Vamos Tentar

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Tentar matar a esperança de quem ama é um crime silencioso contra a alma de quem só quer viver a verdade do seu coração.

Julgar o tamanho da visão alheia é tentar medir o oceano com um copo.

É sempre melhor reconhecer um erro com honestidade e humildade do que tentar escondê-lo com uma mentira frágil. Quem age com verdade e integridade conquista respeito, compreensão e apoio, porque errar é humano, mas assumir o erro é atitude de gente grande.

Melhor guardar a flor do que tentar entregá-la para quem não se importa contigo.

"Quando alguém tentar dar um salto maior que a perna, não critique a ambição: ofereça uma base mais forte."

Na vida, há quem escolha ser bom, quem tente se tornar bom e quem desista de tentar. Ser transparente também é uma escolha, mas, cedo ou tarde, até quem opta pela clareza encontra alguém disposto a turvar o que era cristalino — e a ocultar, por algum tempo, as consequências das suas escolhas.

"Ela não raspou o cabelo. Ela se despediu da mulher que era… pra tentar sobreviver com o que restou."

"Se sua mente ainda respira, cuidado: o sistema vai tentar sufocar."

"Deus não pode ser um 'objeto' do nosso conhecimento. Ele é o Sujeito que nos conhece. Tentar 'conter' Deus em definições seria como tentar colocar todo o oceano dentro de um copo de água. A 'face' divina é vasta demais para a nossa retina espiritual."

"Deus não é um objeto a ser desvendado pela mente, mas o Sujeito que nos conhece. Tentar defini-Lo é como querer conter todo o oceano em um copo de água."

Quanto mais orar, saiba que as tentações irão tentar contaminar seus pensamentos, para que sinta desânimo e fraqueza. Mas não desista, pois é na oração que alcançamos a plenitude no Senhor nosso Deus!

PRA VOCÊ VALE A PENA
Por você vale a pena !
Fazer o que for possível
Até mesmo tentar o impossível
Pra te fazer feliz!
Por você vale a pena !
Trabalhar o quanto puder
Para dar o que você quiser
E caso algo aconteça
Diferente do que mereça
Vou buscar até no além
Para te ver bem
Com um sorriso no rosto
E nos lábios o gosto
Do prazer que é intenso
Vou além do que penso
E mesmo que sinta dor
Faço tudo por amor
Porque pra você vale a pena !

João Batista Barbosa

⁠Com tantos Vendendo Certezas por aí, suponho que muitos têm medo de tentar ser fortes e descobrirem-se Feitos de Dúvidas.

⁠⁠E se o medo de tentar ser forte para não nos descobrir Feitos de Dúvidas, fomentar a comercialização das certezas por aí?

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

⁠Só tropecei no infortúnio de tentar ser normal — e tropecei feio — até descobrir que o novo normal é se esvaziar de si mesmo.


Passei anos aparando arestas, baixando o tom das minhas convicções, suavizando minhas inquietações, rindo do que não tinha graça e silenciando o que ainda queimava por dentro.


Tudo para caber…


Caber nas expectativas.


Caber nas rodas.


Caber nos moldes invisíveis que alguém decidiu chamar de “normalidade”.


Mas há um preço alto demais em caber.


Descobri, tarde o bastante para doer e cedo o bastante para salvar, que o tal “novo normal” não é sobre equilíbrio, nem sobre convivência, nem sobre maturidade.


É sobre esvaziamento.


Esvaziar a autenticidade para evitar conflito.


Esvaziar a coragem para não incomodar.


Esvaziar a própria essência para não parecer excessivo.


E quando a gente se esvazia de si, sobra o quê?


Um corpo funcional.


Um discurso ensaiado.


Uma presença aceitável.


Mas não sobra alma.


Ser normal, nesse tempo apressado e ruidoso, parece significar ser diluído — sem arestas, sem profundidade, sem identidade que incomode.


Só que viver diluído é viver pela metade.


E ninguém nasceu para ser metade de si mesmo.


Talvez o verdadeiro infortúnio não tenha sido tropeçar.


Talvez tenha sido acreditar que a queda era culpa da minha diferença — quando, na verdade, era o chão que estava torto.


Hoje sei: não há nada de anormal em preservar quem se é.


Anormal é abdicar da própria essência para ser aplaudido por quem jamais suportaria a sua verdade inteiramente nua e crua.


Se for para tropeçar de novo, que seja tentando ser inteiro.


Porque o mundo já tem gente demais vazias de si — e cada vez menos pessoas dispostas a sustentar a própria alma.

São muito louváveis as opiniões que não precedem a arrogância de tentar deslegitimar todas as outras,
sobretudo num mundo habitado por mais de oito bilhões de pessoas.


Há uma diferença muito silenciosa, mas profunda, entre sustentar uma ideia e erguê-la como única possibilidade de verdade.


A primeira exige reflexão, experiência, escuta; a segunda, muitas vezes, apenas medo — medo de que o outro, ao existir com suas próprias convicções, revele a fragilidade das nossas.


Talvez por isso, em tempos de tanto ruído, o que mais falta não sejam argumentos, mas humildade intelectual.


Opinar deveria ser um exercício de construção, não de aniquilação.


Quando alguém sente a medonha necessidade de invalidar tudo ao redor para que sua visão pareça sólida, o que se revela não é força, mas o exato oposto: a ideia que só se sustenta se estiver sozinha.


E ideias que precisam de isolamento raramente são maduras — são frágeis, ainda em defesa.


Num planeta onde cada existência carrega um conjunto irrepetível de vivências, crenças e contextos, discordar não deveria ser uma guerra, mas uma oportunidade rara de ampliar horizontes.


Afinal, cada opinião que nos confronta traz, em alguma medida, a chance de enxergar além do limite confortável do nosso próprio pensamento.


A verdadeira maturidade intelectual talvez não esteja em convencer, mas em coexistir — em sustentar aquilo que se acredita sem a urgência de silenciar o outro.


Porque, no fim, não é a uniformidade que enriquece o mundo, mas justamente a tensão criativa entre perspectivas diferentes.


E talvez seja esse o grande desafio do nosso tempo: aprender que ter voz não implica calar as outras, e que a solidez de uma ideia não se mede pelo número de adversários que ela derruba, mas pela serenidade com que ela permanece mesmo diante deles.⁠

⁠Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.


Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão.


E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.


Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar.


E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.


Explicar exige abertura.


Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve.


Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal.


Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.


E então nascem conversas que não caminham.


Palavras que não encontram abrigo.


Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas.


Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.


Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites.


Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada.


Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…


Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.


E isso também pode ser um desperdício.

A Tentação Surge Para Tentar Atrapalhar a Missão.

Tentar medir um milagre com uma régua humana é um contrassenso.
A Bíblia é uma revelação de milagres. Se aceitamos que Deus criou a física, também aceitamos que Ele pode suspender ou moldar a física quando quer, seja fazendo um machado flutuar na água, suspendendo o sol no céu ou sustentando a vida na arca. Tentar reduzir a ação de um Deus infinito à limitação da lógica humana é tirar o próprio Deus da equação.