.
