Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Em meus olhos tua imagem fiz segredo,
Guardei cada verso,cada nota de canção,
esperando acabar meu receio,
implorando que saibas do meu medo
de abrir meu coração.
Ah!se soubesses,
que embora fuja como tolo
meu coração feito bobo
cria mil estrelas com teu nome,
rogando que seu olhar brilhante
por um momento se encante
e finalmente me sagre
eternamente a você.
"Sou o avesso do meu próprio caminho,
mais sutil do que meus versos,
olhar pouco traiçoeiro,
sou reticências.
Meu ímpeto coloca - se á frente da razão,
meu riso mantém - se solto e vermelho.
Nasci subjetiva e talvez eu morra assim;
com as mentiras mais deleitosas,
o copo derramando verdades impróprias,
coração repleto de amor pra esquecer.
Mergulhei no egoísmo de me amar apenas
e mais do que qualquer outro.
É preferível morrer no seu próprio mar a
ser mais um sobrevivente da falta de consciência daqueles
que nasceram apenas pra ocupar espaço.
De vazio cheio de dúvida já me basta esse que me foi designado.
Não me vacinei contra os mal intencionados e indecisos como eu,
me vacinei contra a tristeza prolongada,
contra o jeito grotesco de viver.
Só não quero morrer sem ao menos saber
por que motivo me colocaram aqui.
Não quero a vida imperativa,
quero a não definida, a infinita
- se possível."
Justo eu, que sempre dizia,que uma das coisas que não suportaria,
seria quando eu perdesse meu abrigo em você.
Enfim,demorei tanto pra arrumar esse lugar.
Dias e dias,ampliando,arejando,criando rebocos,
retirando seus destroços, pra que assim fizessemos nosso mundo.
Eu te dizia,lembra?
E você ouviu?Você guardou?
Você ao menos pensou,
quando via em mim tanto esforço?
Eu também joguei fora muita coisa minha,
pra que aí dentro,só houvesse espaço pra nós dois.
Ah!Seria tão diferente se você tivesse me ajudado...
Porque ao invés de trancar,você não abriu?Porque?
Eu estaria com você,com amor,na rede,no vento,no relento....(livre)
Brincava com minha simplicidade,lembra?
E sabe agora como estou?
Como quem anda pela primeira vez de salto alto,sozinha,
numa avenida esburacada,
escura,com um monte de pessoas te olhando
e esperando um tombo logo adiante.
É visível minha fragilidade,minha insegurança.
É difícil olhar a distancia que tenho que percorrer assim.
Mas quem foi que me mandou acreditar tanto?
Quem foi que me disse, que pra viver,
bastaria apenas um abrigo tão fechado dentro de alguém?
Não,ninguém.
Fui eu quem me "podei" pra caber em você.
(Mas não morri pra mim)
Talvez por isso...
Por eu estar tão viva,num lugar tão morto,
é que o "seu tão pouco",
se tornou insuficiênte pra mim.
-Calma...deixa eu analizar:
Então não fui eu quem perdi...né?
TEM ALGO MAIOR ME ESPERANDO POR AÍ.
Atravesse o oceano e venha ao meu encontro. Traga consigo o sorriso perfeito, os chocolates, e as lágrimas para eu poder secá-las.
Você é minha vida há muito; e a ideia de dividir meu ar com alguém que não seja você é intolerável! Pensando, descobri que a única parte humanamente inteligível do meu ser é o nosso amor.
Tu me deixastes aqui e eu permaneci imutável durante todo esse tempo. Todavia, meu amor cresceu desesperado pela sua presença e eu não posso mais suportar a saudade.
Para Isabella Proença, minha vida.
