Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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O mundo só muda quando cada um de nós muda; começo mudando por mim.

Eco de um perdão

Ouvi você, em gritos, dizer que ao seu redor não existem seres bons, nem seres honestos.

Ouvi você dizer que, quando partisse, ficaria na memória de muitos, mas que poucos estariam lá.

Ouvi você dizer que todos estavam errados por não estenderem as mãos e que nem sequer havia um abraço, nem mesmo um olhar.

Ouvi você dizer, entre gritos e choro, que gostaria de ter pelo menos um amigo, pelo menos um grande amor.

Em revolta e com as mãos atadas, mergulhei em lágrimas por não acreditar no grito da sua voz.

Você, onde quer que esteja, ouvirá o grito da minha solidão. Tenha certeza: meus pensamentos, em gritos, pedem a você:

Perdoe-me

A dor de um coração partido


Esse sentimento só alcança aqueles que se entregam, se permitem ficar vulneráveis e escolhem acreditar no amor.


E quem na terra merece mais amor do que as pessoas que estão dispostas a chorar por ele?


Não é fraqueza nem tolice. É coragem...

"Um Deus criado pelo homem não pode salvar o próprio homem."

"O homem moderno rejeita Deus… mas nunca deixa de criar um substituto inferior."

Houve um TEMPO em que o Rei exigiu sua coroa de ouro cravejada por diamantes, rubi, esmeraldas.

Em outro TEMPO o Rei dos Reis, mesmo sem pedir recebeu uma coroa de espinhos.

Em um país onde a corrupção é ambidestra, o diferencial é seu caráter.

⁠Se sua passagem nesta vida for rápida, que seja como a passagem de um cometa, cortando e marcando o céu da vida de alguém.

⁠Quem perdeu um grande amor, não tem um dia que não sinta saudades

Existe um cavalo chamado TRANSFORMAÇÃO que caminha pelo mundo buscando quem se recusa a desistir.

Todo ser humano é um rio de saudades que deságua no oceano da vida de alguém.

A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.

Todo sentido é um fractal: ampliá-lo é reconhecer a sua forma.

A simplicidade tem um encanto que o luxo não alcança

⁠Me agarro nos momentos simples da vida e consigo um encontro íntimo com o equilíbrio no meio do caos.

Mesmo quando tudo ao redor é simples, os sonhos dentro de um coração são imensos.

O Teatro De Luxo Tem Sempre Um Lado Medíocre.

Migalhas


Todas as tardes
uma senhora de vestido estampado
chega ao banco da praça
com um pequeno saco de pão nas mãos.
Senta-se devagar
e começa a lançar migalhas
sobre o chão gasto de passos.
Os pombos logo aparecem
serenos, platinados,
alguns escuros, outros claros
caminhando em círculos
como se conhecessem o ritual.
A tarde passa sem pressa.
A luz se inclina nos prédios,
e o horizonte começa a escurecer.
Quando as últimas migalhas se acabam,
a senhora limpa as mãos no vestido,
levanta-se com calma
e segue pela alameda.
Não diz palavra alguma.
Também não precisa.
Entre o bater de asas
e o silêncio da praça,
tudo
já foi dito.

Quintal da memória


Uma varanda,
uma vila,
um corredor comprido.
Da janela,
um quintal aberto ao mundo.
Chuva de verão caindo morna,
cheiro de café vindo da cozinha,
o leite crescendo no fogão.
Brinquedos esquecidos pelo chão.
Pai - porto seguro.
Avó - doçura de colo.
Madrinha - mãos cheias de agrados.
Padrinho - passos lentos pelas tardes.
Hoje,
quando a chuva retorna
e o café invade o ar,
fica apenas
a infância
roçando leve
as asas da lembrança.

Em nome de um amor que teme a dor, há quem viole o tempo da vida: abre o casulo da borboleta, quebra o ovo do pintinho e rouba da águia o chamado ao voo, aprisionando-a no ninho. No intento de proteger, desfaz a própria essência — pois toda vida que não enfrenta a luta perde a sua potência: e assim restam a borboleta sem asas, o pintinho sem chão e a águia sem céu… ecos de uma silenciosa desolação.