Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Prefiro fugir. De corpo e alma. E se não puder levar meu corpo, pelo menos deixo minha alma escapar.
É o sonho dele
E ele daria a vida por isso sem hesitar
Meu palpite é que ele se cansou de chorar
E decidiu fazer alguma coisa a respeito
Fez
Me conquistou sem querer e sem saber,fazendo meu coração bombear amor ao inves de sangue,fazendo-me respirar teu cheiro em vez de ar,fazendo firmar-me nao sobre o chão mas sobre o desejo de te ter,tomando assim minha vida como tua.
Se Te Pertenço
Se te pertenço, separo-me de mim.
Perco meu passo nos caminhos de terra
E de Dionísio sigo a carne, a ebriedade.
Se te pertenço perco a luz e o nome
E a nitidez do olhar de todos os começos:
O que me parecia um desenho no eterno
Se te pertenço é um acorde ilusório no silêncio.
E por isso, por perder o mundo
Separo-me de mim. Pelo Absurdo.
A força do meu querer, em algum lugar eu deixei me perder
Perdi a força que me movia
Mas ela não morreu.
Apenas cansou de empurrar portas fechadas,
de insistir onde o eco não respondia.
Ficou sentada em silêncio,
esperando que eu aprendesse
que vontade também precisa de cuidado,
e que até o querer tem direito ao descanso.
Talvez a força não tenha ido embora —
talvez esteja me esperando
no mesmo lugar onde eu me perdi,
para que eu me reencontre diferente,
mais inteira,
menos dura comigo.
A ciência, meu rapaz, é feita de erros, mas de erros benéficos, já que conduzem pouco a pouco à verdade.
Que esta minha amada paz e este meu
amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade
bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsoria
dos cemitérios
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto
Todo Dia É o Meu Aniversário
Ontem me fizeram chorar....
Ontem sem que eu percebesse
Eu permiti que me fizessem chorar....
Mas as crianças inocentes
Passaram tão felizes sorrindo
Em cima daquela carroça velha,
E eu tenho as minhas pernas.
Hoje
A aquela lágrima não existe mais
Porque para cada dia
Há sua própria agonia
Que jamais se repete,
Pois é única tal qual a alegria.
E por isso todo dia
É o meu aniversário
Porque todo dia
Eu renasço das cinzas de ontem...
Todo dia eu renasço das cinzas de ontem...
Pois neste mundo
Quem não é fenix
Deixa de existir....
Pois neste mundo
Quem não for fenix
Deixa de existir!
Todo dia é o meu aniversário.
Ontem alguém me ofendeu...
Ontem sem que eu percebesse
Eu permiti me sentir ofendida.
Eu nunca nasci
Com tudo que eu queria,
Mas eu tenho os dois braços.
Por isso todo dia é o meu aniversário...
Todo dia eu renasço das cinzas...
Eu renasço das cinzas de ontem
Que nunca deixarão de existir....
E pra mim o mundo é sempre novo e diferente
Daquele que eu conheço sempre.
E por isso todo dia
É o meu aniversário
Porque todo dia
Eu renasço das cinzas de ontem...
Todo dia eu renasço das cinzas de ontem...
Pois neste mundo
Quem não é fenix
Deixa de existir....
Hoje
A aquela lágrima não existe mais
Porque para cada dia
Há sua própria agonia
Que jamais se repete,
Pois é única tal qual a alegria.
Vampiro
Meu ser
Nescessita de sangue
para sobreviver
Doei-me a vida
Hoje apenas existo
É mais gratificante ter tido-a
Do que nunca ter visto
Um por
Um nascer do sol
E hoje
A cada fresta de luz
Sofro como se
estivesse pressa á cruz
Um taça para meu ser basta
E o sacrifício
Este me desgasta
Hoje um monstro me tornei
Matei
Me alimentei
Sou minha propria desgraça
O meu plano de quatro etapas para lidar com a negatividade: identificar, enfrentar, eliminar e substituir!
Ao meu ver, não existe Dia da Mulher, pois todo dia é dia delas, pois sem vocês jamais iríamos existir, sem vocês jamais teríamos o prazer, sem vocês jamais seriamos pessoas, parabéns a todas vocês.
Nem todas as canções romanticas que ouço trazem de volta o brilho e a alegria que havia em meu sorriso depois que você me deixou.
Pois sua voz para mim tinha todo o romantismo e a doçura de todas a canções que eu já pude ouvir..
Porque meu coração, por mais que sejas duro, ele também não é de ferro.
Uma metade é amor, e a outra metade, quem sabe, é saudade.
E depois de partir, poder voltar e dizer este aqui é o meu lugar. Poder assistir o entardecer e saber que vai ver o sol raiar.
Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.
Os hóspedes
Tristeza bateu em minha porta
Deixei-a entrar
Solidão pediu abrigo
Deixei meu coração ela habitar
Angustia sentiu-se rejeitada
Logo a chamei para conosco ficar.
Dias se passaram
Os hospedes trabalho algum deram
Mas sinto que meu intimo encontra-se reprimido
Com tanto sentimento habitando meu ser
Mas o que eu hei de fazer?
Contei a tristeza minhas lembranças
Dei meu silencio a solidão
Chorei minhas mágoas com a angústia
E elas nada fizeram para me ajudar.
Ficaram paradas, sem se manifestar.
Um dia ao ver o pôr-do-sol
A alegria em mim quis ficar
Mas a tristeza, a solidão e angustia com ciúme ficaram
E não a deixaram entrar.
Fiquei assustada porque não teria forças para lutar com meus hospedes,
Mas percebi que assim como os acolhi
Poderia os expulsar.
Deixei pequenas coisas de minha vida me dominar.
certo dia ao acordar com o canto dos pássaros
senti que meus hospedes foram embora
deixando em mim cicatrizes que sempre hei de lembrar.
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