Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
As Rosas do Castelo de Gelo
“Para todos que acreditam na magia do amor.”
Nira era uma jovem sonhadora,
Prometida desde criança
Ao príncipe Arosel,
Do Castelo de Gelo Encantado.
No dia em que completou
Dezoito primaveras, Nira partiu, Levando no coração
Um misto de medo e esperança.
O castelo era feito de gelo, Mas brilhava como cristal.
Era frio, sim, Mas havia algo... mágico.
Nira notou algo curioso:
Flores brotavam do gelo!
-Arosel – perguntou surpresa Por que as flores nascem do gelo?
Arosel sorriu com ternura:
-Porque este castelo é encantado.
Ele tem a magia Dos sentimentos verdadeiros.
Nira, encantada, respondeu:
-No nosso casamento,Quero rosas brancas...
E vermelhas também.
- Claro, meu bem
– disse Arosel Tudo será como você desejar.
Dois meses se passaram.
O grande dia chegou.
O castelo resplandecia
Com a magia do amor.
Nira estava deslumbrante: Vestido branco,
Buquê de rosas vermelhas
Nas mãos delicadas.
O castelo inteiro se enfeitou
Com rosas brancas e vermelhas.
Cada flor parecia sorrir.
Diante do altar de gelo e luz,
Nira e Arosel disseram “sim”.
E prometeram amor eterno.
Desde então,
O Castelo de Gelo encantado
Nunca mais esteve frio.
Lá dentro... floresce o amor.
Nosso amor é baião que vibra
No compasso da paixão
Cada toque é uma história
Cada passo uma canção
Zabumba marca o tempo certo
Triângulo ecoa emoção
No xote o coração se rende
Ao calor dessa união
No suor na pele ardente
Ritmo que o vento traz
Entre sertão e a lua cheia
A certeza que não se desfaz
Nosso baião é resistência
Ecoando pelos rincões
Entre lágrimas e risos
Construímos nossos tons
É rima
Cheiro e calor
Nosso amor no sol potente
A dança que embala a vida
Pra sempre a gente presente
A Menina que Encontrou a Borboleta Verde
Era uma vez uma menina chamada Clara, que vivia em uma pequena aldeia cercada por montanhas verdes e campos floridos. Clara era conhecida por sua curiosidade sem fim e por sempre explorar os cantos mais afastados da natureza. Ela acreditava que a magia estava em todos os detalhes da vida, desde o brilho do orvalho nas folhas até o cantar dos pássaros.
Um dia, enquanto caminhava pela floresta, Clara viu algo que jamais imaginou encontrar: uma borboleta verde, com as asas brilhando como esmeraldas ao sol. Ela ficou maravilhada com sua beleza, mas, ao tentar se aproximar, a borboleta voou para longe, como se a estivesse chamando para seguir.
Clara, com os olhos fixos na borboleta, começou a correr por entre as árvores e arbustos, mas sempre a borboleta estava um passo à frente. No entanto, ela não se sentiu cansada, pois havia algo de especial naquela busca. A cada passo, o mundo ao seu redor parecia mais vibrante, as flores mais coloridas, o vento mais suave, e a luz do sol mais acolhedora.
Finalmente, depois de muito perseguir, Clara chegou a uma clareira no coração da floresta, onde a borboleta pousou suavemente sobre uma flor branca. Clara, sem hesitar, estendeu a mão, e a borboleta, com uma leveza quase mágica, se acomodou em seu dedo.
Nesse momento, Clara sentiu um calor suave em seu peito, como se a borboleta estivesse compartilhando um segredo com ela. A borboleta verde era um símbolo de sorte, de novos começos, e ela havia aparecido para Clara como um presente de esperança e confiança.
