Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Os feitos de um grande homem se erguem acima de suas fraquezas e pecados, e o tornam digno diante de Deus.
A ansiedade tenta prever para não sofrer. Deus permite a incerteza para ensinar a confiar. Um tenta controlar.
O outro sustenta. Nem todo futuro precisa ser visto agora para ser cuidado desde já.
Este ano será como labaredas saltando sobre a dor e o fogo. Um ano em que quem ama o mundo sofrerá com ele,e quem ama Cristo suportará com Ele.
Nada enfraquece tanto um homem quanto o hábito do conforto, nele a ambição se amansa e a queda se torna inevitável.
Mateus tinha riquezas, mas ao enxergar em Jesus um devor tudo parar segui-lo, Nicodemos tinha sabedoria, mas sua escolha revelou uma sabedoria voltada para o mundo, não para a' eternidade.
Um dos maiores escândalos da igreja moderna é que há multidões que sabem cantar sobre Jesus, mas não sabem explicar o Evangelho de Jesus.
Permanecer também tem um preço. E quanto mais você ignora o que já está claro, mais esse preço aumenta,
Eu já havia sido condenada à prisão perpétua, mas um homem se levantou e disse que pagaria no meu lugar. Para minha surpresa, ele era o filho do juiz.
Nem tudo que desacelera está quebrado. Às vezes, só está pedindo um jeito mais verdadeiro de continuar.
Existe um ponto em que você precisa parar de tentar resolver tudo na força e começar a reconhecer que algumas coisas só se ajustam quando você solta. E soltar não é desistir. É sair do lugar onde você estava tentando controlar tudo e entrar em um lugar onde você permite que Deus conduza o que você não consegue mais.
Haverá um dia em que uma hora de oração não conseguirá curar anos de adoração silenciosa à política, aos homens, aos esportes e às distrações que tomaram o lugar de Deus dentro de você.
Tudo tem um preço. Crescer dói, permanecer vazio destrói. Algumas perdas machucam, mas continuar se perdendo em si mesmo machuca mais.
Há um descanso que não vem quando tudo se resolve, mas quando você entende que não precisa resolver tudo sozinho.
É, a vida é um adversária peso pesado que atingida com força não cai e apenas pode ser vencida por pontos no último round.
Uma conversa estranha.
Em um belo dia de verão pairou no céu uma forma estranha, totalmente amorfa, jamais vista. Logo, tal aparição gerou as mais profundas especulações. Pessoas se amontoavam para ver a tal forma e dar um jeitinho de registrar e emitir opiniões. Se a curiosidade era tamanha, grande também era a gritaria em torno do fato. Mas tudo que é estranho, é estranho somente no início. Após, torna-se mais um elemento da paisagem. E assim aconteceu.
A forma estranha, começou a fazer parte da paisagem e quando todo o frisson inicial já havia se dissipado, a forma falou: “A verdade que os homens defendem, são mentiras repetidas a si mesmo.” O caos se estabeleceu novamente, o que a forma quis dizer com isso? Como um ser amorfo que, demonstrou ser senciente e consciente se julga capaz de julgar a humanidade, estando a tão pouco tempo entre nós?
Houve intensa discussão sobre a fala. Mas tudo que é massificado, logo perde o valor, e assim aconteceu.
Quando a calmaria se estabeleceu, nova fala: “O homem nasceu para ser escravo. Seja das suas vontades, seja das vontades alheias, seja das suas vãs necessidades criadas, seja das suas ilusões. Escravo de si, escravo dos outros, preso em si, acorrentado nos outros; acredita ser livre.” Neste momento, entre os homens, a ordem natural foi perturbada. Como algo que nem conhecemos diz-nos sermos escravos? Não podemos ficar ouvindo tais impropriedades e ficarmos inertes ante tais desaforos. Matemos a forma!
No entanto todos os esforços foram em vão, e após desistirem do intento assassino, eis que a forma novamente se manifesta: “O homem acredita que matando o tirano é capaz também de matar a tirania, ledo engano. O homem aceita a tirania de braços abertos porque possui a mente fechada e os joelhos dobrados. Só lhe abre a mente se partir teu corpo.” Os homens após ouvirem estas palavras sentiram-se novamente ofendidos. Se não havia como destruir a forma, tentariam destruir a ideia. Mas não se destrói aquilo que não foi criado, e ao tentar fazê-lo, a ideia criou forma e nascedouro em seus opostos. Se queres acabar com os deuses, basta não orar por eles. Em toda negação existe uma afirmação.