Tudo que te convenhas a meu respeito refere-se a tua representação especulativa dos fragmentos que vivenciou de minha pessoa e experiência percebível segundo tua ótica. Tudo o mais, e toda a verdade que possuo em essência pertencem a mim
E pensar que eu passei todo esse tempo
Investindo no meu know-how
E pensar que eu quase me danei
Apostando no meu background
Eu ando jururu
I don’t know what to do
Quero encontrar pelo caminho
Um cogumelo de zebu
E descansar os meus olhos no pasto
Descarregar esse mundo das costas
Eu só quero fazer parte do backing vocal
E cantar o tempo todo shoobeedoodauda
VINTE E QUATRO
Então me aceite assim
assim mesmo como eu sou
Deixa eu te fazer feliz do meu jeito.
Você não precisa de alguém que faça o que você faz ou o que você quer.
Precisa de alguém que te complete,
que tenha o que você não tem.
Então me deixe te completar, te fazer feliz
com todos os meu defeitos e qualidades,
Sei que sou capaz disso e sem precisar mudar.
E esse meu jeito assim de não amar,
De não querer amar,de fingir não amar,e esse meu jeito assim,
Que nem todo mundo entende,e que muitos que por esse meu jeito assim, me amam demais.
Mais que pelo meu jeito assim,não consigo amar,ou não quero amar,porque eu só amo a um,aquele que tem um jeito tão surpreendentemente igual ao meu.Um jeito de fingir não me amar,de esconder e não falar o nosso jeito de amar,e apenas deixar acontecer,mais que por todo essa maneira de ser,é o único que do meu jeito e tão parecido com meu jeito, eu consegui amar.
E não há nada pior do que o pós-surto, por que surgem as conclusões. E meu deus, por que diabos nesse momento o pé vai mais fundo no acelerador? A mente corre mais ainda! Você ri, sim, ri por que se lembra que um dia antes chorou desesperadamente. E aquilo agora parece tão ridículo não? As coisas parecem tão simples nesse momento.
Considere isso um pós-surto.
“A única coisa existente no mundo que eu quero é entregar a você o meu amor sincero, sempre que tenho vontade te vejo nos meus sonhos e nas minhas memórias, e isso é só mais uma parte da historia”
eu
olho seus olhos,
olhos nos olhos,
olho e seguro,
admiro e desejo,
atemporal meu olhar,
no teu olhar infinito.
olhos nos olhos,
em ti aconteço,
olhos nos olhos,
é tudo que quero,
olhos nos olhos,
eu me garanto.
*Melina (sua) Coury*
Desde que pus as malas dentro do carro, soube que te perderia. Quando a certeza me assolou, meu coração não doeu, como já aconteceu tantas vezes antes e, assim acredito, seja apenas por eu estar pré-consciente de um futuro não mais presente. Presença. A tua, meu bem, que não é mais e que não me dói mais, embora lateje louca nos dias de chuva e te conto que cai temporal devastador todo fim de tarde. É o instante que arregalo os olhos e sinto o coração tornar-se pequenino dentro do peito, com todos os medos mais inocentes e as saudades, minhas, mais doces. Tu és a minha saudade mais bonita e me é estranho te perder, pois sempre te tive feito vela acesa dentro de mim, ritmando meu coração pra lá de descompassado e que sabias ler de olhos fechados, apenas decifrando a pulsação. E eu sinto falta disso, de quando fomos sem ser. E agora, que mudei, tudo se perdeu e assim entendo que aquele nosso encontro na praia não foi um reencontro — mas uma despedida.
Pressentindo emoções, que hão de vir,
Temo não preencher os seus espaços.
Vou dividir meu ser e ser pedaços,
Substabelecendo o meu sentir.
Cada parte de mim vai se incumbir
De uma só emoção, definir traços,
Dizer do ajustamento dos abraços
E tudo, fielmente, traduzir.
Cada fração, então, irá cuidar
Do sorriso, da lágrima, do olhar,
De modo transparente e bem visível.
Que paz e harmonia haja entre elas.
Do contrário, abrirei novas janelas,
Voltarei a ser uno e indivisível.
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