Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

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⁠O problema é que pensamos muito e fazemos pouco, vivemos pouco, criamos milhares de possibilidades mas não vivemos as novidades, não desfrutamos do momento, sempre estamos fardadas a pensar no e se, fardadas a pensar no amanhã e esquecemos de por em prática nossos pensamentos do ontem, não movimentamos ideias e assim vivemos uma ilusão, uma vida baseada em viver uma escravidão, um ciclo vicioso e tedioso da sua mente, uma armadilha da mesma.

Inserida por Anechastity

⁠⁠Me lembro muito bem, o quanto fui submissa a nossa relação, no início vivi os melhores momentos da minha vida, e quando surgiram os piores, lá estava eu ao seu lado, te dei todo meu amor, carinho e atenção, esqueci de mim, me dediquei ao máximo para manter nossa relação, e o que ganhei em troca? Apenas migalhas e traição, meu erro foi te amar de mais e esquecer o primordial, o amor-próprio.

Inserida por joao_galvao

⁠Aquele que reparte no pouco, seu coração jamais mudará, permanecerá o mesmo quando estiver no muito.

Inserida por joao_galvao

A vida é mais difícil para quem luta sozinho, sem ajuda de ninguém, sem incentivos e muito menos privilégios.
Cresce na vida com dificuldades e com lágrimas nos olhos, mas vence por méritos próprios.

Inserida por joao_galvao

⁠Os seres humanos têm que aprender muito com os animais. Fico me perguntando, será que são eles mesmo os irracionais?

Inserida por joao_galvao

⁠A sua língua é o arco e a palavra é a flecha.
Quem você planeja machucar desta vez?
Muito cuidado com a palavra, após lançada, o estrago pode ser irreversível.

Inserida por joao_galvao

⁠Não conte os seus segredos e muito menos seus projetos para ninguém.
Existem pessoas não muito confiáveis.
De boca fechada, você ganha muito mais.
Não sejabueiro sem tampa em tempos chuvosos.
Se quer conversar, fale com Deus.
Somente Deus.

Inserida por joao_galvao

⁠Tem gente que daria tudo para ter o que você tem, talvez o seu pouco seja o muito para alguém, valorize e agradeça sempre.

Inserida por joao_galvao

⁠Pensamento - Ao revirarmos o baú de nosso tesouro nos deparamos com muito lixo acumulado.

Inserida por clayton_dos_santos

colocar fechaduras é muito desconcertante pra mim.
vivi, por anos, numa casa onde nenhuma porta as tinha, em um dos banheiros ha⁠via apenas um trinco frouxo que, por força do hábito, ninguém usava.
não abríamos as portas fechadas.
não havia necessidade de trincos.
para todos tudo estava perfeitamente bem dito
e os termos circunscreviam as relações.

(cronicidade quotidiana).

Inserida por paulinopris

A solidão de alguém está muito além de abraços sorrisos e palavras de conforto. A nossa essência e inviolável .

Inserida por tadeumemoria

Devo inventar palavras pra te dizer o que sinto
ou mentir muito pra te dizer verdades
na minha idade, na minha idade nada é muito certo
e tudo anda perto da insanidade,
nasci com trinta anos; aos vinte eu já tinha sessenta
agora me encontro adolescente na terceira idade