Quando Clara retornou à aldeia, sua vida começou a mudar. As coisas que antes pareciam difíceis agora pareciam mais fáceis, e novos caminhos se abriam à sua frente. Ela sabia, no fundo do coração, que a borboleta verde havia lhe dado um presente precioso: a confiança de que, com coragem e perseverança, ela seria capaz de alcançar tudo o que desejasse. E assim, a história de sorte de Clara começou, não apenas porque encontrou a borboleta, mas porque ela acreditou no que ela representava: a magia das possibilidades.
A História de Amizade de Lila e Téo
Lila era uma coelhinha muito simpática e adorava brincar com todos os animais da floresta. Ela tinha muitos amigos, mas seu melhor amigo de todos era Téo, o esquilo. Téo era um pouco mais tímido e, por vezes, se sentia inseguro em meio à grande turma de amigos de Lila.
Um dia, a floresta organizou uma grande festa para celebrar a chegada da primavera. Lila ficou muito animada e convidou todos os seus amigos, incluindo Téo. No entanto, Téo se sentiu um pouco desconfortável, pois achava que não seria tão divertido quanto os outros e que não conseguiria dançar ou brincar como eles.
Na festa, todos estavam se divertindo, dançando e cantando. Lila percebeu que Téo estava um pouco triste e foi até ele.
— Téo, o que aconteceu? Por que você está tão quieto? — perguntou Lila com sua voz doce.
— Eu não sou tão bom nas brincadeiras e danças como os outros. Tenho medo de parecer bobo. — respondeu Téo, olhando para o chão.
Lila sorriu e se sentou ao lado de Téo.
— Téo, ser amigo é muito mais do que ser bom nas brincadeiras ou dançar. Amizade é sobre estar ao lado um do outro, apoiar e entender. Eu gosto de você exatamente do jeitinho que você é, e ninguém precisa ser perfeito para ser feliz junto!
Téo olhou para Lila com um sorriso tímido, mas sincero. Eles então começaram a brincar juntos, inventando histórias e rindo. Téo não precisava dançar para ser feliz, ele estava feliz apenas em compartilhar o momento com sua verdadeira amiga.
Naquele dia, Téo aprendeu que a amizade verdadeira é baseada no respeito e na aceitação, e que ser você mesmo é a melhor maneira de ser um amigo de verdade.
Fim.
Luz de Mel, a Abelha Bailarina
No coração de um campo florido, vivia uma abelhinha chamada Luz de Mel. Ela não era a mais veloz nem a maior produtora de mel da colmeia, mas tinha um dom especial: sua dança.
Sempre que saía para buscar néctar, Luz de Mel voava com leveza, fazendo giros no ar, rebolando a cintura com graça e encantando quem a visse. As outras abelhas trabalhavam sérias e focadas, mas Luz de Mel acreditava que o mel ficava ainda mais doce quando colhido com alegria.
— Você deveria se apressar! — dizia a Abelha Rainha. — O néctar precisa ser colhido rápido!
— Mas dançar me faz colher com mais amor! — respondia Luz de Mel, girando no ar.
Certa manhã, uma forte tempestade se aproximou, e as abelhas correram para a colmeia. Porém, uma flor especial, chamada Flor do Sol, ainda não havia sido visitada. Seu néctar era raro e precioso, e sem ele, o mel daquela estação não teria o mesmo sabor.
Sem hesitar, Luz de Mel partiu em um voo ágil e gracioso. Com sua dança, desviou das gotas de chuva e dos ventos fortes, mantendo-se firme no ar. Quando alcançou a Flor do Sol, colheu seu néctar com delicadeza e, dançando entre os pingos da tempestade, retornou segura para a colmeia.
A Rainha ficou impressionada.
— Sua dança salvou nossa produção!
E assim, Luz de Mel provou que sua alegria não era apenas um capricho, mas uma força. A partir daquele dia, sua dança se tornou parte do ritual da colmeia, e todas as abelhas aprenderam que o trabalho pode ser ainda mais bonito quando feito com leveza e encanto.
