União entre as Pessoas
Cuidado com pessoas muito sedutoras,pois elas podem te provocar e te hipnotizar e causar teu desequilíbrio.Elas também podem usar sua atitude desequilibrada para se vitimizar.Cobras mostram a língua para seduzir suas presas e logo depois dão o bote.Psicopatas seduzem suas vítimas e depois descartam e enganam.
O silêncio e a palavra caminham de mãos dadas.O silêncio já salvou pessoas até da morte.E o grito na hora oportuna também já impediu até de mulheres serem vendidas a traficantes de pessoas em aeroportos.Por isso, que a sabedoria não é sempre calar,mas falar na hora certa e às vezes ser sábio é confiar nos instintos e gritar mesmo parecendo ser um louco que luta pela sobrevivência neste mundo cheio de perversidade,mas que ainda habita amor e a esperança.
Jamais deixe de ser sensível, de demostrar empatia e não mude a sua essência. Pessoas insensíveis acham que ter sensibilidade é um defeito, mas pessoas humanistas são as melhores pessoas para se conviver no trabalho e para se relacionar afetivamente.
A pessoa madura irá agir com responsabilidade afetiva e empatia diante das pessoas que cativa ou que se relaciona.
As pessoas, mesmo tendo afinidades, não são iguais. Cada pessoa é única e cada um tem o seu próprio ritmo. Você não precisa ser tão veloz quanto as lebres, mas pode ter a constância e a determinação das tartarugas.
Ser humanista é ter amor pelo animais, respeitando também o Estado laico e as pessoas das mais variadas orientações sexuais.
Jamais use pessoas de trampolim para subir na vida mais rápido de elevador. Subir de escadas é desafiador mais é enobrecedor.
Psicopatas são pessoas adultas que podem ser muito sedutoras, podendo apresentar o ego inflado e um grau de insensibilidade altíssimo. Logo, podem agir com frieza e armar presepadas e premeditar com perversidade os crimes mais brutais e cruéis.
As pessoas que só levam sim na vida possuem o ego muito inflado. Por isso, o não também é importante para o nosso crescimento e pode ajudar a nos fortalecer. Na vida é preciso aprender a lidar com as vitórias e as derrotas. Psicopatas narcisistas são sedutores e têm amor-próprio em exagero. Logo ,se ame sem exageros.Mantenha a cabeça erguida e seja paciente, que o sim virá naturalmente por distração.
As pessoas mais fortes não são aquelas que vivem em meio às multidões buscando a aceitação de todos. São as que aprendem a conviver com a solidão e a viajar e mergulhar para dentro de suas próprias almas.
Pessoas com amor-próprio em excesso, que se acham muito lindas e mais inteligentes que as outras, podem apresentar psicopatia e/ou transtorno de personalidade narcisista. Logo, devemos ter muita cautela ao lidar com esses seres de caráter maquiavélico.
Estou nesse mesmo raciocínio ... É impressionante o quanto as pessoas querem bisbilhotar a sua vida nas redes sociais, principalmente o Instagram. Porém sem nenhuma interação, isso não é querer ter aceitação social, mais sim conectar pessoas, facilitando a conexão diminuindo a distância geográfica, permitindo contato direto e humanizado. Felizmente esse cenário atual de postagens se transformou em vitrines com seguidores fantasmas. O propósito é a depreciação em somente saber se você está melhor ou pior, cujo interesse é repulsivo. Quem acha que sabe da minha vida em postagens continuem acreditando.
A divisão política pode separar opiniões, mas quando divide pessoas, famílias e valores, o país inteiro perde, porque nenhuma ideologia vale mais do que a humanidade.
Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.
Quando chega os 60 anos....
A nossa sociedade tenta colocar as pessoas em caixinhas por causa da idade. Quando a gente faz 60 anos, parece que o mundo espera que a gente mude de ritmo, fique estática ou apenas olhe para o passado. Mas a verdade é que o nosso espírito, a nossa criatividade e a nossa essência não envelhecem.
Maurício Rodrigues Lucas: uma vida que permanece na memória
Há pessoas cuja existência não pode ser resumida por datas, documentos ou acontecimentos. Algumas vidas adquirem significado sobretudo pelos vínculos que constroem, pelo afeto que despertam e pela marca que deixam naqueles que tiveram a oportunidade de compartilhá-las. Maurício Rodrigues Lucas foi uma dessas pessoas.
