Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Um certo olhar vale mais do que mil palavras... Momentos maravilhosos, na verdade, presente da vida... Gestos que mais pareciam sinais... Toques que pareciam detalhes, o qual deu a certeza de que existiu uma pessoa muito especial... que deixou belas lembranças!!!
Paixão
Desejo a você um dia luminoso. Um dia alumiado.
Penso em ti e mesmo que eu evite, não consigo.
O som do seu nome me encanta. Eleva-me. Excita-me!
Rogo! Ouço! Gosto! Encontro... Resposta...
Minha sensibilidade aflora o meu ego.
Sinto você a minha sobra.
Quisera eu me transportar para um mundo onde os olhos tivessem a função decorativa.
Poderia eu te encontrar e senti-lo com o toque das minhas mãos. Sentir a sua essência!
Se o mundo fosse assim penso eu que seria mais humano!
Todos seriam mais verdadeiros, mais humanos, mais perceptivos! Ou não?
É engraço que por vezes não temos respostas para perguntas tão estranhas.
Tão utópicas.
Insanidade? Utopia?
Às vezes em meus pensamentos fica a vagar tentando fazer reparos
Em um mundo que já foi projetado para funcionar assim
Em um mundo cansado e doente!
Certo? Errado? .
Mais uma vez sem respostas.
Enfim, quem sabe algum dia questionável!
Paixão
Continuo com a sensação de perda!
Seja constitucional comigo, seja verdadeiro, seja digno
Dê uma resposta convincente e aplausível
Como posso perder algo que não tenho?
Como posso chorar por algo que não tenho?
Como posso sentir vazio por algo que nunca tive?
Mas tenho que admitir uma coisa,
Sinta-se agraciado, sinta-se lisonjeado, sinta-se vivo e sabe por quê?
Continuarei, em minhas noites delirantes, afagar os seus cabelos suaves.
Continuarei olhando os seus olhos a me tocar, a me despir, a me amar.
Continuarei sentindo a sua essência
Inodoro, te adoro!
Amo você sem ver-te
Amo você sem senti-lo
Amo você sem tocá-lo
Amo sua existência sem existir
Ah! Paixão!
Você sempre será meu simpático galanteador
Sempre será meu sedutor
Será meu anjo tridimensional
Amo você!
Dizem que o beija flor simboliza a cura da alma de um grande amor, que é uma claridade, um ato de graça em tê-lo por perto, uma proteção espiritual. Dizem que ele vem para trazer uma mensagem de cura para a humanidade e que é um curador de doenças emocionais. Dizem que o beija-flor nos ensina a suavidade do viver, que a proteção espiritual é certa, é forte e que seu poder é extremo. Talvez o beija-flor seja um animal de poder, talvez seja o portador de mensagens até porque dizem que, os Astecas acreditavam que os beija-flores eram a reencarnação dos maiores guerreiros, que era como um espírito, um ser que transitava entre esta matéria e o universo espiritual, talvez por serem criaturas tão livres e belas e tendo a magia de voar para cima, para baixo, para os lados e impressionante, conseguem ficar estacado no ar. Hoje eu estava em minha casa, na cozinha, sentada à mesa escrevendo um texto pensando em você Tuca, lembrando de nossos corpos se entregando nas noites infinitas, por ironia agora você está em outra dimensão... É surrealista. Mesmo assim ainda te desejo e o tenho em meus sonhos dourados e penso que um amor puro e verdadeiro não se acaba. A noite estava chegando devagar e me abraçava e a certo momento ouvi o bater de asas contra a luz brilhante, mas não ruídos de desespero e sim de suavidade. Talvez porque naquele momento estava escrevendo sobre o meu grande amor... além da vida. Meus olhos estavam inflamados por lágrimas que rolavam em minha face de menina. Eram lembranças tão vivas que eu podia até senti-las, paixão da minha vida. Dizem que em uma casa quando um beija flor adentra trás amor, saúde e felicidade e que o ser que está nesse torpor, nessa sintonia ser humano e beija