Verso de Declaração de Amor
Senado e Câmara estão impregnados do mal. Filhos do demônio não se cansam de explorar o povo. Sanguessugas do inferno. Rogo a Deus que baixe sua mão sobre esses malditos.
O brilho que tem em seu olhar parou para pensar que todas as relíquias do da Vinci sobre a Mona Lisa e as esmeraldas encontradas nas ilhas escondidas, nunca vão ser tão esbeltas comparadas ao teu olhar, o brilho que dá luz no escuro e faz todos os dias serem os mais felizes da minha vida quando me deparo com seu olhar, profundamente indescritível de explicar.
As histórias que cercam nossa sexualidade pedem que as mulheres se tornem mais independentes e procurem a satisfação interior, em vez de procurar sempre amor e valorização no mundo exterior.
Sempre quis quase tudo nessa vida, mas, por ordem de importância, diria que ser correspondida no amor e fazer parte da mesa de jantar ocuparam, desde que me entendo por gente, o topo da pirâmide da minha lista de sentidos da existência e ideias de felicidade.
Sua teimosia á fazia lutar pelo o que ela queria, transformava minha vida de moleque apaixonado em versos muito bem feitos e sua animação interior há fazia explodir de desejos inquietos...
Não morro de amores por ninguém; vivo-os na intensidade do meu querer. Acho que isso é o suficiente.
Se preciso pensar: desenho, se quero lembrar: ouço músicas, se tenho saudades: faço uso daquelas memórias que te pedi...Cada um com seus mecanismos para se sentir bem. A propósito você não me faz sentir bem, és meu bem!
Não cultive no teu coração as ervas daninhas, pois estas, irão destruir o restante das flores e a beleza do teu jardim será findada. Cultive bons sentimentos... Comece pelo amor próprio e verá o resultado.
São aqueles furtivos momentos, tão sucintos quanto intensos que nos alcançam na primeira oportunidade que a mente foge. A pretensão do depois é efêmero, a essência e o cálido contato, a sútil frase, o breve entendimento no olhar é o que resta e pressiona o suspirar.
Os nossos pedidos, ou desejos, sempre irão passar diante dos nossos olhos... e os deixaremos ir, como sempre (...).