Inserida por tadeumemoria

A ESSÊNCIA DO AMOR
Toda vez que tinha uma desilusão corria a praia, era muito mais fácil para André entender a imensidão do mar que a essência das pessoas, e imaginar que aquilo tudo era gratuito, imaginar que um Ser superior com sua generosidade infinita armazenara ali tantas oferendas... e assim era frequente suas idas à praia; no entanto nada era traumático, nada que deixasse marcas indeléveis, diante daquela imensidão qualquer problema tornava-se ínfimo, mesmo com aquela forma de pensar de que amor é arrimo da dor ou a dor arrimo do amor, era assim. Mara, sua primeira paixão de adolescente, a que recebera os primeiros bilhetes, com frases e desenhos de paixão, preferira o rival das gincanas e torneios colegiais; mas depois vieram namoros firmes e noivados desfeitos, todos superados depois de algum tempo, então um dia olhava as fotos, relembrava os momentos, rebuscava os detalhes e ria dos resquícios de felicidade; a vida era uma aventura que tinha que ser vivida. Uma agrura ou outra, alguns arranhões, mas era só; algumas doses de vinho, um livro, um pouco de solidão, alguns poemas. e tudo ficava no arquivo das lembranças, catalogado com muitos aprendizados. era um caminho ou muitos caminhos, um labirinto que nos levaria aonde, o universo que nos compõe compõe o universo propriamente dito. não cometeria os mesmos erros, e pensando assim parecia policiar-se de um prisma adjacente e estratégico, mas não era bem assim, ou pelo menos não era funcional diante de um universo de emoções; se pudéssemos definir André numa única palavra essa palavra seria sensibilidade, era uma pessoa suscetível então o que doía em alguém próximo doía nele, o que encantava, uma bela atitude lhe fascinava assim aconteceram
Outras paixões; ansiedade, medo, insegurança, mas não era um martírio, nem era um jogo, ou era? detalhava os traços, a forma de falar, sorrir, olhar, tudo lhe fascinava no alvo de suas emoções, mas nada tanto como um pouquinho de timidez; um rosto feminino espantado era irresistível. mas quem inventou a paixão? com certeza Marylin Monroe naquela famigerada foto, tentando abaixar a saia do vestido por causa de um vento inconveniente, tenha inventado a paixão para a metade da população masculina contemporânea e quiçá para a parte da modernidade lésbica, o que se insurgia como um pecado, mas quem não pecaria por paixão?
Alguma coisa no passado incomodava.. sempre haveria algo no passado a incomodar mas já aprendera a conviver com isso. era sempre algo mal resolvido, algo que deixara de dizer ou fazer, e isso às vezes lhe salvara, outras o condenara; principalmente a conviver com essa sensação, alguma coisa no passado...
A Central do Brasil estava como em todas as segundas- feiras, todos apressados; ninguém se via, ninguém se percebia, muitos se esbarravam; muitas mãos estendidas, olhos suplicantes e não eram só os olhos dos pedintes, no entanto descrevia o amanhecer como como uma aquarela divina; o romantismo é leviano a ponto de ignorar o inferno que queima a essência no interior humano; nossas canções de exílios morreriam de vergonha diante de olhos tão infelizes, mas diante da beleza quem não se torna leviano. A hora de entrar no trem era um suplício, era a sua supercarga de stress diária, mas ao juízo final, aquilo provavelmente contaria como atenuante para a remissão de seus pecados. O trem sacolejava num serpentear como se tentasse despertar muitos que voltavam exauridos de mais uma batalha do cotidiano; as casinhas subiam o morro desordenadamente, às vezes perigosamente como uma maquete mal elaborada; André num rompante de filosofia, comparou tudo aquilo com a alma humana e murmurou pra si mesmo: "diante da necessidade até a desordem se harmoniza." alguém colocou algo na sua mão explicando uma necessidade, era um dos muitos vendedores de coletivo, uma das muitas desarmonia social; afora isso tinha cantores, poetas, filósofos, pintores e todos juntos estavam ali como uma plateia passiva, assimilando ou não, participando ou não, indiferentes ou não; mas ali era o teatro real, a realidade crua na peça do cotidiano. André Jogou uma cédula ainda úmida, afinal vinha da praia, no chapéu que se encontrava na mão de um jovem que declamara um poema que falava na essência do amor, seu destino era a próxima estação: Olinda, e seu espetáculo pausava ali para recomeçar no dia seguinte, depois daquele resto de ocaso que lhe faria refletir sobre a essência do amor

Inserida por tadeumemoria

MILÊNIOS

Neblina... é uma neblina muito fina apesar de uma certa constância, como para aliviar os que jazem sob este solo árido, como para acalentar os fantasmas que se encresparam nessas caatingas; ah, os valentes jamais desistiram desse solo, eles ainda apascentam suas criações e alimentam suas lembranças; aprenderam com seus antepassados que estas terras são ricas e que as águas do Jaguaribe... as águas do Jaguaribe também são inconstantes. Aqueles heróis que ouviram o crepitar dessa vegetação no calor do meio dia se deslumbraram com os corpos celestes no silencio da noite e viajaram fugazes na opala ilusão lunar ambiciosos pelos brilhantes de uma pétala estelar. Sonhar não custa nada, mas pela manhã Serafim perceberia o gado em busca de toda espécie de cactus para sobreviverem mais alguns dias na estação de estio. A casa acanhada comportava alguns pés de goiaba, mangueiras, castanholeiras,cajueiros e um pequeno milharal já devastado por cabras e carneiros. Ali tinha vivido a sua infância disciplinada pela figura rígida do pai, Januário e compartilhada por dois irmãos mais velhos: jonas e Hernesto, que partiram na sua maior idade para o sudeste. Neblinava... a tênue luz fugidia d'alguma estrela parecia salpicar diamantes naquele solo árido premiando os que se embrenharam na caatinga; agora com frequência as noites eram assim, aquietando os fantasmas que padeceram na luta contra o estio, afugentando as carcaças que não resistiram a sede e a fome; era só uma promessa mas os telhados e as árvores chichiavam com os pingos e a brisa, e os bichos nos currais ruminavam ruidosamente numa espécie de comemoração. Era um grande momento, mas sua fascinação era o pai, Januário vestido de vaqueiro nas brenhas da caatinga em busca de algum animal desgarrado; ninguém saia daquilo sem um ou outro arranhão, mas o pai sempre voltava com o animal perdido. Aquela vida dura também tinha seus encantos, como pela manhã despertar com o canto de uma sabiá, um corrupião, um galo de campina; tinha a vila da Matilde, de belas moças acima de qualquer suspeita, e tinha as moças que envelheciam a espera de príncipes que não chegaram; mas o que seria a solidão se o universo se expunha explicitamente todas as noites e quem não teria uma história ou uma fantasia que não preenchesse qualquer vazio; aquele quê inconfessável,que parecia o pior dos pecados. quem saberia tudo sobre as caatingas, milênios jaziam sob aquele solo arenoso e os espíritos de nossos ancestrais gritavam seus segredos; nalguma pedra uma gravura delatava suas descobertas, suas caças, suas aventuras. Chovia... os deuses sopravam misericórdia e esperança sobre olhares acostumados com horizontes devastados. pela manhã perceberíamos mandacarus orvalhados, a terra ligeiramente úmida e sob a relva queimada e inerte uma semente qualquer germinava mostrando o milagre da vida e sua persistência. Histórias mais trágicas ficaram muito para trás, ali surgiram nossos maiores heróis, nossos anjos e santos, a fé se fortaleceu, pois a fé se alimenta da fome, da sede e de todas as dificuldades que debilitam o corpo. Templos foram erguidos; esta nação tem agora a referência de um povo incansável e combativo e de uma fé inabalável. Então quem viaja por estes sertões, perceberá ao longe, na janela de uma casinha de taipa, alguém que o tempo descoloriu suas cãs e curvou sua espinha; um sentinela que vigia. Vigia o tempo, o vento a eternidade... todas essas coisas inconstantes que um dia possam fazer sentido, assim como procurar pela janela um sentido para a solidão.

