Vem

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Crescer dói, eu sei
Mas o amor me faz também
Ser sol, ser som
Ser paz no que vem _ Frase da música È eu sei do dj gato amarelo

Respirar é engoli o choro a força vem das cicatrizes que carrego. O inferno não me dá medo, pois já aprendi o caminho para sair de lá, o que me dá medo e ter que usar tudo que aprendi enquanto estava lá.

⁠O problema de nossa sociedade está na gramática em relação ao sujeito; O pronome EU vem antes de NÓS, VÓS, ELES...

E quando o tempo tenta me levar,
Teu riso vem e me faz voltar,
Entre tantas voltas do mundo inteiro,
Meu destino é o teu cheiro... _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Vem cuidar de mim, baby
Sanguessuga boa do amor
Deixa aquele cara pra lá
Ele não presta, não te representa não, doutor
Vive prometendo o mundo
E te entrega só solidão
Homem sem palavra é vento
Não segura coração
Ele fala bonito em público
Mas em casa só dá dor
Eu sou simples, sou direto
Mas te trato com amor
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Sem frescura, sem censor
Vem pra mim, mulher da vida
Mulher minha, mulher do amor
Você deve ignorar urgente
Esse homem sem compromisso
Quem brinca com sentimento
Não merece nem aviso
Aqui tem café quente
Abraço e proteção
Tenho pouco no bolso
Mas tenho muito coração
Se ele te fez sofrer demais
Hoje é dia de decisão
Vira a página da história
E vem morar na minha canção
Oh mulher virtuosa
Esquece aquele malfeitor
Manda ele embora hoje
Que a noite é nossa, é de amor
Amor sem fronteiras, debochado
Do jeito que você gostou
Vem pra mim sem medo algum
Que eu cuido de você, meu amor

do húmus veio e ainda vem a humildade e a humanidade.

O Reconhecimento sempre vem como resposta a um diferencial entregue.

"Nenhuma bênção vem vazia, mas vem carregada de responsabilidade."

Nem todo amor vem para ficar, alguns vêm para despertar.

Penso ser uma aglutinação de pó de estrela aqui temporariamente, nesse vai e vem do ciclo universal.

Evitar uma conversa difícil é como adiar uma cirurgia necessária: o alívio vem rápido, mas o problema continua avançando. Relações que não suportam esse tipo de intervenção acabam preservando o vínculo às custas do crescimento das pessoas dentro dele

Águas Pluviais vem das Chuvas.
Águas Fluviais vem dos Rios.
Águas Nivais vem das Neves.
Águas Glaciais vem das Geleiras.

⁠Não briguem com o espelho.
A beleza vem de dentro. Harmonizem a alma... Deixem o amor transcender!

Capítulo — Depois do ato de coragem, vem o silêncio


Depois da separação, não houve aplausos.
Não houve sensação de vitória.
Houve silêncio.


Voltei para a casa dos meus pais porque não havia outro lugar para ir. Eu e minha filha cabíamos apenas ali — num quarto antigo, carregado de memórias que eu acreditava ter superado. Voltar não era regressar no tempo, mas doía como se fosse. Cada parede me lembrava quem eu tinha sido e quem eu me recusava a voltar a ser.


Eu havia escolhido a liberdade, mas a liberdade, no começo, pesa.
Ela não vem com garantias, não oferece conforto, não entrega atalhos. Vem crua. Vem exigindo fé.


Foi então que a espiritualidade me acolheu. Não como um milagre grandioso, mas como esses gestos invisíveis que sustentam quem está à beira do colapso. Dois dias depois da separação, consegui um emprego. Dois dias. Como se o universo tivesse entendido que eu precisava de chão antes que o medo me engolisse inteira.


O trabalho era longe. O caminho, cansativo. O corpo já acordava exausto. Mas havia algo diferente: eu estava inteira. Cada passo naquela distância era meu. Cada manhã era uma confirmação silenciosa de que eu tinha escolhido continuar.


Minha mãe se dispôs a ficar com minha filha. E ali, entre culpa e gratidão, aprendi uma nova forma de humildade. Aceitar ajuda também é coragem. Confiar o que se ama, acreditando que é por um bem maior, também é um ato de fé.


