Uniao e Respeito em um grupo Jovem

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Olhar nos olhos de um filho, é como enxergar a luz do Sol irradiante, brilhando nas profundas "artérias" do coração...

Demora, mas um dia a gente entende e aprende que a autocrítica ensina e o egocentrismo mima.

⁠Reflexão da moeda:

De um lado temos a face, que significa quem somos e de outro lado um número, que significa o valor que temos.

Acredito que nós seres humanos somos concebidos com valor imensurável mas com o passar dos anos vamos precificando. E aí que entra o outro lado da moeda, a face.

Nossa personalidade vai se moldando com o tempo, e vários fatores nos fazem quem somos. Nossa vida é uma mescla de erros e acertos e por mais que cometamos erros sucessivos em certas oportunidades, nunca devemos esquecer quem somos.

Vai chegar um dia que seu valor ou sua índole vai ser colocada a prova.

Quer um conselho: Não abaixe a cabeça e continue a lutar, assim como a moeda, você é forte e dificilmente alguém vai te destruir.

"Obrigado, Deus, por me dar um coração inteiro e não uma pedra em forma de cifrão.".

Superando todos os obstáculos.
Se ontem você teve um dia difícil ou escorregou um pouco, lembre-se de que foi apenas um tropeço e siga em frente.
A vida é uma jornada, e é importante aproveitar cada momento com alegria e satisfação.
Mesmo que o obstáculo tenha sido grande, nunca desista. Continue caminhando, pois você vai superar todos os desafios que aparecerem pelo caminho.

Qualquer um consegue, desde que deixe de ser qualquer um.

Em uma discussão não há um vencedor!

É uma guerra por quem grita mais alto e geralmente o seu adversário é seu amor.
Qual será o resultado desse conflito se um perceber que não há vitoriosos nessa batalha por mais amor?

Baixe a voz e levante a bandeira da PAZ!

Sobreviver à própria dor é um ato silencioso de valentia.

Ele : uma casa lotada de mulheres .. meu sonho *-*
Ela : uma casa, com um unico homem, que me ame de verdade… é o meu sonho *-*

O Mito Enjaulado
William Contraponto


O chefe dos boçais atrás das grades
Deveria ser um grande alívio;
Mas eles inventam outras verdades
E seguem o mito em desvario.


A cela expõe o preço da arrogância,
Sem convencer o fiel cativo;
Ele nega a própria circunstância
E chama o cárcere de “motivo”.


A sentença pesa como ferro frio,
Mas há quem jure ser fingida;
Criam teorias em desafio,
Num culto à fraude repetida.


O país que sangra por transparência
Ainda escuta o coro nocivo;
Gritam por honra, mas com ausência
Do que sustenta o real vivo.


E enquanto a Justiça cumpre o fato,
Eles se agarram ao discurso antigo;
Transformam culpa em falso ato
E seguem marchando com o perigo.

⁠”Um coração ferido também floresce.
Demora, mas um dia a dor vira força — e o amor próprio floresce onde antes era falta”.

⁠Um dia um amigo perguntou-me qual o meu maior objetivo no jornalismo...

- O meu objetivo no jornalismo é trazer para a sociedade uma justiça imparcial; Causar nela indignação, vontade de reivindicar, exigir, ir à luta, lutar. Trazer a verdade como um banquete especial de fim de ano! Se alimentar do absolutismo. É tornar o jornalismo raso escasso e buscar o complexo para o povo, o que é arriscado de cutucar.

⁠Eu tenho sede...
Sede de um mundo apto às minhas estranhezas de ser e querer viver.
Sede de alguém que eu amaria estar e compartilhar as incertezas que na vida há.

⁠Uma boa oratória e um sobrenome é o suficiente para os tolos se confundirem.
Que péssimo.

⁠Seja raro como um suave petricor num dia chuvoso com um café amargo e um livro de Charles Bukowski...
Aliás, qual o felizardo que quer ser lembrado assim?

⁠Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.

⁠É de lei o fracassado arrumar um culpado para o seu fracasso.
O sábio encara isso como aprendizado.

A Perca pode não ser perda!


O que pode ser importante para alguns
pode não preencher um...


O que reluz ouro para tantos pode ser tolo para algums, me enquadrando ao comento...


