Tudo Oque eu Sentia Acabou

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...Eu não me contento com metades, gosto das coisas completas porque eu me dôo por inteira a uma nova sensação e não mereço em troca disso, sentimentos quebrados...

Se eu pudesse voltar no tempo, não iria escolher consertar os dias que deram errado. Seria mais divertido, repetir os que deram certo.

Descobri porque adoro abraços.
Porque abraçada eu sinto o coração da pessoa batendo ao lado do meu.
O meu bate em mim do lado esquerdo o da pessoa bate em mim do lado direito.
Nesse instante é como se houvessem dois corações batendo em uma só pessoa.

Eu acho engraçado ver tanta gente jovem pelo mundo pensando em morte, morte, morte, vermes podres. Parece que quando se é jovem os vermes têm muita importância nas discussões sobre a morte, não é? Tem até música sobre isso.

"Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem.
Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.
Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos?
Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos?
Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.

Eu sei que já errei muito na minha vida, mas pelomenos eu corro atrás dessas atitudes erradas e tento as transformar-las em boas ações.

Queria ter um namorado que começasse com a letra F, daí eu fazia uma tatuagem com o F e quando a gente terminasse eu completava com FDP.

Isabela Freitas

Nota: Partilhado pela autora nas redes sociais

***Aprendi a destingir o meu lado profissional do meu ser, do meu “ EU”
Trabalhando, eu sou frio, calculista, pouco sorrio pras pessoas...
Meu ser, minha personalidade é assim, sou sensível, romântico, sem medos...
Assumo o que penso, o que sinto...
Se for pra me expor, eu pulo de cabeça de qualquer altura...
Basta eu acreditar que vai valer a pena...***

Você sempre dorme comigu amor, quem voçê axa que eu abraço quando durmo agarrado no travesseiro.

Eu não gosto de segundas-feiras, mas uma hora elas chegam.

Quando entender meu inimigo o suficiente para derrotá-lo, então nesse momento eu também o amarei.

Uma pessoa enfurecida de raiva fala para outra: eu te odeio! Você é muito medíocre, autoritário, prepotente e arrogante! E, em tom de superioridade, pergunta: você realmente acha que sou como você? A outra pessoa, ouve tudo em silêncio, enquanto é atacada e, com uma expressão serena, vira um velho espelho para frente do seu opressor e pergunta: você é igual a mim? Não sei... você acha que é? Só você poderá responder esta pergunta! Moral da história: geralmente aqueles defeitos que nos incomodam e julgamos tão veementemente nos outros, estão escondidos em nós mesmos, apenas ainda não os identificamos...

Eu sei que nós quatro trabalhamos juntos. E por um tempo, eu pensei que poderia escolher esse caminho... mas, no final, eu escolhi a vingança. Esse sempre foi meu propósito de viver.

Existe uma diferença entre gostar e amar. ambos são amorosos, mas as diferenças eu irei citar: quando você gosta você não sofre, é uma coisa fácil de ignorar, se ele vai ou se ele fica, é dele em particular. já amar é algo especial, você sente por apenas uma pessoa e ponto final. Quando ela chega tudo fica azul, quando ela se vai "liga pro xamuuu" ela te faz bem, ela te faz feliz. sem ela você não vive, não gosta nem de pensar. um dia sem ela é um dia em alto mar. sem destino, sem rumo e sem hora pra acabar .

Mas, afinal, por que eu gosto de terror?
Talvez porque o terror hipnotize.
Porque impregna a alma.
E o terror alcança o subconsciente
em níveis em que as pessoas nem
imaginam que poderiam existir.
Mas, talvez, o principal motivo
seja o mais simples de todos:
o terror assusta.
Causa medo.

⁠Perder-se na Beleza do Desejo

Eu me vejo nas sombras daquilo que não fui, mas que posso ser. Há um desejo em mim, um desejo de ser tocada, desejada, amada. Mas não é qualquer toque que me acende, nem qualquer olhar que me dissolve. Meu corpo clama, mas meu coração espera, com paciência, por quem saiba ver além da superfície, por quem compreenda o silêncio de cada suspiro meu.

Eu me perco na ideia de ser mais do que uma imagem fugaz, ser mais do que um desejo momentâneo. Não quero ser apenas desejada, quero ser a razão de um olhar, o abrigo de uma alma, o lugar onde os corpos se encontram sem pressa, onde o desejo se transforma em algo profundo e duradouro.

Perder-me é encontrar, é me entregar sem medo, é me descobrir nas entrelinhas do amor que ainda não vivi, mas que sei que posso experimentar. Porque o desejo não é só carne. Ele é o enredo que se desenha quando duas almas se tocam e se reconhecem. E eu me entrego a esse enredo, sem pressa de chegar ao final.

⁠Para Ele, Que Já Existe

Eu não sei onde você está, nem se já me viu de longe ou se ainda caminha em outra direção. Mas sei que existe. Sei porque sinto sua ausência como se fosse uma presença, porque o espaço que você ocupa em mim já tem forma, cheiro, textura. Sei porque meus anseios não se dissolvem no tempo, porque meu corpo espera sem se perder no fácil, sem se entregar ao vazio.

