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Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

Cerca de 555349 frases e pensamentos: Vc foi uma coisa Boa na minha Vida

⁠Nome: Uma poesia para um Dragão Ruivo.

Toda fruta vem de um fruto que veio de uma flor.
Essa flor era bela e amarela.
Perfumada com a alegria e o amor.
Uma flor jovem a florescer, a única flor do único tomateiro de um campo onde só havia mato.
Mas era tanto mato!

Opa!
A flor polinizada já floresceu e virou fruto.
Que grande momento astuto!
No fim, o fruto amadureceu, cresceu.
Cresceu... Agora é um Dragão de Thomate.

O amarelo é a alegria, a energia, a luz e o calor, assim como os olhos do dragão.
E o vermelho de seus fios de cabelo já era o amor e o fogo que queima no coração.
O amor se espalha, espalhando futuros tomateiros.
O fogo e o calor aumentam sobre o campo, que já não era mais puro mato.

Eu confesso que, apesar de pioneira, não estive sempre presente.
Confesso que não consegui te conhecer e me arrependo por isso.
Mas confesso que você ainda assim me deu muito de seu amor.
Confesso que por sua culpa, conheci pessoas que me amassem.

Eu quero acreditar que seu Adeus era um sonho ou uma falácia, uma mentira.
Pois queria passar tempo com você.
Agora só terei memórias antigas, que irão me confortar, mas continuarei triste e arrependida.
Eu quero você de volta.

O que eu posso fazer agora é agradecer-lhe, por tudo que me deu.
Eu conheci mais pessoas graças a você.
E todos nós possuímos a mesma dor de ter te perdido.
E todos nós temos a mesma energia e fogo de lhe dizer: Eu te amo, Thomas!

Inserida por Hilderlan

Uma utopia serve para fazer você andar.

Inserida por carema

⁠É estudante aquele que tem uma inteligência multi/focal.

Inserida por Capessa

⁠Poema Lenda do Pescador
No sul da terra, braços colhiam o alimento das águas.
Uma mulher de branco, sempre vinha à porta do pescador.
E lhe pulsava ao acenar e lhe enfeitava em redes de silêncios
Certa hora adentrou-se noite a fora a seguir-lhe.
Nunca mais retornou.
No local ergueram uma torre.
Segredam que desde então,
a luz do farol se encontra com a lua
e que o pescador se faz vento a soprar estrelas
para iluminar quem se fisga no mar, colhido de amor.
Carlos Daniel Dojja

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Poema QUINTANARES
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei,
Que há até uma encantada,
Que nem em sonhos, sonhei.
Mas se a mim me permitir,
A vida em redemoinho,
Quero me ir levemente sorrindo,
Como se vão aquelas folhas outonais,
Que varrem as ruas centrais da cidade que habito.
E se não for por ventura,
Que o coração se reparta,
Quero que arda em fogo árduo,
A pungente alegria, daqueles que se embriagam,
Simplesmente enamorados na claraboia da lua.
Há tanta coisa escondida, nestas ruas que andarei,
Até mesmo a própria vida, feita uma canção atrevida,
Que quiçá, talvez um dia,
Com as próprias mãos tocarei.
Carlos Daniel Dojja
Em Homenagem a Mário Quintana

Inserida por carlosdanieldojja

⁠LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Das Grandezas
Gosto do tamanho de algumas coisas.
O voo de uma borboleta ao entardecer.
O pouso do pássaro num raio de sol.
Teus pequenos passos dançando na terra.
Uma gota despindo-se numa flor.
Aquela brisa que umedeceu teu beijo.
O olhar que perpetrou a sombra.
A última cantiga deixada na noite.
Em não me querendo modesto, a deslumbrar dimensões,
Não faço apologia da métrica ínfima.
Meço-me pelo sentir desterrado.
O que me segue, cabe em meu sonhar a andar.
Minha sensação de grandeza se emaranha de singelezas.
Como a memória da água, por entre rios, a retornar a nascente.
Como quando nos sabemos finitos, refazendo-nos começos.
E se é tão grande, como os olhos que se traduzem no peito.
Carlos Daniel Dojja
In Poemas para Crianças Crescidas

Inserida por carlosdanieldojja

⁠OUSADIA

No meu intimo, uma desnecessidade se aguça.
Creio descomplexa, de não ter nada a desdizer.
Já me levo inteiro de indagações a juntar atalhos,
De quem bem sabe o quanto custa o desviver.

