União entre as Pessoas

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"Faço o possível, aceito o improvável e duvido da certeza. Insisto... na vida, nas pessoas, nesse mundo, no amor! Invento minha história, vou vivendo, aprendendo, crescendo... Aprendi que quando se perde se ganha, que pra rir tem que chorar, que a vida tem dessas coisas e que viver é mesmo isso! Sou precisamente entre doce e salgada, como lágrima. Às vezes de sol, às vezes de lua, mas com luz necessária para iluminar-me pra dentro! Aspirante à vida, tenho a alma lilás! Eu não caibo aqui, eu nem caibo em mim..."

Que mundo estranho. As pessoas tem tanto a dizer e tão pouco tempo pra escutar. Ninguém entende, e ninguém se da o trabalho de entender. É tudo sem explicação, todo mundo quer ser entendido, mas ninguém quer entender. Dizem que parecem viver em um mundo de cegos, mas não fazem questão de enxergar. Reclamam quando tudo vai mal e não encontram alguém - mas também ninguém os encontra quando tudo vai mal. Que mundo estranho, as pessoas esperam atitudes que nem elas tem.

E não desista, porque é isso que as pessoas querem que você faça.

Quantas vezes vamos ter que brigar assim? Você não está cansada disso? Eles dizem que as pessoas continuam brigando pelos mesmo motivos até que isso as separe. E você quer saber? Já chegamos a isso.

Teremos de nos arrepender nesta geração não tanto das ações das pessoas perversas, mas dos pasmosos silêncios das boas pessoas.

Nossos espaços

Sempre tive a seguinte filosofia: as pessoas vão até onde a gente deixa. Sou eu que coloco os limites. É você que diz até onde a outra pessoa pode ir. Ninguém pode forçar a barra ou uma situação. Ninguém pode forçar amizade, cumplicidade ou intimidade. As coisas precisam ser naturais, simples, saudáveis, afinal, todo mundo está aqui para ser feliz, para conquistar todo dia alguma serenidade. É ou não é?
Percebo que hoje em dia tudo anda meio sem limites. Um se mete na vida do outro, o outro se mete na vida do um. Assim, sem a menor cerimônia, sem pedir licença. E não gosto. Sabe por quê? Sou reservada. Quem me vê por aí dizendo nas redes sociais hoje-comi-risoto-de-aspargos ou essa-é-a-Junoca ou estou-de-férias ou estou-na-Jamaica ou olha-que-linda-minha-sapatilha ou qualquer outra coisa não me conhece. Isso não é me conhecer. Para você ter uma ideia, não é todo mundo que convido para ir na minha casa. Acredito naquele lance de energia. Gosto que sente no meu sofá quem tem energia boa. Gosto que conheça minha intimidade quem eu quero.
Apesar de escrever tanto e sobre as coisas de dentro, me revelo para poucos. E acho, de verdade, que a internet dá margem para as pessoas acharem que conhecem as outras. Só pelo que falam. Só pelo que tuitam. Ninguém se dá conta que o "conhecer" é olho no olho, é tom de voz, é muito mais do que um bando de palavras perambulando por aí. Mesmo porque na internet todo mundo é lindo e feliz. Ou é chato e reclamão. Essas duas categorias são as que mais se destacam: o que reclama de tudo ou o que diz que tudo é lindo e maravilhoso. Extremos.
Quer saber um fato curioso? Fiz aniversário na segunda-feira. Recebi muito carinho e vários parabéns. Mas sabe quantas pessoas ligaram? Poucas. Poucas mesmo. A maioria usou a internet (Facebook, Twitter, email, MSN) ou mensagens no celular. Fiquei feliz com tantas felicitações, não estou reclamando, apenas fazendo uma observação: pouca gente ligou. Pouca gente ouviu minha voz. Antigamente, o telefone era o maior meio de comunicação. Você atendia e do outro lado alguém cantava "parabéns pra você". Você atendia e tinha uma telemensagem (lembra?). Hoje em dia a internet deixa tudo mais rápido. E mais impessoal. Desculpa, mas eu acho. Adoro cartão, carta, bilhete. Toque. Fico pensando como vai ser no futuro.
A internet aproxima e afasta, já falei sobre isso uma vez. É prática, sim. Mas até que ponto é realmente um meio de aproximação? Em um email você não sente a pessoa. Em uma carta, sim. Vê a letra, sente a emoção. Palavras digitadas são frequentemente mal interpretadas. Dia desses aconteceu isso comigo. Facebook. Falei uma coisa, uma pessoa interpretou errado e veio dando voadora. Feio. Não entendeu o que quis dizer. Mas como diz minha mãe "explicação a gente dá para porteiro".
Quem me conhece sabe exatamente como sou. E não tenho, mesmo, que me explicar para ninguém. Mesmo porque as pessoas juram que nos conhecem. Acham que podem sair palpitando a torto e a direito na nossa vida, nas nossas coisas. Quer um exemplo? Ontem, do nada, uma pessoa me chamou no MSN. Uma pessoa que eu não conheço e não fazia a menor ideia de como tinha meu MSN, afinal, uso ele para trabalho. Pouca gente tem, apenas amigos, colegas e família. Então, era de manhã, eu estava bem atrapalhada trabalhando e resolvendo pepinos gigantes. A pessoa chegou sem bater na porta, perguntei quem era, ela se apresentou e perguntou "é difícil publicar um livro?". Falei que sim, é. E ela automaticamente (por eu não ter dado atenção ou explicado melhor a dificuldade, talvez) disse "você parece menos seca nos seus textos". Como assim? Percebe o absurdo? Eu estou TRABALHANDO. Chega uma pessoa do além, que nem sei como tem meu MSN, faz uma pergunta e quer que eu ofereça um chá com biscoitos?
Insisto no seguinte: todo mundo tem que ter noção. De espaço. Aqui termina o meu, ali começa o seu. Não sou seca, pelo contrário. Só não gosto - e nunca gostei - de invasão, você gosta? A gente não consegue nada forçando as coisas. Ninguém vai gostar de mim se eu forçar uma situação. Mas você vai gostar (ou não) de mim se eu for natural, verdadeira, honesta. Se eu for exatamente como a vida é: simples.

