Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Amar
Diretamente
É falar
É cuidar
É proteger
É um eu te amo
É fazer um cafuné
É um acolher
Amar
Diretamente
É escolher
É prioridade
É um prazer
De estar
E de conviver
A Libélula Voadora e o Espelho Encantado
Era uma vez, em um jardim repleto de flores coloridas e árvores que dançavam ao vento, uma libélula muito especial chamada Lili. Ela tinha asas brilhantes, que mudavam de cor conforme o sol a tocava, e adorava voar entre as plantas, espalhando alegria por onde passava. Mas Lili tinha um segredo: ela amava olhar-se no espelho.
Não era um espelho qualquer. Era um espelho mágico que morava em um cantinho escondido do jardim, envolto por flores que se abriam apenas para quem realmente acreditasse na magia. O espelho não refletia só a aparência de quem olhasse para ele, mas também mostrava o coração da pessoa, o que ela sentia por dentro.
Lili, com suas asas brilhantes e seu voo gracioso, sempre se admirava diante do espelho. Quando se via, as cores de suas asas ficavam ainda mais intensas, e ela sentia uma alegria profunda dentro de si. “Eu sou linda!”, pensava, feliz com o reflexo que via.
Mas um dia, enquanto voava ao redor do espelho, Lili percebeu algo diferente. Ela não estava mais sozinha. Uma borboleta tímida se aproximou e, com as asas um pouco desbotadas, olhou para o espelho. “Será que sou bonita?”, perguntou a borboleta, com uma voz baixa.
Lili, com seu coração cheio de gentileza, voou até a borboleta e lhe disse: “Venha, olhe o espelho! Ele mostra mais do que você pode ver com os olhos. Ele mostra a sua essência, a beleza que só o coração pode sentir.” Juntas, as duas pequenas amigas olharam para o espelho.
Ao fazer isso, a borboleta viu, não apenas suas asas desbotadas, mas a luz que brilhava em seu coração, uma luz que emanava coragem e gentileza. Suas asas ganharam novas cores, como se a magia do espelho tivesse tocado sua alma.
“Agora vejo! Eu sou bonita de um jeito único!” disse a borboleta, radiante.
Lili sorriu e, com suas asas brilhando ainda mais intensamente, explicou: “A verdadeira beleza vem de dentro, do que somos, do que sentimos. E todos nós temos algo especial, algo que só nós podemos mostrar ao mundo.”
Desde então, Lili e a borboleta se tornaram grandes amigas. Elas passaram a voar juntas, espalhando a mensagem do espelho encantado: que a verdadeira beleza é aquela que vem do coração, que todos têm algo único e especial, e que, com um pouco de magia, podemos ver a verdadeira essência das coisas.
E o espelho? Ele continuou a brilhar no jardim, esperando por quem estivesse pronto para olhar além da superfície e descobrir a magia que morava dentro de si.
Fim.
Luz de Mel, a Abelha Bailarina
No coração de um campo florido, vivia uma abelhinha chamada Luz de Mel. Ela não era a mais veloz nem a maior produtora de mel da colmeia, mas tinha um dom especial: sua dança.
Sempre que saía para buscar néctar, Luz de Mel voava com leveza, fazendo giros no ar, rebolando a cintura com graça e encantando quem a visse. As outras abelhas trabalhavam sérias e focadas, mas Luz de Mel acreditava que o mel ficava ainda mais doce quando colhido com alegria.
— Você deveria se apressar! — dizia a Abelha Rainha. — O néctar precisa ser colhido rápido!
— Mas dançar me faz colher com mais amor! — respondia Luz de Mel, girando no ar.
Certa manhã, uma forte tempestade se aproximou, e as abelhas correram para a colmeia. Porém, uma flor especial, chamada Flor do Sol, ainda não havia sido visitada. Seu néctar era raro e precioso, e sem ele, o mel daquela estação não teria o mesmo sabor.
Sem hesitar, Luz de Mel partiu em um voo ágil e gracioso. Com sua dança, desviou das gotas de chuva e dos ventos fortes, mantendo-se firme no ar. Quando alcançou a Flor do Sol, colheu seu néctar com delicadeza e, dançando entre os pingos da tempestade, retornou segura para a colmeia.
A Rainha ficou impressionada.
— Sua dança salvou nossa produção!
