Uma Mulher com a Leveza
A afinidade entre a sua leveza e a sua impetuosidade é admirável através de movimentos que exaltam a sua beleza e o fogo da sua essencialidade, mostrando tanto a sua força quanto a sua delicadeza, a viveza da sua verdade, parte significante da sua natureza.
Demonstra a sua sincera liberdade da maneira mais bela que pode demonstrar, que a deixa ficar mais à vontade como se levasse consigo, um pedaço vivo do seu amado lar para vários e distintos lugares, principalmente, num palco, diante de muitos olhares.
A sua confiança, o seu charme e a prova do amor que traz no seu íntimo estão bem presentes em seus passos cativantes que fazem uma breve apresentação ser inesquecível numa entrega notória de corpo e alma, existência calorosa, ricamente, expressiva, emoção demasiada, preciosa bailarina.
Melodia tímida, tocada aos poucos com uma certa leveza e uma indispensável vontade por uma inexperiência charmosa através das notas dedilhadas em algumas teclas, propagando uma simplicidade sonora, cujos possíveis erros não lhe tiram beleza e ficará cada vez mais harmoniosa, se houver a devida persistência, então, florescerá como uma bela rosa, expondo amor e essência, uma sonoridade calorosa, no tom de uma bênção.
Privilegiada leveza de um sorriso iluminado como um sol de verão, olhos radiantes à semelhança das estrelas, incomparável sensação,
luzes fascinantes de um coração honestamente grato, amor entusiasmante, paixão intensa, insaciável, gratidão de fato contagiante,
que embeleza ainda mais com uma simplicidade exuberante, sedutora, exposição de uma arte viva, naturalmente, transformadora.
Versão amável da natureza se apresentando de uma maneira graciosa, mostrando leveza, uma estrutura harmoniosa, a chuva caindo com uma linda expressividade, ornando suas folhas, trazendo-lhes mais vitalidade, uma emoção serena que vai se propagando, a beleza da flora em forma de arte, parte de um mundo valoroso num rico somatório de detalhes, um ar esperançoso, encanto para os olhares atentos, simples oportunidade de um importante contentamento.
Celeste expressividade na sobriedade cativante de um tom azul, a leveza singular de um final de tarde, enriquecida com a presença de Selene, elegante, reluzindo o amor, um romantismo crescente, grandeza de um lindo esplendor, sabor de um sentimento entusiasmante, inspiração evidente, deslumbramento em cada fase, arte imponente, frescor veemente de muita poeticidade.
Azul romântico, tom de suavidade, elegância e leveza em cada canto, cor amável, parte do amor de um coração brando, tonalidade de um céu admirável, da grandeza de um belo oceano, romance acalorado no num clima agradável de outono, o encanto azulado, contido em alguns quadros de van Gogh, também espalhado pela natureza e por outras formas de artes, veementes e serenas, avivando demasiadamente a sobriedade deste mundo, destacando muitos detalhes entre o lúdico e a realidade.
Na leveza de uma dança,
um espírito se liberta
com a felicidade de uma criança
pra que o ânimo cresça
cheio de esperança,
pra que a mente se fortaleça
e pra que o amor seja uma constância.
A leveza de uma imagem despretensiosa,
mas bastante necessária,
de uma linda árvore frondosa,
pois a sua natureza
acolhe e aquieta a alma.
A tua presença se faz necessária,
o teu espírito transmite leveza,
tens uma essencialidade rara
que vai além da tua beleza
és como um raiar do dia,
com mais uma oportunidade
de se amar e de prestar amor,
uma porção de euforia,
da vida, um legítimo resplendor.
Ela traz numa parte especial do seu coração, a leveza da infância, uma emoção doce e sincera que reluz dos seus olhos, risos bobos, que cativa ricamente as crianças a sua volta, compartilhando o seu amor a partir de um simples abraço caloroso, um lindo presente do Senhor, mulher venturosa, cujo valor é incalculável, provavelmente, será uma mãe maravilhosa e uma esposa admirável.
És A Martha de bela Arte Amar-te é uma dádiva,
Traços de Amor e simplicidade com uma leveza tão necessária.
