Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
O Marido só tem uma amiga especial, e o seu nome é Esposa! A esposa só tem um amigo especial, e o seu nome é Marido! As outras e outros são um convite com um forte potencial para alguém chamado Adultério!
Os pecados de um homem sem Cristo são mais do que podemos contar, mais numerosos do que os cabelos da tua cabeça. Quem pode contar a areia da praia, ou as gotas da chuva ou os pecados de um homem sem Cristo?
Sermões: "O caminho do Reino", II 2-3 (5,1,156-57).
Aqui se concentrando em representações gráficas de sangue e violência. Criando um interesse na mutilação do corpo humano de forma teatral.
Trago um poema farto de incertezas
Ressoando farpado e monótono canto
Cujas letras, isentas de qualquer leveza
Soam atravessadas, sem o menor encanto
Trago ideias em frases curtas, resumidas
Seguimento vão, que coisa alguma traduz
Emoções sangram, esgarçadas, sentidas
Sob a casca tênue de um verso que não seduz
Frases derrubadas nos barrancos do soneto
Reverberando os ais que da alma transborda
Esquecidas em meio a um e outro terceto
Entre tantas rimas, que a poesia não acorda
Talvez amanhã, as palavras que não escrevi
Revelem a verdade, daquelas que não proferi.
Não sou apenas um conjunto de ossos entrelaçados por músculos e nervos, sou uma obra ainda inacabada que se molda, se transforma, buscando se tornar uma pessoa melhor
Deus me fez um coração intenso
que pulsa, ama e chora
Deus me fez um coração presente
que espera, permanece ou volta
Deus me fez um coração amigo
que escuta, conforta e apoia
Deus me fez um coração antigo
que sangra, cicatriza e recorda
Deus me fez um coração sensível
que sente, vibra e toca
Deus me fez um coração valente
que enfrenta, dói, mas suporta
Deus me fez um coração pequenino
Que esquece, perdoa e ora
Deus me fez um coração repleto
Que deseja, se espalha e adora!!!!
A dor de não ter um amigo, você ja sentiu?
Hoje eu entendo o coração pulsante de Vinícius de Moraes quando disse "eu poderia suportar, embora não sem dor que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos" .
Talvez a dor de perdermos os amores seria intensa, mas a dor de não ter um amigo seria maior . Sempre super valorizei o poder de uma amizade, a capacidade que um amigo tem nos transformar, embora nunca assumimos isto.
Amigos não tem preço, não se encontram em uma esquina qualquer, não se vendem em super mercados, não estão na vitrine de um shopping, nem tão pouco em anúncios de jornais . São conquistados pela fragilidade e sensibilidade que temos em não querer estar só. São complementos na vida do ser humano ao qual requer responsabilidade, sentimentos, compreensão , sinceridade e confiança.
A força da amizade é um laço bem feito , que desenrola quando bem entender, não tem nó, não aprisiona e nem tão pouco julga. Cada vez mais acredito que amigos a gente escolhe , seleciona , sente , reconhece , ta na gente e na forma com vivemos.
Sou bem seletiva nesta área e com a permissão de Oscar Wilde "escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta ", aqueles que não vivem de hipocrisia, mas que tem a alma limpa coberta de verdades livres e não impostas, amigos que mesmo sabendo quem sou e como sou estarão comigo, me defendendo quando me acusarem, me protegendo quando falarem de mim, me amando quando todos me odiarem, sendo contra mim quando eu errar, mas sempre comigo me levando a acertar.
Escolho meus amigos pela capacidade que eles tem em me compreender, e mesmo distantes me fazem senti los por perto, seja no mundo real ou virtual. Escolho meus amigos pela beleza interior , dos chatos aos agradáveis , dos bobos aos sérios , dos insanos aos normais , do certinhos aos loucos, dos falantes ao silenciosos , mas que conhecem e reconhecem o avesso de mim....
Estamos na semana da amizade....Escolha um amigo, reconhece o e sinta o prazer de se ter um amigo...porque hoje eu escolhi você
"Por isto fica aqui um pedido: desta humilde "amiga" :não deixe que a vida passe em branco e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades."eu poderia suportar, embora não sem dor que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos" .
