Uniao e Respeito em um grupo Jovem
Enfim serei eu só
E você só
Dois conhecidos
Que queriam ser um só em desejos
Mas a vida disse que não
“O amor é como
um rio que deságua no mar
na mesma proporção ele
invade o coração e penetra na alma”
"A vida seria estranha
se não pudéssemos
escrever as próprias vivências
ou brincar um pouquinho de uma realidade
chamada imaginação".
O amor seria mais um motivo
Pelo qual as minhas noites
Ficam mais escuras
Onde os meus sonhos viram pesadelos
E o medo de ti perder são constante
Na minha alma
Prevalecer no caminho
Em busca de vencer
Os medos
Os obstáculos
Vivendo um dia após o outro
Na perspectiva da concretização
Dos objetivos e metas
Para se ter uma vida melhor e produtiva
Abracei- me por um momento
E pude pensar
Que o mais importante
É viver
A vida
Que pulsa nas minhas veias
E que me diz
Que o valiosa
E eterna
Para mim mesma
A vida é intensa
Você planta
Você colhe
Um dia você está por cima
No outro você pode está por baixo
Que os caminhos sejam
Os mais leves possíveis
Que o otimismo e a humildade sejam os combustíveis
Quando os obstáculos vierem
E que a luz do amor
Seja a única a ser deixada visível aos olhos
Por que só o bem precisa prevalecer
Em meio as tempestades
Da imaturidade e dos egos aflorados
No meu coração existe um buraco
O seu tamanho é enorme
Não queria
Mas você quis que fosse assim
E assim será até minha carne fechar
E o buraco não mais existir
E a cicatriz que ficar será
Pra me lembrar de novo
Que devo
Te tirar do meu peito
Por que o teu sentimento
De não me querer
Foi o causador da ferida
No meu ser
Mas enfim ela se curou
E por isso vou buscar
A felicidade nos braços de quem
Me disser
Meu bem querer
Te quero
Pra te amar
E te cuidar
A dita solidão
Poderia resolver
A busca de ser encontrar
Um tempo, um tempo
De se permitir
Se entender como ser
Entendendo as incógnitas
Os medos
As estranhezas
Que a vida se tem
Tão imensa mas
Tão necessária
Pra se aprender
A amar sua própria companhia
E assim vivendo a essência da solidão
Na virtude do profundo da alma
É um misto de emoção
Não sei se choro
Não sei se sorriu
Será a contradição
Que meu ser
Consiste
Em ter
Em minutos
Depois de ler
Sua mensagem
Não sei se choro
Não sei se sorriu
Ao poucos
Vou tentando
Entender
O que sinto
Que leva
Da total
Felicidade
A mais profunda tristeza
Não sei se choro
Não ser se sorriu
Meu ser é confuso
E só me resta sentir
Sem querer explicar
O que o sentimento
Não quer falar
Rosa V é um pseudônimo usado pela escritora Debora Pereira dos Santos.
Foi criado num momento de conflito ideológico com o seu próprio ser, seus pensamentos e sentimentos.
Ela é uma escritora Brasileira que escreve sobre poesia profana, amor correspondido, amor não correspondido e frases aleatórias sobre a vida.
É também Formada em Educação Física e Pós Graduada em Psicomotricidade. Em 2024 começou seu Mestrado em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento da Educação.
Já participou da Antologia Nosso Amor da organizadora Lucélia Santos em 2023 da editora Brunsmarck.
Também participou da Revista Conexão Literatura onde foi publicado três
poemas de amor em 2023.
A menina anjo peregrina
Um lindo dia uma
Menina com poder de voar
Resolveu sair do lugar
Onde morava
E buscou explorar
Outros lugares
Ela saiu voando
Até que encontrou
Um lugar
Com um jardim
E decidiu parar
Para descansar
E aí deitou em baixo
De uma árvore
E o tempo passou
E ela acabou dormindo
Quando estava já no finalzinho
Da tarde abriu suas asas
E começou a
A voar de novo pelo céu
Voou, voou
Até que chegou em uma cidade
E aí parou num parque
E sentou em um banco
Onde se deparou com
Uma menina brincando
Logo a sua frente
E as duas começaram a se falar
E a menina perguntou
Porque você tem asas?
