Um dia e dá Caça e outro e do Caçador
Avião
Eu sou um avião grandão e bonitão
E um caça militar pra as pessoas machucar
Um míssil é fatal, destrói qualquer lugar
Meu piloto é traiçoeiro acertou três em cheio
As guerras são fatais já levei tiro demais
Só que eu numca caí,senão babau pra mim
Eu estou sempre no ar, minha missão é voar
Eu queria ser meu pai, um avião demais
Meu bisavô era um avião antigo, não teve muita sorte
Caiu em alto mar e eu não o conheci jamais
Eu quero ser um avião normal sem munição
E sem bombas eu quero ser um avião da paz
Independência? Onde?
Independente é bicho selvagem q caça a própria comida, não tem 27,5% do salário levado todo mês, num tem q tá sarado, na moda e com carro novo pra acasalar e num precisa de mestrado ou Mba pra ser líder do bando.
Sociedade é dependência
É isso
Acostumado com a caça
Acostumado a dominar
Sem precisar se preocupar
Com o estado interior
Sempre no controle
Sempre?
Sempre pensando em tudo
Nas possibilidades do futuro
No que ganhar e como
Predador maldito
Hoje está sem sono
Virou o que corre
Corre da dor e da solidão
De ser despedaçado
Ser apenas mais um na cadeia de alimentos do Predador faminto
Sua hora ia chegar
A dor estava te esperando
Após tudo que fez
Todos os anos
O mundo gira
Mais que previsto
Mais que justo
Que como alimento dessa vez possa sentir o que é a dor de não importar.
Apenas dois tipos continuam aqui: frouxos e cães de caça. Os frouxos vivem com medo, jogam a culpa nos outros e nunca se responsabilizam. Já os cães de caça farão de tudo para que a justiça prevaleça. Seguem o rastro do criminoso e não descansam até que ele tenha o que merece.
Nós vivíamos em paz. Não machucamos ninguém. E ainda assim você nos caça. Só porque é mais forte que a gente.
Mutakalambô diz;
Para uma caça perfeita, precisamos de muita paciência e coragem. Então se você quer conquistar algo na sua vida, siga o conselho do Rei do Ketu.
Pembelê Mutakalambô💙🏹
Caça-Palavras {Poesia}
Jovem, caminhando solitário
O Corvo no alto do galho o observa,
Negro como a noite, mas não sombrio,
Pois sua presençaé um mistério.
Jovem segue seu caminho
E o corvo o acompanha
Observando cada passo do rapaz,
Silencioso, Misterioso
Ele fita o jovem com olhos penetrantes e sombrios
O Jovem segue seu caminho sem desconfiar,
Que o corvo o segue com seu andar,
Um bicho místico, que parece um presságio,
Enquanto o jovem segue cético no frio,
sem nenhum arrepio.
“Em meio à selva de pedra, em que a lei da vida determina que a caça deve ser severa, leonina, fiz meu mundo. Preferi, às noites, contemplando o luar sereno dos meus sonhos, cultivar flores, com o aroma do campo em que, outrora, quando menina, explorava, até o cair vespertino. Transformei dias de dor em aprendizado; dias de luta, em combustível. Para seguir viagem, fechei os olhos para os azedumes e esbocei o sorriso mais doce. Nela, encontrei outros sorrisos, mãos amigas e abraços sinceros. Hoje, sou produto destes tantos eus que fui e que desejei ser. Hoje, sou um incomum e singular guerreiro, ainda incansável, sempre a buscar novos caminhos para trilhar”.
Reconheço cada uivo que ecoa em meu peito; não sou caça, mas o silêncio que governa cada passo, de cada fera, que me habita.
No Silêncio da Lua e da Flecha
Na mata onde o tempo dorme,
Oxóssi vigia com olhos de caça,
Arco tenso, flecha firme,
Respira o segredo que a floresta abraça.
A lua derrama prata no rio,
Que serpenteia entre raízes e sombras,
E ali, na beira, com cuia e calma,
Uma filha da terra recolhe as ondas.
Seu gesto é antigo como o vento,
Seu silêncio, um canto sem som,
Ela sabe que a água tem memória,
E que a noite é mais do que escuridão.
No espelho do rio, uma lótus se abre,
Como se o mundo respirasse em flor,
Oxóssi observa, sem romper o instante,
Guardião da vida, do saber e do amor.
Entre flechas e folhas, entre lua e mulher,
A floresta sussurra o que não se vê:
Que o sagrado vive onde há respeito,
E que o espírito dança onde há fé.
Entre lobos, cordeiros e jumentos, é melhor ser o lobo! O lobo caça! O cordeiro obedece e o jumento é montado! Dia de caçada!