(Vinicius de Moraes)
Era de costume eu me sentir sozinha mesmo estando com pessoas ao lado. As vezes sentia um vázio que não conseguia preencher, um vázio que só poderia ser preenchido por alguém que não me dava atenção, não me proporcionava momentos agradáveis. Mas sempre eu almejei a mudança nesse alguém, eu botei fé que um dia essa situação de desamparo iria mudar. Foi aí que eu percebi algo, a mudança em alguém só acontece de verdade, quando a gente dá um voto de confiança. Por maior que seja o sacrifício em acreditar novamente na pessoa, temos que pensar posivo. Pensar que estamos fazendo o bem não só pra pessoa, mas também pra nós mesmos. Apoiar, confiar e acreditar, fazem parte da vida. Hoje em dia o vázio que não era preenchido, se preencheu completamente.Eu apostei todas as minhas fichas em você, e você retribuiu dando valor a confiança que lhe foi dada!!!🍀🍀🍀
Vida de nordestino
é cordel
história de um povo valente
que fala oxente
tem orgulho do seu chão
e cultiva
o melhor da semente
da Maria Bonita e do Lampião.
Perceber: é um verbo que, quase sempre, significa entender o que não estão querendo que a gente entenda.
Texto Aniversário de Namoro
Bom,
Já fazem dois meses,
Exatamente sessenta e um dias de puro amor..
Puro amor, sim!
Amor sem brigas (pra quê brigas?),
Sem discussões nem nada...
De puro amor,
De beijos,
Beijos suaves ou quentes, lentos ou intensos,
Beijos que eu não esqueço
Que me recordo na madrugada
Que fazem eu me sentir tão bem,
E amada
Sessenta e um dias de abraços
E que abraços,
Abraços de saudade, de aconchego,
Abraços apertados, envolventes
Que eu só encontro nos teus braços
Os melhores abraços 😍
Dois meses de amassos
AQUELES amassos, dos quais eu nem preciso comentar
Melhores amassos 💞
Dois meses de olhares, e que olhares...
Eu já te disse o quanto eu gosto de olhar pra ti?
Tu é tão lindo, não dá pra parar de olhar 😍
Esses olhos tão lindos, que me olham com tanto amor, desejo, ternura...
Dois meses de uma conexão fora do normal, que nos faz pensar nas mesmas coisas e de vez em quando achar umas bolhinhas por ai ao mesmo tempo 😄
Dois meses de companheirismo, e que companheiro que eu arranjei ❤
Que me escuta, me entende, e acima de tudo me respeita
Dois meses de cafuné na hora da aula, que eu particularmente amo
Dois meses também de alegria, por ter você comigo
Me amando, nesse namoro clandestino
Enfim amor,
São dois meses de muitas alegrias, de amor, de companhia, de amassos, de tudo
Por que sim, você é meu tudo e eu não me imagino sem você
Sem um beijo que não seja o seu
Ou sem o aconchego dos seus braços ..
TE AMO
Muito
E essas duas palavras ainda são muito pouco pra definir exatamente o que eu sinto
Esse texto, foi uma parte, uma pequena parte desses dois meses
Que passaram rápido e devagar ao mesmo tempo
Que sejam os dois meses de muitos ❤
TE AMO (de novo)
Por que sim!
Foi Charles G. Finney que contou esta história. Ele estava realizando um avivamento em Detroit. Uma noite quando ele ia a entrar na igreja, um homem veio ter com ele e lhe perguntou: ‘É o Doutor Finney?’
‘Sim’
‘Não sei se me poderá fazer um favor. Esta noite quando terminar, quer vir comigo a minha casa e falar-me da minha alma?’
‘Com todo o gosto. Aguarde-me’.
Finney foi para dentro, e alguns dos homens o detiveram: ‘Irmão Finney, o que queria aquele homem?’
‘Ele queria que eu fosse a casa com ele’
‘Não vá’
‘Tenho muita pena, mas eu lho prometi, e tenho de ir com ele’.