Eu poderia dizer que espero pacientemente, mas não seria verdade. Espero com desejo, com urgência contida, com vontades que dançam dentro de mim sem encontrar palco. Espero porque sei que quando chegar, não será um encontro qualquer. Será o reconhecimento de algo que sempre esteve aqui.

Não me guardo por medo, nem por falta de oportunidades. Me guardo porque não sou para qualquer um, porque minha pele não responde a mãos que não saibam o que fazer com ela. Porque meu corpo, minha alma, tudo em mim precisa de verdade, de presença, de entrega.

Então, venha quando for tempo. Mas venha inteiro. Porque não quero metades, não aceito migalhas. Quero um toque que fique, um olhar que me prenda sem me acorrentar, uma voz que me acalme e desperte ao mesmo tempo. Quero ser para você o que você será para mim: um abrigo, um incêndio, uma certeza.

E quando vier, saberá que sempre foi você.

Quisera eu que as pessoas pudessem olhar para mim como eu olho para elas.

Que fossem capazes de me enxergar com os mesmos olhos com os quais as vejo.

Que olhassem para o mundo com a mesma profundidade e leveza que tento transmitir.

Ou, ao menos, que eu soubesse lidar com as palavras da mesma forma que meu olhar se expressa, de maneira equiparada e clara.

Que tivessem sensibilidade suficiente para me decifrar sem julgar.

Assim, entenderiam o que trago em meu olhar e perceberiam a importância de cada um deles.

Tem gente que me olha, mas não me vê.

E se não me vê, não me sente.

E se não me sente, não me compreende.

⁠Quando a Ajuda Vira Julgamento

Não pedir ajuda não significa que eu não precise. Talvez eu só tenha um jeito diferente de demonstrar que preciso de você.

Sempre estive disponível para quem necessitou, sem que precisassem pedir. Bastava um olhar, um suspiro, e eu já estava lá. Porque quem quer ajudar, faz. Chega, estende a mão, encontra um jeito. Não espera que o outro precise gritar por socorro.

Mas quando sou eu que preciso, dizem que não me ajudo. Que não quero ajuda, porque não peço.

Como se fosse simples assim. Como se eu nunca tivesse tentado. Como se o fato de me esforçar até a última gota, sem incomodar ninguém, fosse um atestado de que estou ótima.

A verdade é que, quando pedi, nem sempre encontrei. E precisei aprender a lidar com a frustração do “não”, que só se ouve uma vez, mas ecoa para sempre. Precisei compreender os motivos dos outros, aceitar os limites que me impunham, mesmo que doessem.

Então, antes de pedir, eu penso: será que essa pessoa pode? Será que ela quer? Ou vai fazer por obrigação, com pressa para se livrar de mim?

É mais fácil esperar. É mais fácil não precisar pedir. Porque quem realmente quer ajudar, percebe. Chega perto. Não precisa de um pedido formal. Às vezes, tudo o que alguém precisa é de um abraço silencioso, sem perguntas, sem julgamentos.

Então, antes de dizer que eu não me ajudo, tente entender quantas vezes eu já me ajudei sozinha. Quantas vezes lutei contra tudo, sem incomodar ninguém.

Talvez o problema nunca tenha sido eu não pedir. Talvez o problema seja que nem todo mundo sabe realmente estar presente.

E ter que lidar com opiniões e julgamentos de quem me desconhece me torna, dia após dia, mais bloqueada e inacessível.

⁠O Peso de Pedir

Dizem que eu não quero ajuda. Que não me ajudo. Que se eu precisasse de verdade, eu pediria.

O que ninguém entende é que pedir já foi uma escolha. Já foi uma tentativa, e, na maioria das vezes, o que encontrei foi silêncio, portas fechadas ou respostas que doeram mais do que o problema em si.

Aprendi a não insistir. Não por orgulho, mas por respeito. Porque sei que ninguém é obrigado a estar disponível. Sei que as pessoas têm seus próprios fardos e que nem sempre vão conseguir carregar o meu também. Então, eu escuto o não antes mesmo de ouvi-lo. E, para evitar o peso da rejeição, escolho não pedir.

Sei que, quando alguém realmente quer ajudar, ajuda. Sem esperar um pedido formal. Sem precisar ouvir "socorro" para entender que há um grito guardado no peito. Sei disso porque sempre fui essa pessoa. A que percebe, a que chega, a que estende a mão sem precisar ser chamada.

Então, se eu não peço, não é porque não preciso. É porque já aprendi que ir sozinho pode ser mais difícil e prolongado, mas é menos doloroso do que ouvir palavras cortantes e afiadas que já me feriram outras vezes. A solidão que vem com o silêncio, embora difícil, se torna um abrigo mais seguro do que os cortes invisíveis de quem diz querer ajudar, mas não está realmente disposto.

E quem sabe, talvez eu só precise de alguém que esteja disposto a perceber sem precisar de um pedido formal. Alguém que, como eu, entenda que a dor nem sempre se expressa em gritos, mas às vezes em silêncios profundos e na ausência de palavras.