Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Reflexão de Vida
"Coração é igual casa: Nunca fica vazia, sempre tem um inquilino pra ocupar."
@Suédna-Santoos

Reflexão de vida
"Um caminho te leva a vários lugares.
Mas a direção certa... Só Deus te dá."


@Suédnaa-Santos

“Precisamos de um novo pensar pra ser feliz. Curtir a natureza junto com a pessoa amada e não ambicionar mais nada.”

O poder corrompe !
A democracia é um bem comum que necessitava ser mais fiscalizada, evitaria muitos errros !
Faltam discursos a favor da família, da transparência e da amizade.

💕✨️"No silêncio deste momento...de um tempo que vai passar...como o vento...deslizando suavemente por entre meus pensamentos...embalando...cantando...o brilho do meu olhar...luz eterna...para sempre iluminar...o eterno...amar."✨️💕

Tudo o que é para ser, será.

Nada desvia, em definitivo, o curso das águas de um rio que nasceu para encontrar o mar. Haverá curvas, desvios e até atalhos, mas o destino permanece o mesmo.

Por isso, aprendi a descansar. O que Deus determinou encontrará o seu caminho, no tempo certo.

O Direito Processual não é um mero sistema abstrato de normas processuais e procedimentais, nem se resume a um instrumento de divagações intelectuais e de especulações teóricas, mas uma disciplina que lida com a prática e exige soluções concretas

Anjo por fora, tempestade por dentro.

Me amo exatamente assim: um mistério que

poucos conseguem decifrar. ✨"

— — Anjinha Sensual

Tudo que me incomoda no outro é um convite para olhar para dentro.

O outro é apenas um espelho. A pergunta certa não é ‘por que ele faz isso?’, mas ‘por que isso me afeta?’.

Introdução a um escritor — Quando os aplausos terminam


Por um momento , ele se afastou daquele instante de êxtase.
Ainda havia pessoas ao seu redor. Os colegas de faculdade conversavam animadamente, os sorrisos se multiplicavam, e os elogios continuavam ecoando pelos corredores. Naquele momento, ele era alguém reconhecido. Alguém que havia chegado até ali, que vencera dificuldades, que tinha motivos para sentir orgulho da própria trajetória.
E, por alguns instantes, sentiu-se feliz.
Não era uma felicidade fingida. Era verdadeira. Sentiu orgulho de si mesmo, daquilo que havia conquistado, das noites em que precisou insistir quando tudo dentro dele parecia pedir desistência. Por um breve momento, teve a sensação de que todo o esforço havia valido a pena.
Mas, então, os aplausos cessaram.
Os elogios deram lugar a outros assuntos. Os olhares se desviaram, as pessoas começaram a seguir seus próprios caminhos, e aquela pequena celebração da sua existência foi, pouco a pouco, desaparecendo.
Foi quando ele se percebeu sozinho.
Não necessariamente porque estivesse sem ninguém por perto, mas porque, no meio de tantas pessoas, não encontrou alguém para quem pudesse voltar quando tudo terminasse.
E aquela percepção doeu.
Havia algo de profundamente triste em descobrir que, depois de um momento tão bonito, a vida continuava esperando por ele do mesmo jeito: silenciosa, indiferente, sem uma presença que tornasse a alegria maior ou a tristeza mais suportável.
Para quem poderia contar o que havia sentido? Com quem dividiria o orgulho daquela conquista? Quem perceberia, para além dos sorrisos, o menino que ainda existia dentro daquele homem e que, apesar de todas as suas tentativas de ser forte, desejava apenas encontrar um lugar onde pudesse descansar o coração?
Talvez a solidão não fosse exatamente a ausência de pessoas. Talvez fosse a ausência de pertencimento. A sensação de atravessar a própria vida sem ter a quem recorrer quando as luzes se apagassem, quando as portas se fechassem e quando já não houvesse ninguém para testemunhar aquilo que, para nós, significou tanto.
Afinal, de que nos serviriam todas as conquistas do mundo se, ao chegarmos ao topo, não encontrássemos ninguém com quem contemplar a paisagem?
Poderíamos escalar o Everest, alcançar o cume mais alto, tocar simbolicamente o céu e contemplar, lá de cima, a imensidão daquilo que fomos capazes de vencer. Poderíamos receber medalhas, títulos, homenagens e reconhecimento. Poderíamos provar a todos — e a nós mesmos — que éramos capazes.
Mas, se ao final da jornada não houvesse alguém com quem dividir o silêncio daquela vitória, alguma coisa ainda pareceria faltar.
Não porque nossas conquistas perdessem o valor, mas porque existe uma dimensão da felicidade que não se completa apenas na experiência individual. Há alegrias que parecem crescer quando são compartilhadas, dores que se tornam menos pesadas quando encontram acolhimento e vitórias que ganham um significado diferente quando alguém olha nos nossos olhos e diz: eu sei o quanto isso foi importante para você.
Naquela noite, ele compreendeu que o reconhecimento podia aquecer o orgulho, mas não necessariamente aquecia a alma. Que ser admirado não era o mesmo que ser conhecido. E que estar cercado de pessoas não significava, necessariamente, ter para onde voltar.
Talvez o que mais lhe doesse não fosse estar sozinho naquele instante, mas perceber há quanto tempo procurava, em tantas conquistas, uma resposta para uma pergunta que nenhuma delas conseguia responder:
De que vale chegar tão longe se não temos com quem compartilhar a chegada?
E foi ali, depois que os aplausos terminaram, que começou a sua verdadeira jornada. Não mais em busca de reconhecimento, de títulos ou de provas de que era capaz, mas na tentativa de compreender por que, mesmo quando a vida lhe oferecia motivos para sorrir, ainda havia dentro dele um espaço que permanecia vazio.
Um espaço que talvez não pudesse ser preenchido por mais uma conquista.
Talvez precisasse de algo muito mais simples — e, ao mesmo tempo, muito mais difícil de encontrar.
Alguém com quem voltar para casa.