Mas não existo o bastante para deixar de aspirar.
Espio manhãs. Não graduo conjuras.
Apraz-me compreender que uma reta contém variáveis.
Meus poros se aguçam de humana estatura.

Minhas inquietações desfiam-se visíveis.
Confesso-me indisciplinado com as formalidades do risco.
Em quase tudo me arde, o que suponho merecer.
E se não o sentir, não me impele o florescer.
Tenho dificuldades com prognósticos do viver pré-definido.
Não uso decifrador de tempo, para embeber-me do instante.
Declaro-me avesso em não desfrutar o que o momento instaura.
E quando me chega, pousa em minhas mãos, como se vindo da alma.

Carlos Daniel Dojja

Inserida por carlosdanieldojja

⁠"... Uma parte de nós necessita,

de um sempre outro dia,

Para ir-se indo a esperançar.

A esperança precisa de gente para lhe dar pés e olhos..."

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Porque a gente se nasce,
depois de uma ausência de antes.

Inserida por carlosdanieldojja

...⁠Há entre mim e o tempo, uma refazença.
Uma compreensão de que quimera serei,
Um tão só colhedor de caminhos...

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Toda guerra, mesmo as que aparentemente se justificam, trazem em si uma certeza: Aniquilam virtudes e humanidades.

Inserida por carlosdanieldojja

"...⁠Tenho alguns saberes, que me fazem apreendedor.
Uma arquitetura de razões pronunciadas.
Das mais súbitas, como aquelas a se moldar na quietude,
Como as derradeiras, que se pungem na pele na alma..."

In Do Aprender

Inserida por carlosdanieldojja

⁠Entre o cântico e o tambor: uma filosofia entre o Gregoriano e o Iorubá

Exu abriu os caminhos —
e com seus pés de encruzilhada, nos levou até esta pergunta:

O que é estar junto,
senão duas almas que aprenderam a habitar a si mesmas?

O que é o amor,
senão um espelho onde Ori reconhece Ori,
e o destino se curva ao gesto de permanência?

Antes de tocar a alma do outro,
mergulha na tua.
Desce os degraus do teu próprio abismo,
ajoelha-te diante de tua sombra,
e pergunta:
— Quem sou eu,
quando o silêncio me olha?

Porque amar não é possuir.
Amar é sustentar o peso do outro
com as mãos que já aprenderam a carregar a si mesmas.

Ìwà, o caráter,
é o solo onde floresce o vínculo.
Sem ele, tudo apodrece:
até a doçura, até a promessa.

É preciso tempo.
Tempo para decantar.
Tempo para conversar com tua ancestralidade,
ouvir os ecos do teu Egbé,
e deixar que Àṣẹ conduza os gestos
ao ritmo da tua verdade.

Conhece-te.
Aceita o teu caos.
Abraça teu corpo como templo e teu espírito como rito.
Não exijas do outro aquilo que tua alma ainda não é capaz de ofertar.
Não prometas o céu, se ainda chove dentro de ti.

Relacionar-se não é preencher um buraco —
é celebrar o transbordo.

Porque, se não há plenitude em tua solitude,
haverá apenas ruína na partilha.

Melhor seguir só,
inteiro em tua solidão,
do que acompanhado,
mas vazio de ti.

Exu não responde com respostas.
Ele oferece caminhos.
E cada escolha é uma oferenda ao próprio destino.

Inserida por matador777

⁠Uma guerra está sendo travada.
Não uma só.
São guerras sobrepostas —
territórios, ideias, narrativas.
Guerras que atravessam continentes como ventos quentes,
queimando o que resta de paz nas esquinas do mundo.

De um lado, um povo.
Do outro, outro povo.
No meio, o pó dos edifícios,
o silêncio após a explosão,
os olhos vidrados de quem ainda respira.

As fronteiras não são mais apenas linhas no mapa.
Viraram cicatrizes abertas na carne da Terra.
As crianças correm, mas não sabem mais para onde.
Correm entre os escombros, entre pernas amputadas,
entre bonecas queimadas, entre memórias que se desintegram no ar.

O planeta inteiro sente.
Não há lugar onde o eco dessa violência não alcance.
As telas transmitem em tempo real a queda do outro
como se a dor pudesse ser consumida com um clique.

