Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Tem horas que bate uma saudade,
daquele tempo que se foi e jamais voltará,
dos amigos de infância e daquela liberdade,
das lindas músicas dos anos 80 que nunca se apagará.
Na minha mente tem lindas recordações,
do meu passado vivido com muito fervor,
Lutas travadas,vitórias com muitas emoções,
sentimentos inesquecíveis de um período de grande dor.
Eu sou grato a Deus, por ter me dado toda essa minha vida,
peço sempre a Ele sabedoria para poder entender detalhes implícitos em cada batalha.
Pois Ele é sabedor de todas as coisas e reserva o melhor para àqueles que o conhecem de verdade.
Peço-lhe humildade, para que a soberba não contamine meu coração.
Peço-lhe inteligência para poder me livrar dos ignorantes e quando eles tentarem discutir algo comigo, que eu cale e que a voz Dele ecoe em minha consciência.
Peço-lhe acima de tudo,amor porque sem ele, seria impossível viver e entender tudo isso hoje.
Exige-se longo tempo e paciência para enterrar uma ausência. Aquele que se foi ocupa todos os vazios. Como água, também a ausência não permite o vácuo. Ela se instala mesmo entre as pausas das palavras.
Foi Charles G. Finney que contou esta história. Ele estava realizando um avivamento em Detroit. Uma noite quando ele ia a entrar na igreja, um homem veio ter com ele e lhe perguntou: ‘É o Doutor Finney?’
‘Sim’
‘Não sei se me poderá fazer um favor. Esta noite quando terminar, quer vir comigo a minha casa e falar-me da minha alma?’
‘Com todo o gosto. Aguarde-me’.
Finney foi para dentro, e alguns dos homens o detiveram: ‘Irmão Finney, o que queria aquele homem?’
‘Ele queria que eu fosse a casa com ele’
‘Não vá’
‘Tenho muita pena, mas eu lho prometi, e tenho de ir com ele’.
Quando a reunião acabou, Finney saiu pela porta. O homem estava aguardando, pegou no seu braço e disse: ‘Venha comigo’. Andaram três ou quatro quarteirões, viraram numa rua lateral, desceram uma viela, e na segunda casa o homem se deteve: ‘Fique aqui um minuto, Irmão Finney’. Ele pôs a mão no seu bolso, tirou uma chave, e abriu a porta, virou-se para o pregador e disse: ‘Entre’.
Finney entrou no aposento. Havia um tapete no chão, uma lareira, uma escrevaninha, uma cadeira giratória, dois sofás e nada mais.
Havia uma espécie de subtil parede divisória ao redor de todo o aposento excepto onde havia a lareira.
Finney voltou-se para trás. O homem estava fechando a porta, tinha posto a mão no seu bolso posterior e tinha tirado um revólver que segurava na sua mão. ‘Eu não pretendo fazer-lhe algum mal’, ele disse: ‘Eu só quero fazer-lhe algumas perguntas. Quis realmente dizer o que disse no seu sermão ontem à noite, isto é, que o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado?’
‘Sim, Deus diz isso’.
‘Irmão Finney, vê este revólver? Matou quatro pessoas. É meu. Duas delas foram mortas por mim, duas pelo barman numa rixa no meu saloon. Há esperança para um homem como eu?’
Finney respondeu: ‘O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado’.
‘Irmão Finney, uma outra pergunta. Por detrás desta parede há um saloon. É de minha propriedade tanto o saloon como tudo o que está lá dentro. Nós vendemos todo o tipo de licor a quem quer que entre. Muitas vezes tirei o último centavo do bolso de um homem, fazendo padecer de fome a sua mulher e os seus filhos. Muitas vezes mulheres trouxeram aqui os seus bebés e suplicaram que não vendesse mais nenhuma bebida alcoólica aos seus maridos, mas eu as expulsei e continuei com a venda do Whisky. Há esperança para um homem como eu?’