Eu sendo escritor !

A obrigação jurídica nasce onde a liberdade de um indivíduo passa a produzir deveres juridicamente exigíveis perante outro.

A liberdade do acusado é também um teste da maturidade jurídica do Estado que o julga.

A democracia não é apenas um mecanismo de escolha de governantes, mas uma estrutura jurídica destinada a impedir a concentração ilimitada do poder.

Cada “de novo” aproxima você de um “consegui”.

Te desejo um arco-íris de infinitas cores, para pintar a vida com tudo aquilo que realmente importa: amor, leveza, esperança e felicidade. Que nunca nos falte luz para enxergar o que nos faz bem, nem sabedoria para deixar para trás tudo o que rouba a nossa paz. Que a gente escolha caminhar ao lado de quem soma, floresce e ilumina nossos dias. Porque a alma merece cores bonitas, o coração merece tranquilidade e a vida merece ser compartilhada com quem faz o bem florescer dentro de nós.

O Despertar das Almas

Há encontros de almas,
Há energias que se tocam,
Como o brilho de um olhar
Que acende a esperança de um novo dia.
Ele te move e te faz enxergar
O que estava escondido e descuidado,
Como uma motivação para voltar
A ser como sempre foi.
Por algum motivo,
Ficou na escuridão, sem esperança...
Mas a alegria, quando volta,
Põe tudo a mudar.
— Roseli Ribeiro

Erguem-se os homens ao trono do Estado,E em suas mãos, o destino de milhões,Sob um comando cego e implacável,Que move massas, forças e nações.Por essa glória de ilusório brilho,Caminham firmes, sem poupar a ética,Trilhando a fraude, o erro e o desvario,Numa vaidade estéril e patética.
O ego impera, a ganância dita as leis,Promessas voam como fumo ao vento,Rios de ouro vertem para estes reis,Mas o povo padece no esquecimento.Quem os contesta enfrenta a vil vingança,Pois a injustiça é a arma de quem pregaUma disputa onde a virtude cansa,E a própria pátria ao exterior se entrega.
Nenhum dos lados traz a solução,Nenhum partido cumpre o seu papel,Enquanto o povo espera na opressão,Sob o silêncio de um decreto cruel.Contudo, a culpa não reside neles,Não são as cores que nos dão o norte;A verdadeira história não é deles,É sobre nós que pesa a nossa sorte.Onde se esconde a alma verdadeira,Que zela pelo todo e o bem comum?Quem erguerá a mística bandeira,Sem esquecer de povo algum?


Ass: Roseli Ribeiro 2026

Gatilho
Por Roseli Ribeiro (2026)
Ansiedade. Pânico.
Dizem ser frescura,mas é silencioso.
Um barulho qualquervira gatilho.
Falta o ar, o peito sofre a punhalada.
O choro transborda, a razão some.
O emocional quebra.
A raiva consome.
Reza, chora pede discernimento.
Respira fundo!
Tenta distrair a mente.Ninguém entende.
O peso é só teu.O "outro" é muita gente para compreender.
Procura-se um refúgio,uma fuga da crise.Você acha que passou,mas nunca cessa: é contínuo.
O respeitar o próximo é apenas uma palavra bonita para muitos, não é atitude!

O reconhecimento, portanto, é postergado para além da existência. A morte atua como um filtro purificador: ela remove a ameaça prática da ação e transforma o indivíduo incômodo em um símbolo estático. Somente quando o herói deixa de ser uma força viva e imprevisível é que a sociedade se sente segura para ritualizar sua memória. Santifica-se o morto para silenciar o impacto que ele causava quando vivo, convertendo o tributo tardio em uma tentativa de reconciliação com a própria covardia moral do tempo presente.— Roseli Ribeiro, 2026