Houveram sim valores envolvidos, que mantive a duras penas em proteção e zelo a todos a familia principalmente, o que se fazia presente eram valores meus e familia, atirados ao chão


Não costumo perguntar quão longe é a estrada o caminho quem me levará sou eu, não por aquilo que as pessoas vislumbram e sim o que é importante para mim, mesmo atirado ao fogo das aflições muitos sentimentos massacrados em conflito apenas celaram e marcaram uma Homem que estaria dispospo a pagar com a vida se necessario o bem daqueles o apedrejam


Ja identificando-se com a rede jogada ao mar das solitudes, você pescou uma "verdade" dolorosa enquanto o outro lado se contentou com a "Mentira como Justificativa " a Venal contradição em falar e o fazer".


Você sente que, nessa luta onde só você ficou de pé, o que foi "massacrado" em você ainda tem chance de se reconstruir, ou a sensação é de que a masmorra da incompreensão selou o fim da batalha? Jamais... Mesmo estando em um poço fundo, ainda sim posse ser feliz e ter esperança, posto a noite olhar para cima e contemplar as estrelas...


(Muitos erros portuques etc,,, nao aguento mais muito cansado mas nao poderia deixa de tentar te responder e muito dificil falar de nos)

Em um mundo onde o valor de uma pessoa era medido pelo peso da carteira, e não pelo que carregava no peito, dois irmãos caminhavam perdidos. Não estavam perdidos apenas no espaço, mas em algo muito mais profundo: no sentido de existir.


O mais velho, Elias, lembrava vagamente de quando as pessoas sorriam sem interesse escondido. Ele guardava essas memórias como quem protege um objeto raro, quase extinto. O mais novo, Theo, nunca chegou a conhecer esse mundo. Cresceu aprendendo que gentileza não comprava pão e que sonhos não pagavam dívidas.


As cidades eram altas e frias, feitas de vidro e números. Crianças aprendiam a contar dinheiro antes de aprender a contar histórias. Quem não tinha, desaparecia. Não morria oficialmente, apenas deixava de ser visto.


E foi assim que os irmãos se perderam do resto do mundo: recusando-se a esquecer quem eram.


Eles vagavam de bairro em bairro, fazendo pequenos trabalhos que ninguém queria, sempre pagos com o mínimo possível. Ainda assim, dividiam tudo. Um pedaço de pão partido ao meio tinha mais valor do que qualquer moeda que já haviam visto. À noite, deitados sob o céu poluído, Elias contava histórias inventadas sobre um tempo em que caráter era riqueza. Theo ouvia como quem escuta uma promessa.


Um dia, chegaram a uma região esquecida, um lugar onde o sistema havia falhado. Não havia bancos nem grandes prédios, apenas pessoas cansadas. Ali, algo estranho acontecia: ninguém tinha muito dinheiro, mas ninguém parecia vazio.


Os irmãos começaram ajudando como podiam. Elias consertava o que estava quebrado. Theo cuidava das crianças enquanto os adultos trabalhavam. Ninguém perguntava quanto eles tinham. Perguntavam apenas se podiam ficar.


Com o tempo, aquele lugar cresceu. Não em números, mas em laços. Pessoas de fora começaram a aparecer, atraídas por algo que não sabiam explicar. Ali, a confiança valia mais que contratos. A palavra dada era respeitada. O caráter, finalmente, tinha peso.


Sem perceber, os irmãos haviam criado um refúgio. Um lugar onde o mundo funcionava diferente.


Anos depois, quando alguém perguntava como aquele lugar havia começado, ninguém falava de dinheiro, investimentos ou poder. Falavam de dois irmãos perdidos que se recusaram a se perder de si mesmos.


E, naquele mundo que ensinava que dinheiro era tudo, Elias e Theo provaram que caráter ainda podia salvar não apenas duas vidas, mas muitas.


Eles já não estavam perdidos. Tinham encontrado um lar.


— Cyrox

Ontem foi um hoje que passou sem pedir licença.
Hoje é o único lugar onde o futuro respira.
Amanhã é promessa — nunca morada.
O futuro não vem de longe,
ele chega disfarçado de agora.
Bate à porta como instante,
entra como escolha,
e sai como lembrança.
No hoje de ontem, eu adiei.
No hoje de agora, eu decido.
E no hoje que chamam de amanhã,
colherei o peso do que fiz
ou o vazio do que temi.
Pergunto: que futuro é esse
que só reconheço quando já partiu?
Talvez não seja cego o futuro,
mas distraído o olhar
que insiste em procurá-lo adiante
quando ele sempre esteve aqui.
O futuro não se vê —
se constrói.
Não se espera —
se vive.
Ele nunca mora no depois,
apenas atravessa o presente
e cobra silêncio ou coragem.
Porque o futuro vem sempre hoje.
E quem não vive o hoje
assiste o amanhã
indo embora
sem sequer dizer adeus.