Finney disse: ‘Deus diz: ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Uma outra pergunta, Irmão Finney. Por detrás desta outra parede há uma casa de jogo de azar, e é desonesta como Satanás. Não há uma roda decente em todo o estabelecimento. É tudo viciado e desonesto. Um homem deixa o saloon com um resto de dinheiro no bolso, e nós aí lho tiramos. Houve homens que saíram desse lugar de jogo de azar para cometer suicídio quando o seu dinheiro, e talvez dinheiro lhes dado por empréstimo, tinha acabado todo. Há alguma esperança para um homem como eu?’
‘Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Mais uma outra pergunta e depois o deixarei ir. Quando sair desta viela, vire à direita na direção da rua, olhe para o outro lado da rua, e ali verá uma casa de pedras castanhas de dois andares – é a minha casa. É de minha propriedade. Lá estão a minha mulher e a minha filha de onze anos de nome Margaret. Há treze anos fui a New York para tratar de negócios. Encontrei uma bela rapariga. Menti-lhe. Disse-lhe que era um agente de bolsa, e ela casou comigo. A trouxe para aqui, e quando ela descobriu os meus negócios isto lhe partiu o coração. Eu tornei a sua vida um inferno sobre a terra. Eu voltei para casa bêbedo, bati-lhe, abusei dela, fechei-a fora de casa, tornei a sua vida mais miserável do que a de qualquer animal selvagem. Há cerca de um mês, eu fui numa noite para casa bêbedo. Minha mulher de alguma maneira me estorvou e eu comecei a bater-lhe. Minha filha se lançou entre nós. Esbofeteei aquela rapariga, a empurrei contra um aquecedor em brasa. O seu braço ficou queimado desde o ombro até ao pulso. Irmão Finney, há esperança para um homem como eu?’
Finney segurou os ombros daquele homem, o abanou e disse: ‘Ó filho, que triste história que tens para contar! Mas Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
O homem disse: ‘Obrigado. Muito obrigado. Ore por mim. Eu amanhã à noite irei à igreja’.
Finney foi para casa e tratar dos seus assuntos. Na manhã seguinte, cerca das sete, o homem do saloon saiu do seu escritório e começou a atravessar a rua. A sua gravata estava torta, a sua face estava coberta de pó, coberta de suor e manchada pelas lágrimas. Ele estava cambaleando como se estivesse bêbedo.
Mas voltemos àquele aposento. Ele tinha pegado na cadeira giratória e tinha partido o espelho, a lareira, a escrivaninha e as outras cadeiras. Ele tinha desfeito a parede divisória por todo o lado. Cada garrafa, cada barril, cada banco e cada espelho naquele saloon foi despedaçado e quebrado. No chão o serrim boiava até ao tornozelo numa terrível mistura de cerveja, gim, whisky e vinho. No estabelecimento de jogo de azar as mesas foram despedaçadas, os dados e as cartas de jogo estavam na lareira a arder.
Ele foi até ao outro lado da rua titubeando, subiu as escadas de sua casa, e sentou-se pesadamente na cadeira do seu quarto. Sua mulher chamou a pequena rapariga: ‘Maggie, corre ao andar de cima para dizer ao papá que o pequeno-almoço está pronto’. A rapariga subiu lentamente as escadas. Meia atemorizada, ela ficou em pé à porta e disse: ‘Papá, a mamã disse que o pequeno-almoço está pronto; disse para desceres’.
‘Maggie, tesouro, papá não quer nenhum pequeno-almoço’.
Aquela pequena rapariga não andou, ela voou pelas escadas abaixo: ‘Mamã, papá disse: ‘Maggie, tesouro’ e ele não …’
‘Maggie, tu não percebeste. Vai sobe de novo para dizer ao papá para vir para baixo’. Maggie subiu de novo ao andar de cima seguida por sua mãe. O homem levantou os olhos mal ouviu os passos da menina, abriu os seus joelhos e disse: ‘Maggie, vem cá’.
Timidamente aterrorizada, e tremendo, ela foi a ele. Ele a levantou, a pôs sobre os seus joelhos, encostou o seu rosto ao peito da pequena e chorou.