Sei que a maioria das pessoas me diz: “menina, abre teu coração mais uma vez e segue em frente, não para de sonhar, um dia isso tudo passa.” Mas esse discurso, que já ouvi algumas vezes, não me convence e nem atinge quando o tema é você e todas as sensações e mudanças que você causou em mim.

A desonestidade une as pessoas...

Já engoli tantas coisas para não machucar as pessoas, já engoli tanto desaforo, já engoli baixaria, engoli todas as mentiras. Agora eu estou tão cheia, que eu não engulo mais, eu cuspo na cara mesmo.

- Você não vai mesmo vingar-se?
- Por que eu faria isso?
- Estas pessoas todas, elas machucaram você.
- Eles caem sozinhos. A vida não erra.

Certas pessoas aparecem nas nossas vidas e mudam agente completamente. Aprendemos o que é amar, o que é carinho, o que é amizade, o que é paixão. Outras pessoas provam para você que são absurdamente diferentes, que merecem a sua confiança. Algumas pessoas aparecem nas nossas vidas no momento em que mais precisamos, para provar que nada está perdido, e ficar sempre ao seu lado, te apoiando. E com elas você aprende que existem pessoas que realmente valem a pena.

As pessoas julgaram-no, e você deve ter aceitado as ideias delas sem nenhuma investigação. Você está sofrendo de todas as espécies de julgamento das pessoas, e você está jogando esses julgamentos nas outras pessoas. E todo esse jogo desenvolveu-se além da proporção, a humanidade inteira está sofrendo disso.

Se você quiser livra-se disso, a primeira coisa é esta: não se julgue. Aceite humildemente sua imperfeição, seus fracassos, seus erros, suas faltas. Não há nenhuma necessidade de fingir outra coisa. Seja você mesmo: “É assim mesmo que eu sou, cheio de medo. Eu não posso andar na noite escura, não posso ir lá na densa floresta.”. O que há de errado nisso? – é humano.

Uma vez que você se aceite, você será capaz de aceitar os outros, porque você terá uma clara visão interior de que eles estão sofrendo da mesma doença. E a sua aceitação deles, os ajudará a aceitarem-se.

Nós podemos reverter todo o processo: aceite-se. Isso o torna capaz de aceitar os outros. E porque alguém os aceita, eles aprendem a beleza da aceitação pela primeira vez – quanta tranquilidade se sente! – e eles começam a aceitar os outros.

