Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

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Mas o que fizeres para teu irmão, Deus lhe dará em dobro. Lembre-se, o que fizeres, seja bom ou ruim, com o tempo voltará para ti.

o erro deve ser visto como se fosse o nosso irmão mais novo que ainda precisa da paciência para levá - lo ao certo.

Professor

Sim, é ser educador que ensina
e mestre dotado de saberes.
É ser pai, mãe, irmão e amigo.

Ser professor é ser um pouco
de tudo, e mais, faz um pouco de cada coisa.
È o que prepara os jovens para o futuro..

Ser professor é ensinar o que sabe,
e si importar com o aprendizado do aluno.
É ser um grande inspirador.

Ser professoer é saber dizer e escutar, e si
comover com a história de vida de cada
um. É ser grato a Deus pela nobre profissão.

Vigilante ao mundo ilusório, contraditório...

Irmão? Somos nós?

Ruinas, traumas, ignorância, decadência, talvez assim melhor nos definimos!

Temos o livre-arbítrio porem somos escravos na contramão de nossa "virtuosidade".

União, uma utopia!

Ombridade, um detalhe!

Sonhos...

Irmandade...

Devemos a nós, devemos a nós...

Amor e o ódio, o bem e o mal, virtuosos desses detalhes existem, e como existem,.

Derivados de escolhas consequentes das mesmas, somos todos.

Espelho que reflete o que desejamos é um espelho de virtude duvidosa!!!

Caminhando pelo mundo

Caminhando pelo mundo divertindo gente,
chorando em ver a fome, meus irmãos sentem fome.
Procuro sentir nas pessoas algo que talvez não esteja lá,
cadê o amor?Você é capaz de sentir?

E caminhando pelo mundo deixando de lado os sonhos,
esquecendo dos outros, e suas dores.
Meus amigos cadê?Meu amor cadê você?
Talvez seja tarde demais para mudar.

Caminhando pelo mundo ocupado demais,
coisas simples que agora quero desfrutar,
o barulho do mar, as nuvens a flutuar,
nunca é tarde pra mudar!

O amor fraterno é construido nas adversidades, são nelas que descobrimos nosso verdadeiro irmão, e é assim que conhecemos o amor incondicional.

''Se você não consegue chamar seu semelhante de irmão,como ousa chamar Deus de Pai?''

Solteiras, não sem dono: pai, irmão, ex, patrão, todos se consideram. Muitas os exploram.

Como seguir sem sua alegria, sem sua companhia e sem sua presença...ontem levei o seu irmão na final da copinha, ele tem grande alegria, é um menino de ouro e precisa de nós para continuar. Más em momento nenhum á esquecemos, levamos sua camisa com seu nome pra te representar, seu irmão até gritou; "Irmã esse gol e pra vc...te amo Lá". Dói saber que nesse mundo tão grande não te encontraremos em lugar nenhum, me pergunto...Porquê e também pra que meu Deus? E não sei ainda como conseguirei seguir, pois horas acho que não consigo continuar, e horas não quero! Só sei que necessitamos muito de você conosco filha e de pensar que não tem como tê-la aqui...só sobra a dor, desespero e a escuridão! Te amamos nossa menina!❤❤❤❤❤❤

A sua vida não está fácil?
A minha também não, e tenha certeza
a do seu vizinho e a do seu irmão, todas
elas têm problemas, em alguma questão:
Seja financeira, sentimental,
de saúde ou emocional! O primeiro passo,
para livrar-se dos problemas, é aceitá-los e tentar
resolvê-los, deixar de se sentir vítima...
Batalhar e acreditar que dias melhores virão!

⁠Não seja o tipo de "cristão" que odeia o seu irmão, mas no púlpito pede para os irmãos se amarem.

Se não formos inteligentes, ninguém chegará até o seu irmão.

Ideal seria se o amor pelo irmão fosse recíproco ao nosso amor ao sábado!

Cuidado com certos amigos que te chamam de "irmão" e paquera sua mulher.

Poema - Carta de Carlos Barbosa.


Querido irmão José,


Escrevo-te aqui do solo sagrado da nossa fronteira, onde tiveste o privilégio de nascer — graça que não me foi dada, embora me sinta jaguarense de alma e coração. Hoje recebi, com grande preocupação, a medida tomada por Vargas de dissolver todos os parlamentos; sei da tua atuação como deputado na nossa Capital do Brasil, cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, e imagino o que estás a sentir neste momento.


Somos republicanos, meu caríssimo irmão, e a liberdade nos norteia. Nestes dias lembro tanto da nossa infância nos campos de Jaguarão, quando nossa mãe Maria e nosso pai Antônio contavam as histórias da revolução à beira do fogo de chão, falando do nosso avô Manoel e do nosso tio-avô Bento. Lembro que todas essas histórias mais tarde vim a dividir com meu mestre José Francisco Diana.


