Va em Busca da Felicidade sem Medo
Talvez o meu medo já existisse,
porque ainda dói saber
que fui apenas uma segunda opção.
E tenho medo…
medo de te esquecer,
medo de me desapegar,
medo de te deixar ir.
Mas talvez o maior medo de todos
seja que, um dia, nos tornemos apenas “estranhos”.
Spoiler: tornámo-nos
Graças ao Bom Deus, o medo e a tempestade do medo do Fim do Mundo, inventado por algum maluco desse Planeta, já passou, agora, é vida nova renovada em Cristo Nosso Senhor! Vamos juntos comemorar a vida! Viva a vida! Viva Jesus! Viva o Natal! Viva!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Se a sua moralidade depende do medo de um inferno ou da promessa de um céu, você não é ético; você é apenas um mercenário emocional.
O individualismo moderno é o medo de se perder no outro, disfarçado de autonomia, quando na verdade é apenas solidão com nome de grife.
Desejamos o que o outro deseja porque temos medo de descobrir que, no fundo, o nosso desejo original é um abismo sem fundo.
Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.
Conservadorismo é o fetiche de quem sente saudade de uma coleira que nunca tirou; é o medo de que, se o mundo mudar, eles finalmente descubram que nunca tiveram personalidade, apenas um manual de instruções mofado.
A verdadeira moralidade começa exatamente no ponto onde a esperança do céu e o medo do inferno terminam.
