Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Repetir coisas sem alma não nos faz melhores; o que nos torna melhores é ter um coração humilde que nunca despreza ninguém.

⁠Não é sobre criar um personagem, mas sim sobre ser relevante!

⁠Quando escuto: não dão um minuto de sossego; elétricos; com baterias DURACELL; terríveis etc. e tal, só posso rir. Sei tudo irá mudar, em segundos, quando a reclamante ouvir as seguintes palavras mágicas e abençoadas: vovó eu te amo!!!!!

⁠Quando o vento, a agua e até mesmo o tempo bate e a chama não apaga, tem um nome: amor!

⁠Quando as pessoas decidem trilhar caminhos diferentes, mesmo assim, até o epílogo, permanece um reino de sentimentos, apreço, consideração e respeito. Este capítulo será registrado no diário de bordo de suas vidas e, assim, jamais será deletado ou esquecido.

⁠Uma frase de George Norman Douglas para uma boa reflexão:
“Para encontrar um amigo, devemos fechar um olho. Para conservá-lo, devemos fechar os dois."
Imediatamente voa o pensamento para seguinte pergunta: e para pessoa amada?

Recordando: Só a expectativa de ir ao baile já era uma emoção - e maior ainda quando, no baile, um belo rosto correspondia ao olhar. Imperava a emoção. Requisitava a coragem, ao encontro partia, as mãos se tocavam, perfume suave, dois corpos em um, no compasso da musica romântica, até o ápice com um beijo apaixonado disparando o coração. Bons tempos que dificilmente voltarão.

Um dos piores momentos é quando alguém se perde de si mesmo. Bem-aventurados aqueles que promovem o reencontro.

Quando um veterano descobre que já tem mais passado do que futuro, deve sorrir: venceu o tempo e foi privilegiado pela vida. Agora, resta-lhe transformar cada novo dia em conquista, para que o futuro se converta em páginas dignas de enriquecer o seu passado.

Do nada, chega uma mensagem e aí constata que foi desarquivado por um passado em que foi muito amado, porém com melancólico final. Duas hipóteses: curiosidade mórbida para saber se ainda está vivo; ou, apesar dos muitos anos passados, sugere que ficou algo de si. À luz do romantismo, a primeira hipótese.

Quando o vazio toma conta, o melhor é o silêncio — na boca e na caneta —, ser apenas um mero observador de tudo e permanecer quieto no seu nada.

Saber que sentiu e fez sentir bater forte um coração por amor, amou e foi amado, no singular, uma única vez, valeu toda a existência; não foi em vão. Cumpriu a missão dada pelo Universo e a ele retornará habilitado, pelo êxito.

Imaginar a possibilidade de que, num futuro distante, séculos à frente, alguém leia um pensamento seu, não apenas goste dele, mas que lhe sirva de ajuda, como as palavras certas de que alguém necessitava, é tornar-se imortal.

Um menino em seu quarto, deitado na cama sob o olhar de uma lua bisbilhoteira pela janela; uma rádio de pilhas Sharp ouvindo ‘All My Loving’ dos Beatles; o mundo pegando fogo com a Guerra Fria; e sonhando em reencontrar a menina que colocou um Drops Dulcora em sua boca na matinê de domingo.

Entre remédios, fotografias e o silêncio da noite, um veterano de grandes batalhas e memoráveis vitórias guarda uma ausência que nenhum calendário venceu: a saudade de um beijo na boca.

Um veterano olha para trás, vê a vida passando, acelerando, o horizonte se distanciando e perdendo de vista. Fica prosa por estar ainda na estrada, sem dar a mínima para o que vem à frente e o destino final. Mas fica triste pelas boas companhias perdidas ao longo das estradas da sua vida.

O Sorriso, o sorrir quebra o mau humor ambiente. É um recurso natural disponível na face, de grande valia. Com seu sorriso, conseguir mudar uma cara carrancuda para outro sorriso é ganhar o dia, boas energias e um indicativo para um belo dia.

O problema quando recebe um abraço apertado, gostoso, energético, eletrizante, daqueles que não quer sair. Vem uma vontade louca de apertar e concluir com um hollywoodiano beijo. Porém, lamentavelmente acaba, retorna a distância, com ela o protocolo e fica sem saber se é namoro ou amizade. Como na cabeça de uma mulher, às vezes, nem os anjos ousam adentrar, você fica na trágica dúvida de Shakespeare: ser ou não ser. O problema enigmático continua, e a vida segue dantes no Quartel de Abrantes.

Diante de uma considerável diferença de idade, por medo, covardia ou insegurança, faz um dos amantes renunciar à união. Aí vem um genial filósofo mundano e rotula como: antagonismo temporal, fincado na pedra da solidão, e o amor, náufrago, penitenciado eternamente no mar do esquecimento.

A Navalha de Occam, ou Navalha de Ockham, criada por Guilherme de Ockham, é um princípio filosófico que sugere que, ao enfrentar várias explicações para um fenômeno, a mais simples tende a ser a correta. Em regra, a solução mais prática e econômica costuma ser a mais provável, no geral.
Ockham foi um frade franciscano inglês do século XIV. Seus conceitos filosóficos entraram em conflito com a Igreja e, como consequência, ele foi excomungado pelo Papa João XXII.
Nesse princípio, vejo uma boa reflexão quando o extrapolamos para a atualidade, em particular para o nosso país.