Tudo Oque eu Sentia Acabou
"Quando o relogio indicar meia-noite do dia 31 é hora de eu passar a limpo o ano que se foi, passar a planejar o ano que chega e, claro, passar a mão na taça de champã gelada que Jarbas há de me servir. Passagem de ano comigo é assim!"
Texto Meu No.1163 (Ano 2022)
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR
"Não sei vocês mas, se eu conseguir chegar vivo em 2026, será minha primeira vez. Não sei vocês!"
Texto Meu No.1166 (Ano 2022)
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR
"Não sei se o Ano Novo vai se emocionar, ao chegar e me ver. Eu me emocionaria!"
Meu Texto No.1171 (Ano 2022)
"Além de todas as outras Tradições no Natal, há Tradição na Minha Familia, que eu prezo muito: o pescoço do peru (ave) é sempre meu. Ô Familia Boa!"
Texto Meu No.1137 (Ano 2022)
😅
"Quem sou eu para afirmar? Ora, sou EU, EXATAMENTE EU, uai. Qual a dúvida? Então, afirmo: no dia seguinte a 31 de dezembro, sempre teremos inicio de um Ano Novo. Os que forem de apostas, venham, Uai!"
Meu Texto No.1181
🧐
"Cara feia, vudu, reza, despacho e encosto. Nos últimos anos nada disso impediu que eu saudasse a chegada do Ano Novo. Neste ano vai ser igual. Ou será que não?"
Texto Meu No.1146
😴
"Não é Verdade que o que eu mais gosto na Virada do Ano seja a Ceia com aquele frango gigante (o 'Chester'). Tem também a Mega Sena da Virada. Não se esqueçam, Hum!"
Meu Texto 1191
🤭
.
"Passado o Natal, não vá ficar 'passado' só porque no Ano Novo eu continuarei aqui, Hum!"
Meu Texto 1190
😄
"Estamos a uma semana do Ano Novo e Minha Parentaia já começa a chegar. E eu permito, porque gosto disso e gosto deles!"
Meu Texto 1184
🫡
Engana-se quem pensa que meu hobby favorito é puxar ferro. Não é!
O que eu mais gosto de fazer nos meus momentos de ócio é escrever.
Foi na escrita que descobri uma forma de organizar os pensamentos, dar sentido aos sentimentos e encontrar serenidade.
É fácil olhar de fora e dizer o que eu deveria ter feito. Difícil é saber o peso que eu carregava quando precisei escolher.
Você viu minhas decisões, mas não viu as opções que eu tinha, as dores que carregava, as consequências que eu temia, as pessoas que eu tentava proteger, os riscos que precisava calcular, as responsabilidades que pesavam sobre mim e as batalhas que eu travava em silêncio.
É fácil julgar uma escolha quando não se conhece o peso de quem precisou fazê-la.
Se hoje eu faria diferente?
Talvez sim, talvez não.
Mas não porque você estava certa. E sim porque hoje eu sei o que, naquela época, eu ainda precisava aprender.
Então não julgue minhas escolhas de ontem com a clareza que só o tempo me deu hoje.
Meus mais sinceros agradecimentos a você.
Só depois de me quebrar
Que eu pude encontrar alguém para me completar
Eu nunca havia visto tristeza em seu olhar.
Estive perto o bastante, mas não consegui enxergar.
Foram dias tão felizes, tão cheios de calor,
que mal percebi no mundo algo além do amor.
Por vezes eu falo, por outras prefiro calar.
Só sei o que sinto e espero você falar.
Os dias são vazios longe do seu sorrir,
como a aurora que desperta a manhã ao surgir.
Ainda me lembro das estradas e do céu ao alvorecer.
das conversas sem hora e da vontade de permanecer.
Havia algo sereno em sua forma de existir,
como se o tempo desacelerasse apenas para eu sentir.
Talvez eu tenha me perdido tentando seus medos compreender,
enquanto você se perdia tentando os resolver.
E no meio desse caminho, onde havia direção,
nasceram perguntas sem resposta para o coração.
Mas mesmo quando a distância decidiu nos separar,
nunca deixei de suas lembranças me lembrar.
Elas permanecem aqui, guardadas com devoção,
como páginas marcadas de uma antiga paixão.
Se existe algo que ainda desejo encontrar,
não é voltar ao passado nem o tempo recuperar.
É apenas que você encontre paz por onde andar,
e que de nós conserve o que vale a pena guardar.
Que ao lembrar de nós, em qualquer ocasião,
recorde que alguém admirou seu coração.
Até mesmo os segredos que escondia da multidão,
e as dores silenciosas que carregava na solidão.
Porque algumas pessoas vêm e logo se vão,
como estações que mudam a paisagem e a direção.
Mas você, de alguma forma, sem explicação,
continua sendo morada para a minha recordação.
Morada do Alvorecer - Lucca Caldas
Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.
Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.
Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!
Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.
Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.
E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.
Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.
Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.
Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.
Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.
Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.
E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.
Ele separa, sim, mas também aproxima...
Às vezes, pausa… mas empurra adiante.
Ele corta… mas também convoca.
Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."
E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.
No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.
Não é desatenção, é presença.
E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.
Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.
E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.
Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.
A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.
E o fogo aceitou.
Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.
É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.
E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.
A palavra abre caminho.
A imagem acende.
O travessão risca.
E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.
Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.
Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.
E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!
Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.
No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.
E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.
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