Use o Silencio quando Ouvir

Cerca de 200524 frases e pensamentos: Use o Silencio quando Ouvir

Se não for verdadeiro,
nem útil,
nem necessário…
prefiro o silêncio.


O que não nutre,
não precisa permanecer.


Escolho com cuidado
o que atravessa meu campo.

Meu silêncio não é distância,
é recolhimento.
Enquanto o mundo pede resposta,
eu me refaço.

Meu silêncio é pausa de cura,
não indiferença.

Meu silêncio é o lugar
onde a cura começa.

Toda certeza que desconhece os próprios pressupostos já contém, em silêncio, a semente do dogmatismo.

Quietude, silêncio e sorriso é o melhor conselho na prática.

Desejar o bem do todo e em silêncio, codifica e ativa a comunicação direta com a mente universal, conectando no banco de dados cósmicos.


Não é o que se diz ou se faz, mas sim, o que pensa e o que sente.


Os problemas vem quando sente-se bem em pensar mal no sistema espiritual que calcula e fraciona, pois trabalha na compensação. Aí está o valor inestimável da consciência e do alívio interno.

Silêncio e calma não significam que parou a luta, mas sim, que já venceu.

Enquanto o mundo faz barulhos para compensar os vazios, a alma repleta vai no vazio em silêncio sentir as recompensas.

O silêncio que evita reagir é o mais alto grito de vitória.

Toda dor acumulada
As lágrimas derramadas no silêncio e todas as noites de insônia l traformaram-se subitamente na argamassa sagrada.!


Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado


Copyright direitos autorais

Eu gosto da minha solidão,
da paz que encontrei em mim,
do silêncio que não pesa
e da liberdade de ser quem sou.


Mas estar bem sozinho
não significa não querer amar.


Ainda desejo encontrar alguém
que saiba ficar, cuidar e sentir.
Alguém que faça questão,
que escolha o amor todos os dias
e entenda que amar também é presença.


Não quero alguém para preencher vazios.
Quero alguém que chegue para somar,
que caminhe ao meu lado
sem me fazer perder de mim.


Porque aprendi a ser inteiro sozinho.
Mas, no fundo, ainda espero
encontrar alguém que queira amar
com a mesma verdade e intensidade
que eu tenho para oferecer.

Há uma forma de autoridade que não necessita de voz: o silêncio de quem compreendeu aquilo que os outros ainda discutem.

A pintura transforma o silêncio em forma; a poesia transforma a forma em silêncio novamente.

Nem sempre o silêncio é uma questão de respeito. Ele pode sinalizar uma falha de caráter de quem não tem palavra, não cumpre com seus compromissos, em detrimento do outro.

A humanidade passou séculos procurando Deus no céu; talvez precise agora procurá-lo no silêncio entre duas consciências.

A melhor resposta para a maldade alheia é o silêncio da sua sabedoria e o barulho do seu sucesso. 🙌✨⁠

⁠No esbarrão entre a Beleza da Oratória e a Sabedoria do Silêncio, quem mais se destaca é a Perícia da Escuta.

⁠No santuário do silêncio, o barulho quase sempre fica por conta das lágrimas — contidas ou derramadas.


Lá não há necessidade de palavras bem escolhidas nem de explicações convincentes.


Ali, o que fala é o que transborda — ou o que dói ainda mais para não transbordar.


O barulho fica por conta das lágrimas, contidas ou derramadas.


Porque até o silêncio tem um idioma próprio, e ele quase sempre é aprendido na dor.


Há lágrimas que escorrem sem pedir licença, e há outras que permanecem presas, não por falta de sentimento, mas por excesso dele.


Ambas fazem ruído suficiente para quem sabe escutar com a alma.


Não é fraqueza chorar em silêncio; é coragem permitir-se sentir sem a plateia, sem o espetáculo, sem a pressa de parecer forte.


No santuário do silêncio, Deus não se assusta com o som ensurdecedor das lágrimas.


Ele entende o que a boca não consegue formular e recolhe cada soluço invisível como oração.


Porque, quando tudo se cala ao derredor, o coração encontra espaço para falar — e o céu, para escutar e até responder.


Felizes os que choram, porque serão consolados!

⁠Talvez o nosso único Defeito Perdoável para o outro seja o Silêncio que fazemos para Poupá-lo.


Mas há algo de muito grave nessa empatia espinhosa: sacrificar a nossa Paz para poupar o próximo pode ser nosso Maior defeito.


Pois, há silêncios que parecem generosos…


Eles vestem a roupa da empatia, caminham com passos cuidadosos e nos convencem de que calar é uma forma de proteger — proteger o outro de uma verdade dura, de uma crítica necessária, de uma ferida que nossas palavras poderiam abrir.


Mas existe uma espinha escondida nessa delicadeza.


Quando o silêncio deixa de ser escolha e passa a ser renúncia, ele começa a cobrar um preço alto demais.


Porque, enquanto poupamos o outro de um incômodo passageiro, vamos acumulando em nós aquilo que nunca teve o direito de existir.


E o que não encontra voz quase sempre encontra peso.


A empatia, quando exagera na dose, pode se transformar numa espécie de sacrifício íntimo: abrimos mão da nossa paz para preservar a tranquilidade alheia.


E, nesse gesto que parece tão nobre, às vezes cometemos uma injustiça silenciosa — contra nós mesmos.


Poupar o outro jamais deveria custar a nossa serenidade.


Porque há verdades que não ferem por serem ditas, mas por serem enterradas.


E há relações que não se fortalecem com silêncios, mas com a coragem delicada de dizer aquilo que precisa existir entre duas consciências que se respeitam.


Talvez, no fim das contas, o silêncio só seja realmente um Defeito Perdoável quando não se transforma no lugar onde abandonamos a nossa própria paz.