Quando a reunião acabou, Finney saiu pela porta. O homem estava aguardando, pegou no seu braço e disse: ‘Venha comigo’. Andaram três ou quatro quarteirões, viraram numa rua lateral, desceram uma viela, e na segunda casa o homem se deteve: ‘Fique aqui um minuto, Irmão Finney’. Ele pôs a mão no seu bolso, tirou uma chave, e abriu a porta, virou-se para o pregador e disse: ‘Entre’.
Finney entrou no aposento. Havia um tapete no chão, uma lareira, uma escrevaninha, uma cadeira giratória, dois sofás e nada mais.
Havia uma espécie de subtil parede divisória ao redor de todo o aposento excepto onde havia a lareira.
Finney voltou-se para trás. O homem estava fechando a porta, tinha posto a mão no seu bolso posterior e tinha tirado um revólver que segurava na sua mão. ‘Eu não pretendo fazer-lhe algum mal’, ele disse: ‘Eu só quero fazer-lhe algumas perguntas. Quis realmente dizer o que disse no seu sermão ontem à noite, isto é, que o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado?’
‘Sim, Deus diz isso’.
‘Irmão Finney, vê este revólver? Matou quatro pessoas. É meu. Duas delas foram mortas por mim, duas pelo barman numa rixa no meu saloon. Há esperança para um homem como eu?’
Finney respondeu: ‘O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado’.
‘Irmão Finney, uma outra pergunta. Por detrás desta parede há um saloon. É de minha propriedade tanto o saloon como tudo o que está lá dentro. Nós vendemos todo o tipo de licor a quem quer que entre. Muitas vezes tirei o último centavo do bolso de um homem, fazendo padecer de fome a sua mulher e os seus filhos. Muitas vezes mulheres trouxeram aqui os seus bebés e suplicaram que não vendesse mais nenhuma bebida alcoólica aos seus maridos, mas eu as expulsei e continuei com a venda do Whisky. Há esperança para um homem como eu?’
Finney disse: ‘Deus diz: ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Uma outra pergunta, Irmão Finney. Por detrás desta outra parede há uma casa de jogo de azar, e é desonesta como Satanás. Não há uma roda decente em todo o estabelecimento. É tudo viciado e desonesto. Um homem deixa o saloon com um resto de dinheiro no bolso, e nós aí lho tiramos. Houve homens que saíram desse lugar de jogo de azar para cometer suicídio quando o seu dinheiro, e talvez dinheiro lhes dado por empréstimo, tinha acabado todo. Há alguma esperança para um homem como eu?’
‘Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
‘Mais uma outra pergunta e depois o deixarei ir. Quando sair desta viela, vire à direita na direção da rua, olhe para o outro lado da rua, e ali verá uma casa de pedras castanhas de dois andares – é a minha casa. É de minha propriedade. Lá estão a minha mulher e a minha filha de onze anos de nome Margaret. Há treze anos fui a New York para tratar de negócios. Encontrei uma bela rapariga. Menti-lhe. Disse-lhe que era um agente de bolsa, e ela casou comigo. A trouxe para aqui, e quando ela descobriu os meus negócios isto lhe partiu o coração. Eu tornei a sua vida um inferno sobre a terra. Eu voltei para casa bêbedo, bati-lhe, abusei dela, fechei-a fora de casa, tornei a sua vida mais miserável do que a de qualquer animal selvagem. Há cerca de um mês, eu fui numa noite para casa bêbedo. Minha mulher de alguma maneira me estorvou e eu comecei a bater-lhe. Minha filha se lançou entre nós. Esbofeteei aquela rapariga, a empurrei contra um aquecedor em brasa. O seu braço ficou queimado desde o ombro até ao pulso. Irmão Finney, há esperança para um homem como eu?’
Finney segurou os ombros daquele homem, o abanou e disse: ‘Ó filho, que triste história que tens para contar! Mas Deus diz : ‘O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado’.
O homem disse: ‘Obrigado. Muito obrigado. Ore por mim. Eu amanhã à noite irei à igreja’.
Finney foi para casa e tratar dos seus assuntos. Na manhã seguinte, cerca das sete, o homem do saloon saiu do seu escritório e começou a atravessar a rua. A sua gravata estava torta, a sua face estava coberta de pó, coberta de suor e manchada pelas lágrimas. Ele estava cambaleando como se estivesse bêbedo.
