Use o Silencio quando Ouvir

Cerca de 196450 frases e pensamentos: Use o Silencio quando Ouvir

Quando ela volta ao meu ver;
Retornando ao meu pensar;
Essa bela menina volta,
Volta para mim..
Quando passa ao meu olhar,
Retornando ao seu posto,
Essa bela menina ama,
Ama o seu amado...
Recuperou seu trono,
Seu reinado ilustrado,
Em pleno raiar do Sol,
Teu olhar se encontra ao meu;
Teu momento se volta ao meu;
Teu sorriso encontra-se ao meu..
Poxa depois de tanto tempo,
Será que ainda sou capaz..
Será que ainda posso ser seu..

Será que ainda sera's novamente minha.
Posso apenas tentar.. E ilustrando aos poucos teu amado ser...Espero lhe reconquistar, espero poder te encontrar, poder lhe amar, lhe tocar...

E no final da Historia poder novamente te
Namorar...

Nossa vida não é estável, se fosse seria monótona; por isso, quando estiver em um momento de tranquilidade, aproveite ao máximo a energia das velas do seu veleiro. Quando a tempestade chegar, resguarde-se pacientemente com confiança até a próxima calmaria, que chegará infalivelmente!

SONHAR;


⁠Sonhos são possíveis após um desastre
Quando conhecemos nós mesmos
Mesmo por nome
Aceitamos quem somos
Acreditando numa benção
Se bênçãos forem, além, do mero conforto selecionado
Quais os papeis de sonhos?
Selecionamos, cortamos, afogamos
Para nunca mais sonhar

A ciência é obrigada a estudar, analisar e provar, todavia quando trata-se de algo invisível, é necessário que evidenciem uma explicação lógica para o fenômeno.
Assim é também a existência de Deus.
A ciência acredita que tudo foi criado do nada mas não pelo nada, pois isso é fisicamente e praticamente impossível

⁠Quando estudar é prioridade, a transformação na própria vida e na vida das pessoas que nos cercam é inevitável. Quem pensa assim nunca se arrepende, lê o mundo com outros olhos e é mais feliz !

⁠Desejo, saudade, amor e paixão tudo se misturam quando eu te vejo e o que falta eu te ter pra sempre?

Seria impossível te olhar e não sorrir
Se quando te olho meu coração se enche de uma forma tão especial
Parece que o tempo para, apenas pra um sorriso

O que me adianta você voltar? Se quando voltas, não voltas pra mim!?

Cooperação

Sozinho vamos mais rápido,
Mas juntos vamos mais longe.
Quando cada um ajuda
O esforço nunca se esconde.

Cooperar é trabalhar
Com respeito e união.
Pois grandes sonhos se constroem
Com mais de um coração.

Amizade

Um amigo está ao teu lado
Quando ris e quando choras.
Partilha jogos, sonhos, medos
E as pequenas grandes horas.

Amizade é dar a mão
Sem pedir nada em troca.
É um tesouro silencioso
Que o tempo nunca sufoca.

Há alturas que só se alcançam quando a gente se abaixa. Descobri isso ajoelhado, diante do meu sobrinho — um pequeno mestre que ainda chama o tempo de milagre e o quintal de mundo.

Aprender a ser grande não tem nada a ver com subir, conquistar ou colecionar aplausos. Tem a ver com reaprender a ver do chão, de baixo, da inocência que a pressa desaprende. O olhar das crianças não mede, não julga, não calcula. Apenas acolhe. E quem acolhe, cresce.

Ajoelhar é um gesto sagrado: é dizer ao universo que não se esqueceu de onde veio. É lembrar que a sabedoria mora nas alturas baixas, nas perguntas simples, nas respostas que ainda não têm forma.

Ser grande, talvez, seja isso: caber inteiro num instante pequeno.
Porque quem se abaixa para amar, se eleva sem perceber.

— Douglas Duarte de Almeida

A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.

A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.

No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.

Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.

(Douglas Duarte de Almeida)

Não é uma despedida, é só uma hipótese — dessas que a gente pensa baixinho quando o peito lembra que é finito.

Se um dia eu fo, aliás, quando eu for, quero ir sem inventar desculpas. Já pedi perdão demais por ser intenso, por sentir demais, por não caber nos silêncios que esperavam de mim. Cansei de negociar minha essência pra parecer leve.

Não quero ser lembrado por “ter sido bom”, quero ser lembrado por ter sido real. Por ter misturado ternura com acidez, fé com ceticismo, coragem com medo, e mesmo assim, ter seguido. Quero que alguém, em algum momento, perceba que viveu com um pouco mais de coragem depois de cruzar comigo. Isso já me basta. Não deixo herança: deixo faísca. Se ela acender em alguém, sigo vivo.

