Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

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✅ A consistência diária no que é certo e bom vale muito mais, incomparavelmente, do que curtidas, comentários e seguidores nas redes sociais. 🛜

✝️ Os leigos antigos tinham uma “Bíblia oral” entre si, pois comprar uma Bíblia era muito caro. 📖

"Não me compare a quem tem muito dinheiro. Me compare a quem tem o poder de mudar o mundo mantendo a mesma humildade de quando não tinha nada."

⁠⁠Cuidado com pessoas muito sedutoras,pois elas podem te provocar e te hipnotizar e causar teu desequilíbrio.Elas também podem usar sua atitude desequilibrada para se vitimizar.Cobras mostram a língua para seduzir suas presas e logo depois dão o bote.Psicopatas seduzem suas vítimas e depois descartam e enganam.

O docente em Enfermagem, se aprender a disciplinar suas palavras, poderá alcançar muito sucesso, pois o campo de trabalho para docência é muito vasto.








Shalimar Farias da Silva

O emprego e trabalho muito são relevantes. Estudar também é trabalhar e quem trabalha voluntário também tem sua importância. Logo, seu parceiro ou parceira afetivo precisa valorizar e incentivar seus trabalhos.

Os artistas têm uma imaginação muito fértil e conseguem expressar emoções e conquistar quase tudo pela arte. Todas as pessoas do mundo têm um pouco de artista correndo nas veias. Alguns são cantores de banheiro, gostam de dançar, cantar, escrever e tocar algum instrumento por hobby, profissão ou vocação artística.

O voluntariado ensina muito. Se aprende a ser responsável e altruísta.O prestígio que se recebe é consequência.

A arte-educação no ambiente acadêmico de ensino superior é muito bem-vinda por proporcionar relaxamento, promovendo um ambiente mais alegre e descontraído.

"Não sou indiferente. Muito menos uma
pessoa sem coração.Também sofro,
me sinto muito sensível e frágil, me dói a
alma quando ficas em silêncio, me dói quando
falas de um sonho, sendo que fui só eu que
sonhei. Não me julgue sem coração, pois
o meu se encheu em lágimas silenciosas.
Hoje apenas sigo em frente. Sou a mesma,
os mesmos sonhos, a mesma garota sensível
e frágil, porem mais experiente e mais sabia.
Só entra na minha vida quem eu permito
invadir meu espaço".

⁠Sua felicidade é o grito de vitória,
De quem lutou muito e aprendeu a vencer,
Escrevendo com fé a sua própria história,
Com o brilho no olhar de quem sabe viver.


---------- Eliana Angel Wolf

É muito mais fácil usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover do que se comportar como verdadeiro filho d'Ele.

Em terras abarrotadas de trabalhadores, gente de bem e servos de Deus mijando fora do penico, muito em breve, invocar o Santo Nome de Deus publicamente será blasfêmia.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

⁠Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.

⁠Algumas primeiras vezes são realmente muito difíceis, mas todas são inevitavelmente memoráveis.

⁠Citações bíblicas são para acender luzes — não para apagá-las, muito menos para monopolizar a Graça.


Insulto maior não há, que ver tantos se valendo das Sagradas Escrituras para se esconder, aparecer... ou se promover.


Porque Deus jamais teria contribuído com uma única vírgula do livro mais vendido, mais lido — e menos vivido do mundo — para legitimar descuidos, maldade ou caprichos de apaixonados.


A Palavra, quando nasce da Fonte, não busca plateia, busca consciência.


Não pede eco, pede postura.


Nem deseja aplauso, deseja transformação.


Mas há os que a tomam como escudo, sem jamais permitir que ela os atravessasse.


Há os que a declare com fervor, mas não a deixe iluminar a própria sombra.


É há os que a cite de cor — e, ainda assim, não a conheça.


Talvez o maior desafio da fé não seja crer, repetir ou pregar… mas permitir que a Graça nos alcancem onde mais resistimos a ser alcançados.


Porque Escritura não foi dada para amarrar ninguém — foi dada para libertar.


E somente quem se deixa iluminar por ela descobre que a verdadeira luz nunca humilha; revela.


Nunca esmaga; desperta. Jamais separa; reconcilia.


E é justamente aí que a Filosofia reencontra a Fé no ponto mais delicado: o ponto em que ambas exigem do sujeito não a obediência cega, mas a coragem de se encarar.


A Filosofia nos pergunta por que acreditamos; a Fé nos pergunta como vivemos o que dizemos acreditar.


E, quando caminhamos sem medo, percebemos que essas perguntas são irmãs — não rivais.


A Escritura nos mostra caminhos, mas jamais os percorre por nós.


A consciência é quem decide se cada passo será um gesto de luz ou de vaidade.


Porque não há texto sagrado, capaz de elevar quem insiste em rastejar pelas conveniências.


E não há versículo que enobreça mãos que o brandem como arma enquanto o coração permanece fechado como punho.


Fé sem reflexão vira fanatismo.


Reflexão sem fé vira desespero.


Mas a união das duas — essa, sim, — é o que faz da Palavra uma ponte em vez de trincheira.


Talvez Deus nunca tenha pedido que interpretássemos a Escritura com perfeição… mas que a vivêssemos com honestidade.


Porque a Verdade, quando realmente é luz, não precisa ser defendida — precisa apenas ser deixada brilhar.


Porque a Oração sem Ação não ascende — retorna.


Não toca o Alto — ressoa no vazio de quem a profere.


E, talvez por isso, seu destino seja apenas os ouvidos dos tolos que imaginam que o Céu se move por frases que nem eles próprios se movem para viver.

Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.




Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.




Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.




As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.




Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.




Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.




Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.




Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.




Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.




Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.




Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.




Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.




Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…




Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.




E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.




Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.




E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.⁠

⁠É muito Feno para tão pouco sal...


Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.


Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...


Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.


Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.


Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.


No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.

⁠Talvez seja muito mais fácil lidar com o barulho de quaisquer doenças permitidas por Deus do que com o barulho apressado das suas propagações.


Lidar com o peso silencioso de um diagnóstico permitido por Deus é tão pavoroso quanto lidar com o estrondo apressado dos que o espalham.


Uma enfermidade jamais alcançaria um filho de Deus sem a autorização d'Ele, mas o “disse me disse” — é escolha humana.


E a dor, esta, quando chega, costuma pedir recolhimento, tempo e respeito.


Ela ensina a alma a caminhar devagar, a ouvir o próprio coração e a buscar sentido onde o ruído não alcança.


Já o barulho da divulgação precipitada não cura, não consola e não edifica — apenas expõe, rotula, espalha o caos e multiplica feridas.


Há sofrimentos que são sagrados demais para virar assunto, estatística ou opinião.


Deus, em Sua permissão, conhece a medida exata do fardo que cada um pode carregar; as pessoas, em sua pressa, conhecem raramente a medida do silêncio necessário.


Entre o diagnóstico e a esperança, existe um santuário de silêncios onde só cabem a misericórdia, a oração e o cuidado.


Talvez o verdadeiro amor não esteja em falar rápido, mas em calar na hora certa.


Porque há dores que Deus confia ao coração… e há barulhos que o mundo faz sem jamais ter sido autorizado a fazê-lo.


Em que pese a fome apressada de informações, interesse e curiosidade coexistem, mas gritantemente se diferem.


Enquanto a curiosidade chega metendo os pés na porta, o interesse se oferece para trabalhar o caos nos cômodos que se apresentam.


Que nenhum diagnóstico se confunda com sentença, nem a informação com a exposição!
Amém!