Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Se nunca foste rico, como podes ter a certeza de que um dia serás?
A resposta está na visão. Ninguém nasce com provas do futuro. Primeiro acredita, depois trabalha, aprende, persiste e constrói.
Toda grande conquista começou na mente de alguém que ainda não a possuía.
A riqueza não começa na carteira. Começa na decisão de nunca desistir.
— Binilson Quissama
O amor próprio tem opinião e fotos de status, no linear do dia ver o por do sol...
Te da um significado e um sentido de ser.
O dia em que o demônio quis roubar a minha alma do meu corpo...
Um dia, fiquei na cama enquanto meu marido tinha ido na casa do cunhado dele pertinho para ajudar em uma obra, fechei os olhos e uma voz ao lado da cama falava igual á ele, coisas embaralhadas, eu não consegui entender. De repente foi para o lado da minha cabeça e vi quando essa coisa colocou a mãos sobre mim, nesse instante vi uma mão e um antebraço transparente e reluzente saindo de mim e segurando forte as mãos daquela coisa e eu observava tentando acordar! ela o empurrava e estava perdendo a luta. Eu tentei ajudar, mas meu corpo estava paralisado. A alma lutou com um demônio e eu vi isso. Eu abri os olhos atônita de tanto insistir para abrir!! Experiência sinistra.
Escreva todos os sonhos que você sonha. Guarda cada um deles, um dia, você os lerá, e vai juntar as peças do quebra cabeças, da vida.
Sonhos do dia 02 de agosto de 2023!
Sonhei com disco voador holográfico que fazia um barulho ensurdecedor. Todo mundo em Pânico! Eu apenas fechei os olhos para não ver.
Sonhei visitando a antiga casa da minha avó paterna, já falecida e a casa estava em ruínas...
Sonhei em um lugar estranho, com pessoas estranhas...
O marinheiro das minhas vidas passadas, parece que está em todas elas...
Um dia, cruzamos novamente nossos olhares, mas as esquinas do tempo, disse que não era para ser...
E, assim atravessamos milênios, vindos no mesmo tempo, e experimentando outros amores.
Eu desconheço quem um dia conheci, não sei mais se vi ali, se era ou não era.
O tempo faz mudanças, e me mudou também.
Aprendi tanto nesses últimos anos, eu me libertei das correntes, que me prendiam ao passado, que tanto me fez derramar lágrimas de dor, eu achava que era de amor...
O amor dói tanto assim?
Nenhum ressentimento. Um dia era prova de português, na esquina da escola, a tal raider que eu usava, quebrou. Eu fui descalça mesmo assim. Enfrentei a fila do pátio, para entrar na classe, todos me olhavam e riam. Eu não voltei para casa, lá não tinha nenhuma outra sandália para eu calçar. Nem minha mãe tinha dinheiro para comprar. Ela quebrava pedra brita o dia inteiro, para ganhar 0,50 centavos por lata. Mal dava pra comprar arroz que era também na época, 0,50 centavos o quilo. Eu nunca reclamei, eu sentia vergonha? sentia. Mas desde aquela época, sempre soube que nunca seria fácil.
Mas, antes disso, passamos um dia inteiro e a noite em Timon, em outro abrigo. Onde conheci histórias de crianças violentadas sexualmente.
Havia um garotinho que havia acabado de ser operado do ân*s, porque havia sido violentado por um vizinho. Ele tinha uns 2 aninhos de idade!!
Eu conheci esse lado do mundo, que até então, não fazia ideia que existia. Então, foi quando senti medo de seguir sozinha.
Então, o ônibus chegou e nos pegou ás 6 da manhã do dia seguinte.
Chegamos na nossa cidade, meio-dia!!
Eu desci do ônibus, e não olhei para trás!!
Eu não queria ver os olhos dos meus irmãos, tomados por dor e angústia.
Porque aqueles 28 dias, foram os dias mais felizes das nossas vidas.
