Tudo Oque eu Sentia Acabou
Um dia, estaremos sentados a mesa de um café, o tempo irá parar e tudo ao redor esmaecer.
Talvez entendamos o porquê.
Eu não quis dizer adeus, mas disse, pois A Deus te entrego, da minha parte prefiro me despedir para sempre, se for preciso, para que jamais me esqueça.
Mas ninguém escapa dos braços do destino, no que aqui chamamos vida. E se for da vontade dos ventos,
Voltaremos no nos encontrar nessa, ou em outras tantas dimensões.
Para que eu te diga, olhando nos teus olhos. Obrigada por ter acreditado em mim.
Não te deixarei em paz, pois a paz é a última das consequências. Não é possível haver vida e paz no mesmo instante.
Eu escolho a vida, porque ela me escolheu. Acreditou em mim, como na flor que nasce no canto de uma terra.
Já está cheio de paz fora do mundo, também não a suportaríamos
Mas saiba, também não me deixarás em paz.
Desejo que tenha chorado como eu chorei
Desejo que nenhuma prova jamais te baste
Desejo que o buraco seja sempre fundo e fundo
Para que a vida não perca a magia, a beleza, o encanto
E possamos respirar com um pouco, de dignidade
Aquele lugar que te disse? Nós estivemos nele, todas as noites, durante todos os dias de nossas vidas.
E continuaremos a visitá-lo, cada vez mais lúcidos.
E quando nos encontramos
Nós saberemos, que sim
Tínhamos razão.
Pega esse pensamento e me encontra nos sonhos,
Seu corpo vai flutuar e formigar como o meu
Não tenha medo
Você verá o lugar que eu vi e saberá
Vai ficar forte,
Largar o que te destrói
Viverá os últimos 20 anos, como um sonho de amor.
Você vai ver as estrelas de perto
Deixa a sua alma voar e abre os olhos
Deixa.
Canção / Samba
100 Anos
100 anos passarão, tudo é vento
Não há feito, que resista ao tempo
Nem cargo, nem salário, hão te lembrar
Nem casa ou vestuário, tudo sobrará
Toda fama é nada depois que se morre
Logo vem o novo e o nome some
Só o que fica é o que se deixa na matéria amor
E em cada canto, assim você importou
Sem fazer o mal, nem prejudicar
Como lindas pedras e rios a enfeitar
Como a paisagem, assim somos nós:
Todos de passagem na vida veloz.
Sem fazer o mal, nem prejudicar
Como lindas flores a enfeitar
Como a paisagem, assim somos nós:
Todos frágeis, todos nós!
Ó Deuses e Deusas, a se distrair com tudo que é humano,
Me vigiam? Me vigiam?
Meu coração está doendo. Devem rir enquanto eu choro.
Pobre de mim? Ou sou desgraçada?
Há alguém entre vós ao meu lado?
Alguém torce para que meu sonho se realize?
Ou estou sozinha?
Também contra todos os Deuses?
Há alguém no Céu? Um único Ser que apostou que eu não desistiria?
Há alguém no Céu que acreditou em mim?
Ou estou só com a minha teimosia?
Eu acreditei em mim...
Mas acreditar sozinha é tão triste.
Meus olhos são catadupas que embaçam minha vista e sentidos.
Sou cascata...
Sou sozinha...
Há um único Ser Celestial sequer que acreditou que eu não desistiria?
Me ajude.
Miro meus olhos e meu coração a Ti, estrela pequenina.
Estrela que há tanto não vejo de minha janela...
Estrela que me viu sonhar desde menina...
Sim! Eu te amei mais do que a Lua e ainda te amo.
Te amei mais do que a todos os planetas.
Apostaste em mim, Estrela preferida?
Por que eu não desisto?
Alguém além de mim acreditou que eu conseguiria?
Sim, eu sou suficiente.
Mas acreditar sozinha em mim mesma é tão triste.
Alguém apostou que eu conseguiria?
Meu coração está doendo.
Me deem forças. Me animem.
A única coisa boa em perder tudo é a liberdade de não ter mais nada a perder.
A ausência ocupa espaço. Um espaço enorme, tão grande que deixa tudo apertado, principalmente o coração. Tão apertado que chega a doer. Muito.
Ninguém imagina quanta falta se pode sentir de um abraço, de um beijo, de um perfume, uma conversa, da mera presença, simplesmente a existência de alguém, até esse alguém ir embora. Principalmente quando esse alguém é nossa própria mãe.
Eu precisava externar meus sentimentos além de meu próprio pensamento, além do meu coração. Não com o propósito de que alguém venha a lê-los, mas de que eles permaneçam em algum lugar neste mundo para quando eu também me for.
Quando pudemos comemorar seus 90 anos, apesar da dor que ainda nos cercava pela perda do pai, achei que tínhamos tudo pra dali dez anos fazermos uma festa chamada "Mamãe Faz 100 Anos", como o filme do Carlos Saura... mas dali pouco tempo, isolados pela pandemia por quase dois anos, lá estávamos nós, presos em casa sem poder nos divertir e desfrutar da companhia um do outro em momentos descontraídos, mas aproximados pela condição da clausura. Meu medo de trazer alguma coisa ruim que te fizesse mal a cada vez que tinha que sair de casa, consumiu minha alma, esgotou o meu corpo (e mais ainda o seu, motivo pelo qual não consegui mantê-la aqui conosco). Mas isso me fazia sentir vitorioso ao conseguir te poupar, Mãe.
