Verso de Felicidade
Vivemos em uma época onde gastamos todo o nosso amor em pequenas pocibilidades de nós tornarmos felizes, e após isso nos privamos de buscar por algo verdadeiro.
A partir de hoje, sente e tenha uma conversa sincera consigo: o que te traz plenitude, o que te harmoniza, o que te deixa inteiro e feliz? Uma vez identificadas, integre-as em seu cotidiano. Somente através de uma reforma íntima, é que poderemos selecionar o que vai e o que fica.
A satisfação e a realização pessoal por tudo que fazemos são proporcionais ao grau de nosso empenho.
A chuva trouxe lembranças, aquelas do tempo em que as lágrimas brotavam na infância, debaixo da gota d'água que caía do céu, levando cada uma delas ao inexplorado, mas com a inocência da felicidade contida nelas, pela alegria de nada possuir, apenas para a vida que ali se propunha alvissarar. Do contemporâneo, não mais, apenas a janela carrega o desejo de nas ruas saltitar, sem se importar, não mais, do tempo, não mais!
Às vezes as frustrações são decorrentes do seu próprio comportamento. Renuncias podem ser a porta da felicidade.
Geralmente o hipócrita é um derrotado que prefere planejar a queda do outro a tentar outras vezes a sua própria vitória.
Existem dificuldades para todas as pessoas, pois até aquelas que julgamos donas de tudo vivem em busca de felicidade.
Felizes são os que conseguem ver riqueza onde o dinheiro jamais conseguirá se apossar, os que enxergam através dos olhos e sentem a energia alheia independente do lugar. Somos moldados com o legado dos antepassados e neles temos exemplos a compartilhar com os interessados. Os superficiais são rasos, tem validade e enganam os transparentes, profundos e reais. Temos tudo nas nossas mãos para o melhor mas muitas vezes optamos sem razão pela tristeza e solidão. No fim estamos na mesma missão, buscando a tal felicidade que muitas vezes não quer ser encontrada, apenas ser sentida de coração.
Uma simplicidade que comunica além da cidade, não se feche no engano da privacidade, mas se abra para reciprocidade, uma sua gota no mar de felicidade.
Eu te amo, mas não espero que tu me ames da mesma forma. Espero que tu me ame o quanto precise amar. Eu te amo o quanto preciso, não há necessidade de mais. Eu te amo e não há explicações nem teorias. Não há novidades nem dúvidas. Eu te amo, só.
Cara são momentos assim que me fazem refletir sobre o valor de um amigo. Não porque nos encontramos na "farra", mas porque temos um laço construído nesses anos.
Que a magia do Natal, o sentimento de libertação, amor e compaixão de Jesus invada os lares irradiando amor, perdão, harmonia, felicidade e gratidão pelo dom da vida!
O Natal e seus propósitos devem ser permanentemente cultivados em nossos corações. Só assim, tais sentimentos, desejos e felicitações poderão chegar perto da realidade que vislumbramos.
Prefiro os pés descalços, os que aprendem observando as ondas, os intensos, os imprevisíveis, os improváveis e os impossíveis; e que assim como eu, não se importam se o mundo acabar hoje. Talvez por isso tenho poucos heróis, poucos amigos, poucos olhares compreensíveis. Na verdade não faço questão de ser leitura fácil, sou um livro velho, gasto, rabiscado, coisa para intelectual. Pinto o mundo da minha maneira e ele é sempre cinza com tons de amarelo. Do jeito que eu quero, de maneira alguma politicamente correto.
Estamos nos configurando cada vez mais frenéticos, imediatistas e descartáveis, nos esquecendo que a felicidade está no aqui e no agora, habita dentro de nós e não precisa de tanto para reconhecer o quanto “temos”, mas que pouco usufruímos.