Como o ser humano cultua aquilo que não consegue destruir, nasceu aos pés da forma um novo culto, e a forma, ao perceber isso disse: Oh! Hipócritas! Por que prosternais diante mim, acaso sou digno de reverência? Me confundes com teus Deuses? Esperam de mim iluminação ou milagres? Saiam daqui! Porém antes, anotai o que direi: “O homem não consegue enxergar e nem viver sua própria verdade porque se oculta em seus pecados, seus pensamentos impuros o atormentam, sua pequenez é a si conhecida. E se envergonha. O homem age como um animal em eterno cio por bajulações e reconhecimentos, orna-se de títulos e alfaias e é despido de clareza de espírito. Paga-se para alimentar a vaidade, vive-se na miséria da razão. Se coisifica, se vende e se compra pelo melhor preço ofertado. Tu, homem, é um produto ruim em uma prateleira enfeitada. Quem não te agrada não lhe presta, como se tu prestaste! A tua própria covardia, tu nominas como humildade, prudência ou até tolerância. Hipócrita é a tua essência! Em tua falsidade, fazes o bem para barganhar com o Eterno. Se a tua covardia não o faz punir o mau, deixa à mercê de um castigador alheio que quiçá nunca virá. Tu és fraco e se ampara nos braços de quem lhe abre. Um fraco sendo conduzido por outro fraco. Tu és acostumado à chibata e aos grilhões, porque sendo incapaz de produzir um único pensamento, vive das ideias alheias e mesmo sendo incoerentes, as defende. A tua solução final você já a carrega desde o nascedouro, o cordão umbilical rompido é ligado a uma sociedade rica em absurdos e pobre em valores. Tu não consegues sequer enxergar a si mesmo, consertar o que está em ti quebrado, e quer colar os cacos dos males alheios. Oh! Raça perdida! Tu, homem, em sua importância nada és senão um pó que anda, fala e geme, e nem peso tu fazes a este planeta. Seus pensamentos são puros, como o ar puro de uma montanha, cujo solo está contaminado pelos mais diversos excrementos, mas tu dizes: Puro! Incapaz de enxergar o óbvio, aplaude de pé as obviedades, como iluminação recebida. Tenho pena de ti! Escravo de roupas bonitas.” E ao dizer isso, a forma partiu.
As pessoas que ali estavam e a tudo ouviram e anotaram, fizeram um ato de humanidade. Queimaram as anotações e foram se embriagar.
Massako.
Você existe, por isso, pensa.
*Vaidade. Um breve comentário.*
Muito se fala sobre a vaidade. Acusamos, reconhecemos, mantemos e, ao final, não trabalhamos o seu real significado e a transformação que essa palavra pode promover em nós. Costumamos usá-la de forma pejorativa, então vejamos o seu conceito.
A palavra vaidade tem origem no latim "vanitas", que deriva de "vanus" e significa: vazio, oco ou sem substância. Assim, o valor da vaidade é um retumbante nada.
Se de tudo podemos tirar uma lição, do nada filosófico, verificamos correntes de pensamento que acreditam que nada existe; a exemplo: o niilismo metafísico, o solipsismo e o ceticismo pirrônico.
Através desses estudos, podemos confrontar a existência, seja no plano das coisas concretas, no niilismo metafísico; seja na existência somente da mente, no solipsismo; ou na dúvida constante acerca da realidade, no ceticismo pirrônico.
Ora! Mas esse nada existencial filosófico não possui relação com a vaidade, à qual gostamos de nos referir. Pois a associação da palavra vaidade, que hoje nutrimos, está intrinsecamente ligada ao narciso que nos cerca. Então vejamos.
Comecemos com um resumo contido nos livros sagrados.
Na Bíblia, Eclesiastes: "Vaidade das vaidades, tudo é vaidade". Aqui, ela expressa a futilidade e a ilusão das coisas terrenas, sendo um aviso sobre a efemeridade da vida e a busca por valores vãos.
No Alcorão (Islamismo): A palavra "vaidade" está associada ao orgulho e à arrogância, que são suas manifestações. Alerta para que a submissão a Deus e a retidão moral sejam maiores do que a valorização excessiva dos bens materiais ou do status social.
No Hinduísmo: A vaidade está ligada ao conceito de ego e ao apego às ilusões do mundo material. A busca por glória pessoal e posses é considerada uma distração do verdadeiro objetivo da vida, que é alcançar a libertação do ciclo de reencarnações e realizar a unidade com o Absoluto.
No Budismo: A vaidade e o orgulho são vistas como manifestações do apego ao "eu" ilusório e uma das principais causas do sofrimento. O budismo ensina a reconhecer a transitoriedade das coisas, bem como a impermanência das coisas materiais e até da própria identidade.
Em síntese, podemos dizer que a palavra vaidade, pelos apontamentos dos livros sagrados, traz sinônimos como: futilidade, ilusão, orgulho, arrogância, ego e apego.
Se os livros sagrados apontam essas características em nós para serem trabalhadas, é porque esses traços estão contidos em nossa essência. E a vaidade não é algo que podemos combater com tanta facilidade, pois, se ela está associada ao ego, à ilusão, ao orgulho, ao apego e às coisas fúteis, que estão enraizadas em nós, então... como combatê-la?
Ora, se eu troco um telefone por um melhor, isso é vaidade, pois dificilmente será por necessidade. Se uma mulher ou um homem se vestem bem, isso é vaidade, pois estão se vestindo para os outros. Se eu cuido do corpo buscando uma estética superior, isso é vaidade, pois nunca é apenas pela saúde. Enfim, tudo é vaidade.
Se esse “nada” é capaz de nos destruir tanto, imagine se tivesse substância!
Agora, a vaidade que podemos combater com certa facilidade é a vaidade que enxergamos nos outros. Costumamos apontar pessoas como vaidosas e colocamos sinais de reprovação. Mas só conseguimos enxergar aquilo que também possuímos. Portanto, toda vez que atribuírem a alguém o título de vaidoso ou disserem que há vaidades, lembrem-se e reflitam sobre o próprio estágio de desenvolvimento, pois ao apontar um dedo, três voltam para nós.
Como dizia Friedrich Nietzsche: *“A vaidade dos outros só vai contra o nosso gosto quando vai contra a nossa vaidade.”*
Graça e Paz.
Reflitam para uma vida melhor.
Massako 🐢
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