Verdadeiro
A sociedade atual está se transformando em um verdadeiro zoológico! Alguns representam bodes expiatórios, outros vacas de presépio, ovelhas desgarradas, jumentos mancos etc., mas o mais intrigante é um rebanho peculiar, pastoreado por um falso mito, em que cada seguidor apresenta todas essas características animais ao mesmo tempo!
ESSA TERRA TEM DONO!
Disse o verdadeiro herói gaúcho!
Sepé Tiaraju!
Entre mitos e lendas, vive a verdade!
Sorry, Trump! Sorria! Fato é que o verdadeiro estrategista é Lula! "O encantador de serpentes encantou a cascavel!"
A pedra e o abismo.
Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)
O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.
Massako.🐢
A essência da vaidade humana é buscar o aplauso pelo próprio brilho, enquanto o verdadeiro chamado é ser apenas um espelho da Glória Eterna.
O verdadeiro drama humano não está em quem peca contra você, mas na sua própria condição. Afinal, a cruz não foi para cobrar os erros dos outros, mas para curar a sua inimizade contra o Criador.
As Escrituras sempre nos lembram que somos apenas pó. O verdadeiro abismo é que, embriagados pelo nosso próprio ego e orgulho, nós vivemos como se fôssemos eternos, autossuficientes e indestrutíveis, ignorando a nossa frágil e transitória realidade diante do Santo Deus.
Uma igreja que celebra o talento acima do caráter confunde o palco com o altar. O verdadeiro poder da comunidade cristã não reside nas habilidades naturais que exibimos, mas na transformação sobrenatural do nosso coração.
O verdadeiro conhecimento de Deus nunca é apenas intelectual; a teologia mais profunda nasce quando a erudição da mente se dobra diante da majestade divina no altar do coração, pois só conhecemos verdadeiramente a Deus quando o adoramos de joelhos.
O verdadeiro teólogo não é o burocrata da religião, o rato de biblioteca que transforma o Absoluto em um punhado de teses mortas para massagear o próprio ego acadêmico. O verdadeiro teólogo é aquele que se derrama, que se esvazia de si mesmo, que compreende que o conhecimento de Deus não se resolve na sinapse cerebral, mas no quebrantamento do coração. Ele não estuda de pé, empavonado em sua arrogância hermenêutica, mas estuda de joelhos, dobrado pelo peso da Graça — momento em que a teologia deixa de ser uma tese e se torna adoração em espírito e em verdade.
Conexões genuínas e o verdadeiro contentamento nutrem-se do momento presente; quanto maior a urgência em registrar a vida online, menor tende a ser a vivência real da experiência.
A meta do verdadeiro pastor não é encher bancos de ouvintes, mas saquear o império das trevas, resgatando pecadores por meio da pregação da cruz, entendendo que o sucesso métrico difere da eficácia salvífica.
Só podemos transbordar o que Deus coloca em nosso coração. Encontre o seu verdadeiro valor no Senhor e viva de modo digno da sua vocação.
PARA ESQUECER
O sofrimento do passado não é verdadeiro, porque o sofrimento não é verdadeiro. A dor é uma necessidade de não estarmos aqui, agora. Produzimos dor porque queremos que o passado exista agora. Tudo é apenas confusão.
A boa frase não é lupa; é espelho.
O verdadeiro poder do texto obriga o leitor a desviar o olhar para confrontar a própria vida.
