Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Há paz em aceitar o que não depende mais da gente.

Ninguém muda por insistência alheia.
Mas muita gente destrói a propria vida acreditando que vai conseguir.

café.
Muita gente pensa que o café é algo simples,
que foi feito apenas para dar energia.
E ajudar os pensamentos a fluirem, mesmo quando as engrenagens dentro de si parecem enferrujadas, mas que a sociedade parece gostar de forçá-las a funcionar, mas eu, não vejo isso.
Uma mancha de café por exemplo, não é apenas uma mancha em uma blusa, nunca foi apenas uma pequena gota incômoda, onde muitos veêm acidente, eu vejo um mundo falho, uma mente brilhante fardada ao fracasso de uma mente em fogo, por um sistema que nos destrói de pouco em pouco.
Que primeiro nos abraça e nos acolhe, como fantoches, brincando com nossos corações com a famosa esperança de um mundo melhor.
Para depois nos atacar pelas costas com um tapinha amigável que dói mais do que uma estaca em nosso peito.
Que nos faz sangrar lentamente, até que consigamos nos perder de nós mesmos.
Eu vejo um ser despedaçado, ombros pesados, suspiros sem fim.
Cansaço, exaustão, o esforço para sair da cama todos os dias, que como um escravo, se levanta sob seus pés todos os dias para enfrentar o mundo em sua própria companhia.
Eu vejo alguém que toma a torra, que arde por dentro, queimando como fogo, que afoga dentro de si aquilo que ele é, para vestir aquilo que o mundo diz que o fará mais feliz, que deixa para trás cinzas do que um dia ele foi.
Eu vejo alguém que toma a vida, que a ama, mesmo quando as muralhas parecem se reerguer diante de seus olhos. Eu vejo trabalho duro, sacrifício, sonhos a serem realizados, eu vejo confiança, laços no que uma vez foi símbolo de status nas páginas de nosso passado.
Eu enxergo noites sem dormir, trabalho sem fim, manhãs em frente a um computador, preso em escritório ou dentro do próprio quarto, eu enxergo solidão e solitude, que dançam juntos como uma canção, de nota em nota, passo a passo, sempre ao lado do outro, claro e escuro, escuridão e luz, eu vejo bondade, eu vejo história, que atravessam o mundo todo através dos setes oceanos que abraçam o mundo como se fosse um só ser que anda por esta terra procurando o seu viver. O que fazer, pra onde olhar, por onde começar, que se pergunta, estou aonde deveria estar?, será isto um acerto ou um erro?, quais as respostas que o destino esconde de mim.
Eu me vejo olhando pro teto, com a cabeça cheia de perguntas sem fim, que de uma única linha, se fazem textos enormes que parecem intermináveis, sem sono. Esperando pelo nascer de um novo dia, alguém que se descreve como minimamente entediante, que não vive muito e tem medo do futuro, eu vejo alguém que se sente perdida e sem rumo, e que aos poucos tem tentado encontrar o seu lugar nesse mundo.
Eu vejo um coração, que ancia por viver e ter algo do qual se lembrar. Ter algo para poder olhar e se orgulhar.
Alguém que procura ser lembrada, inesquecível.
Alguém que procura ser amada, acolhida.
Alguém que se descreve como ondas do mar, areia fria, que desejava ter os olhos do oceano, mas que vê a beleza por trás do castanho, sem saber por onde começar a escrever a própria história, sem saber que tipo de personagem é dentro de seu próprio livro nunca preenchido.
Que toma cappucino por ser mais doce, já que prefere gentileza e amor, no qual procura se afogar e se encontrar, sem saber que título dar aos próprios poemas.
