Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)


Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.


É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.


Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.


E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.


Mas por quê?


Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.


Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.


Mas existe um custo.


Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.


E há uma tristeza nisso.


Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.


E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?


Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?


Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.


E essa é a parte mais dolorosa.


Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.


No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.


Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.


E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:


Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?


Porque existir de verdade exige presença.


E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.

⁠Existência
O paradoxo da vida
Emergiu a minha existência
Puro antítese da sorte
Um misto de lucidez e demência
Parar, pensar e agir sensitivamente...suave
Como os flocos da neve
Que flutuam pelo ar,
E repousam mansamente na relva
Que solitária está.
Eis que na minha existência
Houvera de cingir- te a tua
Resplandente como sol
Oculta como a lua
Lua, oh lua !
Guarda-te todos os seus mistérios.
Pedir-te-ei a tua alma
O teu coração!
E adentrarei na tua mente.
Aí; Todos os seus segredos
Serão desvendados.

⁠Quando estiveres em um embate acerca de um assunto, e perceberes que a prenda em questão é desdenhada veementemente pelo seu oponente, desconfie imediatamente: Conchavos emergirão!!!

⁠Não se iluda com a possibilidade de haver uma pessoa que possua um amor altruísta. Exceto o altruísmo onde o amor floresce e na verdade é predominante. Uma mãe é altruísta! Salvo exceções.

⁠Antítese

O principal nutriente de um sonho é a atitude . Essa, que provém da coragem. Não adianta romantizá- lo. Desejar veementemente o abstrato e viver apegado à fantasia, é abdicar -se do que é tangível, em detrimento da surrealidade.

⁠PENSADOR

Um pensador quando expõe um pensamento, não relativisa à sua autobiografia, ou mesmo, o memorial da sua existência. Não refere-se ao seu passado distante muito menos recente. Na arte da redação, a mente do escritor viaja de modo sensato e ao mesmo tempo desvairadamente. Observa-se de tudo e a todos, para que a inspiração possa fruir e provocar o encantamento e o legado ficar eternizado.

⁠Dentre todos os direitos cabíveis ao ser humano, um dos mais imprescindíveis é a liberdade. A liberdade para pronunciar e a sapiência
de ouvir, a liberdade para chegar e também para sair. A liberdade para recuar e o desejo incessante para prosseguir.

⁠Um ser humano que admira demasiadamente suas conquistas e faz questão de expô-las, achando-as belas feito um narcisista, não é um humano!
É uma ameba altiva de comportamento presunçoso.

⁠A falsidade se encontra atrás de um sorriso, a beira de um abismo, e no âmago do dissimulado.
(021114)

⁠É impossível atribuir um valor à sabedoria. Essa não se vende. A sapiência se cultivada for, germina, desenvolve, floresce e dissemina-se.

270722

⁠Do que vale um compromisso,
Se torna-se omisso
Na hora da verdade!

080715

⁠Solidariedade humana

Muitas vezes um obstáculo que é titânico, algo praticamente insolucionável aos olhos de um determinado cidadão, é tão insignificante e facilmente solucionável para o outro. Mas tem um pequenino detalhe; O ser dotado de tal habilidade possui tamanha facilidade que esquece do mais óbvio e necessário: Praticar a solidariedade!

010822

⁠A literatura não está associada a riqueza, mas é indubitavelmente um dos meandros que o leva a sociabilidade.

200922II

⁠MENTE ABERTA II

Só pode ser considerado um indivíduo de mente aberta, aquele que expõe o seu ponto de vista, sem a exigência da anuência por parte do outro. Mente aberta, tem aquela pessoa que acredita no poder do diálogo. Que vê neste, o melhor meio para a resolução dos conflitos.

281022

⁠As pessoas quando morrem são enterradas em um túmulo mórbido, frio e mudo, mas por todo tempo estiveram enganadas! Já estavam sepultadas nos corações dos ímpios vivos.

191122II

⁠E o tempo?
Controlas o tempo feito um controlador de voos?
Controlas o tempo feito tu guias o teu automóvel, a tua motocicleta ou o controle remoto da tua televisão?
O tempo é o Senhor dos senhores, não é à toa que no senso comum é tido como o maior inimigo de toda a história da humanidade .

081222II

⁠O que mais machuca um homem solitário, não é o contundente fato de estar sozinho no marasmo da solidão, mas sim, quando se vê como um mero espectador das carícias mútuas dos amores aficionados.

30122022

⁠Chegamos a um ponto que nos sentimos cansados de tudo!!!
Será mesmo?
O trabalho é muito?
Há quem está sem nenhum.
Está insuportável a jornada? Há alguém que suporte.
A remuneração é pouca?
Há quem seria extremamente feliz com a metade do que pra ti é pouco!!!

210223

⁠CRÔNICA DA VIDA
Quando permaneces por um longo período em um determinado lugar pode ser devido aos seguintes fatores: todo esse tempo que permaneceste, é porque és bom no que faz. É articulado , paciente e compreensivo.
Ou então é invisível, não é pário a ninguém e passaste despercebido. Por essa ótica é ruim. Mas quando não fores notado, significa que não fizeste nada de errado, não prejudicaste ninguém. Isso é positivo.
Não é crime e / ou pecado, ser um observador nato, que desdém a ambição, e notoriamente sabes a consequência disso? Essa é uma pergunta retórica.
É até admirável a busca pela excepcionalidade, a excelência em tudo que estas envolvido, contudo a vida de um obcecado e compulsivo, não é vida. É a guerra mais letal que existe. Porque não tens um inimigo, a sua maior batalha é consigo mesmo.
100124

⁠Por um longo tempo, o indivíduo espera o grande momento, onde realiza o seu sonho colossal. Após tais festividades, o sujeito se rende à realidade. A vastidão de um ano de muito trabalho, pouco reconhecimento, e muitas adversidades.

241224