Se a humanidade inteira chegar ao ponto onde todo mundo é aceito como é, quase noventa por cento da infelicidade simplesmente desaparecerá – ela não tem fundamentos – e os seus corações se abrirão por conta própria e o seu amor estará fluindo.

E hoje percebi que as pessoas são como livros, alguns cheios de magia e encanto, outros vazios. Uns te enganam pela capa, enquanto outros surpreendem pelo conteúdo.

Não esteja sempre disponível. A maioria das pessoas não valorizam quem está sempre ali, seja ligando ou mandando mensagem. Boa parte das pessoas gostam do que não podem controlar, daquele frio na barriga de estarem com medo de perder alguém.

"O autoconhecimento vem quando observais a vós mesmos nas relações com todas as pessoas que vos cercam."

Há sempre espaço para uma história que pode transportar as pessoas para outro lugar.

❝ ... Eu tenho a mais profunda admiração por pessoas que sentem na alma a melodia linda que o nosso coração canta todos os dias... estes anjos que nos acompanham disfarçados de amigos ... nos fazem ter esperanças e fé nos dias das mais difíceis adversidades... sejam com palavras... sejam com pequenos gestos ... tocam nossas emoções e nos fazem mais fortes ... mais alegres... mais felizes !! ... ❞

Quanto mais eu conheço as pessoas, mais eu admiro os animais" - Desconhecido

Para um cachorro não importa se você foi demitido de um emprego, ou se ganhou na loteria, se você está perfumado ou todo suado, ele sempre fica feliz por apenas estar perto de você.

O Natal

Penso que o natal é uma época hipócrita. Muitas pessoas passam o ano inteiro brigando, desentendendo-se, odiando-se parece que não há sentimentos como compreensão, perdão, empatia, compaixão

As pessoas são egoístas, fechadas, preocupadas apenas com suas próprias vidas e seus interesses.

De repente, chega o natal, época de lindos enfeites nas casas, nos jardins, nas ruas

Época de correria na compra de presentes, dos 13ºs, da tão sonhada viagem de fim de ano, das férias.
Há muito tempo perdeu-se os verdadeiros valores do natal, do significado, de todo os sentimentos envolvidos como o amor, esperança, paz no coração, na alma, na família e na sociedade, o desejo de prosperidade para com o próximo, a magia de ver a família reunida e feliz, comida farta, ou não...

Sim, o natal é uma época hipócrita.A família se reúne em uma grande mesa enfeitada de pratos tradicionais, enfeites, presentes ao pé da árvore, mas por dentro a falsa felicidade, os falsos valores, o falso espírito de natal. As pessoas comem, se abraçam, desejam um Feliz Natal, trocam presentes, se desculpam por algo que tenham feito a alguém, choram, se emocionam, vão embora.No outro dia, voltam às suas vidas normais, como se nada houvesse ocorrido, exceto pelo presente que lhe foi dado.

Sorrisos de plástico

Vim apredendo desde pequena,que apesar de tudo devo ainda crer nas pessoas. Tentei crer no olhar desviado,tentei crer naquele sorriso desmanchado. Mas não consegui. Aprendi sozinha a diferenciar o bom do ruim,o verdadeiro do falso... pois sinto isso quando alguém se aproxima de mim. Mas o que não sei diferenciar e nem compreender,é de que como o tempo pôde modificar as pessoas?
Amigos? são pouquíssimos,porém me orgulho das amizades que tenho.
Estou fazendo uma limpeza,cantando sorrisos fáceis de se quebrar e
jogando fora,deixando o vento levar. Enquanto aos verdadeiros,guardo dentro de mim, para sempre poder me recuperar um pouco do que certas coisas a vida me reservou. Não me arrependo de em alguns momentos ter sido muito franca ao ponto de magoar,mas se não tivesse feito isso,pessoas não saberiam enxergar além de boas aparências. Duvidaram do meu sofrimento,duvidaram do que me tiraram, posso dizer que isso tudo não me fez bem. Cresci em um estado pequeno,cujo as pessoas vivem julgando até a cor de seu sapato. O que importa está dentro,não fora. Creio assim...
se alguém é superior à alguém,por que reclama?