Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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Um anjo que brinca entre as nuvens,

Seduz, envolve,provoca e reluz,

É como um demônio que seduz,

Um anjo brincando entre as nuvens...



Sim, é nesse esconde-esconde o anjo

Segue furtivamente te surpreendendo

Entre poemas e beijos alados...

Batendo as asas e dando cambalhotas,

E escrevendo os desejos mais safados...



Destemidamente levando os teus beijos

Com as mãos, elevando aos recantos

Mais recônditos e cônscios...

Provocando mil miragens entre as nuvens...



Um anjo meio demônio, um demônio que é

Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,

Ainda incógnito e suspenso nos jardins

Dos teus mais altos desejos

- sou o teu anjo -

O mais lindo e supremo encanto.



Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,

Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...

Agora, o teu coração não será mais erradio;

O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.

Essa sedução que arrebata, Doce alucinação, O destino nos trará um dia algo bem mais intenso do que uma simples paixão...

Para meditar: em nome de um plano político destruíram a instituição família e agora estão terminando de destruir a imagem dos professores porque não têm tato pedagógico
para conduzir as políticas públicas educacionais.

Só quero ver quem as crianças e a juventude vão buscar se referenciar? Porque não é difícil de imaginar que está tudo prontinho para preparar mão-de-obra barata para os presídios privatizados.

Ninguém pode ser culpado por ter um coração de carne.

⁠Conveniência, senso de observação e etiqueta fazem um tríduo espetacular. A palavra limite os resume de forma inefável.

⁠Toda a polarização política é declaração expressa da falência do sistema político de um país. Um país rico em democracia requer uma terceira via e quantas forem necessárias.

⁠Um romance só
se vive a dois.

⁠Não existe um coração
de gelo que resista
a um amor quente.

⁠Busco artifícios em
nome de um caminho
que me ensine a lidar
com a relação ruim
que tenho com o silêncio,
Vencer tal impedimento
é o quê mais desejo
para me reinventar...

... se ir em busca
disso é algum defeito,

Continuarei sendo
este ser imperfeito
porque não sei viver
sem me importar;

é por isso que nunca
vou conseguir de ti
calar e nem me ausentar.

Dos meus desertos
sou e serei sempre
persistente peregrina
em busca de refúgio,
Não quero o final
de Romeu e Julieta
em versão médio oriental,

por crer que não há para
nós um fim que faça
dois infelizes, afinal.

Nós temos o direito
de quebrar com qualquer
maldição que nos impeça
a felicidade de viver
e de amar sem receio
do que possa vir acontecer;

... nem você vai tolher
mais o mútuo querer,

Do meu pequeno
lugar amoroso
pela Lua de Morango
beijado como
um doce repousado
no tabuleiro cobiçado
do Trópico de Câncer...

... neste Médio Vale
rumo ao Monte Ararate,

Decodificando todos
os possíveis sinais
que façam te entender,
quando te vi pela primeira vez,
resolvi de jeito nenhum perder
o quê todos sabem que nunca
de nós dois haverá escapatória.

⁠Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.

⁠Estamos vivendo com parte da sociedade em um estado mental de distopia.

Livros que contam
poeticamente
a história de uma
prisão injusta
que um General
continua sofrendo

⁠Quinta-feira

É quinta-feira,
hoje tem esquenta
para o final de semana
vou desenhar um
esquema bem bacana
para nós dois.

....


É quinta-feira
e amanhã é sexta-feira,
O baile começa de manhã
com pão e café postos na mesa.

...

Quinta-feira é dia
de se preparar por dentro
para de divertir o dia inteiro.

...

Quinta-feira é pura diversão
para quem mantém
alegres a alma e o coração.

...

Quinta-feira logo acaba,
Vem logo a sexta-feira
que a gente vai se divertir
e voltar só de madrugada.

⁠Você pode escrever
a sua terça-feira
poética tomando
um café quentinho,
apreciando o quê
tem de bonito ao redor,
lendo ao menos uma poesia
e tratando a si mesmo
como a melhor companhia.