Outro dia me peguei pensando nessa frase que parece um soco de realidade servido no café da tarde, quase junto com o cheiro do bolo saindo do forno. Não existe final feliz para ninguém. Todos iremos morrer. E pronto. Quando a gente fala isso em voz alta, parece pesado, parece até meio dramático, mas curiosamente também tem algo de libertador nisso. Porque se o final é o mesmo para todo mundo, a diferença mora inteira no meio do caminho, no agora, no jeito que eu escolho viver hoje enquanto o sol ainda está batendo na janela e o mundo ainda está em movimento.
Eu gosto de imaginar a vida como uma mesa cheia de histórias acontecendo ao mesmo tempo. Tem gente reclamando do café frio, tem gente rindo alto por nada, tem gente tentando entender o sentido de tudo. E eu ali, no meio disso, lembrando que a verdade mais honesta da existência é que ela acaba. Não é pessimista, é só sincero. E essa sinceridade, curiosamente, dá uma coragem estranha. Porque se tudo é passageiro, então eu posso decidir ser leve mesmo quando o mundo tenta me puxar para baixo.
A felicidade, percebi, não chega como prêmio de final de campeonato. Ela aparece em pequenos atos quase invisíveis. Quando eu escolho respirar fundo em vez de discutir. Quando eu resolvo rir de algo que ontem teria me irritado. Quando eu percebo que viver não é esperar um grande momento perfeito, é administrar milhares de momentos imperfeitos com um pouco de consciência e, às vezes, até com um certo humor sobre a própria tragédia humana.
Tem dias em que eu penso como a gente gasta energia tentando controlar o final da história. Só que o final já está escrito pela própria natureza da vida. O curioso é que isso não deveria assustar tanto quanto assusta. Na verdade, isso transforma o presente no lugar mais valioso do universo. É aqui que eu escolho se vou endurecer ou amolecer. Se vou guardar rancor ou abrir espaço para algo mais leve. Se vou viver de verdade ou só passar pelos dias como quem anda por um corredor sem olhar as portas.
Ser feliz, no fundo, virou para mim uma decisão meio silenciosa. Não é euforia constante, nem aquela felicidade de propaganda. É mais parecido com uma postura diante da vida. Uma espécie de teimosia bonita. O mundo pode ser caótico, as pessoas podem falhar, os planos podem desandar completamente, mas ainda assim eu posso escolher como vou atravessar tudo isso.
E talvez seja justamente aí que mora a grande ironia da existência. O final não depende da gente. Mas a qualidade do caminho depende bastante. No fim das contas, morrer todo mundo vai. Agora viver de verdade, isso sim é uma escolha diária, quase artesanal, feita aos poucos, no meio do barulho do mundo e das pequenas alegrias que insistem em aparecer quando a gente decide olhar para elas. E eu confesso que, sabendo disso, fico com vontade de viver um pouco mais acordada hoje. Porque o agora é o único lugar onde a felicidade realmente pode acontecer. E ele está acontecendo neste exato momento.
Um belo dia, desses comuns que não prometem nada além de um café morno e uma lista de tarefas ignoradas, o Instagram resolveu brincar de cupido aposentado e me sugeriu justamente ele. O primeiro. O inaugural. O responsável por aquele tipo de sentimento que a gente jura que nunca mais vai sobreviver depois que passa. E lá estava… diferente. Tão diferente que me deu uma sensação estranha, como encontrar um lugar da infância e perceber que ele encolheu, ou talvez fui eu que cresci demais.
Eu olhei, respirei, e senti… nada. E isso, minha querida, é quase um espetáculo. Porque houve um tempo em que só de pensar nele, meu coração fazia mais drama que novela das nove. E agora? Silêncio. Um silêncio elegante, quase debochado. Como quem diz: olha só você, sobrevivendo ao que jurava que ia te destruir.