flor tem um lugar especial. Dizem que ele sempre traz consigo muita sorte e vem distribuir essa alegria, na verdade é uma visita celestial, pois foi espontânea. Fiquei feliz por ter sido abençoada com uma visita tão linda e ilustre. Mas naquele momento petrifiquei-me e esperava, talvez, um beijo do meu beija flor. Imaginei quem poderia ser aquele ser minúsculo, mas ao mesmo tempo tão poderoso e celestial ou talvez quem poderia tê-lo mandado. Paixão te sinto de qualquer maneira e talvez pudesse ser você, tentando me ver e me consolar, até porque completará 13 meses que você se foi. Senti vontade de ser amiga desse beija flor, ou talvez sua amante, de convidá-lo para ficar comigo, morar comigo, ou para passar uns tempos em casa. Queria conversar com esse beija flor e conversei, carinhosamente. Disse que era bem-vindo, que podia ficar, pedi para não ir embora, mas não demorou muito para eu me tocar que se tratava de um pássaro. E pássaros são livres. Livres como eu gostaria de ser, e voam como eu gostaria de voar. Ele ficou poucos minutos, mas foi o tempo suficiente para que as minhas lágrimas secassem deixando-me feliz. A felicidade saia da minha alma, antes triste sentindo a sua falta paixão. Despedi-me do beija flor, mas já com saudades. Foi uma despedida sem beijos, mas em minha alma te senti presente Tuca! Acho que o beija flor veio somente me confortar e dizer para eu não chorar, dizer para eu viver a minha vida até nos encontrarmos. Talvez possa ter sido só um beija-flor desavisado, que entrou em minha casa por um acaso, mas pode ter sido a saudade de você, ou a inspiração que veio me visitar, decidida a ser notada e sentida. Em um certo momento como num passe de mágica, meu beija flor se foi. Todos os dias no final do dia eu o espero e tenho a nítida certeza que naquele dia talvez pudesse mesmo ter sido você paixão. E todos os finais de tarde sento à mesa, acendo a luz na intenção de atrair o meu beija flor, para guiá-lo até a mim e deixo a brisa me envolver na esperança de que ela traga você, que traga seu espírito e quem sabe transmudá-lo. Continuo sonhando, tendo você neles paixão, você é o alimento de minha alma. E nos dia seguintes ao amanhecer abro os meus olhos e acordo. Acordo para realidade presente e penso, saudade de você Tuca, mas você agora está livre, livre como aquele meu beija flor.
Sem você, fico em fúria e mantenho um vazio, até porque tudo em mim explode, tudo implode. Sensações descontroladas, vida agitada. Ar entrando fragmentado, sinto e imploro: o céu é o limite, vamos caminhar!
Ahaaa! O Amor!!! O amor é um sentimento que abre um leque de desejos, é troca de energias, é suor compartilhado, é ligar as almas! Sei de tudo isso porque olhei para trás.
Mas tudo isso pode ser amor,
ou apenas um sal sem sabor.
Estamos em caminhos dos quais não podemos voltar, mas apertar o play é tão excitante!
Glória
Fico feliz com a felicidade do infeliz, daquele que, mesmo sendo alvo, sustenta um equilíbrio quase sagrado.
Da sua boca escorre a redenção:
pura e transparente, como a saliva de uma verdade que não se esconde, um grito que atravessa o desespero e o ilumina.
Glória! Glória! Glória!
NATAL
O Natal é um fenômeno mundial e parece não ter fim na mente humana.
É contagiante, intrigante e faz com que pensamentos bons fluam pelo nosso corpo, independentemente das circunstâncias. Vem como um feromônio da felicidade, se é que esse termo pudesse existir.
O Natal torna-se um verdadeiro espetáculo de luzes, enfeites e alegrias.
É uma paz que sabemos ser passageira, mas que, ainda assim, nos envolve de forma intensa, quase eletrizante — e isso é sentido por todos nós.
São milhares de histórias: muitas tristes, outras tantas, profundamente alegres.