Feito de Ontens - Capítulo IV — A Poesia das Ruas


A jaqueta jeans, que antes parecia um escudo contra o mundo, agora era apenas um casaco


confortável para uma tarde de outono. Tranquei a porta de casa — não para me esconder do que


ficou lá dentro, mas para descobrir o que estava me esperando lá fora. Havia um burburinho na


cidade, aquela energia típica de um fim de tarde onde as pessoas buscam um pretexto para


desacelerar da rotina.


Caminhei sem rumo até a praça central, o coração pulsante da cidade onde os artistas de rua


costumam se reunir. De longe, notei uma pequena multidão se formando em círculo perto do


chafariz. Um som familiar cortou o ar: o dedilhar ritmado de uma viola e o choro sutil de um


violão. Meu coração deu um salto involuntário, mas não de dor. Foi o eco do reconhecimento.


Aproximei-me devagar, misturando-me aos desconhecidos. No centro da roda, dois rapazes jovens,


com os rostos queimados de sol e o brilho nos olhos de quem está começando, cantavam uma


daquelas músicas do "lado B" do repertório dele — uma daquelas canções profundas que não


tocavam no rádio, mas que ele compôs em uma madrugada chuvosa no nosso quarto.


Fechei os olhos por um segundo. Ao meu redor, as pessoas cantavam em coro, baixinho,


comovidas. Um homem de cabelos brancos limpava o canto do olho; uma jovem segurava a mão do


namorado. Naquele momento, percebi a grandiosidade do que tínhamos vivido. Ele não pertencia


mais apenas à minha saudade ou aos meus discos. Ele pertencia ao vento, ao povo, à memória


afetiva de cada uma daquelas pessoas que nunca o abraçaram, mas que se sentiam abraçadas por


suas palavras.


Quando a música acabou e os aplausos ecoaram pela praça, os rapazes agradeceram e um deles


disse ao microfone: "Essa foi para quem sabe que a boa música nunca morre". Sorri. Dei alguns


passos à frente, tirei uma nota do bolso e a depositei na caixa aberta do violão deles. O jovem


violeiro me olhou, surpreso, e fixou os olhos na jaqueta jeans que eu usava. Ele pareceu reconhecer


a energia.


— Bela jaqueta, moça — disse ele, com um aceno respeitoso com o chapéu. — Ele aprovaria.


— Obrigada — respondi, e pela primeira vez, o agradecimento não veio acompanhado de um nó na


garganta. — Ele com certeza está orgulhoso de vocês.






Dei as costas à roda e continuei minha caminhada. O sol começava a se deitar atrás dos prédios,


pintando o céu de tons de rosa e dourado. Eu estava sozinha na calçada, mas já não me sentia


solitária. O amor dele tinha se transformado em arte pública, e eu, finalmente, fazia parte do público


de novo, pronta para assistir ao espetáculo do mundo.


©nilzacarvalho #nilzacarvalho

Que manhã linda! 🌞 Um novo dia sempre vem com oportunidades, bênçãos e coisas boas! Aprecie cada momento, cada sorriso e cada desafio como uma chance de crescer e ser feliz!


Bom dia! Que o sol brilhe forte e ilumine seu caminho hoje! 🌻

⁠Não faço a menor
ideia se o amor
ainda está previsto
no meu destino,
Apreciando a copa
de um belo Angico
assumo mesmo
que tenho obstinação
de pôr romantismo
em tudo em nome
do sonho neste mundo
que por hábito vive
flertando com o absurdo.

⁠Acho que eu vi um
Serelepe levado
na árvore de cabeça
virada para baixo,
É bem parecido
quando sinto que
o coração está apaixonado,
Você não imagina
que já é meu namorado.

⁠O Tucano-de-bico-preto
parou, olhou no fundo
dos meus olhos e contou
para mim um segredo
para do amor eu não ter
nesta vida nenhum medo.

⁠Um pouco de pausa mental e de mel poético atraem paz na vida. Poesia sempre poesia a todo o momento.