E se perguntarem o que aprendi, direi: aprendi a me atravessar sem mapa. A perder com dignidade. A me refazer sem plateia. E a amar sem manual — porque o amor, no fim, é o último idioma antes do silêncio.

(Douglas Duarte de Almeida)

Deixe a criança que habita você correr solta de vez em quando — ela lê o mundo em cores que a razão ainda não aprendeu a nomear.

O raso tem essa crueldade: parece fácil, parece seguro, parece até bonito quando o sol acerta o ângulo. Mas não acolhe. Não sustenta mergulho. Quem vive de superfície se acostuma a respirar ofegante, como quem teme o próprio fôlego.

O tempo — esse animal indomável — merece ser gasto em abismos que valham o risco. Em encontros que te façam perder o chão, mas te devolvam o sentido. Em silêncios que não te afoguem, mas te ensinem a ouvir.

Não desperdice seus minutos em quem tem medo da correnteza.
Não negocie sua profundidade com quem só sabe molhar os pés.
Porque, no fim, a vida não é sobre colecionar respirações, é sobre o raro instante em que falta o ar e, ainda assim, você sente que valeu a pena.

Não confie no que vê quando está com medo. Coloque os óculos, ajuste o grau, depois olhe novamente para a mesma coisa. Não tenho dúvidas de que muitos de seus monstros só existem porque o medo embaça sua visão.

Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. Quando percebemos que o conforto tornou-se anestesia.

Coerência é quando o que você vive não desmente o que você diz. É nisso que a verdade se sustenta. Quando palavra e gesto caminham juntos, o discurso deixa de convencer e passa a existir.

Respeite e honre as pessoas. Mesmo quando não lhe derem motivos para admira-las!

Sabe quando a gente senta com uma xícara de café imaginária na mão, olha para o mundo e percebe que existe um esporte olímpico não oficial chamado se meter na vida alheia? Pois é. Eu observo aquilo com uma certa curiosidade de quem já teve dias tão intensos que dariam uma trilogia inteira de livros, com direito a drama, comédia e uns capítulos meio filosóficos que fariam qualquer professora de literatura levantar a sobrancelha. E é justamente por isso que eu penso comigo mesma, às vezes em silêncio, às vezes rindo sozinha, que talvez fosse mais útil para todo mundo abrir um livro do que abrir a janela da curiosidade sobre o quintal emocional do vizinho.

Porque livro tem uma coisa bonita que a fofoca não tem. O livro ensina, cutuca, provoca pensamento, às vezes até salva a gente de um dia ruim. A vida dos outros, quando vira espetáculo, só vira barulho. E eu confesso, no meu caso específico, já tenho conteúdo suficiente dentro da minha própria história que nem sempre consigo organizar tudo na estante da memória. Tem capítulo que ainda estou entendendo, tem página que parece escrita às pressas pela vida, tem parágrafo que me fez crescer na marra. E no meio disso tudo eu sigo lendo, vivendo, aprendendo a rir da bagunça existencial que é ser gente.

Eu já percebi uma coisa curiosa. Quem está ocupado demais vivendo, reconstruindo, criando, estudando, lendo, quase não tem tempo para vigiar a vida de ninguém. A pessoa está ali tentando entender o sentido das próprias emoções, tentando sobreviver aos próprios enredos internos. Eu mesma às vezes penso, minha filha, se eu fosse parar para cuidar da vida dos outros eu ia precisar de uma agenda extra, porque a minha já parece um roteiro cheio de reviravoltas. Tem dias em que a vida me entrega uma história que eu olho e penso, isso aqui daria um livro inteiro, e provavelmente ninguém acreditaria que aconteceu de verdade.

E no fundo existe uma certa paz nessa conclusão. Ler um livro é quase um ato de respeito com a própria mente. É como dizer para si mesma que o mundo é grande demais para eu ficar presa em pequenas observações sobre quem fez o quê, com quem, ou por quê. Enquanto alguém está investigando a vida alheia como se fosse um detetive da novela das seis, eu estou tentando decifrar meus próprios capítulos, e olha, já aviso que não é pouca coisa.

No fim das contas eu acho engraçado pensar que algumas pessoas gastam horas analisando a história dos outros, enquanto eu olho para a minha própria trajetória e penso sinceramente que ainda estou tentando entender metade do enredo. E tudo bem. Talvez seja isso que faz a vida ter graça. A gente lê um pouco, vive outro tanto, tropeça em umas páginas difíceis e segue adiante com aquela sensação meio filosófica, meio divertida de quem sabe que viver já é um conteúdo gigante. Então, sinceramente, entre abrir um livro e abrir a porta da curiosidade sobre a vida alheia, eu fico com o livro. Porque a minha história já me dá trabalho suficiente, e cá entre nós, ainda estou organizando os capítulos. 😄📚