Antes que me esqueça: sinto saudades da cunhada Arlinda e da bela Maria. Não pude ir ao casamento dela com o Luiz, e sempre me cobro por esse impedimento — coisas de política e compromissos que, ao colocarmos à frente de tudo, muitas vezes nos causam remorso. Mas, como estava a escrever, são muitas recordações. Ainda me lembro de ti pequenote, guri tentando montar nas ovelhas, e eu naquela época com as malas prontas para cumprir a vontade dos nossos pais e ir estudar no Rio de Janeiro. Não foi fácil, meu querido irmão: o Colégio Dom Pedro II era enorme, mas não maior que a faculdade de Medicina. Lembra-te que foram quase dez anos na capital da nossa República Federativa para finalmente realizar meu sonho de conhecer Paris — e lá passei longos quatro anos.


Como bem sabes, também era um sonho voltar para nossa Jaguarão e aqui exercer tudo o que aprendera. A sorte me sorriu quando tive o privilégio de conhecer meu grande amor, Carolina. Tivemos uma vida repleta de aventuras e, naturalmente, momentos de sofrimento com a perda de alguns de nossos amados filhos — dor amenizada pelo amor de Euribíades, Eudóxia e Branca.


Querido irmão, ao leres esta carta deves perguntar-te por que hoje me mostro tão narrativo e saudosista: a vida passou tão rápido. A política, depois de 1882, quando fundei o partido republicano em Jaguarão, nunca mais se apartou de mim. Veio o mandato na Câmara — onde jamais se pensara em um republicano — depois fui deputado da província e, para completar, participei como constituinte naquele ano de 1891. Depois veio o Júlio, como primeiro presidente constitucional do Rio Grande; quase me obrigou a aceitar sua imposição para eu ser seu vice-presidente. Tu conheceste o Júlio: não aceitava recusas e era deveras convincente. E assim tive de me desdobrar entre a Vice-Presidência e a presidência da Assembleia dos Representantes do Estado. Lembra-te que, em virtude disso, recusei disputar uma vaga ao Senado — por nossos ideais republicanos, meu querido irmão.


O que parecia inimaginável aconteceu: tu muitas vezes me disseste que era um caminho natural — e lá estava eu, presidente do Estado do Rio Grande do Sul, com larga margem de vantagem, três vezes mais votos que o meu oponente. E olha que sequer andei pelas outras querências de São Pedro; fiz-me vitorioso sem sair da nossa fronteira.


Por fim, acho que tudo valeu a pena, e consegui fazer muitas coisas. Tu, que por muitas vezes estiveste à frente de governos, sabes que os desafios eram grandes. Dei início à obra do Palácio Piratini; pude homenagear meu amigo Júlio erguendo-lhe um monumento; realizei a obra do cais do porto em Porto Alegre; ajudei a nossa Faculdade de Medicina; criei a colônia de Erechim e finalmente elevei a vila de Caxias à categoria de cidade; ratifiquei as questões da fronteira com o Uruguai; fui incansável nas questões agrícolas e pecuárias e tratei da saúde com todo o meu conhecimento.


Mas, depois de tantos feitos, meu irmão, precisava voltar para a minha terra de coração, e entreguei o governo ao Borges e vim para a fronteira. Lembras quando te disse que iria descansar e voltar ao meu ofício de medicina? Tu duvidaste — e hoje sabemos que tinhas razão: não deram nem seis anos de descanso e a política me reencontrou, para cumprir aquilo de que havia declinado anteriormente por motivos republicanos. Lá fui eu para o Senado Federal. Foram dez anos na Câmara Alta, mas minha saúde convenceu-me, mais uma vez, a voltar para nossa terra.


Depois de todas estas linhas, saberás a razão da minha carta repleta de saudades e lembranças: tua querida cunhada, que tanto te admirava, fez sua passagem, deixando meu coração com um vazio enorme — foi-se minha Carolina. E eu estou aqui, na terra onde tu nasceste, à espera da minha vez para ir ao encontro dela.


Abraços do teu querido irmão,
Carlos.


Autor Renato Jaguarão.

Ser irmão não é estar lado a lado, mas caminhar unido pelo mesmo ideal de luz e justiça.

Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais.

Bíblia Sagrada
1 Coríntios: 5:11

⁠Por onde passa a tua dignidade, deveria passar também a do teu irmão.

⁠fim dos tempos começo das dores, cumpre se de Deus as profecias
Filho contra pai
Irmão contra irmão
e o Amor cada vez no mundo se esfria
Ninguém pensa em alguém
O abandono virou rotina
O ar se poluindo mais e mais e agora com esse vírus da china
Só sofrimento e dor
Por isso eu te imploro meu DEUS CURA NOSSO PLANETA SENHOR

Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça.
Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.

Bíblia Sagrada
Romanos, 14:21-22