Não há heróis.
Não há vencedores.
A pólvora tem o mesmo gosto amargo dos discursos.
Os céus escurecem de fumaça,
o chão afunda sob os pés de quem perdeu tudo
e ainda tenta nomear o que restou.

O tempo desacelera diante da destruição.
Uma escola se desfaz em poeira.
Uma mulher grita.
Um velho cava com as mãos o corpo do filho.
O mundo gira, mas nada se move para impedir.

A geopolítica dança em salões gelados
enquanto os corpos ainda estão quentes no chão.

É por isso que não é apenas uma guerra.
É o colapso da empatia,
é a falência da escuta,
é a ausência de humanidade sendo televisionada como espetáculo.

E ainda assim,
seguimos.

Inserida por matador777

⁠Título: "O Primeiro Amor de Uma Mulher"

Autoria: Diane Leite

Nota: Esta é uma história fictícia; qualquer semelhança com pessoas ou situações reais é mera coincidência.


Naquele dia comum, Luna, com seus 19 anos, sentiu algo incomum ao cruzar o olhar com o Imperador, um homem de 43 anos. Ele tinha um ar de mistério que a fascinava. Seus olhos carregavam histórias que ela não conhecia, mas que ansiava descobrir. Era a primeira vez que Luna experimentava aquele tipo de conexão que fazia o coração acelerar e o mundo ao redor parecer se dissolver.

O Imperador não era como os outros homens que Luna conhecia. Ele exalava inteligência e experiência, algo que desafiava sua mente e alimentava sua curiosidade. Enquanto ela transbordava energia, risos e sonhos frescos, ele parecia um homem marcado pelas experiências da vida, carregando uma combinação de força e vulnerabilidade que a intrigava profundamente.

Seus encontros eram casuais, quase furtivos, mas sempre intensos. Havia uma troca intelectual que a fazia se sentir viva e especial. Ele a tratava como igual, algo raro para alguém da idade dela, e isso a fez perceber que estava diante de algo único. Porém, a diferença de idade era uma sombra pairando sobre eles, uma realidade difícil de ignorar.

Os anos passaram, e Luna cresceu. Ela agora era uma mulher de 43 anos, plena, bem-sucedida e repleta de histórias para contar. Mesmo com o tempo, as lembranças do Imperador permaneciam vivas. Ele havia sido mais do que seu primeiro amor; tinha sido a pessoa que ajudou a moldar quem ela se tornara. A jovem curiosa e apaixonada agora era uma mulher que compreendia as nuances e imperfeições do amor verdadeiro.

Quando eles se reencontraram, ele já tinha 66 anos. O tempo o havia transformado, mas seus olhos ainda carregavam o mesmo mistério que a cativara décadas antes. A conexão entre eles era inegável, mas agora era diferente. Luna não era mais a jovem que buscava validação em seu olhar. Ela era uma mulher que sabia o que queria e que se amava profundamente. Isso o desafiava de maneiras que ele não esperava.

O Imperador, por sua vez, trazia as marcas das escolhas que havia feito e das que havia deixado de fazer. Ele lutava contra as sombras do passado e as inseguranças que às vezes o faziam questionar se era suficiente para Luna. Ela, porém, o amava de um jeito novo: um amor maduro, incondicional, construído sobre respeito e aceitação.

Luna entendia que não poderia mudar o Imperador, mas podia oferecer a ele um espaço seguro, onde ele pudesse ser quem era, sem cobranças ou julgamentos. Ambos sabiam que o amor não era um conto de fadas; era um caminho cheio de desafios, mas também de crescimento e aprendizado.

E assim, a história deles continuava, fluindo como um rio que, apesar das pedras no caminho, segue seu curso. Luna não sabia onde o futuro os levaria, mas estava disposta a viver o presente intensamente, aprendendo e crescendo ao lado do Imperador enquanto o universo assim permitisse.

Inserida por dianeleite

⁠O Amor Que Dei e a Torre Que Ruiu

Era uma vez uma mulher que carregava em si algo raro e precioso: um coração generoso, uma alma vibrante e um amor tão profundo que parecia capaz de curar qualquer ferida. Por muitos anos, ela acreditou que o amor era a resposta para tudo. Dava de si com tanta verdade que, mesmo nos momentos em que não recebia nada em troca, continuava se doando, pensando: "Talvez, se eu amar mais, isso seja suficiente."