Tudo começa no início do ano, quando o pensamento já se povoa da expectativa pelo próximo Natal. Ao longo dos meses, essa espera se estreita e, de repente, percebemos que ele se aproxima. Às vezes até esquecemos — talvez pelo cansaço do dia a dia, pelos problemas constantes, pelas decepções marcantes. Mas, no final de cada ano, o Natal explode, recarregando a bateria humana com sorrisos que não chegam apenas aos olhos, mas à alma.
Mãos se unem, lembranças passam como filmes na mente, e surge a esperança de que pequenas mudanças possam gerar felicidades duradouras.
Acredito nesse Papai Noel. Não no velhinho barbudo e de barriga grande — esse conceito deixo para a pureza das crianças.
Acredito, sim, no ser humano existencial: naquele que olha para as crianças carentes e acalma seus corações; que enxerga famílias humildes e oferece força e determinação; que percebe o amigo que precisa de ajuda — nem sempre financeira, muitas vezes apenas um “olá”, um sorriso, um aperto de mão.
E há também os invisíveis e tristes. Eles precisam de apoio, de conselhos e, às vezes, apenas de um abraço cheio de amor.
Vivemos em um mundo lindo, mas que nem sempre é cuidado como deveria. Há falhas, e o tempo é curto.
Muitos estão desesperados por proteção, por afeto, por um turbilhão de carinhos, por ter um rosto a quem chamar de amigo — o protetor.
Que neste Natal o improvável e o impossível se realizem, até porque o contrário já é certo.
Que a cura aconteça em todas as situações, pois milagres e transformações ainda são possíveis.
Que cada um tenha o seu Papai Noel.
Que cada um tenha o seu Natal.
Que cada um viva um Natal cheio de luzes multicoloridas, e que a paz se instale no mundo inteiro, trazendo serenidade e esperança.
Vamos relaxar, porque outras tempestades virão, outras tristezas nos alcançarão e lágrimas ainda rolarão pelo nosso rosto. Mas basta lembrar: a virada do ano chega, e o próximo sempre pode ser melhor.
Enfim, é isso que desejo:
um mundo colorido, risos sinceros, abraços cheios de musicalidade
e um ar que cheire à vida —
à vida feliz.
Amor cura
Florestas são pintadas em meus pulmões.
Relevo.
Na doença do amor, a cura é um milagre — eu creio.
Não estou doente,
apenas me perdi entre os arbustos da vida
e já não consigo ver as estrelas.
A lua não vem,
e a brisa passa leve,
para não me machucar ainda mais.
Na verdade, estreei tarde em sua vida.
Gritar não adianta.
A vida é uma estância,
mas poeiras e tempestades causam tristeza,
e memórias se dissolvem ao vento,
lembrando que remendos nunca são inteiros.
Fecho os olhos,
e meu coração derrete
como fogo em plástico,
nas chamas altas e líquidas
diante de meus olhos —
e se desfaz.
É curioso como o todo se dissolve
e se transforma em um tudo incerto.
Peço uma pausa —
a cabeça gira,
e o medo encontra morada.
O amor, outrora suave,
capaz de embalar o coração,
até aquele que nos lança
à vertigem do “te amo”,
perdeu o encanto
e virou eco vazio no mundo.
Antes, era açúcar cobrindo a alma;
hoje, carrega um amargor silencioso,
que caminha junto
ou nos espera,
paciente,
em algum ponto do tempo.
A dúvida se torna um perigo. Questiono e reflito:
a gente não dá as costas e ainda assim fica sem entender por que passou e não ficou.
Agora o efeito cessou, e tudo se apresenta assim — com dores, e o sorriso não se abre.
Mesmo assim, à sombra, em soslaio, vejo… e pouco entendo.
Saudade da 88
Um suspiro, e a lembrança da goiabeira — aquela cujas folhas secas forravam o chão do quintal, enquanto apenas o brilho da lua e das estrelas testemunhava a magia do amor. Lentamente, em esteira, a mente do ontem e as lembranças invadem, sem pedir licença, o meu hoje. Saudade da 88!
Com a mão direita, eu peço a paz.
