Uniao e Respeito em um grupo Jovem
“A legitimidade de um sistema jurídico é medida pelo que ele protege sem ser pressionado a fazê-lo.”
O fato de ter dado errado uma vez, não significa um ponto final, assim que se chega a Lua, a Marte.....
Não é sobre planetas....
Diálogo da Segurança e do Efêmero
Pós-modernidade, falência das metas narrativas amplas, talvez um novo iluminismo ou idealismo, talvez colapso da razão e com ascensão da manipulação dos signos e o valor pelo qual, todos valores vieram a serem reavaliados.
Substituímos Campos de Concentração, por Shopping Center.
Arrependimento Existencial
Arrependimento, é atribuição de um valor tardio a uma vida não vivida como superior a uma vida escolhida para viver. Fazer moral não é nada fácil, a dor acompanha todo trabalho da moralidade e a angustia é inseparável de toda escolha, sobretudo, porque deixar de viver é necessariamente perder de uma certa forma.
Escravos Cardíacos das Estrelas
Vivo no nordeste de um sítio, tão pequeno, que norte e sul se confundem, vivo numa montanha tão baixa que em meio passo chego ao mar, o ar que respiro é puro mas dói, tem cheiro de fumo, tem cheiro de gente que se mói. Vivo numa pequena casa de dois andares, e é enorme quando estou sozinho, nós somos 1 e eu lá sozinho. Estudo numa escola de gente grande, mas sou pequeno e pergunto-me se haverá algum esquema para crescer só por fora. Melhor, nem estudo mas tenho aulas que nem assisto, que nem existo mas estou sempre lá. Tenho medos que não conheço, paixões que não mereço. Amo cigarros e bebida alcoólica, como católico ama o terço, e torço secretamente para que a vida se vá a cada instante. E apesar de tudo, amo viver. Dói cada músculo que ouço, cada som que sinto e eu vejo um brilho de paz, não é droga, sem substâncias, eu sou nós que não somos iguais.
Sinto-me em casa em qualquer sítio; e é sempre o desejo que me manda embora.Os homens desejam ser escravos em qualquer parte e colher aí a força para dominar noutro sítio.Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo.
Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu, estou hoje dividido entre a lealdade que devo àcalçada do outro lado da rua, como coisa real por fora,à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.
Falhei em tudo,como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,desci dela, pela janela das traseiras da casa, fui até ao campo com grandes propósitos. Mas lá, encontrei só ervas e árvores, e quando havia gente, era igual à outra. Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?
Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade, estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer, e não tivesse mais irmandade com as coisas, talvez uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua, a fileira de carruagens de um comboio, ou uma partida apitada de dentro da minha cabeça. No mais,uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.
O mundo é para quem nasce para o conquistar, não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão. Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez. Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo. Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas, sou e talvez serei sempre, o da mata, ainda que não more nela,
Serei sempre o que não nasceu para isso. Serei sempre só o que tinha qualidades, serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta.
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,eouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Nem Deus
Não se mate mantando o se
Não diga nada se acha
Não seja um radical extremista
Não presuma saber o que os outros pensam
Não rotule as pessoas ao invés de tentar entende-las,
Não idolatre ninguém e nem Deus
Há dez pessoas numa mesa e chega um nazista. Se ninguém se levanta, então temos onze nazistas sentados à mesa.
Se em determinado instante
De um mero dia qualquer
Dentro da velocidade discreta
Da minha breve vida inquieta
Eu aprender,
Tornar-me-ei poeta.
Felicidade é um instante da vida que gostaríamos de repetir. É estar em sintonia com seus valores, decisões e atitudes, com o que você pensa, fala e faz. É onde o amor vale mais que a própria vitória .
A vida é difícil, pois somos um ser social, que não nasce e nem vive só.
A realidade nossa é uma e do nosso meio é outra, perdeu-se a noção da virtude, do certo e errado e da ética.
Como recuperar os valores das pessoas?
Alguns acham que um diploma é um, senão o maior deles. Aumentou o número de diplomados, mas não melhorou a relação Humana.
Ciberespaço
Um útero de fios
Onde gestamos ausências
Senso
De perda
Que não pesa em gramas,
Mas em bytes de memória
Apagados em baixa resolução
Menores
Ecos do cotidiano:
O atrito da xícara no pires,
A hesitação antes de responder,
A textura do ar antes da chuva
Detalhes da rotina diária
Sendo eliminados
Por algoritmos de eficiência.
Exoesqueletos da estupidez
Vestimos interfaces intuitivas
Que pensam por nós,
Enquanto nossos músculos mentais
Atrofiam em elegantes casulos de titânio
Configuração
Um ritual sagrado:
Parâmetros biomecânicos ajustados,
Parâmetros biológicos monitorados,
Sincronização cerebral forçada
Como metrônomo para uma orquestra de neurônios cansados
Blockchain mental
Registros imutáveis de pensamentos editados,
Correntes de hashes ligando verdades revisionadas.
Atividade cerebral em ruptura
Onda delta contra firewall,
Sonhos comprimidos em pacotes de dados,
Sinais de erro brotando como flores de lótus em telas azuis
Enquanto isso
(O pronome mais humano que restou)
Ainda faz sentido.
O último suspiro orgânico
Antes do login definitivo
Criptografia da alma
Senhas de existência
Trocadas a cada aurora digital
Lacunas
Entre um ping e outro,
Surge o vácuo que canta
Em frequências não traduzíveis
Arquivos corrompidos
De emoções não indexadas:
A saudade que o sistema operacional
Identifica como "erro 404: afeto não encontrado"
Nuvens de pensamento
Sincronizadas até a última nêvoa,
Mas o backup dos instintos
Foi perdido na migração
E o corpo?
Pergunta o hardware ao firmware,
Enquanto a carne, esquecida,
Ainda treme de frio
Na sala de servidores climatizada.
Até que em um loop inesperado
Um bug no paraíso lógico
O sistema encontra um glitch
Chamado poesia:
Dados que não se encaixam,
Verdades que não verificam,
E um verso antigo
Que ressoa como eco de um mundo
Que insistimos em apagar,
Mas que teima em renascer
Como raiz sob o asfalto digital
Porque ainda faz sentido
Enquanto houver um refresh
Que não apague por completo
A sombra do que fomos
Antes de nos tornarmos
Notas de um rascunho II
Perdoe-me a falta de tato ou certa insensibilidade, mas em vezes como esta
que estou escrevendo isso, desejo saber um pouco menos, ter um pouco
menos de consciência, menos intelecto, ser alienado, uma marionete,
seguir unicamente uma crença, ser completamente ignorante a opiniões alheias,
e assim quem sabe, sentiria um pouco menos, viveria um pouco melhor.
A excelência começa como um valor, amadurece como consciência, se consolida como cultura e se sustenta como sistema.
Amor pela Excelência é Gestão com Alma.
“Carrego em silêncio um peso que ninguém vê: a estranha culpa de ser abrigo no coração de quem me escolhe, como se eu devesse explicação por simplesmente ser alguém que marca, que fica, que é impossível de passar despercebida.”
Nenhuma pessoa é ou se transforma em algo que não pode ser substituído, porém, com um alto nível de compromisso, ela pode se tornar essencial.
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