Conhecido carinhosamente como Maumau, Maurício construiu sua presença no mundo através de uma característica que se tornou inseparável de sua memória: a capacidade de despertar amor. Para quem o conheceu intimamente, ele não foi apenas um companheiro, um amigo ou uma presença cotidiana. Foi parte da própria história afetiva de quem caminhou ao seu lado.
Sua trajetória esteve marcada por encontros, separações, reencontros e, acima de tudo, por um vínculo que resistiu às circunstâncias. Durante anos, William Contraponto e Maurício Rodrigues Lucas construíram uma relação na qual o amor não se apresentou como uma ideia abstrata, mas como convivência, cuidado, conflito, reconciliação e escolha.
Maumau também ocupou um lugar singular na vida de William. Se William era frequentemente conduzido pela intensidade de suas convicções, Maurício funcionava como contraponto. Não necessariamente porque pensasse da mesma maneira, mas porque sua presença fazia William refletir. Era o freio diante do acelerador, a lembrança de que uma convicção também precisa encontrar humanidade.
Essa dimensão talvez seja uma das mais importantes de sua memória.
Maurício não foi apenas alguém amado. Foi alguém que transformou quem o amava.
Há uma imagem particularmente forte nessa lembrança: o sorriso de Maumau. Um sorriso capaz de representar felicidade, reconhecimento e intimidade. Mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, esse sorriso permaneceu associado àquilo que havia de mais precioso na relação entre os dois.
A doença e a proximidade da morte modificaram brutalmente o cotidiano, mas não apagaram essa história. Pelo contrário, fizeram com que pequenos elementos da convivência adquirissem uma dimensão ainda maior. Um olhar, um sorriso, uma lembrança, uma palavra ou simplesmente a presença de alguém ao lado passaram a carregar o peso de uma vida inteira compartilhada.
A morte encerra uma existência biológica, mas não determina sozinha o destino de uma memória.
Maurício continua existindo nas histórias contadas sobre ele, nas fotografias, nos objetos, nas lembranças e, principalmente, naquilo que modificou dentro das pessoas que o amaram.
Por isso, falar de Maumau não é apenas escrever sobre alguém que morreu. É escrever sobre alguém que continua produzindo significado depois da morte.
A memória de Maurício Rodrigues Lucas pertence também àqueles que o conheceram, mas existe uma dimensão profundamente particular nessa lembrança. Para William, Maumau foi o amor da sua vida. Foi companheiro, confidente, presença afetiva e referência. Foi também alguém que, de maneira silenciosa, ensinou que amar uma pessoa é permitir que ela transforme nossa maneira de enxergar o mundo.
Talvez seja justamente por isso que a memória de Maumau não precise ser construída como uma estátua distante ou como uma imagem idealizada. Sua grandeza está na humanidade.
Maurício foi uma pessoa real, com sua personalidade, seus afetos, suas contradições, suas alegrias e suas dificuldades. E é justamente essa humanidade que torna sua lembrança tão verdadeira.
A homenagem que permanece não precisa transformar Maurício em alguém que ele não foi. Pode simplesmente preservar aquilo que ele significou.
Nesse sentido, lembrar Maumau é uma forma de ação.
É afirmar que uma vida não desaparece completamente quando seu coração deixa de bater. Parte dela permanece naqueles que foram tocados por sua existência. Permanece no amor recebido, nas experiências compartilhadas e nas mudanças provocadas pela convivência.
William Contraponto, poeta e pensador, pode escrever sobre muitas coisas: existência, desamparo, sociedade, democracia, humanidade, liberdade. Mas existe uma dimensão de sua própria história que nenhuma reflexão filosófica consegue substituir.
É a experiência de ter amado Maurício.
E talvez seja justamente aí que a memória de Maumau encontre sua forma mais profunda.
Não como uma ausência absoluta, mas como uma presença transformada.
O homem que foi companheiro continua sendo lembrança. O sorriso continua sendo imagem. O amor continua sendo sentimento. A história continua sendo contada.
E enquanto houver alguém disposto a dizer seu nome, Maurício Rodrigues Lucas não será apenas uma pessoa que pertence ao passado.
Será alguém que continua fazendo parte da história de quem ficou.
Maurício Rodrigues Lucas.
Maumau.
O amor de uma vida.
E algumas histórias, mesmo quando terminam, nunca deixam de ser vividas dentro de nós.
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