Havia solidão.
Uma solidão funda, que não grita — sussurra.
A solidão de quem rompe o ciclo e, de repente, precisa inventar outra maneira de existir.


Ainda assim, algo novo nascia. Uma mulher mais atenta, menos romântica, mais real. Uma mulher que já não confundia amor com abandono, nem presença com dependência. Eu ainda não sabia exatamente quem estava me tornando, mas sentia: aquela versão antiga já não cabia mais em mim.


Eu estava reconstruindo tudo — sem mapa, sem promessas, sem garantias.
Mas, pela primeira vez, reconstruía a partir de mim.
E isso era suficiente para continuar.


Entrei como auxiliar. Um cargo pequeno, um começo modesto, mas honesto. Eu aceitava tudo com gratidão, porque ali não havia humilhação — havia recomeço.


No mês seguinte, aluguei uma casa de dois quartos. Nada de luxo, nada novo. Tudo de segunda mão: cama usada, sofá cansado, mesa marcada por histórias que não eram minhas. Ainda assim, aquela casa era inteira. Era nossa. E, dentro dela, nada faltou para minha filha.


O leite estava lá.
O Danone.
O pão.


Cada compra, cada escolha, cada cansaço era feito pensando nela. Eu media o mundo pelo tamanho da segurança que conseguia oferecer à minha filha. Meus finais de semana não eram meus — eram nossos. Exclusivos. Inteiros. Eu fazia questão de estar presente, de brincar, de rir, de criar memórias, tentando, em silêncio, que ela não sentisse a ausência do pai.


Com três meses de trabalho, veio a promoção. O salário aumentou. Não como milagre, mas como consequência de não ter desistido. Minha filha estudava em escola particular, tinha plano de saúde, tinha rotina, tinha cuidado. Eu fazia tudo por ela. Tudo.


Eu era mãe.
Era casa.
Era sustento.
Era colo.
Era abrigo.


Eu era tudo para ela.
Só não podia ser o pai.


Por mais que eu tentasse preencher cada espaço vazio, havia um lugar que não me pertencia. O pai era uma ausência que eu não conseguia ocupar, por mais amor que eu derramasse. E foi ali que aprendi uma das dores mais silenciosas da maternidade solo: o limite do amor.


Ainda assim, eu seguia.
Cansada. Inteira. De pé.


Porque, mesmo não sendo tudo, eu era suficiente.
E, todos os dias, eu escolhia continuar.


Um ano havia se passado. Minha filha já estava mais acostumada com aquele novo mundo que construímos juntas. Aos poucos, voltei a sair. Retomei a vida da mulher — porque, durante aquele ano inteiro, eu tinha sido apenas mãe e provedora.


Minhas amigas foram um apoio indispensável. Minha comadre não me soltou a mão em nenhum momento. E, mesmo sendo mãe, mesmo sendo sustento, voltei a viver. Voltei a ser eu. Voltei a cuidar da minha espiritualidade, do meu corpo, da minha alma.


Eu não estava apenas sobrevivendo.
Eu tinha voltado a viver.

⁠Nossos filhos são ligados a nós,de uma maneira soberana, algo que vem literalmente de DEUS. Somos conectados. Olhando no profundo dos seus olhos, no tom das suas vozes e na leitura corporal de cada um deles, conseguimos indentificar ,com toda convicção da mãe que somos, qualquer erro. Por isso sou muito devota ao olho no olho,a citar versículos bíblicos abundantemente, a declarações de amor constante, muita amizade , constatação de fatos e não a inversão de valores. Entendo assim, que com esses gestos qualquer energia, reverbera de tal forma, que o radar espiritual ,liga!!

A inovação geralmente vem do desafio às suposições, e as pessoas que têm a coragem de questionar o consenso de forma respeitosa mostram estar atentas ao debate e dispostas a agregar maior valor na discussão.

O aproveito dum produto e serviço vem pela necessidade.

O desperdício dum produto e serviço vem pelo desejo.

Você não precisa e não tem que aceitar tudo que vem do outro, somente por educação ou simpatia. Você tem que ser transparente, você pode e deve dizer não para as pessoas quando necessário, desde que seja dito com respeito, humildade e dignidade.

Flávia Abib

O casamento não e feito de dinheiro e bens materiais.
E sim de toda palavra e entendimento que vem de Deus.