Mas voltemos àquele aposento. Ele tinha pegado na cadeira giratória e tinha partido o espelho, a lareira, a escrivaninha e as outras cadeiras. Ele tinha desfeito a parede divisória por todo o lado. Cada garrafa, cada barril, cada banco e cada espelho naquele saloon foi despedaçado e quebrado. No chão o serrim boiava até ao tornozelo numa terrível mistura de cerveja, gim, whisky e vinho. No estabelecimento de jogo de azar as mesas foram despedaçadas, os dados e as cartas de jogo estavam na lareira a arder.
Ele foi até ao outro lado da rua titubeando, subiu as escadas de sua casa, e sentou-se pesadamente na cadeira do seu quarto. Sua mulher chamou a pequena rapariga: ‘Maggie, corre ao andar de cima para dizer ao papá que o pequeno-almoço está pronto’. A rapariga subiu lentamente as escadas. Meia atemorizada, ela ficou em pé à porta e disse: ‘Papá, a mamã disse que o pequeno-almoço está pronto; disse para desceres’.
‘Maggie, tesouro, papá não quer nenhum pequeno-almoço’.
Aquela pequena rapariga não andou, ela voou pelas escadas abaixo: ‘Mamã, papá disse: ‘Maggie, tesouro’ e ele não …’
‘Maggie, tu não percebeste. Vai sobe de novo para dizer ao papá para vir para baixo’. Maggie subiu de novo ao andar de cima seguida por sua mãe. O homem levantou os olhos mal ouviu os passos da menina, abriu os seus joelhos e disse: ‘Maggie, vem cá’.
Timidamente aterrorizada, e tremendo, ela foi a ele. Ele a levantou, a pôs sobre os seus joelhos, encostou o seu rosto ao peito da pequena e chorou.
A mulher que estava em pé à porta, não sabia o que tinha sucedido. Após um pouco de tempo, ele a notou e disse: ‘Mulher, vem cá’. Ele a fez sentar sobre o outro seu joelho, lançou os seus grossos braços em torno daquelas duas almas que ele amava mas de quem tinha tão horrivelmente abusado, abaixou a sua cabeça entre elas e chorou soluçando até que o quarto quase tremeu pelo impacto da sua emoção.
Após alguns minutos, ele se controlou a si mesmo, olhou para a face da sua mulher e para a sua menina e disse: ‘Mulher, filha, vós não precisais mais ter medo de mim. Deus, hoje, vos trouxe para casa um homem novo, um novo papá’.
Na mesma noite aquele homem, sua mulher e a menina caminharam ao longo do corredor da igreja, deram o seu coração a Cristo e se uniram à igreja.
Aniversário de namoro.
Vou contar uma história,
de uma moça e um menino,
que antes de nascerem
já traçaram seu destino.
Por falta de sorte,
não podiam se encontrar,
em um deslize do destino
não conseguiam se amar.
Mas em um raro momento,
e consequências da vida,
eles caíram na mesma sala
e ela virou sua amiga.
Os dois foram se conhecendo,
e assim se gostando,
eles se divertiam e aos poucos,
um pelo outro se amarrando.
Até que um certo dia,
ele não conseguiu se segurar,
na hora da despedida
um beijo dela foi roubar.
sem saber da reação,
depois daquele roubo,
os dois saíram da sala
rindo um com o outro.
Na porta da escola,
pararam e se olharam,
foi chegando os dois pertinho
outro beijo eles deram.
Apenas uma coisa interrompeu,
aquele momento,
a senhora dona Cida
perguntando "o que estão fazendo ?"
A partir daquele beijo ,
ficaram viciados,
tudo por um ato ,
aquele beijo roubado.
Os dias foram passando,
e eles não imaginavam,
os dois estavam juntos
e juntos se amavam.
Hoje faz um ano,
que concretizaram as semelhanças,
os dois estando juntos
unidos por uma aliança.
O nome desse casal,
agora eu vou contar,
ele é Pedro, ela é Lilian,
por muitos e muitos anos,
eles irão se amar.
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