Inserida por tadeumemoria

⁠Não falo muito de amor, acho que o amor é parente próximo do silencio.

Inserida por tadeumemoria

⁠AS CORUJAS PIAM
Nem sempre tudo está muito claro,
E de pijamas tudo é sempre obscuro,
Os pássaros silenciam e as corujas piam,
Os gatos fazem um escândalo...
Eu tento entender as constelações
E tudo mais que me parece ininteligivel
Como supor que alguém me espiona
Ou imaginar monstros debaixo da cama...
O resto se sintetiza nos olhares perdidos no vazio,
Famílias que mendigam nas calçadas,
Essas coisas que fontes luminosas de shoppings luxuosos
Ou flores raras de jardins irreparáveis não conseguem maquiar.
A filosofia é um bálsamo pra alma,
Não que explique tudo, pelo contrario,
Talvez o seu maior encanto é caminhar vendada
À beira de um precipício;
Mas isso não deixa de ser uma lógica.
Quando temos a teoria: o que me encanta são os desencantos...
O que me encanta são os desencantos...
Então não parece muito claro, por mais claro que possa parecer...
Queremos o sempre por mais obscuro que possa ser
As tardes vazias por mais vazias que sejam sempre
As fontes , as flores...e o que vai mudar o que somos ?
O que vai mudar o que somos?...
Se a pureza de nossos olhares se perderam
Nos lampejos vespertinos dos nossos desejos

Inserida por tadeumemoria

Não gosto de ver ninguém muito alegre, alegria desmedida tem laços estreitos com a imbecilidade⁠...

Inserida por tadeumemoria

⁠Sempre sonhei demais e há muito tempo atrás
quando o mundo era belo e tinha tons lilás...
Sempre haverá em algum lugar o meu desejo,
em outro rosto o teu sorriso,
a alfazema a colorir minha saudade em outras primaveras,
Essa magia que a paixão nos oferece,
nos leva assim dramática e tão suavemente,
tranquila e tão agressivamente...
um dia desses eu adolescia; a multidão de ontens,
Sorrisos e olhares, chicletes e cigarros...
Meus blue jeans que desbotavam a ritmos de desejos, sorrisos e bocejos,
e como nos perdemos assim tão fácil
se tínhamos o controle do tempo e todos os poderes
que virtualmente a juventude nos impõe...
quando algum dia os céus terão as mesmas cores,
e tardes serão promissoras de noites de amores...
agora que eu entendo que não entendo nada
e a dependência de depender de algo
é a única referência que eu tenho do que eu não tenho...
alguém me fala de aventura
com um sorriso aberto da cor do céu da minha adolescência...
eu que sempre sonhei demais, e há muito tempo atrás
quando o mundo era belo e tinha tons lilás
acreditando que a luz dos horizontes e nossas fantasias
alimentam o lado bom de nossas almas
e nos fortalecem diante das paixões...

Inserida por tadeumemoria

ETERNIDADE
A noite ouço sons de violino,
passarinhos e a brisa abre meus caminhos
há muito tempo eu fui livre...
tipo de ícaro e astronauta
tocando flauta...
um dia empunhei a espada,
peguei meu escudo, montei raio de luz,
alazão branco, romântico...
eu galopei e de tanto sonhar
eu aprendi que eternidade é esta fantasia
que só dura um instante,
então acontecem todos os nascentes
e todos os poentes,
os pássaros cantam a profusão de luzes
ao tom de tua silhueta, sons de violinos...

Inserida por tadeumemoria

No final da tarde,
mesmo laconicamente olhe o ocaso...
fique feliz, mas não muito,
não se jubilize tanto,
pense nos que não têm essa possibilidade,
a noite, olhe a lua, ame, mas não se derrame
o amor é salutar em doses homeopáticas,
o amor tem efeitos colaterais
seja feliz, mas não tanto,
é triste ser feliz, eu já fui triste um dia...
olhe a chuva e não se maldiga,
no nordeste chuvas são
gotas de diamantes e águas marinhas...

Inserida por tadeumemoria