Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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O homem é um pássaro numa gaiola,
Vista por sua mente como seu mundo,
E seu mundo pujante floresce em dias passados foram feitos pelo o ser navegante.
O ser insensato vive por viver para viver...
Titubeou no amanhecer e continua vive para um dia morrer.


Por Celso Roberto Nadilo

O homem na gaiola seria um pássaro ou ser político...
O homem é simplicidade na gaiola por suas crença e alienação...
O homem segui político até sua gaiola aonde contando ja outros para entrar na gaiola.
O homem por sua vez não sabe viver fora da gaiola.
O homem olha para si mesmo num espelho se admira sua beleza e aonde esta preso numa gaiola...
Tem liberdade para que serve se nao compreender a grandeza do universo.
Lamento pelo homem que reciclável o torna menos culpado pela destruição do meio ambiente.
O homem nega que esta preso na gaiola que é tudo normal.

O ser humano é um paradoxo.


No profundo sentido do ser humano transcende a poliformismo.
A antropologia do ser humano transcende o indivíduo,
Numa nova fase dimensional o ser humano torna se copia da evidência do próprio prazer (...)
Sinopses da evolução dão partido novas crônicas do ambiente social.
O cavalo de troia na interlocução da caótica virtude da humanidade.
O homem vive dentro do capitalismo.

Os dias se passam numa democracia que demonstra o imperialismo.
O abismo comença!
O absurdo um ser tornar o controle da vida das pessoas tornando se supremo ser...
Sera que época do imperialismo voltou?
Aonde caminhamos pela imersão dos valores éticos e morais...
Morreram todos direitos da consciência.
O positivismo é um ato do ego...?
Ate quando os desmandos da existência da mais valia sera obstáculo para democracia?
A guerra sao apenas detalhes da riqueza do outro país...
A gaiola torna se evidência dos fatos históricos.

O cubismo político dá um sentido a revelação inerte todavia pirataria governantal.
O cubismo e retrato do capitalismo em si da aspiral irrelevante pois o olhar se define por fatos históricos.
Seus atos medonhos e insanos denotam a fragilidade da mente no governo.
Pois era de Nero passou sua era também passará sera este seu legado.
Nas profundezas da ética e moral somos meros filhos de um tempo comandado por uma pessoa como questionar um lobo que cuida de ovelhas tem alimentação infinitamente.
O retrato do capitalismo se da nas sombras do imperialismo.

_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos

Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder

A curvatura do espaço e do tempo, no limiar do linear, transcende a própria dimensão: um vislumbre onde o começo e o fim se fundem num mesmo tom. Atravessar esse espaço gestado no sofrimento — o colapso de estrelas dilaceradas — é como flutuar pela imaginação, vendo a luz que separa átomos enquanto dá origem a buracos negros e brancos. Surge, então, a sensação de que o Olho de Deus é o portal definitivo para outra dimensão.

Todas as possibilidades estão ligadas no exato momento em que idealizamos um sonho em comum.
Todas as probabilidades são expostas como fatos de um instante possível, e nos encantávamos com o entardecer e o anoitecer até o amanhecer.
​Então, encontramos caminhos na vastidão exterior sendo refletida pelas heranças de nossas almas, que pairam em nossos pensamentos.
Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram cada instante. Conforme avançamos para o futuro, vemos a esperança de inovações científicas e de novas aventuras diante das adversidades da humanidade.
​A persistência da humanidade insiste na imensidão: olhamos espantados pelas lentes do telescópio o que resplandece, enquanto o microscópio revela a menor partícula e sua interação com o olhar. Olhamos para os confins do universo e atravessamos nossas próprias limitações e expectativas.
​Glorificamos nossas heranças desde o dia em que descobrimos os planetas e os batizamos com nomes de deuses místicos.
Aprendemos a observar, a atravessar eras e a ver que o conhecimento nasce da reminiscência.
​Por Celso Roberto Nadilo
​No limiar da noite vemos o amanhecer: a humanidade começou a compreender que a existência não é o centro do universo.

Existe um zoológico de ideias dentro da toca da lebre — um lugar onde conceitos colidem e transformam o ambiente. As ideias funcionam como forças vivas no mar abstrato das soluções, num estado de constante divergência que desafia as paródias do tempo. De uma cartola, o próprio verso é refutado em estrofes, forçando-nos a evoluir rumo a novos horizontes e caminhos pela escuridão da mente.
​Dentro de nós, o horizonte se expande em forma de metáfora. Essas ideias, enquanto adormecidas, sustentam nossa existência nos sonhos que as revelam; quando sonhamos acordados, elas ganham vida, gerando reações e relações — positivas ou negativas — que desabrocham no fundo da toca da lebre.
Por Celso Roberto Nadilo

No egocentrismo do "ser químico", a mente observa um universo aparentemente sólido e assume a própria cognição como a força responsável por moldar a gravidade, o espaço e o tempo. Para essa consciência, o cosmos nasce com a Terra e busca um fim no infinito da existência.
​Erguida sobre as asas puras da imensidão, a atmosfera gradualmente perde seu oxigênio. As nuvens são arremessadas ao espaço sideral e a água é tragada pelo vácuo. Carregadas com os gases da vida, essas nuvens se expõem à passagem de um cometa que ruma a um planeta em formação.
​Ali, a água se funde à massa vulcânica e aos raios que cortam a atmosfera rarefeita. Uma energia massiva focalizada explode, gerando mundos e formas de vida além da nossa imaginação.
​O mundo se revela como um sonho profundo; e, na busca por seu sentido, compreendemos a ilusão da realidade. O tempo é esculpido pelo fogo dos vulcões, que alternam o dia e a noite, expandindo cada fragmento de existência em uma metáfora viva que dilui as fronteiras do espaço e do tempo.
Por Celso Roberto Nadilo

Teatro de Vampiros
​Na voz de um corrupto, a mentira mais vil vira verdade.
Quem rouba dita a regra,
pois a cela do rico só fecha por falta de pensão.
Deus, pátria, família:
o refúgio onde o tolo se ajoelha
e o alienado entrega seu voto.
​Dancemos todos para celebrar a loucura:
ele se proclama o rei do mundo.
Mas reis morrem.
Reis são depostos.
Sua linhagem é varrida,
e seus dogmas viram piada de mau gosto.
​Os corpos empilhados por sua gestão
permanecem como a grande vergonha da história.
Ainda assim, à beira da cova, ele insiste no trono —
sem saber que até o inferno festejará o seu fim.
​Por Celso Roberto Nadilo

O cosmos que contemplamos pelo telescópio resplandece e nos revela um buraco negro viajando pelo infinito do espaço — notado apenas porque devorou uma estrela.
​Ao olharmos para nossas questões éticas, raciais e biológicas, enxergamos as mesmas divergências entre raças e etnias. É de uma complexidade inigualável compreender os seres do universo, assim como decifrar os mistérios da nossa própria espécie. Desatamos nós que se destrincham num mundo onde somos, ao mesmo tempo, tão diferentes e tão iguais.
​O espaço sideral é o espelho de cada ser. Mesmo para a mente digital em viagens astronômicas, o espaço projetado desenha imagens configuradas para a própria origem da vida.
​Mas somos tão complexos que o primeiro contato provavelmente será creditado a uma inteligência artificial ou a um robô autônomo. Haverá ali uma alquimia de cores primordiais, pois a cor pode ser uma forma de linguagem — tal como o cheiro, o sabor das águas ou a composição dos gases, traduzindo sentimentos ou puros pensamentos.
​Luzes que provocam sensações.
Luzes que transmitem debates.
Luzes que revelam os detalhes da dor existencial, as disfunções da cognição e a ação lógica e racional voltada para a contemplação do eu.
​Diante da adversidade e da calamidade, o ser humano revela seu contraste: maltrata a biosfera enquanto chora pela vida, transcendendo suas práticas na apologia de seus dogmas e crenças. E, diante do inevitável, o enigma dos corpos mentais nos mostra que cada consciência carrega suas próprias marcas.
Por Celso Roberto Nadilo

Dentro de um pingo habita tanta informação que pensar nisso quase faz a mente colapsar: um universo inteiro suspenso em uma única gota. Foi assim que vi o primeiro pigmento.
​Eram raios iluminados de sonhos em um espaço imenso e, ao mesmo tempo, vazio. O pingo ganha forma sob a membrana translúcida que compõe este universo — um microcosmos ligado a outro cosmo em uma explosão de cores e pigmentos, fazendo florescer a mente em ideias repletas de relevos e cenários iluminados."

QUANDO PILOTO UM VEICULO SOU UMA ÁGUIA⁠

Eu sofria por um futuro que nem existia, congelada em um presente que eu me recusava a viver.

⁠tem histórias que acabam. mas tem outras que são um ponto de partida;
isso não é uma história.

sou um tipo de pessoa que não guardo rancor de ninguém, mas cada um tem de mim, aquilo que merece.
e mesmo que possa ter me machucado, sempre que precisam eu tô ali.
na pior, eu tô junto, no melhor, eu tô na plateia.
e me sinto muito bem assim.
mandou uma mensagem, eu respondo, podemos até ter nos falado anos atrás. mas de uma única coisa, eu sei, somos todos temporários, e se for pra deixar saudade, que fique a saudade de que um dia, quando mais precisaram de mim, estive ali.
-eumaria

em um mundo onde a paleta de cores ganha vida e se transforma em sentimentos, onde as pinceladas ganham vida e dançam em um ritmo harmonioso, encontro um universo paralelo onde o amor e a arte se entrelaçam de forma sublime.

vislumbro um céu noturno que parece pulsar com a energia dos amantes apaixonados. as estrelas brilham intensamente, como testemunhas silenciosas de juras de amor eterno. a lua, com seu brilho prateado, ilumina o caminho dos enamorados, guiando-os através da escuridão.

envolvido pela delicadeza e suavidade das pétalas rosadas que preenchem a tela. as flores são símbolos de renovação e esperança, como o amor que floresce em corações ansiosos por se entrelaçarem. os galhos se entrelaçam em uma dança sutil, assim como as almas que se encontram e se conectam em um abraço afetuoso.

encontro uma explosão de cores e vida que reflete a paixão arrebatadora.
os girassóis, voltados para o sol, representam a busca incessante pelo amor e a felicidade plena. cada pétala é um lembrete do poder transformador do amor, capaz de preencher nossas vidas com um brilho intenso e caloroso.

onde a simplicidade e a intimidade são retratadas com maestria. nesse cenário acolhedor, vislumbro um refúgio de amor e cumplicidade. cada objeto é um testemunho silencioso de momentos compartilhados, lembranças que ecoam pelo espaço, alimentando a chama do amor.

"O milagre é uma ação conjunta de atitude e fé. Sem uma delas, não passa de um sonho!"

"Educação e um sorriso amplo abrem muitas portas e derrubam muitas barreiras!"