A mulher que estava em pé à porta, não sabia o que tinha sucedido. Após um pouco de tempo, ele a notou e disse: ‘Mulher, vem cá’. Ele a fez sentar sobre o outro seu joelho, lançou os seus grossos braços em torno daquelas duas almas que ele amava mas de quem tinha tão horrivelmente abusado, abaixou a sua cabeça entre elas e chorou soluçando até que o quarto quase tremeu pelo impacto da sua emoção.
Após alguns minutos, ele se controlou a si mesmo, olhou para a face da sua mulher e para a sua menina e disse: ‘Mulher, filha, vós não precisais mais ter medo de mim. Deus, hoje, vos trouxe para casa um homem novo, um novo papá’.
Na mesma noite aquele homem, sua mulher e a menina caminharam ao longo do corredor da igreja, deram o seu coração a Cristo e se uniram à igreja.
Hoje foi um conto de fadas. Eu usei um vestido e você usou uma camisa cinza-escura. Você me disse que eu estava bonita quando eu estava uma bagunça. Hoje foi um conto de fadas.
Não fui uma grávida bonita. Eu engordei horrores e senti dores a gestação toda, foi um caos. Eu fazia um esforço sobre-humano para dormir, pois todas as posições me incomodavam, e a única parte boa foi parir. Aquelas gestantes de revistas? Existem, mas não fui uma!
Definição de amor , segundo as Crianças.
O que é amor? Esta foi uma pesquisa séria feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos. Respostas:
"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos“ Mathew, 6 anos.
"Quando minha avó pegou reumatismo ela não podia te debruçar pra pintar as unhas dos pés desde então é meu avô que pinta pra ela mesmo ele tendo artrite." Rebecca, 8 anos.
"Amor é quando uma menina coloca perfume e o garoto põe loção de barba do pai e eles saem juntos e se cheiram. “ Karl, 5 anos.
"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" Lauren, 4 anos.
"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo-se há muito tempo" Tommy, 6 anos.
"Quando alguém te ama a forma de falar seu nome é diferente.“ Billy, 4 anos.
"Amor, é quando voce oferece suas batatinhas fritas sem esperar que a pessoa te oferece as batatinhas dela.“ Chrissy, 6 anos.
"Amor é o que está com a gente no Natal, quando você pára de abrir os presentes e os escuta" Bobby, 5 anos.
"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta“ Nikka, 6 anos.
"Amor é quando voce fala pra alguém alguma coisa ruim sobre voce e sentimento que essa pessoa não ame mais voce por causa disso ai voce descobre que ela continua te amando e ate te ama mais ainda. “ Ssmantha, 7 anos.
"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois“ Jenny, 4 anos.
"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é
mais bonito que o Robert Redford“ Chris, 8 anos.
"Durante minha apresentação de piano vi meu pai na plateia me acenando e sorrindo e era a única pessoa de quem eu não sentia medo.“ Cindy, 8 anos.
"Amor é voce falar pro menino que camisa linda voce ta usando e daí ele passa a usar a camisa todo dia." Noelle, 7 anos.
"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. E se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo“ Jessica, 8 anos.
"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não“ Patty, 8 anos.
"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro“ Mary Ann, 4 anos.
"Quando você tem amor por alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de voce.“ Karen, 7 anos.
"Deus poderia ter dito palavras mágicas pros pregos caírem do crucifíxo mais ele não disse, isso é amor.“ Max, 5 anos.
A sociedade é, sempre foi e sempre será, uma estrutura para a exploração e opressão da maioria por meio de sistemas de força política ditados por uma elite, aplicados por bandidos, uniformizados ou não, e sustentados por uma ignorância e estupidez deliberada por parte da própria maioria que o sistema oprime.
A criança, cujo desenvolvimento foi complicado por uma deficiência, não é menos desenvolvida que seus contemporâneos normais, é uma criança, mas desenvolvida de outro modo.