Eu já tinha dito tudo que precisava. Já tinha revirado cada memória como quem procura um brinco perdido no fundo da bolsa e descobre que nem queria tanto assim. Me libertei. E não foi aquele tipo de libertação cinematográfica, com vento no cabelo e trilha sonora épica. Foi mais tipo um “cansei mesmo” dito em voz baixa, enquanto dobrava roupa. E, curiosamente, funcionou melhor.
A maturidade chega meio sem avisar, meio sem pedir licença. Quando você vê, já está entendendo coisas que antes pareciam enigmas escritos em outra língua. Eu entendi que o primeiro amor não é necessariamente o amor certo. Ele é só o primeiro. Um rascunho emocional cheio de intensidade e pouca estrutura. Bonito? Às vezes. Sustentável? Quase nunca.
Depois dele, a vida, que adora um plot twist, me apresentou alguém que nem sabia o que era amar. Um homem com idade de adulto e manual emocional de adolescente. E eu, que já vinha com cicatrizes e uma certa desconfiança profissional, fui com calma. Observei, questionei, testei, quase como quem avalia um investimento de risco. Só que no meio disso tudo, eu fiz algo curioso: ensinei. E, sem perceber, fui ensinando também a mim mesma.
Me tornei o primeiro amor dele. E olha… isso tem um peso bonito. Não é sobre ser a primeira por acaso, é sobre ser a primeira de verdade. Aquela que fica. Aquela que constrói. Aquela que não foge no primeiro tropeço. E, no meio de tanto cuidado, tanto medo de dar errado de novo, deu certo. Assim, meio sem alarde, meio no susto. Deu certo.
Hoje, quando olho para trás, vejo que aquele garoto de 16 anos foi importante, sim. Mas ficou onde deveria ficar: no passado. Não faz mais sentido tentar encaixar alguém antigo numa versão minha que já nem existe mais. E quando o Instagram me mostrou o rosto dele, quase como um teste do universo, eu fiz o que qualquer mulher que já entendeu seu próprio valor faz: cliquei no “X”.
Sem drama. Sem recaída. Sem curiosidade.
Só um gesto simples, mas carregado de significado. Porque algumas histórias não precisam de continuação. Elas já cumpriram o papel delas.
E se existe essa ideia bonita de amores que se encontram em outras vidas, que seja. Quem sabe, em outro tempo, em outra versão de mim, em outro cenário. Mas nesta vida aqui, nessa bagunça linda que eu construí, eu já tenho o amor que escolhi ter até o fim.
E olha… que sorte a minha não ter ficado presa no começo, quando o melhor ainda estava por vir.
Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.
Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.
Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.
E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?
A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.
E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.
No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.
E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.
Há um dia na vida, que a vida vai te pregar peças.... E, você vai precisar ter muita resiliência para não desistir. Por isso, é importante sempre trabalhar a paz mental!! Ela nos salva de coisas absurdas da existência, nos piores momentos dela. Eu sou prova disso!
Morri, e renasci.
Sofrer um colapso séptico e sobreviver, é um milagre.
Passar por uma cirurgia de emergência, e depois mais outra, com sequelas terríveis no corpo, e estar de pé, me faz sentir que sou como um soldado na guerra, lutando até o último homem, mas nunca desistindo.
Restam as dores, mas cá estou eu.
Minha paz interior, está nas alturas!
Obrigada universo por tudo isso. Descobri que sou forte, sem nunca querer ter sido.
05:20 da manhã de domingo - dia 02/02/2025
Sonhei com um ex prefeito segurando na minha mão e ele estava querendo casar comigo, algo assim! Mas, ele já tinha mulher e filhos.
Ele queria um caso comigo, era o que dava para entender!
Perguntava para ele como funcionava a corrupção de lavagem de dinheiro, ele não respondia, se mantinha em silêncio.
Depois falei sobre a água amarga da torneira para que ele tomasse providências, porque estava contaminada.
