Verdadeiro
Ter caráter é ser correto acima de qualquer interesse ou privilégio. Ser verdadeiro, trabalhador, honesto.
Poema - Amor Verdadeiro
O amor verdadeiro
Não se compra com dinheiro
Não é passageiro
Dura o tempo inteiro
Diferente de paixão
Que tudo passa em vão
Tipo uma traição
Cada um vá pra sua direção.
Quem ama, cuida
Também educa
Juntos se caducam
Não se julgam
Vai te proteger
Sempre fortalecer
Fazendo tudo por você
Pra não te ver sofrer.
De mãe para filho
De esposa para marido
Amor entre amigos
Até mesmo por um inimigo
Que é algo divino
Em Lucas 6:27, o destino
Às vezes até imagino
Se não existisse algo maligno.
Cansado e oprimido
Agora remido
Deus me deu abrigo
É o meu melhor amigo
O verdadeiro parceiro
Nunca por dinheiro
Sempre por amor
A salvação vem do Senhor.
Seus olhos são lindo
São cheios de esplendor
Eles me trouxeram a luz
E o verdadeiro sentimento do amor
O amor quando é verdadeiro
Não tem peso e nem medida
É maior que o mundo inteiro
Vale mais que a própria vida
Não existe atalho para sucesso verdadeiro ,porém para o falso sim, a diferença entre eles é que o verdaeiro dura anos ou decadas e o falso dura meses ou dias !
Para o verdadeiro vencedor, pequenas derrotas não significam nada além de acúmulo de conhecimento e bagagem útil!
Comprovado que quem melhor se informa, tem acesso mais rápido ao sucesso verdadeiro, já quem cultiva a ignorância, ainda que momentaneamente for bem-sucedido, cairá no fracasso, é só uma questão de tempo!
Um verdadeiro líder é aquele que conquista a admiração dos seus seguidores, enquanto aquele que ordena é apenas um chefe, um impositor.
Um verdadeiro líder é aquele que lida com períodos de crise de maneira calma, em vez de ser apenas alguém que dá ordens!
O Verdadeiro Perigo Invisível: Narcisismo, Empatia e a Sociedade que Marginaliza os Sensíveis
Em uma sociedade que celebra a grandiosidade e o sucesso individual, os narcisistas caminham livremente, muitas vezes ocupando lugares de privilégio e poder. O narcisismo patológico, caracterizado por uma constante necessidade de validação e uma preocupante ausência de empatia, é raramente reconhecido como o perigo que pode ser. O que é frequentemente negligenciado é que essa condição não apenas prejudica os indivíduos ao redor, mas também ameaça a liberdade e o bem-estar de quem convive com ela.
Enquanto o narcisismo permanece invisível aos olhos de muitos, a sociedade frequentemente esquece que o narcisista não enxerga além de si mesmo. Para ele, os outros são apenas reflexos distorcidos, peças a serem manipuladas para alimentar seu senso de superioridade. Pesquisas mostram que essa falta de empatia, somada ao desejo de controle, pode levar a comportamentos abusivos e destrutivos. No entanto, apesar dos danos causados, os narcisistas raramente são acompanhados por especialistas, não recebem o tratamento adequado que poderia prevenir suas ações danosas.
Em contraste, temos aqueles que, por suas condições neurodivergentes, como autismo, transtorno de processamento sensorial, esquizofrenia paranoide, afantasia e transtornos de personalidade borderline, vivem em constante estado de hipersensibilidade. O que a sociedade muitas vezes não percebe é que, ao contrário do estereótipo de falta de empatia, esses indivíduos frequentemente experienciam uma forma profunda de empatia, uma conexão intensa com o sofrimento alheio. Sua sensibilidade, no entanto, os coloca em posição de vulnerabilidade, tornando-os presas fáceis para aqueles que se enquadram no perfil narcisista, especialmente em um mundo que marginaliza os que não seguem os padrões normativos.
Essas pessoas, que sentem de forma intensa e se importam profundamente com o bem-estar dos outros, são muitas vezes estigmatizadas. A sociedade tende a vê-las como "difíceis", "frágeis" ou "problemáticas", enquanto, na verdade, elas são vítimas de uma cultura que valoriza a frieza e o controle. Indivíduos com transtornos como o borderline, por exemplo, podem ser incrivelmente empáticos, mas sua dificuldade em regular as próprias emoções faz com que sejam frequentemente incompreendidos e até demonizados.
Vivemos em um mundo que, de muitas maneiras, valida o narcisismo, premiando aqueles que conseguem se destacar à custa dos outros. O sucesso e o poder, frequentemente associados a traços narcisistas, são glorificados, enquanto aqueles que sentem demais, que questionam, que buscam conexões genuínas, são relegados à margem. Esse padrão cultural, dominado pela busca de validação externa, não apenas alimenta os narcisistas, mas também aliena aqueles que se recusam a jogar o jogo.
É uma ironia cruel: enquanto os narcisistas caminham livremente, sem serem responsabilizados por seus comportamentos prejudiciais, os sensíveis e empáticos são vistos como desajustados. Pessoas que têm uma conexão mais profunda com os outros, que sofrem por não se encaixar no molde de frieza que a sociedade parece exigir, são muitas vezes marginalizadas e patologizadas.
Devemos, então, nos perguntar: quem são realmente os que mais precisam de atenção e acompanhamento especializado? É hora de olharmos para essa dinâmica de poder com mais clareza e justiça. Se os narcisistas andam soltos, quem realmente está fora de lugar? Quem, de fato, precisa de cuidado e tratamento?
A sociedade precisa rever seu julgamento, reconsiderar o que é patologizado e o que é aceito. Porque, no fim das contas, os que são marginalizados por sentirem demais podem ser aqueles que mais têm a oferecer em termos de empatia, conexão, liderança e humanidade.
Você aprende o verdadeiro amor próprio quando não está cercado de amor. Por isso os filhos precisam sair de casa, pra entenderem o processo e voltarem verdadeiramente.
Veja bem, o amor verdadeiro se dá em si, o amor compartilhado é a eterna cruzada de se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa.