Se voce apenas pensar que aquele seu melhor amigo se foi,
você esta totalmente enganado, pois uma verdadeira amizade nunca morre.
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ACEITAÇÃO
Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.
Busquemos, desse modo, as fontes profundas do amor a que se reporta Jesus que o viveu, e o amor nos dirá como nos devemos comportar perante a vida, no crescimento e avanço para Deus.
Foi meio assim... Primeira semana de aula eu acho,tinha voltado a estudar, partia agora para uma nova fase,o ensino médio,quando a conheci...Foi assim tão diferente,tão especial,tão novo...Já conhecia ela a muito tempo,mas nunca me aprocimei dela...Via ela como uma amiga,uma pessoa normal como qualquer outra...
Mas não tinha como nós dois ficarmos juntos,mesmo com aquele sentimento que havia dominado minha mente,o meu interior,meu coração...
Eu estava apaixonado por ela...Meus amigos e eu conversamos sobre o que eu fazer...Uns queriam que eu ficasse com ela,talvez para saber o que eu sentia msmo, se era só uma atração ou se era uma paixão de verdade...Outros diziam que eu não deveria trair meu (amigo)
Fiquei meio que confuso,mas o que eu achei certo eu fiz:Tentei distanciar dela...
Senti triste,estranho,sei lá...O que ela não sabia era o quanto eu o amava e ainda amo até hoje...
Fiquei tão mal,tentei esquecer...Tentei, mas não consegui ate agora...
Fiz tudo isso sem se quer deixar ela notar algo...
Eu não tinha ninguem,só ela...Ela tava sendo tudo para mim,nada sem ela estava fazendo sentido ou alguma oculpação
Estava chegando as férias de carnaval,fiquei longe por quatro dias,mas foi os quatro dias mais dolorosos da minha vida...
Não adiantava eu ficar la sendo q minha cabeça esta aqui e meu coração tbm...Mas logo á vi,um dia depois q eu cheguei...Era pra ser otimo,eu tava morrendo de saudade dela,como se eu estivece sem a ve-la a muito tempo...Mas não foi do jeito q eu pensei,brigamos,não foi bem uma briga,mas oque ocorreu em olhares e sentimentos foi parecido...
Agora estamos em um clima q nem um dos dois sabe oque somos,ficantes ou amigos?!?!
Hoje descobri que o que tem que acontecer,acontece mesmo,de verdade.Eu amo ela não sei se ela tbm me ama ou goste de mim...Tentei fazer q nois dois ficacemos bem,tentei fazer esse amor valer a pena da melhor forma possível...
Mas acho q falhei...
Penso que não há estrelas que não possamos alcançar, nem sonhos que não podemos realizar...Te amo TIÇA,você é tudo pra mim...
Nunca esqueça disso minha preta,meu anjo...
Em fim...É o destino,se um dia tivermos q ficar juntos e felizes,vamos ficar...so depende do destino,se não foi agora,é pq não chegou o fim ainda...
Quando ele foi embora, admito, pensei que iria ficar louca de uma vez por todas. Pensei que a qualquer momento, seria capaz de pular de um prédio, da janela, mas não foi nem isso que aconteceu. Quando ele foi embora... na verdade, ele não foi embora totalmente. É uma das grandes coisas que gostaria de entender.
A derradeira mensagem dos golfinhos foi entendida como uma tentativa extraordinariamente sofisticada de dar uma cambalhota dupla para trás assobiando o hino nacional dos Estados Unidos, mas na verdade o significado da mensagem era: Até mais, e obrigado pelos peixes.
O mais próximo de uma coincidência existir é o fato de que o destino já foi escrito antes mesmo do nosso nascimento.
Para uma mulher:
Você não foi apenas uma página virada de um diário...
Nem uma parte da história que logo se esquece...
Você foi e continua sendo parte de mim
Em meu ser está você
Em cada palavra dita a saudade...
Porque nem sempre podemos prever o futuro
E, mesmo distante, sinto que você sente o mesmo...
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