Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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MUSA DE UM POETA LOUCO!

Um poeta precisa de sua musa
que inspire os seus versos
e transpire todas.emoções.
O poeta é viajante imaginário
que sonha com sua princesa
e beija como um lendário
no perfil de sua tosca fotografia
para entregar pra ela um rosário
sem rumo e sem destinatário.
Seu amor latente noite e dia
Talvez até mesmo sem solução
Um poeta precisa da ilusão
sentir o perfume dela pelo ar
enquanto rolam suas lágrimas
mesmo que ela o desconheça
mas ele precisa de sua musa
para compor assim a sua poesia
Quem sabe termine um dia
como uma bela melodia
entoando nos ouvidos dela.
Ele carrega uma forte ilusão
mesmo fantasias na contramao
aflorando dentro do peito
presença tornando revelação!
Seu sorriso, seus cabelos
seu corpo solto no tempo
onde usa toda imaginação
para desenhar entre palavras
O brilho dos seus sentimentos.
Nas asas ele chega até seu mundo em delírios
descrevendo e formulando sonhos
Na vida mostrando assim
------ a musa desse poeta louco!

ENTRE CÉU E INFERNO

O inferno muitas vezes aparenta
Como um paraíso com seus encantos
O inferno pode estar dentro da gente
Quando nos perdemos de Deus!
Pessoas surgem em nossas vidas
Cheias de interesses e boas intenções
E quando sentimos a armadilha
Muitas vezes a dor não escapa...
E vem decepções e tristezas
Por confiarmos nas artimanhas
De quem se apresenta como anjo
Mas no fundo é o próprio demônio!
Mas existem pessoas do bem
Levando sempre boas palavras
Aliviando e iluminando caminhos.
Ainda existem pessoas de Deus
Que lutam por um mundo melhor
Onde a verdade surge das ações
Presenteando a vida com amor.
Vivemos entre o céu e o inferno
E para não cairmos nos laços cruéis
Precisamos sentir que mesmo na dor
Enxergar mesmo nas tribulações
Devemos ter fe em Nosso Senhor!
Que através de nossas orações
Mudamos o curso de nossa história
Nos livrando de todos os males
E tentações que nos fazem sofrer
E até mesmo corpo e alma morrer...
Mas Deus não quer nosso sofrimento
Não deseja nossas lágrimas e lamentos
Pois somente através do Senhor
Alcançamos
uma vida plena e de amor!

QUERO UM ABRAÇO

Quero um abraço
Assim tão gostoso
Envolvendo meu corpo.
Quero um abraço
Que me aqueça
Assim como laço
Pra que eu não esqueça.
Quero um abraço
Sentimento quente
De quem é presente
Em todos momentos.
Quero um abraço
De forma envolvente
Sentir calor de gente
Eterno nos braços
De um carinho
Tão importante
Que se chama abraço...
Quero um abraço!

João Batista Barbosa.

Todos temos um espinho na carne, algo que não desencarne pelo homem, mas Deus entende nosso interior, nos desvia do mal, e pela fé, mesmo com espinho, Jesus é o verdadeiro caminho!

Tudo passa nessa vida, só não passa a eternidade... cabe a cada um acreditar ou não que o paraíso existe e que a colheita é certa e justa!

A vida é um ponto de partida, sem fronteiras, nem hora pra chegar... Uma viagem rumo a eternidade!

Muitas vezes nosso coração escolhe um caminho , mas a voz da razão e intuição gritam o contrário . Uma guerra se trava em nosso interior , onde se mostra que a verdade está onde o caminho é Jesus .
João Batista Barbosa

PRECE DE UM VELHO
---Por favor seu moço ,
dê-me sua mão!
Calejado, cansado , com fome ,estou a lhe implorar:
por favor erga este velho corpo do chão...
Você que ainda é novo e sadio,
não sabe as dores desse velho caído,
junto ao chão frio e calado,
que nem mesmo consegue refletir seus atos.
Estenda um pouco os seus braços,
faça o meu corpo reagir ao tempo,
pois o frio gela e leva meu ser...
Talvez nunca passe por isso,
pois é dor demais por quem chora o desprezo,
depender de alguém que nem mesmo conheço
para desprender este meu corpo,do solo...
Que nem sequer um teto tem para se abrigar.
No passado desfrutei de tantos bens
e hoje vivo a me rastejar.
Tive ilusões, trabalho, mulher, casa e filhos.
Todos se foram, pela força dos bens que eu tanto lutei.
Levaram-me tudo, restou-me somente meu corpo,
onde bem perto você esta...
Estou com a alma dilacerada e embebida...
Mas por favor seu moço:
erga pelo menos minha cabeça com os olhos ao céu
para que eu possa elevar minha última prece ...
Que eu possa perdoar,
pedir perdão, esquecer a dor...
Só assim deitarei este velho corpo de novo a terra
e morrer em paz com a minha consciência...
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