Eu vejo poesia, onde muitos veêm problemas incovenientes, eu vejo poemas, eu vejo histórias, eu vejo sentimentos, eu vejo emoções.
Eu vejo dores, eu vejo almas, eu vejo frustrações. Eu vejo aconchego, união, memórias, celebração. Eu vejo festa, brisa fresca, rede, terço na mão, sertão da terra rachada, nordeste, lago de água fresca.
Eu vejo alguém contruir seu próprio mundo com as próprias mãos. Que como um anjo, aos poucos abre as suas para decolar, para nunca mais voltar ao que costumava ser.
Eu vejo desejos, metas, segredos.
Toque, pensamento, tempo, dedicação, azul do céu, nuvens fofas, cada um com seu formato, o brilho da vida, as cores colorindo o mundo e a mim mesma e a todos ao meu redor.
Eu vejo arte. Eu vejo poema, eu vejo barco e rema, terra vista.
Eu vejo passado, presente e futuro.
Eu vejo o impossível se tornar real.
Eu vejo não somente a escuridão, o marrom de chocolate, cor da terra e da vida, de cada respiração, de cada flor que nasce desse chão sobre o qual caminhamos todos os dias e desabrocham, fazendo da vida mais bonita.
Eu vejo algo que jamais deixará de existir.
Imortal, que une, que abraça, que amarra a todos nós em seus braços, sem se importar com quem nós fomos, somos ou seremos.
Que sereno em seu silêncio, recebe com um sorriso em seu rosto como uma mãe.
Que pode até se tornar excasso com o corre corre que mais parece decolagem ou voo do tempo, que ultimamente tem parecido somente querer correr o tempo todo, como se estivesse apressado, atrasado, para um compromisso nunca marcado, como o coelho de Alice no país das maravilhas.
Mas que sua história será contada de lábio em lábio, de sorriso a sorriso, que voaram com a brisa e a ventania, trazendo brilho novamente para oque costumava ser um olhar de morto vivo, que ergue a caminhada desleixada e pesada.
Eu vejo café, eu vejo nomes, eu vejo seres, eu vejo contos, eu vejo pinturas, eu vejo fotografias, eu vejo biografias, eu vejo histórias, eu vejo almas. Eu escuto os sussuros do tempo.
Eu vejo plantações, mãos entrelaçadas.
Começos, meios e fins, papel, caneta, celular e dedos.
Eu vejo uma escuridão onde a tudo, menos o medo. Onde tem preguiça e plantação, música e violão.
Eu vejo amor. Eu vejo colheita, câmera, luzes, ação, criatividade, genialidade, talento, profundidade, coragem, ousadia, honestidade, sinceridade. Eu vejo beleza.
Eu vejo colheita. Eu vejo o desbotar, o florescer de uma primavera nova. Eu vejo energia.
Eu vejo certeza. Incerteza. Ansiedade, conforto.
Segurança. Importância. Eu vejo todos os tipos de coisas, eu vejo o incomum, eu me afogo onde ninguém ousa se afogar, eu vejo família, eu vejo criação, eu vejo ideias, vejo calma, vejo pressa, vejo foco.
Vejo narrativas serem construídas. Eu vejo oque ninguém parecer enxergar.
Eu vejo ousadia, eu vejo oque é ser um ser novo e único, eu vejo independência, eu vejo autoridade, eu vejo respeito.
Eu vejo alguém se reerguer. Eu vejo crescimento. Eu vejo querer. Eu vejo borrão, eu vejo visão, eu vejo a mim, eu vejo a você.
Eu vejo a todos, eu vejo descrença, eu vejo crença.
Eu vejo bença, eu vejo fé. Vejo religião, vejo países, vejo etnias, vejos origens, vejo raízes.
Eu vejo os mais diferentes mundos.
Eu vejo ecos. Eu vejo magia. Eu vejo nostalgia.
Eu escuto bocejos, eu escuto alguém acordar de sua cama.
Eu vejo carinho, lembrança.
Eu vejo câmeras antigas, dias nublados, dias chuvosos.
Vejo acampamentos, nós amarras, fogueiras, rondas.
Eu vejo café.

