Use o Silencio quando Ouvir
Ser médico não é ser o dono da vida, mas o guardião da esperança quando o relógio insiste em correr contra.
A vida não avisa quando muda; ela simplesmente vira a página e espera que você aprenda a ler de novo.
Aprendeu o que era liberdade quando, pela primeira vez, nomeou as suas prisões.
Não foi um gesto suave: foi uma descoberta dura, como arrancar uma raiz que já se enraizou no peito.
Viu que ignorância não é ausência de saber, mas uma cela que nos impede de ver o mundo inteiro; que hipocrisia é a máscara que nos rouba a face e nos faz viver em duplicidade; que avareza transforma o coração em cofre e a vida em cálculo; que ambição sem limite é uma corrente que puxa para longe do que importa.
Reconheceu também as prisões mais íntimas: o ódio que corrói, a vergonha que paralisa, a vingança que envenena qualquer possibilidade de recomeço.
Liberdade, então, deixou de ser palavra vazia e passou a ser tarefa: desfazer nós, abrir portas, aceitar a dor do corte para que a respiração volte a ser inteira.
Não é fuga. É escolha. É olhar para dentro e recusar o que nos reduz. É aprender a viver sem trancar a própria alma.
A verdadeira liberdade não chega como presente. Nasce do trabalho de reconhecer cada prisão, nomeá‑la, enfrentá‑la e, quando possível, perdoá‑la.
Quem faz isso não se torna imune ao medo, mas deixa de ser prisioneiro dele.
E nessa saída, encontra-se o espaço onde a vida pode, enfim, ser vivida com coragem e verdade.
Aprendeu o que era liberdade quando descobriu quais eram Suas prisões.
Um dia quando eu me for não vá pensar; “Ela tentou e nunca conseguiu chegar em seus objetivos!” mas pense, “Apesar dela não ter conseguido chegar onde queria, ela nunca desistiu de lutar.” esse é o real sentido da vida, nunca desistir, mesmo com a inserteza de conseguir.
Quando encontramos nossa verdade! Encontramos nossa força e uma nova vida! A paixão pela vida, cria novas histórias!
Faça sua vida se sentir melhor! Ela merece! Você pode!
Quando você descobre o que gosta de fazer, faça, e, se não souber como se expressar seu verdadeiro eu, peça uma orientação pois, não se conquista algo desejado sem paz de espírito!
Responsabilidade não é discurso. É o que sobra quando o álibi cai — e a verdade incomoda quem construiu a própria imagem sobre conveniências.
Ano Novo...
É um marco para a tomada
de novas resoluções.
É quando nos determinamos a construir
um mundo mais fraterno.
Desejo que a sabedoria Divina nos
ensine em 2026, a compartilhar
respeito, amabilidade, consideração mútua,
Assim construiremos um Novo Mundo em
um Novo Ano.
Feliz 2026!
Um abraço fraterno do amigo,
Como é que Você sabe que o mundo está
de patas para o ar?
-Quando a Verdade é proibida e pode
levar à sua prisão e até morte,
Dedico minha vida a Deus, pois quando comecei a ler o seu livro, que minha incredulidade começou a caducar.
O momento em que choramos num filme não é aquele em que as coisas são tristes, mas quando se tornam mais bonitas que aquilo que esperávamos que viessem a ser.
"Quando o Sol se avergonha no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo.
Ela se via como Ouro de Ofir, mas era só uma bijuteria, ouro do tolo.
Quando a vislumbrei, conclui meu hara-kiri, ela não teve dó; teve dor, ela não teve zelo; ela agiu com dolo.
A infância, a juventude, são tão boas, a inocência é tão doce, sinto falta da minha ignorância, sinto falta das vezes em que fui tolo.
Quando se ama, quando se envelhece, percebe-se que até mesmo a ausência de algo pode ser doloroso.
Um cheiro, um beijo, um olhar, uma carícia, aquele 'eu te amo', um corpo.