O CÉU EXISTE!
Existe um lugar onde vou despertar
Ver o sol iluminar todos os lugares
Pássaros e seus cantos de harmonia
Orquestra dirigida pelo Divino Santo!
Existe um lugar de muitas flores
Perfume exalando toda a natureza
Lugar onde a chuva só vem refrescar
Crianças correndo livres pelos campos.
A solidão perdeu seu rumo pelas ruas
Homens iluminados como brilhantes
Já não existem dores, não existem lágrimas
Somente paz fluindo sem limites.
Lembranças estas não existem mais
Só o presente inteiro de eternidade
O céu não tem limites para voar
Imaginações acontecem cada pensar
Não existe cansaço e nem preocupações
Porque neste lugar o tempo não existe
Ainda uma imensa mesa cheia em delícias
Servida pelo Grandioso Mestre do amor
Existe sim este lugar onde vou despertar
Sei que está próximo este momento chegar
Que a qualquer momento vou encontrar
Esse lugar onde no céu
Jesus para sempre há de brilhar!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

ORAÇÃO PARA UM HERÓI

Papai do céu!
Quero falar que não gosto de heróis!
Ontem acordei com beijos do meu pai
Estava fardado pra ir pro serviço...
Ele falou baixinho no meu ouvido
Que me amava muito, muito mesmo !
Encheu-me de beijos e foi trabalhar.
Minha mãe veio me contar mais tarde
Do assalto que houve num banco
Que para defender uma mulher
E seu filho que chorava muito
Meu pai fora baleado e tinha morrido .
No enterro do meu pai
Haviam muitos policiais
Fizeram muitas homenagens
Disseram que meu pai era um herói.
Papai do céu !
Por que herói tem que morrer?
Queria ter meu pai aqui comigo
Não queria que ele se tornasse um herói.
Agora não terei mais seus beijos
Nem seus abraços e seus carinhos .
Jesus , cuida do meu pai aí no céu !
Diga que eu nunca vou esquecer dele
Que sempre vou amar e lembrar
De tudo que ele falou pra mim.
Papai do céu!
Eu não gosto de heróis
Mas eu gosto muito do meu pai !
Agora vou dormir pra sonhar com ele
Quem sabe ele possa assim me beijar
E falar de novo que me ama
Porque eu amo muito meu pai !
Boa noite Jesus!
Amém!

AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA

VOCÊ ACONTECE

Você passa na minha cabeça milhões de vezes
Um flash que incendeia relâmpagos
No piscar de olhos como faíscas de brasas
Você acontece num vagalume intenso
Que ilumina toda minha lucidez
E desponta como flecha no meio do alvo
Nos desejos mais puros que posso sentir
Milhões de pensamentos
Numa fração de segundos
Onde só você acontece
Pra fazer o céu da minha prece
Eterna força que de verdade merece
Ser chamada somente de meu amor !

João Batista Barbosa
Poesias

POUCO TEMPO!
Temos pouco tempo
Pra dizer palavras simples
Olhar dentro dos olhos
Esperando um sorriso.
Temos pouco tempo
Brincar como criança
Correr pelas calçadas
E tomar banho de rio.
Vamos então dançar
Chutando poças d'água
Sentir gosto do beijo
Na chuva lavando a rua.
Vamos que o tempo é pouco
Amar os sonhos desta vida
Encontrar novo brilho.
Vamos que o tempo é pouco
Pra gritar pra todo mundo
Que o amor assim no ar
Nas linhas sem dimensão
Do pouco tempo que corre
Eternizando os pensamentos.
Da vida girando ventos
Desejos antes contidos
Agora purificados
No milagre do tempo!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

EXPECTATIVA X REALIDADE

Entre a expectativa , onde imaginação percorre um mar de rosas , na realidade surgem sempre espinhos. Expectativas e realidades se confrontam sempre , dando um tempero especial na vida, feito rosas com espinhos no percurso de nossos caminhos !

João Batista Barbosa
Poesias / Pensamentos

Antigamente nas músicas havia o DUPLO SENTIDO, que nos fazia rir, hoje só trazem um UNICO SENTIDO que é causar vergonha.

"O tempo adora um acerto de contas"


- Fora do Universo: A tríade faelin

"Não conseguiria ser feliz deixando um rastro de feridos para trás."


- Fora do Universo: Eles se encontraram

"O foco de um bilionário é o próximo balanço trimestral; o foco de uma visão trilionária é reescrever as leis fundamentais de como a humanidade opera."