"Do que a gente tanto tem medo, a gente é feito.
Não podemos ser feitos de medo!"

E depois do tererê
A gente vai se amar ai, ai, ai
E depois do tererê
A gente vai se amar em humaitá

A vida acaba, mas o que sentimos nas lembranças continua vivendo dentro da gente.

Melhor deixar pra lá.
A gente insiste, insiste e não dá em nada.
O que tem que ser, apenas é.
Melhor deixar pra lá e esquecer.
Andorinha só não faz verão.
Acho que fiz tudo o que pude.
É. Eu fiz. Mas não há resposta. Não há feedback.
Se é verdade que "o interessado dá um jeito", então todos os jeitos se esgotaram.
Haveria diálogo quando apenas uma das partes insiste em falar?
Então já não é um diálogo. É um monólogo.
E quem fala só, arrisca-se a ser tido como falto de juízo.
E se não vale mais a pena tentar falar, pela falta de resposta, logo penso que também é melhor não mais ver.

(Fabi Braga, 04 jun 2011. Editado.)

A gente se perde em nossas próprias opiniões, em nossos próprios desejos, confundimos emoções e tratamos elas como certeza.
Não compreendemos nossos anseios, dispensamos a razão, jogamos sorte aos ventos, pegamos o quê não é predestinados a nós, na ânsia de respostas culpamos o destino, mas não somos maduros o bastantes para assumir que erramos que falhamos, quando percebemos talvez seja tarde demais, devemos ser sadios mentalmente pra enxergar nossos próprios erros e mais ainda pra assumir e pedir perdão.

⁠Tem batalhas que a gente vence quando decidimos não lutar mais.

O tempo não negocia.


A gente sempre fantasia que depois faz:


depois descansa,
depois viaja,
depois ama,
depois muda,
depois cuida de si,
depois realiza.


Só que o “depois” não vem com contrato assinado.

Tem fases da vida que chegam sem aviso.
A gente não espera. Não se prepara. E, inevitavelmente, sofre.


É a dor da partida de um pai.
O aperto no peito diante da perda de uma mãe.


A incredulidade quando um amigo se vai de repente, sem tempo para despedidas.


Mas nem toda perda vem em forma de luto.
Às vezes, ela aparece numa mesa vazia no trabalho, numa equipe que se desfaz, na insegurança sobre o amanhã.


Você olha para os lados sem saber para onde vai… ou até mesmo se continuará ali.
E é nesse vazio que muita gente tenta se anestesiar.


O álcool vira companhia.
Beber para dormir. Dormir para esquecer.
Esquecer as dores, os problemas, as conversas que nunca terminaram e as relações mal resolvidas.


Os dias começam a se repetir como um looping infinito.
Um igual ao outro.


Sobreviver passa a ocupar o lugar de viver.
Mas todo ciclo acaba.
Até os mais escuros.


E, às vezes, acabam rápido demais.
Talvez a vida seja justamente isso:
um sopro entre perdas, recomeços e silêncios que ninguém vê.


E mesmo quando tudo parece pesado demais, o tempo continua andando.


Porque a vida… gostando ou não… nunca para para esperar a nossa dor.

⁠Nem todo calvo é gente boa.

Os melhores momentos deste ano, com certeza foi você que me proporcionou. A gente fica tão bem juntas, que até os problemas descem pelo ralo. A vida é tão bela e do nada nos traz pessoas incríveis e você é uma delas. Você é sensacional e eu amo tudo na nossa cumplicidade.
Te amo hoje e amanhã provavelmente eu vou também rs
Gabizinha

Tem horas que o ser humano faz a gente perder a fé na lógica.

"Gosto de pedir pra alguém apagar a luz e ligar o ventilador pra gente dormir."

O óbvio, o trivial, muita gente faz, uma grande equipe busca o extraordinário!!

Pouca gente consegue perceber que os melhores momentos da sua vida foram dias de luta.

"A jornada de ser gente de verdade é o retorno ao nosso estado mais íntegro. Deixamos de ser imitações para nos tornarmos expressões únicas da vida"

Tem gente que é feliz rico, outros é feliz pobre. Alguns são felizes casados, outros felizes solteiros. Uns são felizes viajando e outros felizes na sua rotina diária. Em cada pessoa existe um universo e nesse universo pessoal existe uma forma diferente de ver a felicidade. Não baseie a felicidade alheia pela sua. Cada um busca ser feliz ao seu modo, isso nos faz humanos.

"O medo de parecer arrogante demais faz com que a gente pense que não é certo ser visto. Mas, na minha opinião, isso é egocentrismo também."