Um Homem para Casar
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" 'O Homem (a Humanidade) acaba não quando morre, mas quando desiste!' Descobri que essa não é de Minha Autoria, mas poderia ser. Essa é atribuída ao Meu Admirador, o Senhor Oscar Wilde!"
0110 "O casamento deles fracassou justo por causa daquele homem e daquela mulher que surgiram na vida deles, ou seja: ele e ela, respectivamente!"
0349 "Podem apostar (e irão ganhar): Homem saindo do banheiro com a camisa meio pra fora, meio pra dentro, foi o 'número 2'."
2073 📜 " 'O Homem acaba não quando morre, mas quando desiste!' Quem teria dito isso, pela primeira vez?"
2295 📜 " 'O Homem Acaba não Quando Morre, mas Quando Desiste'. Não, não sou Autor dessa beleza (também pensei que fosse). O Autor é Meu Admirador, o Oscar Wilde, aquele que jamais teve Duas ou Mais Contas em Redes Sociais (para se passar por 'Esperto')!"
3235 📜 Afinal, COM QUE DIREITA essa DIREITA pretende Derrotar o Homem? Hein? Aquele que já venceu, por enquanto, 5 Eleições para Presidente. Com QUE DIREITA?
O homem é a mais bela das tragédias; fábrica de poesia e horror; o único ser capaz de escrever sobre o amor, e ainda assim erguer campos de extermínio.
Somente a prisão pode libertar um homem atormentado pelo próprio crime; enquanto estiver livre, estará preso.
Invejo-te, ancião; invejo qualquer homem que passou pela vida sem perigos, sem fama, sem glória.
do livro Euripides,pensamentos de Sérgio F. Januario
Não são as horas de trabalho de um homem que importam - são suas horas de lazer.
sfj,Christie,a,citações
Maldito seja o cristão que, para defender um político, precisa odiar um irmão. Fez de um homem seu messias, de um partido sua igreja e da política sua religião. Carrega Cristo na boca enquanto crucifica tudo o que Ele ensinou.
Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.
Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.
Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.
Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.
Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.
A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.
É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.
A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.
Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
Muitos que afirmam que Homem não Chora, nunca se esconderam para chorar — num Corredor Hospitalar.
Talvez os “durões” nunca tenham precisado fugir para os corredores hospitalares, só para chorarem em silêncio…
Nunca tenham sentido o peso de uma notícia atravessando o peito, enquanto o mundo continua andando como se nada estivesse acontecendo.
O corredor de um hospital ensina lições que nenhum discurso pode alcançar.
Ali, onde os grandes também se esvaziam, se aliviam, o choro não é fraqueza — é sobrevivência.
É o lugar onde muitos homens escondem as lágrimas, não por vergonha, mas por amor: para poupar os seus, para sustentar quem precisa de força, mesmo quando a própria já está prestes a se esgotar.
“Homem não chora” — especialmente em público, dizem.
Mas chora na solidão, na madrugada, no banheiro trancado, no veículo, andando ou parado, no corredor frio onde esperança e medo disputam espaço.
Choram porque sentem.
Porque amam.
E, porque carregam responsabilidades que já não cabem nas palavras.
Talvez o verdadeiro sinal de maturidade emocional não seja conter as lágrimas, mas saber por que elas caem.
E, ainda assim, seguir em frente, de cabeça erguida, coração ferido, alma lavada e inteira…
Sempre cientes de que se esforçar para não chorar dói tanto quanto se esforçar para sorrir.