E assim, Luz de Mel provou que sua alegria não era apenas um capricho, mas uma força. A partir daquele dia, sua dança se tornou parte do ritual da colmeia, e todas as abelhas aprenderam que o trabalho pode ser ainda mais bonito quando feito com leveza e encanto.
O Coelho que Não Sabia Perder
Era uma vez um coelhinho chamado Tico. Ele era o mais veloz da floresta e adorava competir. Corria com os esquilos, pulava com os sapos e até apostava quem conseguia comer mais cenouras com os outros coelhos. Mas havia um problema: Tico não sabia perder.
Quando ganhava, ele pulava de alegria e gritava:
— Eu sou o melhor! Ninguém me vence!
Mas quando perdia, ficava emburrado, cruzava os braços e dizia:
— Isso não valeu! Vamos jogar de novo!
Certo dia, os animais da floresta organizaram uma grande corrida. Todos estavam animados, e Tico tinha certeza de que venceria. Mas, para sua surpresa, um tatu chamado Tutu ganhou a corrida!
Tico ficou tão bravo que não quis cumprimentar Tutu e foi embora pisando forte. Sentou-se debaixo de uma árvore e resmungou:
— Isso não é justo! Eu sempre ganho!
Foi então que a coruja Sabiá pousou ao seu lado e disse:
— Tico, ganhar é bom, mas perder também ensina algo importante.
— Ensina o quê? — resmungou o coelhinho.
— Ensina que nem sempre podemos ser os melhores em tudo, e que parabenizar os amigos quando eles vencem nos torna grandes de verdade.
Tico pensou por um momento e percebeu que, enquanto estava ali emburrado, os outros animais estavam felizes comemorando juntos.
No dia seguinte, ele procurou Tutu e disse:
— Parabéns pela corrida! Você foi incrível!
Tutu sorriu e respondeu:
— Obrigado, Tico! E você corre muito rápido! Quem sabe na próxima corrida você ganha?
A partir daquele dia, Tico aprendeu que o importante não era só ganhar, mas também se divertir e torcer pelos amigos. E assim, a floresta ficou ainda mais alegre, com brincadeiras onde todos saíam ganhando, no coração.
Fim.
[Verse 1]
Chegou com pedacinho
De céu no olhar
Trouxe onde era tristeza
Um novo lugar
Fez meu coração
Ficar cheio de alegria
Teu doce toque
Virou minha melodia
[Pre-Chorus]
E tudo em mim
Começou a dançar
Tua presença
É o meu novo lar
[Chorus]
Teu doce toque
Tocou a minha alma
Profundamente, docemente
Como quem acalma
Veio leve
Feito brisa da manhã
E ficou,
Feito amor que não se vai, não se espanta
[Verse 2]
Antes, eu era silêncio
Agora, sou canção
Tudo em mim se acende
Só com tua intenção
Teu riso é abrigo
Tua voz é oração
E quando me olha
Cura a solidão
[Pre-Chorus]
E tudo em mim
Começou a dançar
Tua presença
É o meu novo lar
[Chorus]
Teu doce toque
Tocou a minha alma
Profundamente, docemente
Como quem acalma
Veio leve
Feito brisa da manhã
E ficou,
Feito amor que não se vai, não se espanta
[Bridge]
Te encontrei, sem esperar
E agora não dá pra voltar
Tudo mudou…
E eu só sei te amar
[Final Chorus]
Teu doce toque
Tocou a minha alma
Profundamente, docemente
Como quem acalma
Fica em mim
Feito sol no meu quintal
Teu amor chegou
E fez tudo ser real
[Outro]
E nesse novo lar
Vivo a te amar
Cada dia é luz
Teu amor é o que eu busco
E assim vou dançar,
Celebrando a união
Com cada passo da vida,
Com o coração em festa,
Te encontrando em cada canção.
A Parábola das Três Vozes do Vale
Em um vale distante, havia uma grande árvore no centro da praça.
Diziam que ela crescia conforme o conhecimento e as atitudes das pessoas que viviam ao seu redor.
Certo dia, três grupos de pessoas se reuniram diante da árvore.
O primeiro grupo ficava sentado à sombra, observando tudo de longe.
Nunca plantavam, nunca regavam, nunca cuidavam da terra.
Mas sempre que alguém tentava fazer algo, eles diziam:
— Isso não vai dar certo. Você está fazendo errado.
Eles criticavam o fruto que nunca haviam ajudado a nascer.