A Libélula Voadora e o Espelho Encantado
Era uma vez, em um jardim repleto de flores coloridas e árvores que dançavam ao vento, uma libélula muito especial chamada Lili. Ela tinha asas brilhantes, que mudavam de cor conforme o sol a tocava, e adorava voar entre as plantas, espalhando alegria por onde passava. Mas Lili tinha um segredo: ela amava olhar-se no espelho.
Não era um espelho qualquer. Era um espelho mágico que morava em um cantinho escondido do jardim, envolto por flores que se abriam apenas para quem realmente acreditasse na magia. O espelho não refletia só a aparência de quem olhasse para ele, mas também mostrava o coração da pessoa, o que ela sentia por dentro.
Lili, com suas asas brilhantes e seu voo gracioso, sempre se admirava diante do espelho. Quando se via, as cores de suas asas ficavam ainda mais intensas, e ela sentia uma alegria profunda dentro de si. “Eu sou linda!”, pensava, feliz com o reflexo que via.
Mas um dia, enquanto voava ao redor do espelho, Lili percebeu algo diferente. Ela não estava mais sozinha. Uma borboleta tímida se aproximou e, com as asas um pouco desbotadas, olhou para o espelho. “Será que sou bonita?”, perguntou a borboleta, com uma voz baixa.
Lili, com seu coração cheio de gentileza, voou até a borboleta e lhe disse: “Venha, olhe o espelho! Ele mostra mais do que você pode ver com os olhos. Ele mostra a sua essência, a beleza que só o coração pode sentir.” Juntas, as duas pequenas amigas olharam para o espelho.
Ao fazer isso, a borboleta viu, não apenas suas asas desbotadas, mas a luz que brilhava em seu coração, uma luz que emanava coragem e gentileza. Suas asas ganharam novas cores, como se a magia do espelho tivesse tocado sua alma.
“Agora vejo! Eu sou bonita de um jeito único!” disse a borboleta, radiante.
Lili sorriu e, com suas asas brilhando ainda mais intensamente, explicou: “A verdadeira beleza vem de dentro, do que somos, do que sentimos. E todos nós temos algo especial, algo que só nós podemos mostrar ao mundo.”
Desde então, Lili e a borboleta se tornaram grandes amigas. Elas passaram a voar juntas, espalhando a mensagem do espelho encantado: que a verdadeira beleza é aquela que vem do coração, que todos têm algo único e especial, e que, com um pouco de magia, podemos ver a verdadeira essência das coisas.
E o espelho? Ele continuou a brilhar no jardim, esperando por quem estivesse pronto para olhar além da superfície e descobrir a magia que morava dentro de si.
Fim.
Quando você trata mal quem te trata bem, voce além de precisar de ajuda, precisa de uma reformulação urgente.
Um grande amor não é uma sólida muralha, um grande amor é construído com tijolinhos que se chamam detalhes.
Os médicos são pessoas que enfrentam a vontade de Deus, com coragem e determinação quando uma pessoa esta morrendo.
Quando nem o amor conserta uma pessoa, você deve recorrer ao manual Divino, quiçá lá esteja a fórmula.
Você que é jovem, quando ver uma mão de pessoas mais velha do que você se projetar em sua direção, nao exite em segurar, não é uma mão que vai lhe levar para o passado certamente é uma mão que vai lhe levar para o futuro.
Nunca diga que porque você vive no meio de pessoas sujas, que você não pode ser uma pessoa limpa.
O lírio, a flor mais bela, nasce lodo; a garça com seu vestuário impecável passa o dia caçando no pântano; por fim o arroz nasce e se cria na lama e mantém seu sabor e qualidades incontestáveis. Então seja você em qualquer lugar.
Sempre que você jogar contra uma pessoa fria e calculista, se preocupe com os minutos finais do jogo. Porquê, enquanto você achou que ele era desatencioso, despreocupado, ele na verdade planejava sua derrota de forma fatal.
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