Um Amor Amigo Companheiro
O veneno que ingeri foi pensando
No amor perdido na minha frustração
Sim! Das flores que mandei só restaram os espinhos;
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
A minha força? Ah... Minha força está no amor
Ou nas palavras que encantam no intimo
Ou descaradamente, insinuante...
Para então se declarar;
Não tenho medo do “Não”! Nem de palavras soltas ao vento
Pois me faço entendedor quando não me veem atento;
Perdi a minha validade... Esperando o amor passar
Fui areia por entre os dedos esvai-me por ninguém me amar
Tenho esperança de algum dia por mim alguém gostar;
Me desfaço com o tempo com o vento a me levar;
Saiba que nós os desafinados também amamos... Também temos sentimentos
Pois nem sempre o amor é transmitido pela beleza! Mas sempre pela verdade;
Por isso abro o meu coração a você que ler com atenção e entenda que
Em baixo dos meus pés também tem um chão;
Resgate o amor próprio para encontrar o amor impróprio
E sentir o melhor da indecência com olhares
Sem pudores desatando a vergonha;