E a menina anjo peregrina
Respondeu:
Porque eu sou de um outro lugar!
E a menina falou: que lugar é esse?
E a anjo respondeu:
De um lugar depois dos céus
E então a menina ficou surpresa
E disse: e porque você está aqui
Em baixo?
E a peregrina respondeu
Porque eu vim explorar esse lugar
E descobrir como é a vida de vocês aqui
Passou mais um tempo elas conversando
E a menina anjo peregrina falou:
Agora eu preciso ir
Foi um prazer te conhecer
Tchau
E a menina respondeu
Tchau até mais
E as duas se abraçaram e
A anjo abriu suas asas e começou a voar no céu
Amar
Diretamente
É falar
É cuidar
É proteger
É um eu te amo
É fazer um cafuné
É um acolher
Amar
Diretamente
É escolher
É prioridade
É um prazer
De estar
E de conviver
A Libélula Voadora e o Espelho Encantado
Era uma vez, em um jardim repleto de flores coloridas e árvores que dançavam ao vento, uma libélula muito especial chamada Lili. Ela tinha asas brilhantes, que mudavam de cor conforme o sol a tocava, e adorava voar entre as plantas, espalhando alegria por onde passava. Mas Lili tinha um segredo: ela amava olhar-se no espelho.
Não era um espelho qualquer. Era um espelho mágico que morava em um cantinho escondido do jardim, envolto por flores que se abriam apenas para quem realmente acreditasse na magia. O espelho não refletia só a aparência de quem olhasse para ele, mas também mostrava o coração da pessoa, o que ela sentia por dentro.
Lili, com suas asas brilhantes e seu voo gracioso, sempre se admirava diante do espelho. Quando se via, as cores de suas asas ficavam ainda mais intensas, e ela sentia uma alegria profunda dentro de si. “Eu sou linda!”, pensava, feliz com o reflexo que via.
Mas um dia, enquanto voava ao redor do espelho, Lili percebeu algo diferente. Ela não estava mais sozinha. Uma borboleta tímida se aproximou e, com as asas um pouco desbotadas, olhou para o espelho. “Será que sou bonita?”, perguntou a borboleta, com uma voz baixa.
Lili, com seu coração cheio de gentileza, voou até a borboleta e lhe disse: “Venha, olhe o espelho! Ele mostra mais do que você pode ver com os olhos. Ele mostra a sua essência, a beleza que só o coração pode sentir.” Juntas, as duas pequenas amigas olharam para o espelho.
Ao fazer isso, a borboleta viu, não apenas suas asas desbotadas, mas a luz que brilhava em seu coração, uma luz que emanava coragem e gentileza. Suas asas ganharam novas cores, como se a magia do espelho tivesse tocado sua alma.
“Agora vejo! Eu sou bonita de um jeito único!” disse a borboleta, radiante.
Lili sorriu e, com suas asas brilhando ainda mais intensamente, explicou: “A verdadeira beleza vem de dentro, do que somos, do que sentimos. E todos nós temos algo especial, algo que só nós podemos mostrar ao mundo.”
Desde então, Lili e a borboleta se tornaram grandes amigas. Elas passaram a voar juntas, espalhando a mensagem do espelho encantado: que a verdadeira beleza é aquela que vem do coração, que todos têm algo único e especial, e que, com um pouco de magia, podemos ver a verdadeira essência das coisas.
E o espelho? Ele continuou a brilhar no jardim, esperando por quem estivesse pronto para olhar além da superfície e descobrir a magia que morava dentro de si.
Fim.
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