Mas um dia, a torre que ela construiu começou a tremer. Não foi a primeira vez que a vida tentou derrubá-la, mas dessa vez foi diferente. A fundação, construída com tanto cuidado, parecia se despedaçar com as palavras e ações de quem ela mais esperava reciprocidade. Cada gesto frio, cada silêncio e cada ausência eram como tijolos arrancados e jogados fora.

Ela olhou para os escombros e sentiu raiva. Não era uma raiva destrutiva, mas uma raiva de quem percebeu que deu o melhor de si para quem não sabia valorizar. Nesse momento, ela entendeu algo crucial: o amor não a enfraquecia, mas a forma como ela o entregava, sem proteção, permitia que outros o descartassem.


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A Primeira Reflexão

"Será que o problema é o amor?", ela pensou. Não, o amor não era o problema. O problema era acreditar que todos sabiam lidar com aquilo que ela oferecia. Nem todos conseguem reconhecer a beleza de um coração puro. E, muitas vezes, a bondade era confundida com algo garantido, algo que podiam explorar.

Ela percebeu que a torre que ruiu não era apenas um símbolo de dor. Era também um espelho. Mostrava como, ao tentar salvar todos, ela se esquecia de salvar a si mesma.



Reconstruindo a Torre

Sentada nos escombros, ela percebeu que tinha duas escolhas: endurecer seu coração ou reconstruir a torre, mas dessa vez com mais sabedoria. E ela escolheu a segunda.

Ela decidiu colocar limites:

"Eu vou continuar amando, mas vou observar quem merece o meu amor."

"Não vou apagar minha luz, mas escolherei onde ela brilha."

"Minha bondade é minha maior força, mas agora vou protegê-la melhor."


E, assim, começou a separar os escombros que ainda tinham valor daqueles que precisavam ser deixados para trás.


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O Amor Que Sobrou

Ela percebeu algo importante: o amor que ela deu nunca foi em vão, mesmo quando não foi retribuído. Cada ato de generosidade, cada gesto de carinho, moldou quem ela era. Mas, ao mesmo tempo, ela entendeu que era hora de direcionar esse amor para si mesma.

Diante do espelho, ela declarou:

"Eu sou suficiente, mesmo quando os outros não veem isso."

"Meu valor não depende de quem sabe ou não reconhecer o que eu ofereço."

"Eu mereço ser amada como amo: sem condições, sem reservas e com verdade."


Essas palavras não eram apenas afirmações; eram as bases da nova torre que ela começava a construir.


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Uma Nova Perspectiva

Ela entendeu que não precisava mudar quem era, mas como usava sua energia. Em vez de doar sem pensar, começou a observar. Permitiu-se dizer "não" quando algo não ressoava com sua alma. E, acima de tudo, decidiu que seu amor próprio seria o alicerce de qualquer relacionamento.

"Eu não preciso ser perfeita, mas preciso ser leal a mim mesma. Não deixarei que ninguém use o que tenho de mais bonito sem dar nada em troca. Meu amor é precioso, e quem quiser recebê-lo precisará demonstrar que sabe cuidar dele."


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Um Convite para Você

Essa história pode ser sua, pode ser nossa. Não é errado amar, mas é errado se esquecer no processo. O amor não é algo para te diminuir, mas para te elevar. Se a torre ruiu, veja isso como uma oportunidade de construir algo ainda mais forte, onde os alicerces sejam feitos de respeito, reciprocidade e, acima de tudo, amor próprio.

Então, eu te pergunto: Como você está cuidando do amor que vive dentro de você?

Inserida por dianeleite

⁠O Despertar da Consciência: Uma Jornada de Coragem e Fé

Ter um despertar espiritual ou uma expansão de consciência é tudo, menos fácil. É um processo profundamente transformador, mas doloroso. De repente, aquilo que parecia estar no lugar certo desmorona, revelando que muitas das escolhas e caminhos não estavam alinhados com a sua essência. Você percebe que estava vivendo a vida de outra pessoa, não a sua. É nesse momento que o verdadeiro desafio começa: o de abrir mão, desapegar e confiar no invisível.

É preciso coragem para abandonar o conhecido e dar um salto de fé. Você precisa acreditar em algo maior, mesmo sem ter nenhuma perspectiva concreta. A fé é o fio condutor. E, quando você escolhe confiar, o universo começa a conspirar. O que antes parecia impossível de visualizar começa a se manifestar, como peças de um quebra-cabeça que se encaixam uma a uma.