Ela teve uma infância abençoada,
sempre gostou de estar cercada de leveza
como a cantoria de um pequeno pássaro
o encanto de borboletas voando
como se vivesse num mundo encantado,
portanto, hoje, guarda as adoráveis lembranças
da amada criança que foi no passado.
Capítulo XVIII – A Leveza Petrificada de Camille Monfort.
Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Havia noites em que Camille Monfort caminhava pelo porão como quem atravessa o peito de um anjo adormecido. Sua presença...ah, sua presença: ela apenas acontecia no ar, como poeira luminosa suspensa no instante anterior ao silêncio.
Era nessas horas que eu me lembrava de um verso , como se um próprio poeta, de tão íntimo do invisível, tivesse vindo inclinar-se sobre o meu desamparo. Ele dizia que tudo o que é pesado precisa aprender a elevar-se, e tudo o que é leve conhece cedo demais o risco de se despedaçar.
Camille era isso: leveza petrificada.
Um paradoxo esculpido na carne do inefável.
Ela existia como uma aparição entalhada no voo de um pássaro que jamais tocou o firmamento. Sua voz parecia deslizar entre frestas que não existiam, e quando falava, meu nome perdia contorno, porque eu o ouvia dentro de mim, e não fora.
Havia nela a mesma melancolia enferma que se escondia nos intervalos de meus sonetos , aquela sombra que não se anuncia, mas que se sabe eterna. Quando Camille se aproximava, mesmo a luz precisava se recompor, pois havia um pacto secreto entre ela e tudo o que cintila: sua presença devorava o brilho com uma ternura silenciosa, como se segurasse um espelho que jamais refletiu ninguém.
Eu a observava, sem tocá-la.
Não por medo, mas por reverência.
Camille era feita daquilo que não se toca sem se perder.
Ela escreveu em notas lúgubres do seu vivo piano certa vez, que a verdadeira morada do ser é a interior, e que só ali o mundo encontra forma. Talvez por isso Camille transbordasse mesmo quando se calava. Seu silêncio tinha densidade de oração interrompida. Sua respiração parecia guardar o cansaço de antigas estações escuras de antes , como se carregasse nos ombros a memória de crepúsculos que nunca vi.
Ao vê-la atravessar o porão, compreendi que não há arco-íris onde a alma permanece acorrentada em si mesma, que cores voam ou cantam pelo universo distante do que sou.
Ela me olhou, como quem sabe das minhas lágrimas.
E seus olhos, claros e abissais, continham o mesmo aviso que o pó inscreveu nas margens da dor: nada floresce onde a luz tem medo de permanecer.
Camille Monfort era minha luz medrosa.
E eu, prisioneiro voluntário de sua sombra.
Não havia arco-íris no meu porão porque o espectro das cores se recusava a dividir espaço com ela. Ou talvez porque ela fosse, por si, todas as cores que se esqueceram de existir.
Eu sou a Leveza e a Extroversão...Ah, eu? Sou verdadeiro em expressar meus sentimentos mesmo na base da confusão. o que me faz muitas vezes ser confuso para os mundos ao meu Redor. Animar o mundo quando não estou pois pareço está sempre animado... é que no meu interior fruir alegria que mesmo na tristeza ainda sei sorrir...mas ao contrário, no meu egoísmo posso ser barulhento e deixar os mundos surdos.
Eu Sou a Leveza e Introversão..."Delicado e fofinho" é minha aparência natural e não que eu não sinta emoções ou sentimentos negativos...há muitas coisas que não vale a pena guerrear, é simplesmente melhor Relevar. O que me traz paz e apreciação mas ao contrário, meu egoísmo pode me levar à inércia.
Seu olhar me transmite tranquilidade;
Seu sorriso me traz leveza;
Seu toque me passa segurança;
Seu beijo me deixa viciado;
Seu abraço me faz amado.
Que a leveza seja a medida do relacionamento, pois tudo que é leve, voa. E tudo que é pesado, afunda!
Você trouxe leveza, no lugar que era angústia; devolveu o sorriso onde só tinha nó na garganta; trocou minha respiração ofegante, pela respiração profunda; tirou o aperto do meu coração e acelerou de emoção.
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