Quando o amor nasce, floresce em um só peito, em um só coração, é um sentimento natimorto. Recordo-me de nós, das vezes em que tentei, das vezes em que, mesmo sem errar, errei, e só me vem o desgosto.
Paguei, ah sim, mas paguei por todas as iniquidades, pecados desta e de outra existência: já não devo mais nada ao Deus, deixe minh'alma longe de outra vida com ela, Pai, não quero esse martírio, de novo.
Se fui feito para ela, então, me desfaça, Pai, destrua minha existência, me faça rastejar pelos sete infernos, mas não me faça olhar uma outra vez na constelação daquele olhar, o de minh'alma, o poço. Sei que errei, fui parvo, pecador, boêmio, nunca um bom moço.
Mas, mesmo que o Senhor, por sobre os céus, castigasse Lúcifer com o amor incondicional àquela mulher, eu rogaria para que, com o de muitas faces, fosse mais piedoso.
Nem mesmo ele merece o castigo que eu, um mero mortal, experimento dia após dia, um inverno após o outro.
Meu coração sangra ao lembrá-la, sinto meu peito roto.
Eu a escuto em toda voz, toda brisa tem seu cheiro, todo beijo tem o macio dos lábios, eu a vejo em todo rosto.
Disseram-me, certa vez, que eu estava somente apaixonado; era melhor o atestado de insanidade, terem me trancado como um louco.
Ela não ama, Pai, ela é incapaz, e, por amá-la em demasia, torno-me um ser extremamente odioso. Indiferente à dor alheia, se não posso ter o que mais almejo, por que poderia qualquer outro?
É errado, meu Deus, eu sei, mas ela me tornou um ser invejoso.
Percebo que era falácia, dela, cada choro.
E uma vez mais, eu a amaldiçoo.
Eu, que tentei ser o melhor homem que ela poderia ter ao lado, hoje parece que lancei meu espírito ao dos sentimentos, o esgoto.
O Sol parece já estar nascendo, devaneei, uma vez mais, com o copo cheio, até que tu, sobre o céu, me mates, eu hei de sofrer mais um pouco.
Pois, quando o Sol nos sorri no horizonte, eu sei que a saudade vai recair sobre o meu eu, de novo..." - EDSON, Wikney - Memórias de Um Pescador, A Oração do Desesperado
"A verdade é que bebo quando te mando mensagem; ou será que só te mando mensagem quando bebo?
Pouco importa, ambas são um engano, ledo.
Amar é loucura, é escravizar-se ao desejo.
Não tem uma mensagem, um aceno, um abraço onde eu queria um beijo.
Tento imaginar nós dois, me esforço, me declaro, mas não tem jeito.
Você não quer meu aconchego.
Lembro seus olhos, tudo o que é divino deixa confuso este sujeito.
O seu olhar é inenarrável, inimaginável, tem um brilho de constelação e, ao mesmo tempo, um inescapável negro.
Eu ainda me lembro do seu cheiro.
O vento, o seu aliado mais covarde, não me permite esquecê-lo.
Quando bebo, te amo; quando estou sóbrio, finjo que te odeio.
No escuro do meu quarto, me sinto tonto, fecho os olhos pra evitar o rodeio.
Me encontro na escuridão, de olhos fechados, e ainda assim, é você que eu vejo.
Maldita! Me abandone um pouco, me faça te odiar, arranque esse amor do meu peito.
Volte, por favor, volte de onde veio.
Apague da minha mente o seu olhar, o sorriso, o seu jeito.
O seu abraço, a gargalhada espalhafatosa, os seus trejeitos.
Hoje, senti sede de você, e a saudade veio.
Por não te ter, te busquei em uma corrutela, em um copo cheio.
Te enviei uma mensagem, foi visualizada, mas a resposta não veio.
Cedi à minha vontade, à minha maior vergonha, não deveria tê-lo feito.
Fi-lo, pela exacerbada parvidez, por tentar ser, ao menos, seu amor de veraneio.
Embriagado, indaguei-me: bebo quando te mando mensagem; ou será que só te mando mensagem quando bebo?" - EDSON, Wikney
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