E com o passar do tempo, com o ocaso de tua disposição e vontade, assumi certas responsabilidades que, às vezes, podiam parecer obrigação ou até mesmo inquietação, mas que no fundo eram aprendizado e satisfação. Levá-la às consultas, aos exames, parar para comer empada ou passar no mercado na volta, eram essas as "responsabilidades", Mas de todas elas, o momento do banho guardo como o mais emblemático, o que mais representava meu amor e cuidado pela senhora. Lavar seus cabelos, esfregar suas costas, conduzi-la do banheiro ao quarto, secar e pentear seus cabelos, depois vê-la passando seus hidratantes, limpinha, cheirosa... era uma sensação de dever cumprido. Lembro que sempre que eu ouvia da senhora a péssima frase "só te dou trabalho", seguida de sua reflexão "você não tem obrigação de fazer isso" eu pensava: tenho, CLARO que tenho! Era o MÍNIMO que eu podia fazer pela única pessoa a quem verdadeira e incondicionalmente eu amei, como pela senhora fui amado igualmente, sem interesse ou piedade. E curiosamente, tanto tempo depois de não mais fazer essas pequenas tarefas, quando as recordo sinto falta de executá-las. A senhora me ensinou ao longo dos 59 anos que convivi com a senhora diariamente, quase que 24 horas por dia ao seu lado, que tudo vale a pena, tudo tem sentido, tudo é sublime quando feito por amor.
A única coisa que me arrependo é não ter sabido agir, da mesma forma que agi com a senhora, com meu pai. Todo sufoco que passei (ou melhor, passamos) com ele me ensinou a como cuidar da senhora. Falhei, e muito, nesse cuidado. Hoje percebo que poderia - e deveria - ter tido muito mais atenção e carinho nas minhas "obrigações" para com a senhora. E por mais que a senhora tenha me dito em vida que fiz muito mais do que eu podia, assim como tantas outras pessoas me disseram o mesmo, guardo essa dívida em meu coração. Eu deveria, eu queria ter feito mais. Muito mais, e ainda assim teria sido pouco. Preparar seu café, separar seus remédios, fazer nosso almoço, ajeitá-la para a soneca, oferecer um cappuccino, regar suas plantas (é, mãe, perdão, mas elas estão quase mortas... não tenho me disposto a fazê-lo já que a senhora não está mais aqui para apreciá-las), mandar mensagens para saber se estava tudo bem enquanto eu saía para trabalhar, fazer mercado ou qualquer outra coisa que me tirasse de perto de você... todas essas coisas me marcaram e ainda se distinguem em minhas lembranças.
Poderia ficar escrevendo aqui por horas, mas já me excedi em palavras. Como eu disse, só queria registrar, em qualquer lugar que fosse, meu sentimento acerca do quanto te amei, do quanto me senti amado pela senhora. Qualquer homenagem que eu já possa ter lhe feito nunca alcançará o tamanho de meu amor ou o tamanho da tua grandeza como ser humano, como mulher, como Mãe.
Obrigado por tudo, Dona Lourdes. Encerro com a última frase que - graças a Deus - pude te falar olhando nos olhos: te amo mais do que tudo nesta vida.
Acima do céus,Abaixo do Inferno no centro de tudo e afora irei explora-lo e tomarei sua existência para mim
Temperos para a infelicidade: orgulho, egoísmo, ira, inveja, avareza e angústia. Misture tudo e beba com um pouquinho de arrogância e indiferença.
Tempero para a felicidade: humildade, altruísmo, serenidade, aceitação, partilha e paz. Misture tudo e beba com um pouco de respeito e gratidão.
O grande erro relacionado à decisão é evitar o sacrifício e esperar que amanhã tudo se resolva. Os dias se passam e nada muda.
Arrepender-se é, antes de tudo, uma forma de assumir a responsabilidade sobre as nossas próprias ações, pois não há como se arrepender pelas decisões dos outros.
ame o conhecimento, antes de tudo. Há aqueles que amam ideias, mas nunca alcançam o conhecimento, é inevitável, afinal, o pensar que sabe é a ideia mais famosa
Você pode fazer tudo, apenas não deve jogar pedras em ninguém.
Quando você aponta, humilha, julga, maltrata... . Estará, se jogando em pedras.
“O sucesso de uma equipe é mais provável de ser alcançado quando todos trabalham como se tudo dependesse de cada um de si e se ajudam para garantir que o todo leve a efeito tudo que foi planejado”
Ney P. Batista
Jun/14/2021
“Quisera que o homem, tal como um cão, julgasse tudo pelo conhecimento e não por mero preconceito. Porque com o conhecimento o medo e a hostilidade passam, o preconceito não”
Ney P. Batista
Jul/05/2021
“Ganhos podem trazer perdas assim como perdas podem trazer ganhos, tudo depende das nossas escolhas”
Ney P. Batista
“Posso não ser senhor do acaso, mas sou capaz de controlar a mim mesmo, tudo depende da minha preparação”
Ney P. Batista
May/05/2022
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