Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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O Brasil e o mundo estão abarrotados de gente ruim que não aceita ver ninguém prosperar, despejando ofensas diárias contra quem ousa ter ideias mirabolantes que miram o topo absoluto da riqueza trilionária e do sucesso estrondoso.

"Enquanto você gasta sua energia enterrando ideias, tem gente usando a mesma energia para construir o amanhã."

Ser a Bíblia em forma de gente é transformar cada ensinamento de amor em atitudes reais de bondade.

Não adianta querer que a gente repita regras vazias se, na hora de tratar as pessoas, falta o respeito e a humildade básica.

NÓS NO MUNDO


Às vezes a gente sente que o mundo é pequeno demais, que cabe no coração. No outro dia, o mundo já é tão vasto que a gente se sente perdido na sua imensidão.
Então, não é o tamanho do mundo a medida das coisas, mas como a gente se posiciona diante dele.

TELA GRANDE


Toda gente tem sua história,
e toda história merece passar em tela grande.


A luta de cada um é um enredo único,
embora muitas histórias permaneçam ignoradas.
Quem nunca se sentiu invisível por um instante?
Quem nunca desejou que alguém enxergasse
a batalha que travava em silêncio?


Certamente, assim como para respirar
é preciso inspirar e expirar,
para viver também se derramam lágrimas.
Todo mundo sabe o quanto já chorou,
mesmo que nem todos conheçam os motivos.


Todo mundo vive seus momentos
de altos e baixos,
de risos e de choros.
Hoje se ganha,
amanhã se perde.
Mas sempre encanta
quem se levanta e segue.
Aliás, é assim que a vida acontece.


O sentido de tudo,
por mais deslumbrante que seja a tela grande
pela qual se paga para apreciar,
está na mente de quem busca viver
e escrever a própria história no tempo.


Imitar a vida encanta;
viver a própria, porém,
de vez em quando complica.


Nas telas e nas páginas,
é na cabeça que nascem a música e as cores.
É lá que os sonhos ganham voz,
que os medos encontram forma
e que as lembranças permanecem vivas.


Senão,
tudo é cinza,
preto e branco.

⁠As rosas são amor e carinho, os espinhos são a dor a espetar no no nosso caminho, e fazendo a gente chorar, viva a cantar, poque a vida é pequena, e ela só vale a pena se viver pra amar.

Na cidade maravilhosa,
Conheci gente famosa.

Conheci a mulherada,
Mulheres lindas e formosas.
Bem arrumadas e maquiadas,
Comunicativas e educadas,
No mar, na terra e na areia,
Mulher sereia, mulher avião,
Mas,meu queixo caiu no chão,
Me apaixonei de alma e coração,
Me casei com a morena do sertão.

⁠procuro na multidão
escutar as batidas do teu coração.
busco te encontrar
para a gente se amar
nesse mar
que é a imensidão da vida.

Das exigências de vida


A vida exige demais da gente... e eu não acredito que a gente tenha sido feito pra viver correndo... correndo atrás de algo que nem sabemos se vamos ou não alcançar... e se a gente alcançar... vai continuar a correr pra outra coisa mais lá na frente alcançar... e assim a gente vai vivendo... correndo!
Correndo... chegando... alcançando... recomeçando... correndo... ad infinitum...
Precisa ser assim? Diz pra mim? A gente tem de correr do começo ao fim?
Correndo não dá pra ter qualidade de vida... e eu acho que nem vai aumentar a quantidade... é bem provável... que correndo... será menos qualidade e quantidade, inclusive.
Então, vamos lá... devagar caminhar... a paisagem ao seu redor admirar... é primavera... que tal parar para o perfume das flores aspirar?
Cittaslow... uma organização não governamental lá da Itália... fundada em 1999. Qual o objetivo? Reduzir a velocidade nas cidades para aumentar a qualidade ... qua-li-da-de.... de vida de seus habitantes.
Eu procurei, na lista das cidades que fazem parte dessa organização, uma cidade aqui do Brasil... ia fazer as malas e me mandar pra lá. Encontrei nenhuma!!! O jeito é ficar no meu lugar e por conta mesmo o meu entorno lento... lento... bem lento tornar ;) vou começar a andar mais devagar!!

Vamos!?


Rosangela Calza

Minha estrada


É comprida esta estrada à minha frente
E vazia de gente.
Não é a minha estrada nem a mais bela, nem a mais feia...
É minha... vou seguindo por ela
Às vezes a tudo tão indiferente.
Às vezes se apresenta tão vazia... às vezes tão cheia.
Esta estrada que a cada dia se faz
Não tem forma de voltar atrás...
É só seguir em frente... em frente... em frente.
Ela é tão igual e tão diferente.
Às vezes ela me parece tão certa...
Às vezes, a estrada mais errada.
Mas dela não saio por nada.
Conheço o que meus pés podem pisar.
Conheço os obstáculos que consigo ultrapassar.
Conheço o que me pode fazer parar.
E a minha estrada é generosa comigo...
Desconhecida, sim...
Depois de cada curva não sei o que ela reserva pra mim...
Mas sei que, seja o que for, minha estrada é feita pra se encaixar de forma perfeita em mim.
... do começo ao fim.


