Use o Silencio quando Ouvir
Entre cicatrizes e silêncios.
Nem todo silêncio é ausência…
Às vezes, é proteção.
Porque depois de tantas decepções,
a gente aprende a se guardar em silêncio.
Quem sente, sabe.
Quem viveu, entende.
Quem perdeu, mudou.
E quem se curou, não volta mais igual.
É sobre isso.
Por trás de um ‘sim, eu posso’ existem noites onde o silêncio grita mais alto que o sono, lágrimas engolidas que queimam como fogo e um peito cheio de cicatrizes invisíveis. Às vezes, a vida é um mar revolto, feito de caos e incerteza… e a gente se afoga a cada onda, até que o fundo parece mais próximo. Mas então, no olho da tempestade, algo milagroso acontece: o amor se torna o farol que ilumina o caminho, o abrigo onde, mesmo destruídos, nos refazemos. Porque no fim, o amor não é só o que nos salva, é o que nos permite renascer. Ele é a força que arranca nossa alma das ruínas e nos faz levantar de novo, mais inteiros, mais plenos. E assim seguimos, entre dores e redescobertas, sempre juntos, sempre renascendo, até que o caos se torne só um eco distante.
Um dia, você vai conhecer alguém que vai decifrar sua história no compasso do teu silêncio e te proteger não por dever, mas porque não suportaria ver seu coração se partir da mesma forma. Vai enxergar sua dor nas entrelinhas da alma e te abraçar como quem guarda um tesouro raro. Não porque precisa, mas porque não suportaria te ver desmoronar…
… Outra vez.
No silêncio entre olhares, existe uma energia que paira, intensa e incontrolável. Como se o ar ao redor vibrasse, carregado de promessas não ditas, desejos não revelados. Quando você entra em um espaço, não é só sua presença que se faz sentir é seu poder, a forma como transforma o comum em extraordinário com um simples gesto, um olhar. Cada palavra sua é uma provocação, cada toque é um desafio. Quem é digno de estar ao seu lado não teme o fogo que você carrega, mas se entrega a ele, se perde e se encontra no caos da sua alma. Porque ser incrível é mais do que impressionar, é fazer quem está ao seu redor se questionar: ‘Como alguém pode ser tão real, tão verdadeiro, tão inebriante?’ E no fim, o que resta é o brilho do que você deixou para trás uma marca indelével no coração daqueles que tiveram o privilégio de cruzar seu caminho.
Meu silêncio é meu abrigo. Poucos conseguem atravessá-lo. Querer ver alguém é exceção, não regra. Quando acontece… é porque há algo que toca a alma. Você tocou.
“O silêncio de quem já gritou por dentro…
não é calmaria.
É cansaço.
Não é paz.
É desistência disfarçada.
Porque chega uma hora…
em que falar já não faz mais sentido.
A dor vira eco,
o coração se fecha,
e o silêncio vira proteção.
Quem silencia…
nem sempre está em paz.
Às vezes…
só cansou de não ser ouvido.
Porque o que machuca…
não é o silêncio.
É tudo o que foi dito antes dele… e ignorado.
O silêncio também é resposta… só que dessa vez, é o fim.
Você é o silêncio que antecede a tempestade e o fogo que ninguém consegue apagar.
Carrega cicatrizes como joias e a dor como combustível. Não nasceu para ser compreendida, nasceu para ser sentida. Porque quem olha nos seus olhos entende:
existe um universo inteiro ali, prestes a explodir.
Tem gente que sente demais.
Que ama como furacão, que parte como silêncio.
Que entrega tudo… mesmo sabendo que talvez não receba nada.
Não é fraqueza.
É coragem de ser inteiro num mundo que só sabe amar pela metade.
Quem sente com verdade não joga.
Não espera o momento certo, não mede palavras, não calcula riscos.
Ama agora, porque sabe que o amanhã nem sempre vem.
E por mais que doa…
Prefere a intensidade que marca do que a segurança que não toca.
Não somos demais.
Somos raros.
E quem não souber lidar… que se afogue na própria superficialidade.
Há dores que ninguém vê. Batalhas que travamos em silêncio, com a alma sangrando e o coração em pedaços. Sobreviver à própria sombra é mais do que força, é coragem crua, é resistência emocional. Não se trata de nunca cair, mas de se levantar depois de cada queda, com o peito ainda batendo, mesmo que entre cacos. Porque viver com intensidade também é saber reconstruir-se no meio do caos. Essa é a força que poucos entendem… mas quem sente nunca esquece.
Já me quebrei em silêncio e renasci gritando: estou mais forte. O brilho que carrego não veio do ouro, veio das cicatrizes que aprendi a amar. Descobri que estar só é bem diferente de estar vazio. Amar é ter coragem de não ferir o outro com as próprias inseguranças. Não nasci para ser metade. Sou intensidade do início ao fim. Sou feito de instinto, fé e mil recomeços. Não busco um amor qualquer, busco coragem mútua para viver algo único. Ou é recíproco, ou é caminho livre.