Queria ter o poder de gerar calmaria em um mundo caótico. Penso no renascer. Sim, às vezes o ato de renascer vem e me assusta, porque sinto que é como olhar para trás e dar adeus a algo que, em algum momento, foi bom, foi conforto, foi amor.
Às vezes tenho a sensação de estar em dívida com o mundo, mas, ao mesmo tempo, sinto raiva do destino. Afinal, ele dá rasteiras na vida, e a queda dói, maltrata, podendo até matar. E não há o que fazer, pois são coisas do bad boy chamado destino.
Medo da profecia!
Fico pensando como seria o remake da vida, se isso fosse possível.
Seria opcional?
Seria racional?
Há dias em que acordo vestida de cinza, com a garganta presa. Nesses dias, não quero comparecer a lugar nenhum, não quero ver olhos nem bocas. Quero apenas brincar de escrever, onde sou sorriso e felicidade.
O céu é um jardim onde as estrelas são colhidas como flores do deserto;
onde a lua sorri, presa ao manto azul;
onde as nuvens tentam esconder a beleza das estrelas.
Onde o sentimento das lágrimas nos olhos do ser amado
se transforma em momentos que jamais se esquecem.
Eu lamento não ter o poder nas mãos para consolar a todos,
nem o poder de abraçar cada um.
Resta-me apenas fechar os olhos e, em minha mente,
fazer minha alma ajoelhar-se
e pedir ao Supremo que olhe por seus filhos.
Entre Órion e a Saudade
Eu o via como um menino,
daqueles que não querem crescer.
Carinhoso, um Peter Pan.
Ele prometeu me mostrar a constelação de Órion,
visível a olho nu — um presente do universo.
Certo dia, disse-me que, quando a saudade chegasse
e a noite estivesse em prantos,
bastaria eu fechar os olhos
para que o manto negro surgisse.
Mas que eu não me preocupasse,
pois logo a claridade apareceria,
com estrelas brilhantes e felizes.
Um dia, a felicidade nos abraçou
Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.
Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.
Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.
O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.
Eco de um perdão
Ouvi você, em gritos, dizer que ao seu redor não existem seres bons, nem seres honestos.
Ouvi você dizer que, quando partisse, ficaria na memória de muitos, mas que poucos estariam lá.
Ouvi você dizer que todos estavam errados por não estenderem as mãos e que nem sequer havia um abraço, nem mesmo um olhar.
Ouvi você dizer, entre gritos e choro, que gostaria de ter pelo menos um amigo, pelo menos um grande amor.
Em revolta e com as mãos atadas, mergulhei em lágrimas por não acreditar no grito da sua voz.
Você, onde quer que esteja, ouvirá o grito da minha solidão. Tenha certeza: meus pensamentos, em gritos, pedem a você:
Perdoe-me
Fragmentos de um Amor
O amor tem vários cenários, como em um filme de cinema: alguns terminam com “felizes para sempre”; outros perguntam “onde você está neste momento?”; há ainda aqueles que decretam “sua vida termina aqui”. E existem muitos, muitos outros cenários, nos quais somos todos atores do filme chamado Vida.
O amor nos faz gente, mais humanos. Faz-nos felizes, capazes de sorrir no silêncio e encontrar graça em tudo. Esse é o lado bom — o cenário de que mais gosto.
O amor me faz sorrir com os olhos marejados, a voz embargada e o corpo trêmulo.
Mas há o outro lado: quando tudo dá errado, tudo perde a cor. Hoje estamos aqui, alegres, rindo e gargalhando; amanhã, somos apenas um borrão.
Quando o Jardim silencia
Sempre que olho para um jardim cujo cuidador não tem a nobreza de podar, mexer a terra, adubar e nem mesmo regar, sinto-me triste; um arrepio atravessa-me diante da delicadeza de uma flor negligenciada.
Ao vê-las assim, é como se estivessem doentes, tristes, chorando de dor e sede. Eu também me entristeço — é como ouvir seu lamento por não poderem correr em busca de socorro.
Acredito que a empatia deve estar acima de tudo, diante da essência e da beleza da nossa natureza.
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