Rosangela Calza

Nada disso precisaria usar recursos dos impostos e tempo dos profissionais se esta gente com motivação das mais idiotas ( time perdeu ou ganhou, você não torce para o meu time e tem que apanhar, ...) e sob o efeito manada agissem de modo tão medieval e primitivo, tipo faroeste moderno.
Querem justificar, ou melhor, descontar em alguém, através destes conflitos suas frustrações, raivas pessoais, dores emocionais, decepções da vida de uma vida entediante e amarguras.
Pois, não são ações racionais de pessoas com educação moral, de controle emocional, com algum senso de comunidade, preocupação social e com mínimo de bom senso.
Humangolóides levianos, de más índoles e com transtorno de personalidades.
Resolvem na ignorância e violência. Deixem suas frustrações e insatisfações fluírem através de brigas. E o álcool etílico no cérebro de gente assim só exacerba tudo isso.

Sonhei com a minha sogra reclamando que recebia muita gente na casa dela, por isso, seu marido, meu sogro, acabou fazendo um murinho com portão, mas mesmo assim as pessoas continuavam a entrar e a incomodar ela. Depois ela ficou muito zangada e pediu para meu sogro fechar de vez a parede da frente pra rua e não deixar nenhuma porta, a entrada ficou sendo pelo meu entender, nas portas do fundo somente.
Eu olhava a parede pelo lado de dentro, sem ter mais a porta, com o meu marido e ficávamos procurando a saída, mas não havia e eu acordei.




Julho de 2023

Sonhei com muita gente fugindo em muitos vagões de metrô...


Eu sonhei hoje, 10/11/2023 com muita gente fugindo de metrô para um lugar distante, muito distante, fugíamos de algo tenebroso que não me lembro! acho que eram zumbis, algo assim...
Após descer do metrô, havia um caminhão esperando que levava as pessoas para um lugar isolado, mas que era a terra do king Kong, e lá havia pterodáctilos...
Mas, ao mesmo tempo pareciam grandes animais ferozes, que nos perseguiam, ao invés de zumbis.
Mas, no local onde estávamos, até o king kong, só comia frutas e as frutas eram enormes como melancias...
Então, não ficamos com medo deles.
Fui parar nos altos montes e tudo o que consegui pegar com meu irmão e meu marido, foi um aerosol e um lençol.
Mais nada...

11:07 da manhã - 22 de maio de 2024


Sonhei que estava com meu marido, a gente andava atrás de renovar o título de eleitor dele, fomos em um cartório e lá eu observava como era legal aquele tipo de emprego, pois eu entrei e meu marido ficou lá fora á me esperar. Uma moça me atendeu, junto á um garoto.
Ela usava óculos e era aprendiz ali, ela narrava e o garoto escrevia, no sonho, eles preenchiam um formulário á mão, com o nome do meu marido, eles erraram o nome dele, e eu disse que não havia problemas, quando uma outra mulher com aspecto de muito grossa, perguntou se não havia problemas, eu disse que não, á fim de não prejudicar a jovem aprendiz, para ela não perder seu emprego ou receber broncas. A mulher me mostrou e eles haviam esquecido de colocar o "da" no nome do meu marido.
Então, eu desejei no sonho que meu marido poderia ter um emprego assim e foi quando observei uma mulher perguntando onde entregava currículo, perguntando ao garoto nerd que fez a renovação do título do meu marido, ele respondeu que era em uma empresa terceirizada e se chamava "girl". Eu meio que fiquei confusa com o nome, sem entender direito. Então, a mulher foi embora e eu perguntei para ele, onde ele entregou currículo para trabalhar ali, então ele respondia e eu não conseguiu entender, ele falava baixo e havia um ventilador muito forte e barulhento no ambiente. Esse menino era gordinho, branquinho, usava óculos, tinha os cabelos loiros escuros e parecia bem simpático.
Eu estava usando a blusa uniforme do diocesano, na época que eu ainda estudava, e calça jeans.
Então, eu disse pra ele que não conseguia ouvir, coloquei o ouvido pertinho dele e ele me disse que se eu conseguisse o número de uma índia, chamada Letícia Guimarães, irmã do Paulo Guimarães, ele me daria o nome do lugar para deixar o currículo. Eu disse, então tá bom, vou conseguir. E fui embora, quando cheguei ao lado do meu marido, falei para ele que o garoto talvez achasse que eu ainda estudava no diocesano, porque eu estava com o uniforme. Mas, como ele poderia pensar que eu ainda seria uma estudante de lá, na idade que estou de 32 anos?