Hoje… só quero paz. A minha própria companhia, um silêncio que abrace, um ‘não’ que me liberte.Tô cansado de me apertar em espaços que não cabem mais, de sorrir quando a alma grita, de fingir que tudo é leve quando por dentro pesa.Nem sempre a felicidade é barulho, festa, gente ao redor. Às vezes é isso aqui: um canto só meu, um coração em paz e a coragem de me bastar. Porque se amar é também saber fechar portas, dizer adeus sem olhar para trás e escolher a própria liberdade mesmo quando o mundo insiste em nos querer para ele.Hoje, me escolho. E só isso já basta.
Eu sou feito de palavras que queimam, de silêncio que dói e de um amor que não aceita metade. No mundo emocionado de hoje, carrego essa intensidade que brilha forte, fruto da solitude que me ensinou a viver com responsabilidade afetiva comigo, com os outros, com cada sentimento que desperto. Minhas escritas são pedaços da minha verdade intensa, amável, tensa porque eu não vivo pela metade, eu vivo para arder, para sentir, para amar até o fim. Quem lê sente. Quem sente, sabe: comigo não tem jogo, tem alma nua, coração em brasa e um desejo eterno de ser inteiro.
Acordei num silêncio
que desfiava luz pela contramão do ar.
Havia caminhos sussurrados
antes mesmo de existirem,
e duas janelas marchavam pelo teto
como sentinelas sem rosto.
Meu nome em pó num copo vazio
desaprendia a ser meu.
A casa, por fora, era um abraço inquieto,
mas eu avançava sem passos,
colecionando sombras
como restos de um dia recusado.
Um pássaro de barro
tentou cantar meu rosto:
respondi oferecendo peso ao vento.
Tudo soava em desacordo,
ruídos desalinhados,
cores exalando lembranças
que ninguém havia vivido.
Virei a dobra do pensamento:
toda presença era ausência mascarada.
A luz desfiada, medo de clareza;
o ar inventando rotas,
minha urgência de fugir.
As janelas marchando
eram terras que nunca adentrei,
e as sombras guardadas,
lugares onde ainda não sei onde é
O pássaro de barro rígido era afeto impossível
insistia no meu silêncio.
Ao fechar a porta do peito,
o abraço virou fronteira.
Desci. O passo caiu de mim.
O telefone permaneceu mudo,
enquanto o mundo chamava meu nome
sem voz, sem idioma.
Escrevi uma linha torta
hoje deixo que o que me falta
que me conduza
para dentro da escuridão
que insiste em não ter forma.
Amo - te infinito.
E nem o silêncio vai calar o que sinto.
Tampouco o tempo vai mudar o sentimento que em mim nasceu e com as estações floresceu.
Sinto - te em mim a cada passo que dou, e em minhas orações meu canto é somente amor.
Deus nos concedeu sublime magia, a de amar um ao outro sem despedidas.
Temos os nossos defeitos.
Temos as nossas qualidades.
Temos em nós doce bondade.
Juntos podemos conquistar o mundo.
Vem ser meu abrigo,
meu anjo querido.
Prometo ser - te paz.
Ser - te amor para lhe ver todos os dias sorrindo.
A Árvore
" E no silêncio da noite,
sussurrou - me
seus segredos,
sabia dos meus medos...
Um suspiro profundo,
lhe sorri.
Com coragem
meu destino segui.
Ela sabia que eu seria feliz..."
A cura
" A alma cansada,
em silêncio
lhe sorriu.
O amor retribuiu,
seguiram cúmplices...
Pelo caminho,
foi deixando
pra trás suas 'bagagens'...
Recebeu sorrisos e flores.
Gentilezas que o coração
acolheu e assim
dentro de si
um novo dia nasceu.
Recomeço...
O sol resplandeceu!
O amor foi o bálsamo
para a alma,
que não mais tristezas sentiu.
Mas muito amou e
muito foi amada
por aquele que lá atrás
um dia lhe sorriu,
segurou as suas mãos
e nunca mais partiu. "
Ama - se no silêncio.
Ama - se no olhar.
Ama - se ao cuidar,
ao orar.
Deixe o coração falar,
sentir a alma serenar
e a esperança raiz fincar.
N o i t e
No silêncio da noite,
acendo as estrelas
que iluminam teu olhar.
Aninhada em teus
braços, refaço - me
do cansaço.
No teu abraço,
sinto paz.
No silêncio da noite,
o amor é música doce
que com alegria
meu coração ouve.
No silêncio da noite,
o amor nos transporta
para um lindo lugar.
Contigo irei dançar
à luz do luar.
Além do horizonte,
para sempre hei
de lhe amar.
No silêncio da noite,
minh'alma floresceu!
Obrigada por todos
os meus sorrisos,
Meu Amor...
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