Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
Tente corrigir um sábio e você o tornará mais sábio. Tente corrigir um tolo e você o tornará seu inimigo.
Os livros servem para mostrar para um homem que aqueles seus “pensamentos originais” não são tão novos assim, afinal.
Conselho aos meus filhos:
Filho, quando escolher uma mulher, sempre olhe se ela tem um belo passado.
Filha, quando escolher um homem sempre olhe se ele tem um bom futuro.
Em cada pensamento meu, tem um espírito que vibra, um sol que aquece, um anjo azul, um filme de amor, um sorriso eterno, um desafio.
Em cada momento meu, tem um poema escrito, uma foto rasgada, uma música lenta, um bilhete de eu te amo, um carro chegando.
Em cada sentimento meu, tem o aniversario de um amigo, um colar colorido, uma gota de chuva, um número de telefone, um sussurro no ouvido.
E em cada movimento meu, existe um carnaval em setembro, um arco-íris, uma tempestade em copo d'água, um amor explosivo, uma vontade de voar, uma alegria eufórica, e uma imensa vontade de VIVER.
Te escrevi duas vezes: a primeira saiu uma coisa sincera, mas lamentativa demais, um saco. A segunda saiu “madura e controlada”, mas extremamente falsa.
Mais difícil do que encontrar quem vale a pena amar. É encontrar um modo de esquecer quem não merece seu amor.
Não teria feito a menor diferença se ela tivesse me dado uma passagem para a Europa ou um cruzeiro ao redor do mundo, porque onde quer que eu estivesse – fosse o convés de um navio, um café parisiense ou Bangcoc –, estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente cozida em meu próprio ar viciado.
Na conversa entre um homem e uma mulher, a falta do que dizer surge em dois distintos casos:
no triste silêncio de uma despedida ou no doce silêncio de um beijo.
Silencio
Seu silencio...um tormrnto
minhas mensagens num lamento
Por favor da um sinal de vida
Este seu silencio não aguento
Nenhum email na caixa de entrada
Nenhuma mensagem no celular
Meus pensamentos se misturam
Me sinto um anjo sem asas a vagar
Naum faz assim
vem ca vem...se apresse a chegar
Seu silencio me levara
A uma bobagem me entregar
Ficar só vc quer
A solidão precisa se entregar
E eu como uma alma penada
Sem destino a vagar
Nada posso pedir
nada posso cobrar
Cair neste seu silencio
E ficar a esperar...te esperar
Pra você eu faria um jantar, acenderia velas e compraria um bom vinho.
te levaria pra praia, te faria uma massagem, te daria um cafuné.
te compraria um chocolate, te daria um beijo e diria "durma bem".
Com você eu faria planos, descobriria o novo (sem medo de me arrepender).
eu seria mais flexível, mais compreensiva, mais amorosa.
Eu perderia horas a fio jogando papo pro ar, imaginaria loucuras a nosso respeito,
iria longe pra te encontrar.
Só com você eu ficaria sem graça, perderia o rumo e mergulharia no infinito.
Por você eu seria mais calma, inventaria um disfarce, mudaria meu ritmo.
Eu iria até o céu, roubaria estrelas e faria nosso próprio esconderijo.
Eu veria o sol nascer sem receio, perderia o medo do escuro e colocaria nossa foto num mural.
E somente por você eu gostaria todos os dias da mesma pessoa.
eu te entregaria minha amizade, meu coração, meu amor.
te daria alegria, te daria prazer.
eu te trataria bem, te contaria meus segredos, te diria qualquer coisa boba
soh pra ouvir sua voz me censurando.
te abraçaria pra esqucer de tudo, te faria um café forte, te traria pro meu mundo.
e a única coisa que eu te pediria em troca, seria que me desse uma segunda chance.
kety 15/12/2006
Quao dificil é olhar dentro dos olhos perdidos pela visão de um vale desconhecido, e saber que é preciso fazer esses olhos te enxergarem.
Um mestre Zen viu cinco dos seus discípulos voltando das compras, pedalando suas bicicletas. Quando eles chegaram ao monastério e largaram suas bicicletas, o mestre perguntou aos estudantes: “Por que vocês anda com suas bicicletas?”
O primeiro discípulo disse: “A bicicleta carrega, para mim, os sacos de batatas. Estou feliz por não ter de carregá-los em minhas costas!” O mestre elogiou o primeiro aluno: “Você é um rapaz muito inteligente! Quando você crescer você não andará curvo como eu ando.”
O segundo discípulo disse: “Eu adoro ver as árvores e os campos por onde passo!” O mestre elogiou o segundo discípulo: “Seus olhos estão abertos e você enxergará o mundo.”
O terceiro discípulo disse: “Quando eu pedalo minha bicicleta eu fico feliz em ber mio renge quio.” O mestre louvou o terceiro estudante: “Sua mente se expandirá com a suavidade de uma roda novamente centrada.”
O quarto discípulo falou: “Pedalando minha bicicleta eu vivo em harmonia com todas os seres sensíveis.” O mestre ficou feliz e disse ao quarto estudante: “Você pedala no caminho dourado do bondade.”
O quinto aluno disse: “Eu pedalo minha bicicleta por pedalar”. O mestre sentou-se aos pés do quinto estudante e disse: “Eu sou seu discípulo.”
Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).
O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?
O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.
O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.
Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.
Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.
Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.
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