Então, o sonho acabou...

18 de março de 2026

Oi, meu amor...

Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse número como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de não caber dentro dele tudo o que vivemos. E não cabe mesmo. Porque 15 anos não são apenas dias empilhados em um calendário, não são apenas datas comemorativas que chegam e passam. São camadas. São versões nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. São pedaços de nós dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.

Não é pouca coisa. Nunca foi.

Se alguém me perguntasse, lá no começo, se eu acreditava que chegaríamos até aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o início foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. Você tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nós realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.

Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.

E, ainda assim, algo nos mantinha ali.

Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.

Você sabia disso. Sempre soube.

Você conhecia meus medos, meus silêncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma língua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, às vezes, dói mais do que destruir.

Demorou muito para eu entender isso.

Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trás. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.

E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.

Eu já tinha acreditado nisso. Já tinha vivido algo que pensei ser único, definitivo, irrepetível. E então você apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguém me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?

Eu não sabia se queria descobrir. Mas descobri.

Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dúvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histórias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus próprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu não consegui ser, por tudo que não deu certo.

E, no meio disso tudo, só restava você.

Você, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando também, cada um à sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silêncios. Era como se estivéssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.

Eu queria uma segunda chance. Você queria a primeira.

E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.

Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona até hoje, em que algo dentro de mim mudou. Não foi um acontecimento grandioso, não teve música de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porão escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.

E eu abri as portas.

Coloquei para fora o que doía, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com você. Não foi bonito. Não foi fácil. Foi um tipo de explosão quieta, daquelas que ninguém vê, mas que muda completamente a paisagem por dentro.

E, dias depois, algo começou a se encaixar.

Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu não sentia desde a adolescência, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha você.

Mas a vida não para para a gente aproveitar a calmaria.

Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. Situações que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrário.

A dedicação cresceu.

O cuidado cresceu.

O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.

O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver além dos erros, além das falhas, além das histórias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como você é.

E isso mudou tudo.

Claro que ainda doía. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que não somem, apenas deixam de doer todos os dias. E está tudo bem. Eu aprendi que o amor não é a ausência de dor, mas a escolha de não deixar que ela defina tudo.

Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.

E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.

Eu comecei a te admirar. Pelo homem que você se tornou. Pela forma como você permaneceu. Pela maneira como você escolheu ficar, mesmo quando seria mais fácil ir embora.

E eu também mudei.

Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.

Eu não sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.

E eu escolho você.

Não por falta de opção, não por costume, não por medo da solidão. Eu escolho você porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, é ao seu lado que eu quero estar. É com você que eu quero continuar escrevendo essa história, com todas as suas imperfeições, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.

Eu não quero pensar no fim. Não agora.

O que eu quero é imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.

Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, torná-lo mais leve.

Quero continuar construindo com você.

Dia após dia.

Sem pressa, mas sem desistir.

Você é a minha paz nos dias caóticos. E não é uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que às vezes até discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.

Você é o meu chão. Não no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instável demais.

Você é tudo o que eu preciso nessa vida.

E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje não. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que está sentindo.

Eu só tenho você. E, pela primeira vez, isso não me assusta. Isso me acalma.

Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrível que você é, não apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.

E é ali que mora o amor de verdade.

Nos detalhes.

Nos silêncios confortáveis.

Nas presenças que não precisam ser anunciadas.

É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruções, a verdade é simples.

Eu só quero você.

Por toda a minha vida.

Feliz 15 anos para nós.

Te amo incondicionalmente.

Sempre é sempre.

Ele é vítima de uma infância corrompida.


Por mais que a gente queira se afastar, precisamos saber que nunca foi culpa dele.


Agora, a culpa é dele quando ele não sabe o que fazer com tudo isso, e acaba se moldando da forma como a gente o vê...

Sabia que ninguém é de ninguém?


A gente tem essa forma errada de achar que tudo é para a vida toda.


Mas, até nas ruas, está cheio do sexo oposto, podemos sempre nos apaixonar por outros, sem nunca tocar naquela pessoa.


Por já ter um compromisso.


Mas, nós humanos somos movidos por isso.

Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.




Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.

[19/3 15:09] Alinny de Mello: Se a gente não tiver em paz e não for feliz por nós mesmos, ninguém vai conseguir fazer isso acontecer.
[19/3 15:10] Alinny de Mello: Eu já sou feliz.
[19/3 15:10] Alinny de Mello: Independente de tudo