Excluir alguém que ajudou
você adquirir patrimônio
é deslealdade.
​Essa atitude revela um traço
cruel de covardia moral.
A deslealdade mais dolorosa
raramente vem de um inimigo
declarado, ela se manifesta na
ingratidão de quem, ao atingir
o topo, escolhe olhar para
baixoe fingir que não
reconhece asmãos que o
ajudaram a empurrar
as pedras do caminho. É o
ato deconsumir o sacrifício
alheio e,ao final, recusar-se
a dividira colheita.
Marta Nassar

O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.

O PÃO QUE ILUMINOU A ETERNIDADE DA CONSCIÊNCIA.
O episódio intitulado “História de um Pão”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e atribuído ao espírito Humberto de Campos, insere-se na obra O Espírito da Verdade, constituindo uma das mais eloquentes parábolas morais da literatura espírita moderna.
A narrativa apresenta Barsabás, figura simbólica do poder corrompido, cuja trajetória terrestre foi marcada pela usura, pela indiferença moral e pela exploração dos vulneráveis. Após a morte, sua consciência desperta para a realidade espiritual sob o peso das próprias ações. Aqui se confirma, com rigor doutrinário, o princípio estabelecido por Allan Kardec em O Céu e o Inferno, onde se assevera que o estado da alma após o desencarne é consequência direta de sua conduta moral.
A dissolução de seus bens materiais e o esquecimento de seu nome representam, sob análise sociológica e espiritual, a falência de todos os valores meramente exteriores. O patrimônio, outrora idolatrado, revela-se incapaz de sustentar qualquer permanência no campo da memória afetiva. Tal concepção encontra ressonância na máxima evangélica registrada em Evangelho segundo Mateus, capítulo 6, versículo 19:
“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem.”
A erraticidade de Barsabás é marcada por densidade psíquica, simbolizada pelas trevas e pelas vozes acusadoras. Trata-se de um quadro típico de perturbação espiritual, conforme descrito em O Livro dos Espíritos, questão 165, onde se esclarece que o Espírito experimenta confusão proporcional ao seu grau de apego e ignorância moral.
Entretanto, a inflexão decisiva da narrativa ocorre quando o personagem aprende a orar. A oração, longe de ser mero ritual, assume função de orientação vibratória, atuando como eixo de realinhamento da consciência. Esse conceito é desenvolvido com profundidade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 27, onde se define a prece como “um ato de adoração” e um meio de aproximação efetiva com o plano superior.
Ao alcançar a chamada “Casa das Preces de Louvor”, Barsabás depara-se com uma realidade de notável simbolismo: cada luz corresponde a uma oração de gratidão oriunda da Terra. Este ponto é crucial sob o prisma da lei de causa e efeito. Não são os grandes feitos ostensivos que determinam a redenção imediata, mas a qualidade moral do ato.
E então surge o núcleo filosófico da narrativa.
Entre todas as suas faltas, apenas um gesto resplandece: a doação de um pão a uma criança abandonada. Um ato singelo, quase esquecido pela própria memória do benfeitor, mas eternizado pela gratidão daquele que o recebeu. A prece da criança converte-se em luz, em crédito espiritual, em vetor de reabilitação.
Aqui se manifesta, com clareza cristalina, a lei de justiça divina interpretada pelo Espiritismo: nenhum bem se perde. Mesmo o menor gesto de amor, quando autêntico, possui repercussão imensurável.
A identificação entre Barsabás e Jonakim transcende o simbolismo narrativo e adentra o campo das leis reencarnatórias. Ao vincular-se magneticamente ao beneficiado, o Espírito encontra oportunidade de retorno à existência corporal, não como punição arbitrária, mas como mecanismo pedagógico de reparação e crescimento.
Tal princípio é corroborado em O Livro dos Espíritos, questão 132:
“A encarnação tem por fim fazer o Espírito chegar à perfeição.”
A carpintaria humilde onde Barsabás reencontra Jonakim não é mero cenário. Trata-se de um ambiente arquetípico de trabalho digno, simplicidade e reconstrução interior. A imagem final, na qual o Espírito conquista a bênção de renascer, sintetiza o triunfo da misericórdia divina sobre a justiça punitiva.
MORAL DO CASO.
A narrativa demonstra, com precisão doutrinária e profundidade psicológica, que a redenção espiritual não depende de grandiosidade aparente, mas da autenticidade moral dos gestos. Um único ato de amor verdadeiro, ainda que isolado em uma vida de equívocos, pode converter-se em semente de luz capaz de orientar a consciência através das sombras mais densas.
Não é a quantidade de obras que eleva o Espírito, mas a qualidade ética que as sustenta.
CONCLUSÃO.
O pão oferecido por Barsabás, gesto aparentemente ínfimo, revela-se como monumento invisível erguido na eternidade da consciência. Assim, compreende-se que cada ato humano, por menor que pareça, inscreve-se nas leis universais com consequências que ultrapassam o tempo e a matéria, convidando o Espírito a reerguer-se, passo a passo, rumo à própria reabilitação moral.