Ele somente segurava as minhas mãos e me olhava como um apaixonado, eu não era mais uma blogueira famosa na cidade, quando ele me cutucava no Facebook.
Eu havia mudado e estava diferente, era como se ele sempre tivesse sido apaixonado por mim, mas eu não queria nada, porque éramos os dois comprometidos na atualidade.
Sonhei com a minha amiga glória, mandando áudio, dizendo que a mãe dela havia morrido, mas era como se eu tivesse ouvido um áudio várias vezes e estava ouvindo algo parecido achando que era isso, porque vi ela de perto e a mãe dela estava atrás dela, eu fiquei confusa, tentando saber se era aquilo que ela havia falado mesmo ou era uma pessoa parecida com a mãe dela.
Ela no sonho, tinha um filho de dois meses e um marido.
Ela mandou áudio falando que foi a escolha de Deus e ela estava conformada com a partida da mãe dela.
Ela é filha única e eu estava preocupada com o estado dela, até saber que ela já tinha uma família.
Também eu estava tentando falar pra ela, que a minha avó havia morrido.
Eu sonhei também atravessando uma ponte de madeira com a minha mãe, nós conseguimos atravessar, mas ao passar tivemos medo, eu sentia muito medo das madeiras quebrar, depois ela me aconselhava a casar com o ex prefeito, porém eu não quis, porque ele já tinha família e eu dizia que também era casada e se fosse em outro tempo sim, mas se ele não tivesse mulher, e nem eu esposo, eu falava rindo no sonho brincando imaginando Deus falando comigo assim "e você fala isso, sem se importar com os sentimentos do seu marido" eu me sentia bem porque não queria aquilo pra mim, era somente uma hipótese do momento.
Nossa, esse dia sim representa demais todos os seres humanos.
Todos são crianças em um corpo de uma pessoa adulta.
Uma criança muito especial, dedicada, estudiosa, focada...e muito brincalhona.
Nos divertimos e fazemos os outros se divertirem.
Feliz dia das crianças para vocês também!
🤗🥰
A Água que Escolhi Dividir
Um dia me empurraram para o fundo de um poço.
Escuro. Frio. Silencioso.
Ali eu conheci a dor pelo nome,
a solidão pelo abraço,
e as lágrimas pelo sabor.
Quem me feriu foi embora,
acreditando que ali seria o meu fim.
Mas Deus desceu onde ninguém desceria.
Sentou-se ao meu lado no silêncio,
secou minhas lágrimas,
fortaleceu meus braços
e me ensinou a subir.
Cada pedra virou um degrau.
Cada cicatriz virou força.
Até que um dia eu alcancei a luz.
Lá de cima descobri algo precioso:
quem já conheceu a sede
aprende a encontrar água.
Passei a tirar água do poço
para matar a sede de quem chegava cansado,
ferido, sem esperança.
Então a vida me surpreendeu.
No caminho encontrei justamente quem havia me lançado naquele abismo.
Desta vez, porém, era ela quem estava fraca.
Era ela quem tinha sede.
Era ela quem estendia as mãos.
Eu poderia ter lembrado de tudo.
Poderia ter dito:
“Agora é a sua vez.”
Muitos esperavam isso de mim.
Mas havia algo maior dentro do meu coração.
Porque Deus nunca me deu água
para que eu escolhesse quem merece beber.
Ele me deu água
para que eu nunca esquecesse de onde Ele me tirou.
Então estendi minhas mãos.
Dividi a água que eu tinha.
Ajudei quem um dia me abandonou.
Não porque a dor não existiu.
Não porque esqueci as feridas.
Mas porque o amor de Deus foi maior do que elas.
O perdão não muda o passado.
Mas muda completamente quem escolhe perdoar.
No fim, compreendi que o maior milagre não foi sair do poço.
Foi não deixar que o poço permanecesse dentro de mim.
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