O segundo grupo trabalhava a terra.
Plantavam sementes, cavavam o solo, regavam as raízes.
Mas, ao verem outras pessoas fazendo o mesmo, diziam:
— O que eu faço é melhor. O meu jeito é o certo.
Tentavam diminuir o valor do trabalho alheio, como se o brilho do outro apagasse o seu próprio.
O terceiro grupo também trabalhava a terra.
Plantavam, cuidavam, aprendiam e ensinavam.
Quando viam alguém fazer algo bonito, diziam:
— Que bom que você sabe fazer isso!
— O seu saber soma ao meu.
— Juntos, podemos fazer a árvore crescer ainda mais.
Eles compreendiam que nenhum saber nasce completo,
E que cada pessoa carrega uma semente única.
Com o tempo, a árvore começou a crescer de formas diferentes.
Os galhos que recebiam críticas secaram.
Os galhos que eram regados com orgulho solitário cresceram tortos.
Mas os galhos que recebiam reconhecimento, partilha e respeito floresceram,
Dando frutos doces, fortes e abundantes.
Então, os moradores do vale entenderam:
Quem desvaloriza o saber do outro empobrece a própria sabedoria,
Mas quem reconhece o valor do outro fortalece o seu próprio caminho.
E desde aquele dia, a árvore passou a ser chamada de
Árvore dos Saberes Compartilhados.
“Quem soma saberes constrói grandezas.”
Abracei- me por um momento
E pude pensar
Que o mais importante
É viver
A vida
Que pulsa nas minhas veias
E que me diz
Que o valiosa
E eterna
Para mim mesma
No meu coração existe um buraco
O seu tamanho é enorme
Não queria
Mas você quis que fosse assim
E assim será até minha carne fechar
E o buraco não mais existir
E a cicatriz que ficar será
Pra me lembrar de novo
Que devo
Te tirar do meu peito
Por que o teu sentimento
De não me querer
Foi o causador da ferida
No meu ser
Mas enfim ela se curou
E por isso vou buscar
A felicidade nos braços de quem
Me disser
Meu bem querer
Te quero
Pra te amar
E te cuidar
A dita solidão
Poderia resolver
A busca de ser encontrar
Um tempo, um tempo
De se permitir
Se entender como ser
Entendendo as incógnitas
Os medos
As estranhezas
Que a vida se tem
Tão imensa mas
Tão necessária
Pra se aprender
A amar sua própria companhia
E assim vivendo a essência da solidão
Na virtude do profundo da alma
É um misto de emoção
Não sei se choro
Não sei se sorriu
Será a contradição
Que meu ser
Consiste
Em ter
Em minutos
Depois de ler
Sua mensagem
Não sei se choro
Não sei se sorriu
Ao poucos
Vou tentando
Entender
O que sinto
Que leva
Da total
Felicidade
A mais profunda tristeza
Não sei se choro
Não ser se sorriu
Meu ser é confuso
E só me resta sentir
Sem querer explicar
O que o sentimento
Não quer falar
Talvez eu encontre-me
Daqui um tempo
Em meus próprios
Sentimentos perdidos
Talvez eu me conhecereis
Nas lacunas dos devaneios
E buscarei
A conectividade
Dos pensamentos e desejos
Almejarei
O ser de dentro do peito
Porquê a busca
Por se reconectar
Será a ânsia da minha alma
O que é beleza pra você?
Ter um rosto limpo.
Ter um corpo magro e sem cicatrizes.
Ou é ter um olhar límpido
que até a alma é visível.
A beleza verdadeira não está na estética do corpo , mas sim o quê esse corpo produz ao olhos de quem as enxergam.
Enfim a beleza verdadeira é a essência interna de dentro do corpo físico!
Pensar em amor me faz sentir
Um sentimento tão profundo
Que vêm acabando com toda
Inquietação que há em mim
Pensar em amor
É lembrar que algum lugar
Meu coração vai está feliz
Porquê tem alguém mim esperando
Por horas em busca do
Verdadeiro amor
Da vida
Finalzinho de ano
E mais um ano pensando em você
Queria poder ser diferente
Não sentir
Mas meu coração não me deixa
Enfim a solidão do amor não correspondido
Despir a alma
Em um belo momento de carinho
Deixando os mais intensos
E improváveis desejos
Aparecer
Em busca de despertar o que
Chamamos de amor
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