Mas o caminho não é fácil. Desapegar é uma das tarefas mais difíceis para o ser humano. Requer aceitar o vazio temporário, renunciar ao controle e acreditar que algo maior está por vir. É um processo em que você é chamado de louco, em que dúvidas surgem, mas milagres acontecem. Cada intuição, cada sonho ou mensagem da espiritualidade é cumprido, mas também exige que você cumpra a sua parte: confiar, agir e persistir.

Quando você vive a vida de outra pessoa, seja por expectativas externas ou por convenções sociais, você pode ter tudo, mas nunca será realmente feliz. A felicidade está em ser livre, em amar e ser amado, mas de forma genuína, sem controle ou imposição. Liberdade não é ausência de compromisso, mas a escolha de ser fiel ao que realmente importa para você: seus sentimentos, seus valores, sua família e seu propósito.

O controle é uma ilusão. No fim, todos fazem o que querem, principalmente aqueles que ainda estão presos a padrões antigos. A diferença é que, ao despertar, você deixa de buscar controle sobre os outros e passa a se alinhar com a sua verdade. Você entende que liberdade é um ato de amor, para si e para quem está ao seu redor.

Esse processo é difícil, mas vale a pena. Os milagres são reais, mas exigem coragem. Você sempre soube do seu potencial, dos seus dons e da razão pela qual veio ao mundo. E quando finalmente decide viver para si, alinhada ao seu propósito, o universo não apenas te apoia, mas te mostra que a felicidade não está no externo, mas na sua autenticidade e conexão com algo maior.

No fim, você percebe que a verdadeira liberdade é viver de acordo com a sua essência.

Inserida por dianeleite

⁠Nossa mente é uma artesã de labirintos. Ela borda justificativas douradas para nos manter exatamente onde estamos, mesmo quando cada fibra do nosso ser sussurra: Isso aqui já não é morada. É disfarce.

Há uma angústia que veste a máscara da prudência. Aquela voz que diz "Espere o momento certo", enquanto sabota todas as oportunidades. Mas o desconforto carrega um segredo — ele aponta para o norte da alma.

A maior armadilha não é o medo de mudar. É o pavor sagrado de descobrir quem poderíamos nos tornar se ousássemos escutar aquilo que já sabemos, mas evitamos nomear.

Inserida por dianeleite

⁠Cada Passo Te Faz Mais Forte

Imagine uma montanha tão alta que parece tocar o céu. Seus picos cobertos de neve, seus penhascos desafiando a gravidade. Você olha para cima e sente um frio na espinha: ‘E se eu cair? E se não conseguir?’

Mas agora vem a verdade que ninguém te contou: essa montanha não está lá fora. Ela existe dentro de você.

O medo do fracasso é como uma tempestade que você mesmo alimenta. Cada pensamento de ‘e se’ é um relâmpago que ilumina sombras irreais. Você teme tropeçar, mas esquece que até as pedras no caminho são mestras.

Sêneca já dizia: "As dificuldades fortalecem a mente, assim como o trabalho pesado fortalece o corpo". E é exatamente isso: cada passo vacilante não é fraqueza, é treino para a resistência.

Vou te contar um segredo que os navegadores sabiam bem: ninguém descobre novos oceanos sem perder a costa de vista. O medo do desconhecido é real, mas a grandeza está em avançar mesmo assim. Os erros não são abismos, são estrelas que guiam sua travessia. A falha não é o fim da história, é a página em branco onde você reescreve sua estratégia.

Pratique isso hoje:

1. Troque ‘E se eu falhar?’ por ‘E se eu aprender?’


2. Celebre cada pequena queda como um mapa do que evitar.


3. Lembre-se de que até o sol, para nascer, precisa atravessar a escuridão.



Você não está aqui para ser perfeito. Está aqui para ser intrépido. A montanha não desaparece, mas a cada passo suas pernas ficam mais fortes. E um dia, ao olhar para trás, você verá que os penhascos que tanto assustavam eram apenas degraus disfarçados.

A vida não exige que você chegue ao topo. Só quer que você suba.
Porque o único erro real é ficar parado.

Respire fundo.
A próxima subida já é sua.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite