Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Exercício para ganhar tempo


Eu queria nesta tarde chuvosa

nem de alegria ou lamento

um pouco de urbanidade do tempo



e neste dia vinte e seis

outubro quase fim que é

deste ano que apressou o pé



um pouco mais de consideração



Do senhor de todas as horas

Peço todas as demoras

Não tenho pressa não

A historia de um homem começa e vale quando ele nasce e não através e dependendo do brilho ou opacidade de seus antepassados.

"Gersino, um jovem incauto, de parca formação escolar, irmão único e mais moderno de Geosilda, estava desempregado. Logroíno, ĥomem distinto, Diretor Financeiro de banco, se apaixonou por Geosilda e, no intento de atender um pedido da amada, deu emprego ao futuro cunhado, como Analista de Segurança. Ao final, naquela gestão, todos os ocorridos que foram alvo de séria apuração, nada se corrigiu". (Causo: Logroíno e sua paixão - domínio popular)

A Alegria Por Um Fio...
(Múcio Bruck)



Era eu um entusiasta da vida
Com meus segredos, planos e aspirações
Meio perdido: um adolescente "virando" adulto
Sem domínio das explosões incontidas


Meus planos de vida eram poucos
Mas os que me haviam eram riquíssimos
Estudar, trabalhar, ter um emprego
Amar... Ah, como me era caro o amor


Era único, era real, era-me necessário
E, o temor e em plena imaturidade
Descobri nos arroubos que me vinham
"Amar nada se relaciona com saber amar"


Naqueles idos, tinha prá mim
Que seu valor era maior que o meu próprio eu
Que você, em minha natureza
Merecia entregas e meu mundo particular


Eis o meu engano, erro maior de mim
Ter-me suprimido e a vendo maior
Maior que eu ou de tudo o que eu era
Me peguei pequeno ante de sua grandeza


Como um relação assim poderia vingar?
Você, "madura", a tudo via e nada dizia
Parecia gostar, mas, sem se importar
Fosse com minha entrega


Fosse com a prioridade de um diálogo
Assumo, o negro ciúme feria-me
Hoje, sei que tudo se deu por seu desamor
Minha ilusão era sua satisfação

O Tempo e a Realidade...




O tempo não me foi um bom conselheiro
Sequer companheiro fiel
Não baniu lembranças de dores
Não suprimiu gostos de fel


Não curou férreas feridas
Nem estancou saneamento
Teimosos e incessantes
Que emudeceram minh'alma


O tempo não fez sumir cicatrizes
Restadas das batalhas insanas
Nas noites de razões equivocadas
Fiadas em falas de um frágil amor


O tempo, converteu minutos em dias
Que trouxeram brisas e temporais
Num ciclo de encontro e despedida
Nos segredos de flor desmedida


Cego e poderoso como um raio
O tempo riscou minha vida
Ascendendo no céu de minha paixão
Uma estrela de ensinar a dizer não

Segredos de Cais...


O tempo é um bom conselheiro
Cuida de ser um companheiro fiel
Não bane boas lembranças
Suprime, sem temor, gostos de fel


Cura e cicatriza férreas feridas
Nem se manifesta ante o pranto
Que requer rolar, mesmo que incessante
Pois as lágrimas, mesmo mudas, amadurecem


O tempo não faz sumir cicatrizes
Restadas de batalhas insanas
Nas noites de razões que resgata
Fiando em falas de amores febris


O tempo, converteu minutos em dias
Rasgando brisas e temporais
Num ciclo de encontro e despedida
Desses que silentes, guardam segredos de cais desmedida


Cego e poderoso como um raio
O tempo riscou minha vida
Ascendendo no céu de minha paixão
Uma estrela de ensinar a dizer não

Para viver um sonho é preciso despertar as lutas.

Nunca jogue fora o que existe de verdade na sua vida,por um simples momento de mentira...abençoados sejam

Um planejamento concorrente não enxerga sua alma...
te vê como alvo ,um vírus à ser destruído.

Nem sempre vemos luz no horizonte. Às vezes as dificuldades são tantas que tudo nos parece um caminho sem saída. É fácil cairmos em desânimo exagerado quando não encontramos uma rápida solução para nossos problemas, mas você não pode desistir

Quando encontrares um verdadeiro amigo, você está unido a ele pelo tempo e pelo espaço, por 500 anos.

felicidade é um estado de paz consigo mesmo

"Em um país democrático, a imprensa livre deveria ser o portal da igualdade. Mas o que acontece quando a mídia usa essa mesma liberdade para se escravizar? Quando o jornalista sai de cena e dá lugar ao funcionário da emissora, a informação vira mercadoria. O acesso livre vira porta-voz de interesses ocultos. Uma imprensa que se vende não liberta o povo; ela apenas escolhe o tamanho da própria corrente. O eleitor merece a verdade, não um roteiro encomendado pela Faria Lima."

Um casal não pode ser feliz ,quando se constrói algo sozinho.

Por que crueldade com os animais?
Um ser frágil que mata sua própria espécie, um ser ignorante que trata vidas com indiferença. ..simples assim. ..Não pode ser chamado de ser humano.

Disseram para Helena Vigiar o Vovô Nino
Era 14 de setembro de 2014, um lindo sábado de muito sol e calor. A família estava reunida no sítio dos sogros de Nino, Swami e Aurialda, para comemorar antecipadamente o aniversário da vovó Lívia, seu Bem. O sítio era um verdadeiro refúgio ecológico, com aceroleiras carregadas, dois pequenos lagos e uma variedade de animais: gatos, cachorros, galinhas, patos, papagaios, maritacas, lebres e, de vez em quando, até alguns veadinhos. Era daqueles lugares em que a natureza parecia fazer questão de estar presente em todos os cantos.
Helena, sua primeira neta, tinha acabado de completar um ano. Ela adorava passear com o vovô Nino pelo sítio e, assim que chegava, já queria ir jogar pão velho para os peixes e os patos. O problema é que ela também gostava de comer o pão que deveria alimentar os bichinhos. Como o vovô Nino sempre foi meio estabanado, sua esposa e sua enteada viviam dando-lhe broncas. Chegaram, inclusive, a recomendar à pequena Helena: “É melhor você cuidar do seu vovô Nino!” Eles achavam aquilo engraçado, mas não imaginavam que, naquele mesmo dia, Helena teria motivos de sobra para levar o conselho a sério.
Perto da hora do almoço, o vovô Nino resolveu colher acerolas para Helena. Como ela ainda era pequenininha, ele a pegou no colo, puxou um galho carregado de frutas e começou a ajudá-la a colher. Estava encantado com aquela cena, vendo a netinha colher as acerolas, quando, ao abaixar um galho maior, deparou-se com uma cobra enorme, esticada tranquilamente sobre ele. Qualquer pessoa sensata teria soltado o galho na mesma hora e se afastado. O vovô Nino, porém, teve uma ideia que, olhando para trás, parecia bastante questionável: resolveu mostrar a cobra para Helena. Só não pensou em um pequeno detalhe: talvez a cobra não estivesse interessada em participar daquela experiência educativa com o vovô e a neta.
Quando chegaram em casa, Helena correu para contar à mãe, com a sinceridade e a inocência de uma criança de apenas um ano: “O vovô mostrou a COBA!” A mãe ficou apavorada e, conhecendo muito bem o avô que tinha, tratou logo de confirmar suas suspeitas: “Eu falei que é preciso vigiar o vovô Nino! Ele é um perigo para a Helena!” Diante de uma acusação tão bem fundamentada, o vovô Nino não teve nem como apresentar sua defesa.
Mas a aventura daquele sábado ainda guardava outra surpresa. Helena havia comido tantas acerolas durante o passeio que, ao entardecer, começou a vomitá-las. Resultado: mais uma rodada de broncas para o vovô Nino. Naquele dia, ficou difícil saber o que havia sido mais perigoso: a cobra encontrada no galho ou a quantidade de acerolas que a netinha resolveu comer. De qualquer maneira, ficou provado que um simples passeio para colher frutas poderia render uma história para a vida inteira.
Apesar das broncas — e talvez até por causa delas — o vovô Nino nunca deixou de fazer suas brincadeiras com Helena. Afinal, algumas das melhores lembranças da vida não nascem de momentos perfeitamente planejados, mas justamente dessas pequenas aventuras, das situações inesperadas e das trapalhadas que, com o passar dos anos, acabam se transformando nas histórias que mais gostamos de contar.
Esta é uma das muitas histórias que o vovô Nino gosta de contar para Elisa, irmã de Helena, suas duas deusinhas. E Helena, até hoje, adora ouvir a história daquele vovô que, em um belo sábado de setembro, saiu para colher acerolas e acabou apresentando uma cobra à própria neta. Talvez seja por isso que, quando alguém fala em “vigiar o vovô Nino” , ele prefira não perguntar muito sobre o assunto.
Peregrino Nino Carneiro

Por não entender a crueldade, um animal não sabe quando é abandonado.
E vai sempre esperar pela sua volta.

Se encontre, e experimentarás um despertar de alma.Você, sua essência, seu propósito, morando nessa casa que chamamos corpo, guiado por um espírito único que te traz vida.

Tem gente que é um pequeno afluente de água doce que quando invade um mar, consegue transbordá-lo em doçura.

Houve um momento em que guerreei mais com meu time do que com os meus adversários. Em dado momento, o time adversário retirou-se do campo: alguns foram para casa, outros ficaram ali mesmo na arquibancada, assistindo ao jogo de um time só realizando gols contra. Waltecir Lopes - 2019